terça-feira, 18 de agosto de 2015

DECEPÇÕES




Não somos poucos os que nos tornamos pessoas amargas, indiferentes ou frias, por causa de decepções que afirmamos ter sofrido aqui ou ali, envolvendo outras pessoas. Tais decepções devem nos remeter a exames melhores das situações.
Raul Teixeira

Decepcionarmo-nos com pessoas que estão no Mundo, sofrendo as nossas mesmas carências e tormentos não é muito real. Primeiro, porque elas não nos pediram para assinar contrato ou compromissos de infalibilidade para conosco. Segundo, porque o simples fato de elas transitarem na Terra, ao nosso lado, é o suficiente para que não as coloquemos em lugares de especial destaque, pois todas têm seu ponto frágil e até mesmo seus pontos sombrios. A nossa decepção, em realidade, é conosco mesmo, pois nos equivocamos em nossa avaliação, por precipitação ou por análise superficial.
Não menos errada a decepção que afirmamos ter com a própria religião, com a doutrina de fé cristã que está a espalhar, em toda parte, os ensinamentos deixados por Jesus Cristo para os seres de boa vontade. O que acontece é que costumamos confundir as doutrinas que ensinam o bem, o nobre, o bom com os doutrinadores que, embora falem das virtudes que devemos perseguir, conduzem as próprias existências em oposição ao que pregam. Como vemos, a decepção não é com as mensagens da Boa Nova, mas exatamente com os que conduzem a mensagem. Nesse ponto não nos esqueçamos de fazer o que ensinou Jesus: comparar os frutos com as qualidades das árvores donde eles procedem, de modo a não nos deixarmos iludir.
Avaliemos, desta forma, as nossas queixas contra pessoas e situações e veremos que temos sido os grandes responsáveis pelas desilusões do caminho. Nós mesmos é que criamos as ondas que nos decepcionam e magoam.
Precisamos aprender a conhecer cada indivíduo no nível em que se situa, não exigindo dele mais do que possa dar e apresentar, exatamente como não podemos pedir à roseira que produza violetas, que não tenha espinhos e que não despetale suas flores na violência dos ventos.

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¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E - Raul Teixeira
³ Fonte imagem : hhttp://projetosejafeliz.com/wp-content/uploads/2015/04/3661-750x400.jpg
 Livro de Referência:  Revelações da Luz Raul Teixeira, ed. Arte e cultura.


Written by Eduardo Campos all rights reserved.

4 comentários:

Anônimo disse...

Edu, Decepcionei em tempos com um familiar e hoje mais a frio reconheço que já sabia que ele não era de confiança pensei que lhe dando uma oportunidade mudaria, mas no fundo sabia que isso não aconteceria. A minha decepção foi acreditar numa mudança que sei que esta pessoa não tinha em si.... a culpa não é ela e sim eu que ignorei os sinais.

Anônimo disse...

Nem me fale em decepção amigo! Eu e minha família levamos um duro golpe... Estou recolhendo todos os cacos do meu coração partido. Mas, a vida continua e não devemos nos deixar levar por estas rasteiras que levamos ocasionalmente.

Helena disse...

Eduardo, muito boa essa postagem. Dá uma reflexão muito boa. Com relação aos falsos profetas e falsos pregadores, mais interessados no marketing religioso do que em Deus, Jesus nos aconselhou a não nos preocuparmos. Para fazer a distinção entre certos e mau intencionados é só observarmos comparando a realidade de que só as árvores boas darão bons frutos. Árvores más darão maus frutos. Observemos! Um abraço!

MARILENE disse...

Criamos expectativas muito altas com relação às pessoas, gerando as decepções. O mesmo, certamente, ocorre no inverso. Relativamente ao lado religioso, o comportamento nem sempre digno dos que não cumprem seus deveres para com os fiéis só atesta as falhas humanas, não devendo interferir na fé. A crença em Deus e no ser humano há que persistir. O texto propicia ótima reflexão. Bjs.
Que belo texto...