terça-feira, 1 de dezembro de 2015

A TERNURA



"Gosto dessa gente que carrega ternura na alma e exala simplicidade no palavrear".
 (Wanderly Frota).

A vida da gente seria tão mais descomplicada se nela houvesse um pouco mais de ternura. Sim, ternura para se perceber e perceber os outros, com a singeleza que é própria a uma folha embalada pelo vento.
Ternura, para compreender as tristezas sob um ar de aprendizado e acréscimo.
Existem várias formas de amar, mas, apenas a via da ternura assegura a sua (amor) correta percepção.
Muitos relacionamentos acabam por ausência de ternura, em virtude de um fatal descuido nos detalhes. O que os encerra (relacionamentos) não é tanto a ausência do amor, mas do cuidado (ternura).
Amor sem ternura é verão sem sol…. arte sem beleza, vida sem movimento. O amor precisa de ternura para se encarnar e para se fazer sentir.
O coração não se desenvolve sem ternura, pois, ela nos transporta à nossa real essência: afinal, viemos à existência por um ato de extrema Ternura.
Não tenhamos medo de ser ternos. Isso não nos diminuirá, ao contrário, nos enobrecerá e tornará nossa vida mais feliz e sinceramente acompanhada (quem é terno atrai ternura).
Ternura, simplesmente ternura! Isso, de fato, descomplicará e qualificará cada fragmento de nosso todo.

Texto em homenagem!          
¹ Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
Contato: edu.com28@yahoo.com.br
² Fonte texto : (Pe. Adriano Zandoná)
³ Fonte imagem : http://veja.abril.com.br/051207/imagens/medicina4.jpg
Referência:
Written by Eduardo Campos all rights reserved.


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