quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

DIALOGANDO SOBRE RELACIONAMENTOS DESTRUTIVOS



Será que todo relacionamento vale a pena?
Esta pergunta não conseguia abandonar a casa mental daquela jovem. Há meses ela iniciara um namoro. Esse período, ao mesmo tempo que trouxe a aproximação, a intimidade, também propiciou surpresas.
Ela percebia que o rapaz era por demais possessivo.
Bastava que discordassem sobre alguma questão para que ele se tomasse de fúria e se descontrolasse emocionalmente.
Não eram raros os momentos de agressividade, extrapolando aquilo que seria aceitável. Por sua vez, muitas vezes, ela se deixava levar de roldão pela instabilidade do momento, fomentando ainda mais o desequilíbrio na relação.
Percebia que, aos poucos, eles se permitiam atitudes, palavras, gestos, que denotavam clara falta de respeito mútuo.
Nesse estado de ânimo, ela se questionava se valeria a pena prosseguir com tal relacionamento. Cheia de dúvidas, foi ter com seu conselheiro, um amigo da família, que a conhecia desde a infância, para com quem tinha imenso respeito e afetividade. Expôs-lhe, com sinceridade, a situação. Contou-lhe seus dramas íntimos e suas dúvidas. Ele a escutou, demoradamente.
Depois, com a capacidade de síntese daqueles que bem viveram a vida, ponderou: Minha querida, quando o relacionamento a dois põe em perigo a dignidade do ser humano, é um relacionamento destrutivo. Qualquer um que queira se apossar do outro, dirigir sua vida, configura um estado de dominação obsessiva. Essa atitude denota infantilidade maldosa ou crueldade opressora.
Relacionamentos em que um deseja dominar o outro, ou reciprocamente assim age o casal, impedem o crescimento individual. Não raro, nesses casos, gera-se uma dependência patológica. O casal não consegue se manter longe um do outro e, no entanto, quando juntos estão sempre em clima de desarmonia, de agressão, de desrespeito.
E isso, minha amiga, podemos encontrar, inclusive entre pais e filhos, amigos ou irmãos. Permitindo-se uma pausa, para ensejar à jovem melhores reflexões, prosseguiu: Assim, minha querida, nesse tipo de relacionamento, há que se ponderar realmente se há crescimento, aprendizado, conquistas mútuas. É importante que uma pessoa adulta aprenda a desatar esses complicados nós, optando por alterar o nível do relacionamento, a fim de que ele se faça respeitável e responsável. Ou decida por se desligar dele, se considerar que a questão fuja à capacidade de suas resistências.
Para concluir, ponderou docemente: Lembre-se de que o amor deve reger todos as relações porque só o amor confere saúde, alegrias e bom ânimo. Só o amor tem o combustível ideal para alimentar as vidas e oferece segurança ante os desafios dos relacionamentos.

Olá queridos leitores! Seja bem-vindo ao meu blog. O seu comentário é um incentivo a novos posts. Eles são a maior recompensa por cada pesquisa, cada palavra escrita. Então...Que tal deixar o seu recadinho? Vou ficar muito feliz em recebê-lo. Quem desejar ou quiser comentar enviar perguntas, depoimento ou sugestões de tema ao blog, basta enviar um e-mail para nosso endereço eletrônico:  edu.com28@yahoo.com.br
Aguardamos sua participação. Um abraço fraterno a todos do amigo Eduardo Campos


¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E – Eduardo Campos.
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

Livro de Referência: Todos precisam de paz na alma, Benedita Maria e José Raul Teixeira, ed. Fráter. Em 27.6.2015.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

ATITUDES QUE VOCÊ PRECISA DEIXAR DE TER



Se você continuar fazendo sempre as mesmas coisas, os resultados serão sempre os mesmos. Que tal uma sugestão de hábitos destrutivos que você pode eliminar do seu dia a dia para ter mais qualidade de vida?


Listas e mais listas na internet sobre o que fazer ou não fazer para ser feliz. Sim, cada um tenta ajudar da forma que pode, expondo aquilo que faz bem a ele mesmo, e que acredita que faria bem a você também. A lista abaixo não é muito diferente, mas o que posso acrescentar é que são 10 atitudes comuns que percebi nos últimos 10 anos em mais de 1.100 pessoas analisadas, e que se você as tem, provavelmente estão destruindo a sua qualidade de vida. Não veja essa lista como uma fórmula para ser feliz, pois essas fórmulas não existem. Veja apenas como uma sugestão de hábitos destrutivos que você pode começar a eliminar para viver bem e melhor.

1 – FUGIR DOS SEUS PROBLEMAS
Encare os desafios da vida
Não estou dizendo para você resolver todos os seus problemas, ou para não ter problemas na sua vida, estou AFIRMANDO que você NÃO deve fugir deles toda hora. Sim, a vida surpreende sempre, ela bate forte, machuca, derruba e não vai tolerar as suas fraquezas. Você não nasceu sabendo resolver tudo, então não se culpe por ter dúvidas, por ter problemas. Apenas encare-os! Lute! Busque alternativas, mas não se esconda deles para sempre, pois eles podem crescer, expandir a complexidade e incomodar muito depois. Você pode não sair ileso de um problema, mas poderá sair vencedor quando resolver enfrentá-lo.

2 – QUERER SER ALGUÉM QUE VOCÊ NÃO É
Não viva a vida de outra pessoa!
Se eu pudesse dar somente um conselho para você ser feliz, este seria: busque sempre a sua identidade e encontre-se. Embora precisemos nos moldar para viver bem socialmente, isso não significa que você deve viver a vida de outra pessoa. Muitas pessoas passam a vida inteira querendo ser alguém que possui qualidades que elas valorizam e desejam. Entenda, espelhar-se em quem você admira é uma coisa, viver para ser como outra pessoa é outra. Sempre vai existir alguém melhor, mais bonito, e mais inteligente do que você. Então descubra-se! Seja sempre você você, mude apenas hábitos e pensamentos.

3 – APEGAR-SE AO PASSADO
Você tem que colocar o seu passado atrás de você!
Use o passado apenas como fonte de consulta para duas coisas, ou se espelhar em algo bom e fazer igual ou melhor no PRESENTE, ou evitar repetir os erros do passado, mas perceba, eu disse para usar o passado como FONTE DE CONSULTA, e não livro de cabeceira. Se você continuar vivendo no passado, apegado a lembranças e traumas, suas dores emocionais permanecerão ao mesmo tempo em que o apego aumenta, já que dificilmente há espaço na sua mente para novas interpretações de sentimento. Sua vida está no presente. Viva o agora!

4 – BUSCAR A FELICIDADE EM OUTRAS PESSOAS
Não dependa de outras pessoas para ser feliz!
Não importa quantos amigos você diz ter, não importa com quem esteja tendo um relacionamento amoroso, a alegria que essas pessoas podem trazer a você é apenas uma parcela da felicidade que você precisa sentir. Não dependa das ações de outras pessoas para sentir-se feliz. A felicidade está em como você vê a vida. Somente quando você tem estabilidade emocional e valoriza-se em primeiro lugar é que a alegria que outras pessoas proporcionam passa a fazer parte de você permanentemente. A felicidade está em você!

5 – FICAR PENSANDO A TODO O MOMENTO QUE VOCÊ NÃO ESTÁ PRONTO
Comece a ter mais atitude e menos indecisões!
A verdade é que você realmente nunca está totalmente pronto, e ficar remoendo isso antes de tomar alguma decisão é inútil. É bem provável que esta seja a sua primeira vez vivendo (mesmo que você acredite em vidas passadas, não importa, é a sua primeira vez sendo o que é, vivendo no agora), então não queira estar pronto para tudo, porque você não está. Aceite isso e não espere estar 100% pronto para agir. Busque sempre o máximo de qualidade, mas não fique paralisado por achar que nunca é a hora de fazer algo.

6 – ENVOLVER-SE EM RELACIONAMENTOS AMOROSOS PELAS RAZÕES ERRADAS
Você sabe que não deveria estar fazendo isso!
Ou você aprende a se relacionar (e a maioria das pessoas, infelizmente comete muitos erros aqui) ou vai ter uma vida de altos e baixos emocionais desgastantes e desnecessários. Na dúvida fique só (e saiba ficar só). Esta é uma regra que previne muitos aborrecimentos. As pessoas hoje em dia não sabem mais trabalhar com o tempo, agem por impulso e querem fazer tudo às pressas. Para se relacionar bem é preciso ter noção de maturação (pesquise sobre isso). Cabe ressaltar que relacionamento não é apenas aquele que se perfaz em namoro ou casamento, cada vez que você vai pra balada e beija alguém você está se relacionando amorosamente. A pergunta que fica é, isso está servido de alguma coisa na sua vida?

7 – SENTIR PENA DE SI MESMO
É normal ficar mal às vezes.
Hoje você está mal, amanhã pode ser o seu dia! Essa é a ideia. Você inevitavelmente fracassará em algo algum dia. Você não pode ser bom em tudo, e na medida em que for vivendo vai perder, vai sofrer, vai errar. Não fuja desses sentimentos, sinta-os, mas não tenha pena de si mesmo. Cada vez que você cair é uma oportunidade nova para erguer-se novamente. Pense nisso!

8 – TENTAR ALCANÇAR A PERFEIÇÃO
Faça bem feito apenas e tente sempre melhorar!
Se perfeição é 100%, saiba que A GRANDE MAIORIA DAS PESSOAS não consegue ou não pode perceber nem 70% dela. E mesmo que pudesse, você não conseguiria chegar a este nível. Quer um segredo, as pessoas valorizam quem consegue fazer algo e não quem tenta fazer tudo perfeito. Faça bem feito apenas!
9 – PERDER SEU TEMPO COM AS PESSOAS ERRADAS
As pessoas vão surpreender você negativamente.
A vida é curta, muito curta. Perder seu tempo dando valor ou querendo ajudar pessoas que consomem todas as suas energias não vale a pena. Mas como saber quem são as pessoas certas? Vou dar umas dicas, elas perguntam como foi o seu dia, estão ao seu lado quando você está doente e não pode sair, elas passam boas energias e fazem você sentir-se bem só por estar ao lado delas, elas gostam de ir criando um espaço na sua vida, elas se importam com o ser humano que você é, e não apenas com o próprio umbigo.

10 – AGIR COMO SE TUDO ESTIVESSE BEM QUANDO NA VERDADE NÃO ESTÁ
Em algum momento você pode desabar!
Ah eu não ligo! Não me importo! Eu estou bem! Não cometa o erro de fingir ser sempre o mais forte. Se for preciso chore, grite! Desde que seja por um breve momento, é perfeitamente normal você não estar bem. Ser feliz o tempo todo é algo surreal e cansativo. Peça ajuda quando for preciso. Quanto mais cedo você fizer, mais cedo você estará sorrindo novamente.

¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : Carlos Mion/ © obvious: http://lounge.obviousmag.org/feminalis/2015/06/10-atitudes-que-voce-precisa-deixar.html#ixzz3xcXrhJk7

³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

O PODER DO AFETO NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA



Ao serem questionados pelos pesquisadores, apenas 19% dos pais disseram que brincar, passear e conversar com o filho está entre as suas prioridades.

Você já abraçou, beijou e brincou com o seu bebê hoje? Acredite: além de prazerosas, essas atitudes contam muito no desenvolvimento da criança na primeira infância - de 0 a 3 anos. Os estímulos de carinho devem começar antes mesmo de o bebê nascer, mas muitas mães não sabem disso. A maioria acha que cuidar da saúde, nessa fase, é só o que importa - esquecendo o lado emocional.
Ao menos foi o que constatou uma ampla pesquisa sobre a percepção do desenvolvimento na primeira infância, divulgada recentemente. O estudo, realizado pelo Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) em parceria com a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal (SP) ouviu mais de 2 mil pessoas em 18 capitais brasileiras. O resultado: para 51% dos pais, a prioridade é levar o pequeno ao pediatra regularmente e dar as vacinas recomendadas. Na sequência, 45% dos entrevistados relataram a importância de amamentar o bebê, e 31% apontaram a necessidade de oferecer alimentação adequada. No entanto, é por meio das brincadeiras, dos passeios e do diálogo que o bebê descobre o mundo e aprende. "É o carinho dos pais que dá à criança o suporte necessário para encarar essa imensidão de novidades com curiosidade, coragem e segurança", diz o neuropediatra Saul Cypel, consultor da fundação envolvida na pesquisa, ou seja: cuidar da saúde física e psicológica em conjunto é o que garante que o pequeno se desenvolva integralmente e exercite todo o seu potencial.

Ele precisa de beijinhos
Ao serem questionados pelos pesquisadores, apenas 19% dos pais disseram que brincar, passear e conversar com o filho está entre as suas prioridades - e só 12% apontaram que, para crescer saudável, a criança precisa receber afeto. Muitos deles, segundo o neuropediatra, chegaram a dizer que não dedicavam esse tipo de atenção aos filhos pequenos porque acreditam que eles só começam a entender e aprender depois dos 6 meses. "Isso é um erro!", protesta Saul. "Ainda no útero, por volta da 15ª semana de gestação, o aparelho auditivo do bebê já está bem formado e ele pode ouvir sons e reconhecer a voz da mãe. Conversar e cantar para ele nessa fase repercute positivamente na sua evolução", garante o médico. Depois do parto, com todos os sentidos funcionando e em pleno desenvolvimento, a capacidade de absorver o que há de novo fica ainda mais aguçada. E a presença da mãe, claro, age como um bálsamo.

Toque mágico
Um estudo realizado pela psicóloga americana Tiffany Field, fundadora do Touch Research Institute (Instituto de Pesquisa do Toque), mostrou que os bebês que recebem toques, massagens e gestos de carinho das mães nos primeiros quatros meses de vida são mais sorridentes e choram menos. Pesquisa da Duke University (EUA) reforça essa teoria. O estudo concluiu que a construção de um vínculo afetivo intenso com a mãe diminui os níveis de stress, ansiedade e hostilidade da criança, tornando-a mais preparada para lidar com as pressões do mundo adulto. "Quanto mais o filho conta com a presença e o carinho da mãe, mais ele ganha estabilidade emocional", diz a psicóloga Dina Azrak (SP), autora do livro A Linguagem da Empatia - Métodos Simples e Eficazes para Lidar Com Seu Filho (Ed. Summus). Perceber que recebe a atenção dos pais durante os cuidados básicos, como banho, alimentação e trocas, já transmite ao bebê a sensação de que ele é amado. "Um bom exemplo disso é a amamentação. A mãe que aproveita bem esse elo não apenas nutre a criança como passa segurança para ela", diz Saul.
O primeiro passo para estabelecer um vínculo emocional forte é aproveitar esses momentos. Ainda que seu filho seja pequeno, conte historinhas, cante, sempre olhando nos olhos dele! Essa comunicação vai ajudá-lo no futuro a estabelecer o significado das coisas e desenvolver o vocabulário. Participe também das brincadeiras, estimulando a criatividade dele. "Ao brincar, a criança desenvolve as habilidades físicas, o raciocínio, as emoções, a socialização. É uma oportunidade de despertá-la para muitos aspectos", explica a educadora (SP), autora do livro A Arte de Brincar (Ed. Vozes). Para quem diz que não tem tempo para tanto, a expert dá um recado: "Melhor pouco tempo juntos, mas vivido intensamente, do que muito tempo sem qualidade. Quando estiver com o seu filho, esteja por inteiro", recomenda Adriana.

¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : PATRÍCIA AFFONSO / EDIÇÃO: Redação M de Mulher
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

Livro de Referência:  A Arte de Brincar . Adriana Friedmann (Ed. Vozes). Dina Azrak . A Linguagem da Empatia - Métodos Simples e Eficazes para Lidar Com Seu Filho (Ed. Summus).

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

COISA DE CRIANÇA


A menina Rosy foi uma dessas crianças que ajudavam a mãe a “escolher o feijão”, antes que ele fosse colocado na panela, para ser servido no almoço.
Hoje em dia, o feijão já chega aos supermercados devidamente selecionado. E as crianças nem imaginam que um dia havia necessidade de espalhar o feijão sobre a mesa, retirar os grãos estragados, as pedrinhas, os pedaços de terra e outros detritos.
Bem, mas a menina Rosy fazia esse trabalho. E, enquanto catava o feijão, deixava a imaginação voar, a criatividade despertar, e ao mesmo tempo curtia a presença da mãe ao seu lado, preparando o almoço para toda a família.
Naquele tempo as famílias se reuniam em casa para fazer as refeições. Enquanto trabalhava, Rosy observou que os grãos de feijão saudáveis eram enviados para a panela, melhor dizendo: para a morte. Em sua sabedoria de criança, ela resolveu fazer alguma coisa em favor daqueles inocentes e indefesos grãos, que não tinham a mínima chance de sobreviver às altas temperaturas a que seriam submetidos... Foi então que resolveu separar, junto com os detritos, alguns feijões saudáveis, a fim de preservá-los.
Na sua imaginação, aqueles grãos salvos teriam oportunidade de produzir novos grãos, de germinar, florescer e frutificar, dando continuidade à vida. É claro que se a mãe percebesse isso, consideraria um desperdício, o que para a garota era uma iniciativa tão nobre quanto criativa. O que vale ressaltar desse fato, é que os anos não conseguiram matar a sensibilidade nem a criatividade daquela menina, que hoje é uma compositora de músicas para crianças.
Ela tem a sensibilidade incomum de se comunicar com a alma infantil, e isto é a sua tarefa, sua missão. Disse-nos ela, numa oportunidade: “não somos nós que escolhemos compor para a infância. São as canções que nos escolhem.” E as canções sabem a quem escolher... Não há dúvida. Escolhem as pessoas que guardam na alma a ludicidade, o sonho, a observação, a imaginação sadia, próprias da criança.
Rosy foi uma menina que brincou na rua, subiu em árvores, interagiu com outras crianças, viajou pela imaginação, pelo sonho, teve a leveza de uma infância descontraída e feliz. E conservou na alma esse ser especial. Nos tempos atuais, infelizmente as crianças não brincam mais nas ruas. A grande maioria delas vive em apartamentos, e interage com os equipamentos eletrônicos. O calor humano do convívio com os familiares e amigos, foi cedendo lugar a um isolamento quase mórbido. As canções que ouvem geralmente são feitas para adultos, por compositores que ignoram a beleza, a estesia, os sentimentos nobres... São músicas que produzem imagens obscenas, com forte apelo da sensualidade, da leviandade, dos valores corrompidos.
Mas a menina Rosy, hoje uma mulher madura, continua acreditando que ainda se pode fazer alguma coisa em favor da infância, através da música. Foi relembrando os tempos em que salvou alguns grãos de feijão, que compôs a música intitulada os olhos do coração, que diz:.
Quando abrimos os olhinhos do coração tudo se ilumina, vemos a imensidão... No botão de rosa, no grão de areia, na semente do limão O pequenino lá por dentro é grandão! Quando abrimos os olhinhos do coração, vemos o universo todo em expansão... O ovo da galinha, a notinha da canção, o tatu bolinha, a bolha do sabão... O pequenino lá por dentro é grandão! Há!
Como o mundo seria melhor se houvesse mais compositores com coração de criança, com esse poder de penetrar o solo fértil desses seres pequeninos, que têm olhos de ver o que muitos adultos já não enxergam mais... As crianças conseguem ver que dentro de uma pequenina semente, de um grão de areia, do miolo do pão tem um mundo, e dentro desse mundo, outro mundo, e dentro de todos esses mundos, está o mundo da imaginação...

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Aguardamos sua participação. Um abraço fraterno a todos do amigo Eduardo Campos


¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  Rosy Greca. “Os olhos do coração”, que consta no CD Sonho de voar, e “Dentro de um mundo”, do CD Gente criança.
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

Written by Eduardo Campos all rights reserved.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

É CONVERSANDO QUE A GENTE SE ENTENDE...


Como você costuma reagir às artes dos seus filhos?
Você é daqueles que acredita que as crianças devam ser bem disciplinadas para se tornarem adultos responsáveis? Você está certo. Contudo, o que deve se considerar é como a disciplina é imposta aos pequenos.
Esta é a história de um escritor brasileiro que narra sua experiência pessoal, acontecida lá pelos seus sete ou oito anos de idade. Hoje ele já conta mais de oitenta. Ele morava, com os pais, a poucos metros de distância dos trilhos do trem. Era um garoto retraído e meio caladão. Mas, um belo dia resolveu testar a sua força e pontaria. Escolheu para alvo o trem que passava. Pegou uma pedra, mirou e atirou. Acontece que era um trem de passageiros. A pedra quebrou uma vidraça. Felizmente não atingiu ninguém. Quando o trem chegou à estação seguinte, telefonaram para aquela onde vivia o garoto e, naturalmente, não foi difícil descobrir o autor do ato terrorista.
Os pais não eram dados a castigos corporais, mas o pai decretou um castigo terrível para o filho. Deveria ficar sentado à vista de todos, no alto de uma pilha de dormentes de madeira, à beira da linha do trem. O menino se sentia humilhado. E o pior de tudo é que não estava entendendo a razão de todo aquele castigo. Afinal de contas, ele só jogara uma pedra no trem. Lá pelas tantas, porém, se aproximou um empregado da estação ferroviária. Subiu os dormentes e se sentou ao lado dele. Não trouxe palavras de condenação ou de censura. Também não desautorizou a providência punitiva do pai. Mas explicou, de forma adulta, que o gesto impensado poderia ter ferido, talvez até matado alguém, no trem. Que ele pensasse nas consequências. Alguém poderia ter ficado cego ou muito ferido com a sua arte.
Ao concluir o seu depoimento, recordando desse momento infantil, o escritor confessa que nunca mais jogou pedras em ninguém, embora tenha levado algumas pedradas pela vida afora. Mas o que ele recorda e com muita gratidão, apesar de tantos anos passados, é que aquele homem foi a primeira pessoa que, em vez de repreender, censurar ou criticar, lhe falou como um adulto. De homem para homem, sem ironias, ou agressividade. Acima de tudo, explicou a ele a situação. Isso lhe permitiu entender o porquê da penalidade que estava sofrendo.

Refletindo com Edu!
 Antes de qualquer crítica apressada ou condenação, é indispensável ouvir os filhos. É importante que eles expliquem as suas razões, da mesma forma que os pais, na qualidade de educadores, devem explicar o erro que eles cometeram.
Muitas vezes, somente o fato dos filhos descobrirem que cometeram uma falta, já lhes constitui penalidade suficiente porque a consciência os acusa. O que equivale a dizer que, melhor do que qualquer castigo, sem diálogo, vale uma boa explicação acerca de consequências, perigos e responsabilidade. Como dizem: É conversando que a gente se entende...  

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Aguardamos sua participação. Um abraço fraterno a todos do amigo Eduardo Campos


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  Hermínio  Miranda
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg
Livro de Referência: livro Nossos filhos são Espíritos, Hermínio  Miranda, ed. Arte e cultura.




quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Como definir saudade?



            Como se pode definir a saudade? Dor da ausência de quem atravessou a porta e não mais voltou?
De quem se foi, tomado de mágoa, e disse que jamais retornaria?
Dor pela ausência de quem foi abraçado pela morte, depois de uma despedida que nunca aconteceu, porque tudo foi repentino, brusco, inesperado?
O que é isso que dói tanto e quanto mais passa o tempo mais parece machucar?
Segundo o dicionário é a lembrança nostálgica e, ao mesmo tempo, suave, de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de tornar a vê-las ou possuí-las.
É verdade. Sentimos saudades de pessoas e de coisas já vividas, de coisas que já possuímos. Sentimos saudade da espetacular viagem realizada, em que conhecemos lugares tão pitorescos, em que respiramos ares tão diversos, em que nos deixamos envolver pela sua magia e encantamento.
E desejamos, ardentemente, reprisar. Por isso, sonhamos. Sonhamos enquanto dormimos ou de olhos abertos, durante o dia mesmo.
Desejamos retornar àquelas localidades para tornar a sentir as mesmas emoções, que ficaram gravadas em nossa intimidade.
Temos saudades da casa da nossa infância, onde fomos felizes. A casa com o terreno tão grande, cheio de árvores, que nos conheceram muito bem.
Afinal, subíamos nelas todos os dias, fossem dias escolares ou de férias.
Quantas frutas saboreamos no pé! Pé de jambo, de manga, de ameixa, de caju, de jaca, sem mesmo nos darmos ao luxo de lavá-las. Eram nossas, do nosso quintal, portanto, no nosso entender de crianças peraltas, estavam limpas. E eram tão saborosas!
A saudade nos traz a vontade de tornar a encontrar aqueles sabores, tão peculiares, diferentes das frutas que adquirimos no mercado.
Saudade é algo estranho. Ela nos lembra de pessoas, de momentos, de fatos que desejamos se reprisem.
Nostalgia. A alma sente vontade de sentir de novo aquela mesma alegria, aquela emoção, aquele cheiro, aquele sabor.
Quando se trata de pessoas, dizem que saudade é a ausência do fluido, da energia delas, que ficou impregnado em nós, enquanto estávamos juntos.
É o residual dos tantos abraços e afetos trocados. E que, com o tempo, vai se diluindo, desaparecendo.
Aí a saudade estende laços e aperta.
Refletindo com Edu!
Definir é difícil. O poeta a descreve de uma forma, o literato de outra, o psicólogo estabelece análise peculiar. Enfim, não importa. O que importa mesmo é que ela nos envolve e nos machuca, desejando ser saciada.
Por isso, é muito importante que cada momento ao lado de quem amamos, seja vivido de forma intensa. Que gravemos na memória as particularidades, que fotografemos com o coração o que desejamos rememorar, em dias de saudade.
Hoje é o dia em que devemos viver com toda intensidade, amar, abraçar com toda a intensidade, usufruir dos cheiros, dos sabores, das belezas com toda a intensidade.
Hoje, enquanto o dia é oportunidade.
Amanhã ou mais tarde, se precisarmos, acionaremos essas lembranças intensas, essas memórias profundas para alimentar a nossa infinita saudade...
Não nos permitamos perder o momento presente, rico, insuperável.


¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E - 
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg





terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Sinais de que há algo errado com o comportamento da criança



Desejar que um filho cresça saudável, feliz e que nada de mal aconteça a ele é natural e faz parte de cada dia da vida de pais e mães. A pergunta “será que está tudo bem o meu filho?” ecoa como um mantra na cabeça dos adultos. Afinal, quais são os sinais que revelam que algo está fora dos padrões?
Para a psicanalista e professora Isabel Kahn Marin, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), o principal critério é observar se a criança, frente ao novo, busca coragem para ir adiante. “Estranhar as novidades é comum. O que não pode acontecer é a paralização diante de um desafio”, explica. “Não conseguir dormir, ter medo de tudo, ficar calado demais e ter atitudes de recusa o tempo todo são indícios de que algo não vai bem.” Cuidado apenas com os diagnósticos antecipados. O pequeno pode até não querer comer, mas, se no fim das contas se alimenta, tudo corre dentro da normalidade.
Em um primeiro momento, as referências familiares são fundamentais para detectar qualquer dificuldade. Pais, mães, avôs, avós e babás devem se organizar para ajudar o pequeno. “Se ele quer o brinquedo de outro garoto e, por isso, joga a areia do parque nele, cabe aos responsáveis orientá-lo, alertando que essa atitude não é adequada”, ensina a professora. “É fundamental a mediação de um adulto para que ele se adapte às exigências do mundo.”
Quando uma dificuldade não é resolvida em casa, vale conversar com os profissionais que atendem a criança - professor e pediatra. Caso não se observe mudanças importantes nas manifestações de desconforto, o caminho é buscar orientações com profissionais ligados ao desenvolvimento infantil, como os psicólogos.
Cabe ressaltar que muitos problemas apresentados sofrem influência paterna ou materna. Agressividade pode indicar pais permissivos ou abusadores e ansiedade tem a ver com pais autoritários ou também ansiosos. “Muitas vezes, na psicoterapia infantil, um treinamento parental é o suficiente para reduzir a frequência do comportamento problemático”, afirma a psicóloga Juliana de Brito Lima, de Teresina (PI), e também colunista do blog do Instituto de Psicologia Aplicada (InPA), de Brasília (DF).
Segundo a psicóloga não é raro encontrar crianças com problemas de comportamento que são reflexo de desajustes conjugais ou mesmo emocionais de seus progenitores, uma vez que elas estão sensíveis ao ambiente que as cerca. “Daí a importância da avaliação comportamental do pequeno e encaminhamentos dos responsáveis para outros tratamentos, como terapia de casal ou individual.”           

Comecinho de vida         
Os bebês, desde cedo, apresentam sua personalidade, mesmo que ainda em formação. “Com o tempo, identificamos suas preferências e aprendemos a vê-lo como um indivíduo, trazendo em si aquilo que diferencia um ser humano de outro - sua subjetividade”, explica a equipe do Entre Laços - núcleo de atenção à primeira infância. “Quanto mais nos abrimos para ler o bebê, mais aprendemos sobre ele!” Para que sua mensagem seja interpretada pelo adulto que o cuida, é fundamental estar aberto para aprender e ensinar como a relação entre eles vai se desenvolver.
No início da vida, a criança traduz, por meio do corpo, suas experiências psíquicas. Ela pode expressar bem-estar quando o desenvolvimento se dá de maneira harmoniosa ou algum sofrimento psíquico quando algo não vai bem. “Ao observarmos como acontece a alimentação, o sono, a vocalização, o olhar, o brincar e a postura desse bebê, podemos traçar um panorama de como ele está se desenvolvendo do ponto de vista cognitivo, social e emocional”, afirmam os profissionais do Entre Laços.
Bebês que comem demais ou rejeitam com frequência diversos alimentos, que dormem muito ou mantém um sono curto por longo período, que não se comunicam com o olhar ou emitem gritos inarticulados ou mudismo excessivo, que não interagem ao brincar com o próprio corpo ou na exploração de objetos, que apresentam o corpo relaxado ou tensionado demais podem estar sinalizando que algo não vai bem do ponto de vista emocional.
Vale destacar que o estranhamento a cada fase nova de seu desenvolvimento é esperado, como apresentar dificuldade de sono por mudar do berço para a cama ou recusar a se alimentar na passagem da dieta pastosa para a sólida. Os adultos serão os condutores dessas mudanças. Se elas forem feitas respeitando o ritmo individual, as fases de estranhamento não devem permanecer por muito tempo.

Pouco depois
Mesmo quando o quando o bebê cresce e já faz uso da fala para expressar seus desejos e protestos, os adultos que o rodeiam devem se atentar. O fato de começar a dominar o discurso não quer dizer que ele já domina as causas de seu desconforto, principalmente se for emocional. “O que dá pistas de que algo não vai bem é, de novo, o seu comportamento”, explica o pessoal do Entre Laços. “Além de todos os sintomas já citados como preocupantes para os bebês, roer unha, diminuição do apetite, reagir à entrada na escola e pesadelos também são indícios.” Vale destacar que essas manifestações podem ser ocasionais, frente à introdução de novidades, afinal, qualquer um apresenta alguma mudança de comportamento diante do novo.
Juliana enfatiza outros fatores de observação, considerando a necessidade de auxílio profissional: apatia, tristeza, irritabilidade, olhar vago ou perdido, esquiva de contato visual, atrasos na aquisição e desenvolvimento da linguagem e psicomotricidade, dificuldade na compreensão e aprendizagem, déficit no seguimento de regras impostas pelos cuidadores, agressividade, agitação psicomotora e perturbação do sono.
Os cuidadores, ao observarem mudanças de comportamento nos pequenos, podem traduzir o que imaginam estar acontecendo, independentemente de sua idade: “Você pode estar estranhando essa nova comida, mas já tem dentinhos fortes e condições de mastigar”, “Sua cama está diferente, mas o papai e a mamãe vão continuar contando historinhas antes de você dormir”. Com palavras tranquilizadoras e apostando na condição da criança de superar as dificuldades iniciais, o comportamento não tende a persistir.

Bem maiorzinho
Quando ingressa na escola, a criança  exercita aspectos cognitivos (pela aprendizagem de conteúdos escolares) e sociais. É nessa fase que se desenvolve a socialização, pois já é possível interagir, brincar em grupos e assimilar regras, valores, habilidades (como civilidade, expressão emocional, empatia, fazer amizades e resolver problemas interpessoais).
Os pais devem observar, sobretudo, dois sinais: se há problemas acadêmicos (baixo desempenho escolar, alguma dificuldade de aprendizagem, baixas concentração e atenção, agitação ou retardo neuropsicomotor, recusa de ir à escola, ansiedade diante de atividades escolares) e prejuízos sociais (se exclui ou é excluído dos grupos de amigos, se é isolado, se é bem quisto pelos colegas, se é agressivo ou retraído diante dos amiguinhos etc.). Como a criança chega da escola também merece de atenção. Perceba como ela relata as atividades acadêmicas de que participa (se com entusiasmo ou apatia, por exemplo), se chega com dúvidas que poderia ter sanado com os professores e como interage socialmente.
Recomenda-se que os pais observem um pouco a criança antes do início das aulas ou na saída da escola. “Muitas vezes, as questões escolares são fontes de ansiedade quando um fracasso ou um erro vem acompanhado de uma punição. É o caso das provas, que podem desencadear ansiedade significativa quando a família é exigente quanto às notas”, explica Juliana.
É importante avaliar cada comportamento em seu contexto, buscando variáveis que o influenciam e o mantêm. O contato frequente com os professores e com os demais pais nas reuniões escolares e a conversa diária com os filhos, verificando como foi o dia, o que aprendeu, quem são os amigos, de quem gosta mais, o que faz diante de alguém que não gosta muito, também constituem fatores que ajudam na detecção precoce de problemas infantis, favorecendo um melhor prognóstico.


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : Entre Laços - núcleo de atenção à primeira infância; Instituto de Psicologia Aplicada (InPA);
Isabel Kahn Marin, psicanalista e professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
Cristiane Marangon (colaboradora)
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

13 valores que precisamos ensinar aos filhos todos os dias


Ensine o seu filho a tratar todas as pessoas com muita educação


Os bons valores devem ser aprendidos ainda na infância e transmitidos de pais para filhos, como uma herança. Só assim é possível garantir que as crianças de hoje se tornem adultos melhores amanhã. Veja, a seguir, as lições que você não pode esquecer de passar!

1. Fraternidade:
Nunca humilhe os outros. Se tiver problemas com alguém, diga pessoalmente e com jeitinho. Quando a gente reage instantaneamente a uma provocação, fala coisas pesadas sem pensar. E a maioria das pessoas merece uma segunda chance, certo?

2. Humildade:
Enxergue o gari e o diretor da escola como seus iguais e respeite-os. Ouça críticas de coração aberto. Admita quando estiver errado e não sinta vergonha de pedir desculpas. Errar é humano! E aprender com os erros é uma das maiores bençãos de vida.

3. Cortesia:
Trate todos com educação. Peça licença, diga "por favor" e "obrigado", sorria sempre. Sendo gentil, a gente consegue as coisas com mais facilidade. Sempre que possível, ofereça ajuda. Não custa nada dar uma mão para o vizinho com as compras de supermercado, né?

4. Responsabilidade:
Cumpra suas obrigações: chegue no horário e respeite acordos. Maturidade e responsabilidade não podem ser confundidas com chatice ou caretice.

5. Perseverança:
Não desistir nos primeiros obstáculos.
Sabia que antes de inventar a lâmpada, Thomas Edison fez inúmeros testes que deram errado? Se você tem uma ideia e acredita nela, persista! Tenha força de vontade suficiente para não desistir nos primeiros obstáculos.

6. Otimismo:
Tente enxergar o lado bom das coisas. Prefira ver o copo meio cheio, ao invés de meio vazio! Isso é um exercício de vida! Aceite que os conflitos, por piores que sejam, permitem que a gente cresça. Diga mais SIM do que NÃO. Procure mais razões para agir, em vez de desculpas para ficar parado.

7. Solidariedade:
Compartilhe. Divida o que tem com os outros. Quando você doa, o velho vira novo. Qualquer armário esconde mil coisas que não nos servem mais. E elas podem fazer outras pessoas felizes, como no dia em que você as comprou ou ganhou. Ser generoso não custa nada e ainda preenche o coração.

8. Ousadia
Arrisque-se mais! A vida é curta e o tempo passa rápido. Sabe aquela história de encarar cada dia como se fosse o último? Não guarde declarações de amor para si, troque de emprego quando estiver infeliz, saia sozinha mesmo. Aliás, você pode ser sua melhor companhia!

9. Lealdade
Esteja pronto para correr em socorro de seu melhor amigo. Dá para contar nos dedos de uma mão as pessoas com quem podemos contar de olhos fechados. Valorize-as!

10. Compaixão
Seja generoso e fique atento ao sentimento alheio. Sensibilize-se quando os outros enfrentarem dificuldades, mesmo que tenha seus próprios problemas. Ajude sem esperar nada em troca.

11. Flexibilidade
Balance ao sabor do vento. Ser maleável permite se curvar sem quebrar, adaptar-se às situações, aguentar a pressão sem perder a elegância. E saber a hora de ceder não significa covardia ou falta de convicção. É sabedoria!

12. Tolerância
Aceite quem pensa e age de maneira diferente de você. Se não for radical em suas opiniões, a vida fica melhor. Quem quer uma caixa só de lápis pretos e brancos, podendo ter também os coloridos? Sempre é hora de seres humanos aceitarem uns aos outros.

13. Integridade
Seja justa e sincera sempre (o que não justifica cometer grosserias!). Faça o que considera correto e seja coerente com seus valores, por mais que isso a torne impopular. Não existe coisa melhor do que colocar a cabeça no travesseiro e dormir sem culpa ou remorso de nada.


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : Redação M de Mulher - BEATRIZ LEVISCHI

³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

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COMENTÁRIOS - PITACOS - SUGESTÕES - ELOGIOS

Vejam o que os visitantes dizem do educar para humanidade.


Noosssaaa... o seu blog e um espetáculo Edu. Ou melhor vc e isso tudo. Um grande beijo de quem gosta muito de você.
Patrícia

Adorei esse blog, parabéns,contém muitas dicas úteis e interessantes. Que Deus te abençoe e q vc possa a vir dar mais dicas . Fica com Deus! O seu blog ....é show.
Julianne


Este Site é ótimo,e acredito que estas postagem ajudará , vários casamentos, parabéns pela iniciativa.
Carlos Alberto

Imagina que quando uma amiga me falou de você edu confesso que não acreditei. Será que ainda existem homem assim? Perguntei. Mas Quando vi você pela primeira vez fiquei encantada com o seu jeito de ser, te achei uma pessoa muito,muito, muito, maravilhosa, amiga, verdadeira, prestativa, séria... Quando eu conheci fiquei encantada com sua beleza, personalidade, caráter...Admiro demais você, na verdade me considero Sua fã número 1... Adoro ler seus textos aqui no blog. Assistir suas palestras um show de informação.
Hoje tenho certeza que és é uma pessoa muito especial pra mim pois ajudou e me ajuda muitoé um amor de pessoa ...você pode contar comigo pro que der e vier estou sempre disponível pra você viu meu lindo...Você é uma pessoa da minha extrema confiança Da sua eterna Amiga que te ama muito e te quer muito bem com carinho, amor e saúde bjos......
Priscila


Esse site esta de parabéns adorei tudo que vi por aki@!!! tudo de bom.
Anônimo

Poxa, ta bem legal seu texto, parabens.
Fernanda


Essas dicas eram o que eu precisava para tirar uma duvidazinha. Obrigado ao blog que eh um espetáculo.
Juliani


Eu acabei de ler sua mensagem sobre como manter um relacionamento e tem muitas coisas que estão acontecendo comigo, obrigado pelo blog e as dicas que vão me ajudar com certeza.
Ana

Eduardo pessoas como você, ajuda a escrever a historia da vida com muito mais amor, carinho e humildade, que bom que você existi... parabens pelo seu blog. Sempre vou admirá-lo... Que Deus te abençoe sempre.
Josi


Esse blog é realmente muito completo, tudo o que eu preciso tem aqui, só queria saber como fazer boas preliminares, rs. Mas tudo o que eu imagino tem aqui, é um site perfeito. Parabéns!
Adriana

Eduardo quando te vi pela primeira vez tive a certeza de ter encontrado uma pessoa especial, com a alma serena e doce ao mesmo tempo. Você é um ser iluminado por Deus e com uma missão muito especial. Gosto de estar com você de poder compartilhar meus "segredos" contigo e dividir minhas "angustias" principalmente pelo blog.
Lembre que você sempre poderá contar comigo a todo instante que precisar...pois estarei sempre aqui para te falar o quanto você é especial pra mim!!!!!!!!milhões de beijos carinhosos pra vc viu meu lindo!!!!!!
Josenilda

Como sempre Edu, uma ótima postagem. Fico feliz em saber do seu esforço em ajudar a humanidade escrevendo coisas significante aqui no blog,. Beijos com afeto.
Lindomar



Oi Eduardo, que blog massa, parabéns lindo, me visita se puder tá? , agradeço. Um grande abraço,
Erika.


Nossa, amei seu blog Eduardo, pricipalmente as postagem sobre os inimigos e amigos do orgasmo, quantas informações interessantes. Parabéns.
Karla luane


Estou adorando visitar seu blog! Parabéns pelo blog e pelos resultados já conquistados, isso que você faz é muito importante! Abraços.
Viviane


Parabéns pela criatividade e mais ainda pela continuidade dos textos sobre relacionamentos. Parabéns!
Junior


Ola. Ótimo seu blog. Adorei o post parabéns. A minha namorada é enfermeira e adorou suas palestra, abraços.
Joel santos

Ei Edu! Gostei muito do que escreve e como escreve. Gostaria de trocar figurinhas comigo?
Pedro


Eduardo Gostaria de acompanhar seu blog, é muito bacana seus texto. Me ajuda sou pouco leigo.
André


Muito bom o seu blog...Provavelmente eu deva voltar por aqui mais vezes, sucesso eduardo.
Anônimo


O blog é excelente e a escritor inteligente na medida certa. Parabéns pelo seu trabalho.
Elza


Eduardo Indiquei seu blog a vários amigos, é tão bom achar um Blog que nos descontrai ao mesmo tempo nos sinalizem coisas boas assim.
Márcia lima


Eduardo, querido... seu blog é realmente demais. Demais! Correto, comunicativo, educacional, sensível, genial! to muito orgulhosa de vc ter postado um texto de minha autoria aqui, valeu!
Patrícia

Eduardo o texto e as perguntas foram bem elaboradas e respondidas, mostrando claramente os problemas sexuais, bem como os caminhos para iniciar um tratamento. Atualmente se faz muito necessário este tema tendo em vista o alto índice de apelo sexual passado pelas mídias para as pessoas. Parabéns.
Anônimo


Meu querido Eduardo, parabéns pelo post esclarecedor, aliás tudo o que você escreve é de muita qualidade.parabéns.
Augusto


Eduardo, você fala desse tema de maneira tão natural, que nos dá a exata dimensão do assunto que estás tratando. Parabéns.Gosto muito de seu blog.Abraços
Walter


Muito bom esse pequeno artigo esta de parabéns colega.
Anônimo


Olá Eduardo seus artigos são muito bons, gosto principalmente da maneira franca como você escreve. As dicas estão perfeita, agora é ler e praticar. Abraços e bom fds.
Pedro Paulo


Um elogio curto e sincero: UAU! OTIMO! PERFEITO!
Anônimo


Adorei as perguntas! Amei todas as respostas! Foi perfeito me ajudou a entender o que esta acontecendo comigo, obrigado edu.
Anônimo

Excelente artigo. Alto padrão como sempre, parabéns eduardo!
Anônimo


Didático com sempre. Nunca usando de pornografia. Esse é o educar para humanidade.adoro acompanhar suas postagens.
Amadinha


Oi edu!! Boa noite !!! passando para conferir as ultimas postagem do blog... como sempre parabéns vc é tudo de bom!!!
Natalia


Ótimo conteúdo Eduardo, os temas escolhido é de muito bom gosto!!! parabéns pelo blog!!!
Gustavo

Gostei bastante do texto, não conhecia o seu blog, é excelente!
Marcos

Parabéns eduardo ! Seus posts são sempre atuais, instrutivos e com extrema qualidade e bom gosto na escolha dos temas e sua inteligente maneira de abordá-los. É com muito gosto que leio sempre seu blog. Abraços !!!
Eliane Almeida


Oi Edu, Autoconhecimento da sexualidade feminina, Que texto excelente, todos os homens devem ler isso, com certeza.abraços, valeu .
Anônimo

Puxa!educar para humanidade. Isso que é um belo manual! Adorei o seu blog. Sempre que passo por aqui aprendo mais e mais... Continue esse trabalho excelente. Parabéns pelo artigo, nota 10. Bjo
Leila Cristina







Ciclo de Palestras e Seminários nas áreas de Educação e Saúde para 2015



TEMAS EM EDUCAÇÃO
Avaliação da aprendizagem no século XXI.
O papel do professor: Transformando informação em conhecimento.
As muitas faces da profissão Docente.
Alfabetização e Letramento: os desafios contemporâneos.
Oralidade e Escrita: Dificuldade de ensino-apredizagem na alfabetização.
A importância do lúdico no desenvolvimento da criança
O Brincar e a Matemática
A proposta dos PCNS e sua relevância na formação dos cidadãos.
Um dialogo entre a psicopedagogia e a educação.
Direitos e Deveres da Criança.
Autoridade e Autoritarismo na Sala de Aula:Repensando a relação professor-aluno
Violência em casa: reflexo na escola. Como disciplinar sem bater?
Como trabalhar as relações humanas para prevenir a violência contra criança no ambiente familiar / escolar.
Família e Escola: educar é uma tarefa de todos.
Ética e Cidadania.

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE DO ESCOLAR

A Síndrome de Burnout : Como vai a Saúde do professor na Educação Infantil ?
Saúde Bucal (escovação e higiene).
Higiene e Saúde do escolar.
Alimentação: A obesidade e os transtornos alimentares.
Saúde e meio ambiente.
A importância do sono na vida do ser humano.
O que toda a criança precisa saber sobre segurança.
E agora: O que eu faço? Primeiros socorros.
As principais doenças da infância.
Doenças Sexualmente Transmissíveis.
AIDS/HIV

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE FAMILIAR

Lute pela vida: diga não as drogas.
Alcoolismo, tabagismo e suas conseqüências.
Hipertensão e dislipidemias.
O que todo diabético precisa saber.
Ficar amarelo pra que? Hepatite tem prevenção.
Fique ligado: hanseníase tem cura.
Prevenção do câncer: caminho para saúde.
Saúde bucal não tem idade.
Prevenção da violência contra idoso.
Mulher com saúde é mais mulher.
Abuso e exploração sexual de crianças e adolescente.
Infância perdida: prostituição infantil.
Sexualidade na escola: Como forma o filho para a vida sexual.
Sexualidade na adolescência.
Gravidez na adolescência.
Aborto e suas conseqüências.
Previna-se use camisinha.
Profissão criança: trabalho infantil isso não tem futuro.

E-mail: edu.com28@yahoo.com.br





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