terça-feira, 4 de agosto de 2015

NOSSOS DESEJOS, NOSSOS SOFRIMENTOS...


“Se o homem pudesse realizar metade dos seus desejos, dobraria seus problemas”.
(Benjamim Franklin)

A vida é nossa grande mestra, ela nunca nos dá o que queremos, contudo, nos transforma em criaturas abastadas das oportunidades que necessitamos para evoluir. Diante de alguns fracassos, nossa tendência é procurar os responsáveis pela não realização de nosso desejo.
Não aceitamos o fracasso, e ele deve ter um culpado, que certamente são os outros.
Se não passamos em um concurso, é porque houve fraude. (Esquecemo-nos que às vezes, não temos preparo para lograr o êxito em determinados concursos).
Se o relacionamento não deu certo, é porque o outro é culpado.
(Um relacionamento envolve mais de uma pessoa, portanto, temos nossa cota de responsabilidade).
A promoção não veio, certamente, o que conseguiu é puxa-saco.
(Na promoção, talvez ainda não estejamos preparados para executar tal função).
Poderíamos listar aqui um sem numero de situações nas quais não nos faltaria justificativa para acusar os outros.
É importante que façamos as coisas que dependem de nós com alegria.
A vida sempre nos dá sinais do que está acontecendo, e do que pode vir a acontecer.

Refletindo com Edu!
Um brocardo popular afirma: “Quem nunca comeu melado, quando come se lambuza”, eu ainda acrescentaria, “e fica com diarreia”.
Muitos mudam com o mais simples cargo, outros chegam a menoscabar o próximo e o estado quando ocupam cargo publico.
Outros mais, trocam de parceiros como trocam de camisa, esquecendo-se que a infelicidade reside dentro deles próprios.
Se todos os nossos desejos fossem realizados certamente sofreríamos muito mais, do que supomos sofrer hoje.
É imperioso que continuemos lutando por nossos ideais, todavia, é urgente que comecemos a agradecer o que a vida nos proporciona em nossa realidade atual.
O conceito de felicidade é relativo, depende da posição de cada um no contexto social em que está inserido, de sua condição evolutiva. Só não podemos esquecer que a felicidade verdadeira é conquista pessoal, intransferível, e certamente ela começa a ser sentida na paz que experimentamos em nossa consciência.
Ninguém pode nos entregar a felicidade embrulhada para presente.
Conquistemo-la a partir de agora, aceitando nossas limitações, mas esforçando-se cada vez mais para melhorar. Esqueçamos os outros, a nossa competência tem o tamanho da nossa vontade.
Aprendamos a dominar os nossos desejos, o coração insaciável e sem medida é o artífice da própria infelicidade.
Nada de conformismo, a vida pede realismo.

Pense com Edu!
Não cobremos de nós próprios, aquilo que nem Deus espera que façamos.
Nossos desejos, nossos sofrimentos...

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¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : Recomeçar. Adeilson Salles.
³ Fonte imagem : http://farm9.static.flickr.com/8218/8373850438_961bbe26e1_m.jpg
Livro de Referência: Recomeçar. Adeilson Salles. Editora CEAC. 2014
Written by Eduardo Campos all rights reserved.


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