sexta-feira, 7 de julho de 2017

Coisas que você não deve abandonar por um relacionamento


Coisas que você não deve abandonar por um relacionamento


1. Sua auto-estima / confiança / auto-confiança
Alguns relacionamentos despertam o melhor em nós, outros fazem com que nos sintamos indignos e não tenhamos mais certeza sobre nós mesmos. Se você achar que você está cheio de auto-dúvida e estão menos confiantes do que estavam no início da relação, pode ser a hora de analisar onde essa redução veio. Um relacionamento saudável deve fornecer uma base sólida para explorar o mundo e alcançar o nosso melhor. Se o seu relacionamento o torna “pequeno/a” e dilui seus pontos fortes é um sinal de alerta.

2. Sua independência – pessoal e financeira
Estar em um relacionamento pode ser uma experiência maravilhosa, amorosa. Entretanto é sempre importante manter a sua independência e resistir em criar uma identidade comum. Encontre os seus amigos; desfrute de interesses que nem sempre incluem o seu parceiro e mantenha uma conta bancária separada para si mesmo. Independência é saudável e ajuda sempre que você sentir que você está no relacionamento, porque você quer  a não ser porque você  precisa  estar.

3. O direito de decidir por si mesmo – a liberdade de escolha
Nunca desista de suas opiniões e liberdade de escolha para manter a outra pessoa feliz. O compromisso é importante e uma situação ganha-ganha é o resultado ideal, mas muito cuidado com parceiros que tentam controlar o tempo todo.Quer se trate de comentários negativos sobre a maneira de se vestir, a maneira de cozinhar e / ou limpar a casa ou os amigos que você tem – escolha para si mesmo e não seja manipulado para fazer coisas que você não concorda apenas pelo outro . Concessões são normais e saudáveis em uma relação mas o excesso delas pode levar ao anulamento pessoal, esteja atento para perceber a diferença.

4. O direito de ser você
Proteja suas características fundamentais e traços de personalidade e nunca desista da “essencial você. Todos nós mudamos em um relacionamentos, mas tome cuidado para que você não se esforce demais e acabe se  perdendo no processo. Aqueles que você ama vão adorar você e todas as suas imperfeições. Tentar mudar a si mesmo Constantemente irá corroer sua confiança e auto-estima além de ser desmoralizante.

5. Sua felicidade
Há momentos em que o  medo da solidão pode ser maior do que o desejo de felicidade genuína. Como resultado, podemos permanecer em relacionamentos que não trazem o melhor de nós. Ficamos em relacionamentos sem brilho porque tememos o desconhecido. Você só tem uma vida – tente não desperdiçá-la em um relacionamento que te faz infeliz. Permita-se estar em uma relação que comprometida com seu sentimento de felicidade e satisfação a longo prazo. Se você se sentir desvalorizado e infeliz, pergunte-se por que e avalie se o relacionamento em que está não está relacionado com sua tristeza
6. Seus sonhos e objetivos
Nunca desista de seus sonhos por causa de um relacionamento. Um relacionamento deve ser um trampolim a partir do qual você perseguirá seus sonhos, em vez de um lugar que o mantém acorrentado e desiludido.Parceiros ciumentos e / ou inseguros tentam sufocar uma mente criativa, apaixonada e mantém seu parceiro talentoso onde eles sentem que podem manter o controle. Se isso soa como o seu relacionamento, preste muita atenção. Relacionamentos felizes incentivam a aventura e ajudam as pessoas para que elas progridam, em vez de as estagnar.

7. Relações existentes que são importantes para você
Bons amigos podem ser difíceis de encontrar e, se você tem alguns amigos maravilhosos e fiéis, nunca desista deles por um relacionamento. Qualquer parceiro que espera que você desista de amizades por ele ou ela é egoísta e provavelmente controlador. Um relacionamento saudável permite que amigos e familiares co-existam. Veja isso como um sinal de alerta se o seu parceiro tenta isolá-lo de seus amigos e familiares.

8. Sua auto-estima
Em nossa busca por amor podemos cruzar limites que normalmente nem consideraríamos. Quer se trate de se engajar em comportamentos humilhantes ou se permitir ser tratado de forma desrespeitosa, este é outro sinal de que o relacionamento não é bom para você. Nunca desista do seu direito de ser tratado com respeito e decência. Se alguém cruza essa linha, você deve se livrar dele ou dela imediatamente. Se você permitir que este tratamento ele vai se tornar pior e você vai acabar desprezando-se para permitir isso.

9. Sua identidade
Quando mergulhamos em um relacionamento, tendemos a assumir os interesses e hábitos de nossos parceiros. Não há nada de errado com esse processo de ‘espelhamento’ quando ele nos ajuda a nos relacionarmos e a nos sentimos mais em sintonia. O problema surge quando não temos um forte sentimento de autonomia e começamos a nos levar em muitas características do nosso parceiro em vez de desenvolver a nossa própria identidade. Se estamos muito influenciados pelos nossos parceiros, podemos parar de tomar decisões por nós mesmos e desviar o caminho da verdadeira auto-descoberta.

10. O seu poder de decisão
Pense em como um músculo enfraquece quando você deixa de usá-lo. Quanto mais nós nos deixamos levar pelas decisões de nossos parceiros, menos decisões tomamos por conta própria. Isso não significa que você tem que tomar todas as decisões sozinho, mas estar ciente dos hábitos que você quer ter antes de tomar uma decisão – especialmente se for para algo bastante fútil, como uma pequena compra da família. Pense por si mesmo e mantenha a sua tomada de decisões participativa. Isso ajuda a manter seu senso de individualidade, bem como a sua capacidade de se manter sobre seus próprios próprios pés.
Os relacionamentos podem ser o céu, mas eles também podem ser um inferno. Faça exames regulares de saúde no seu relacionamento e use as dicas acima para guiá-lo através do processo de avaliação de como feliz e saudável no seu relacionamento.



¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : Por MANDY KLOPPERS, Lifehack / Traduzido e adaptado por Josie Conti www.contioutra.com
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg


quinta-feira, 6 de julho de 2017

Você sabe quem é você?



Você sabe quem é você?


Se lhe perguntarem: “Quem é você?”, qual seria sua resposta? Diria que você é uma pessoa ansiosa, tímida, extrovertida, legal? Ou você se conhece o suficiente para responder mais do que isso? À primeira vista parece óbvio e fácil responder isso, mas é muito comum, ao fazer essa pergunta, as pessoas encontrarem dificuldade em responder.
Algumas pessoas com características narcisistas ou com ego superdesenvolvidos podem ter facilidade em descrever pontos positivos e dificuldades em descrever pontos negativos. Já pessoas com depressão ou com autoestima baixa tendem a valorizar as características negativas e encontraram dificuldades para falar as características positivas. Isso não significa que você traz consigo essas características se encontrar dificuldades ou facilidades, pois realmente essa não é uma tarefa muito simples.
Faça o seguinte exercício: pegue uma caneta e um papel e escreva dez características positivas e dez pontos a desenvolver. Vamos lá, faça esse exercício. Difícil, não é? Então tá, escreva cinco. Continua difícil, ainda mais nos pontos que temos que desenvolver (nossos defeitos). Essa não é uma tarefa muito simples mesmo e descrever-nos com propriedade requer um esforço muito grande. Primeiro porque gera medo e ansiedade nos revelarmos para outra pessoa: “O que ela vai pensar de mim?”. Segundo porque temos a característica de não investirmos tempo nos conhecendo. Às vezes é muito melhor jogarmos para debaixo do tapete características que não queremos ter ou que nos incomodam, ao invés de aceitarmos. Ao aceitarmos e reconhecermos essas características elas passarão a fazer parte de uma forma mais consciente do nosso dia a dia e só assim poderemos mudar algo que não está bom.
Mas ao tornar algumas características mais conscientes precisaremos também lidar com elas e isso pode causar um certo desconforto. E às vezes podemos perguntar: Pra que mudar algo? Não é incomum ouvirmos isso: Já me acostumei assim, sou assim mesmo e vou continuar assim. É como se nós nos olhássemos no espelho e não enxergássemos como realmente somos ou como uma pessoa que sofre de Anorexia nervosa que, ao olhar no espelho, vê uma imagem totalmente distorcida de si. Só que esse processo de autoconhecimento vai além do físico.
Reconhecer alguns sentimentos ou características de nossa personalidade exige tempo e não basta apenas olhar no espelho para isso. É necessário olhar para dentro de si. Enxergar o que está além do que os olhos podem ver. Mas existem pessoas, e não são poucas, que preferem manter o lado de fora bonito. Nada contra, até porque cuidar da saúde e do corpo é uma forma de cuidar da gente, mas o que muitas vezes acontece é uma supervalorização do externo e isso passa a ser mais importante e demandar mais tempo e investimento do que cuidar do interior. E isso é até comum, pois vivemos em uma época em que a aparência é supervalorizada. Mas é a partir do interior que construiremos uma caminhada e só a partir dele poderemos responder quem realmente nós somos.
Imaginemos que no trabalho você é uma pessoa, na faculdade outra, no clube ou na Igreja outra pessoa e com os amigos você assume características ainda diferentes. Se isso acontece talvez esteja havendo um desequilíbrio. Escolher ser outra pessoa que não seja você mesmo poderá causar um desespero profundo. É certo que temos papéis sociais que precisamos desempenhar, mas quando algo fere a sua essência, é importante parar e descobrir quem é você e aonde você quer chegar. Isso é facilita na hora de fazer escolhas como profissão, casamento, etc.
Aceitar-se é uma das condições para esse autoconhecimento. Isso não significa que devemos ser do jeito que somos para o resto da vida. Mas se aceitar é condição essencial para promover qualquer mudança. E aceitar-se sugere em responder com sinceridade quem é você. Por mais que não seja uma tarefa fácil, existe muito mais por trás do que nós somos do que podemos supor. Pensar de maneira certa e coerente sobre você poderá fazer se sentir mais à vontade consigo mesmo. E quando você se conhece bem isso lhe traz mais segurança e a partir daí promover qualquer mudança fica mais fácil.
E não se esqueça, você é um ser humano. E todo ser humano tem limitações, carências, dificuldades. Se você não conseguir enxergar isso, provavelmente entrará em uma classificação chamada perfeccionismo e pessoas perfeitas não precisam de mudança, mas pessoas perfeitas também não existem. E aí vale uma pergunta: Você está sendo você ou está sendo o que os outros querem que você seja?

           
¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : Matheus Coelho / Copyright 2016 by Psiconlinews.

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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Goste das pessoas


Goste das pessoas

Kent não era mais do que um adolescente quando aprendeu, com seu amigo da mesma idade, uma das lições que mais lhe encheram de prazer a vida.
Ambos estavam estudando e, da janela, observaram um dos professores atravessando o estacionamento.
Kent explicou a Craig que não gostaria de reencontrar aquele instrutor. No semestre anterior, ele e o professor tinham se desentendido.
O cara não gosta de mim – finalizou.
Craig observou o professor e falou:
Talvez você esteja se afastando porque tenha medo de ser rejeitado. E ele provavelmente acha que você não gosta dele, por isso não é simpático com você. Por que não vai falar com ele?
Hesitante, Kent desceu as escadas, cumprimentou o professor e perguntou como tinha sido seu período de férias.
Ele se mostrou surpreso, mas respondeu. Juntos caminharam um pouco e conversaram.
O amigo tinha lhe ensinado algo simples. As pessoas gostam de quem gosta delas. Quando se mostra interesse por elas, elas se interessam por nós.
A partir daquele dia, o mundo se transformou para Kent numa grande descoberta.
Certa vez, viajando de trem pelo Canadá, ele começou a conversar com um homem que todos evitavam, porque cambaleava e enrolava a língua, ao falar. Todos pensavam que ele estivesse bêbado. Em verdade, ele estava se recuperando de um derrame.
Tinha sido engenheiro naquela mesma linha férrea e passou a viagem contando histórias fascinantes passadas naquela ferrovia.
Quando o trem foi se aproximando da estação, ele segurou a mão de Kent e agradeceu por ele ter ouvido, com tanta atenção.
Mas Kent sabia que o prazer tinha sido muito maior para ele próprio.
Em um outro momento, em uma esquina barulhenta, numa cidade da Califórnia, uma família o parou pedindo informações. Eram turistas da isolada costa norte da Austrália.
Em pouco tempo, tomando café, eles encheram de conhecimento a sua cabecinha, com histórias sobre lugares e costumes que possivelmente ele nunca teria conhecido.
Cada encontro se tornou uma aventura. Cada pessoa, uma lição de vida. Ricos, pobres, poderosos e solitários: ele percebeu que todos tinham tantos sonhos e dúvidas quanto ele mesmo.
Todos tinham uma história única para contar. Bastava alguém querer ouvir.
Uma jovem esteticista lhe confidenciou a alegria que tinha sentido ao ver os moradores de um asilo, sorrindo, depois que ela cortou e penteou seus cabelos.
Um guarda de trânsito revelou como tinha aprendido alguns dos seus gestos, observando toureiros e maestros.
Até mesmo um andarilho, com a barba por fazer, lhe contou como tinha conseguido alimentar sua família durante o período da depressão, nos Estados Unidos, recolhendo peixes atordoados que flutuavam na superfície, depois de explosões na água.
Em suma, todas as pessoas tinham histórias para contar. Histórias ricas de experiências. E todas sonhavam com alguém que as quisesse ouvir.
Pensamento
Parafraseando Francisco de Assis, poderíamos pensar em uma oração, mais ou menos assim:
Senhor, permita que eu procure muito mais ouvir do que ser ouvido; muito mais ver do que desejar ser visto.
Finalmente: que eu aprenda a gostar das pessoas primeiro, e faça as perguntas depois, para que eu possa descobrir, com alegria, que a luz que projeto nos outros, se reflete em mim mesmo, multiplicada por cem.


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E - com base no cap. Goste das pessoas primeiro, do livro Histórias para aquecer o coração dos adolescentes, de Jack Canfield, Mark Victor Hansen, Kimberly Kirberger, ed. Sextante.
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terça-feira, 4 de julho de 2017

Um gesto importante

Um gesto importante



Era uma tarde de calor. À beira do lago, Jesus pregava e as pessoas foram a pouco e pouco se aproximando mais.
O interesse era geral. As palavras brotavam daqueles lábios generosos como raios de luz, atingindo as almas.
Uma mulher achegou-se também, trazendo duas crianças pela mão. Sentou-se e sentou-as ao lado. Sua atenção, de imediato, se fixou na voz doce que lhe chegava, inundando-lhe o Espírito de esperanças.
Era uma mulher do povo, sofrida. Há pouco, enviuvara e, com grande esforço, lutava para se manter e aos dois pequenos. Ninguém que a pudesse socorrer.
Ao ouvir aquelas palavras que falavam de um novo reino, de um Pai amoroso e justo, sentiu o coração apaziguar-se.
Por estar muito atenta às palavras de Jesus, não se deu conta de que os pequenos haviam levantado e se encaminhavam em direção ao lago. Atraídos pelo encanto das águas, passaram a brincar descuidados.
O velho pescador Simão, no entanto, tudo viu. Prestava atenção à pregação mas também às demais necessidades da hora em curso. Por isso, levantou-se e seguiu os dois meninos. Acompanhou-os durante algum tempo.
Em certo momento, dirigiu-lhes a palavra e lhes transmitiu confiança. Tomou os dois nos braços, sentou-se numa pedra e ali ficou com eles.
Terminada a reunião, restituiu ambos ao colo materno, em meio à alegria e sincero reconhecimento.
Inspirado por uma força estranha, o discípulo compreendeu que o júbilo daquela tarde não teria sido total se as duas crianças tivessem perecido no seio das águas, despedaçando ainda mais aquele coração maternal, já tão duramente castigado pela ausência física do marido.
Naquela tarde, com aquele pequeno gesto, Pedro descobrira o prazer de servir, a alegria de ser útil.

Refletindo com Edu!
Tal qual na doce palestra do lago de Genesaré, existem sempre momentos de servir. São gestos pequenos, coisas mínimas que passam despercebidas por muitos, mas que fazem uma grande diferença.
Assim é, por exemplo, que, durante uma palestra, podemos olhar para o lado e, descobrindo um idoso em desconforto, oferecer-lhe o lugar que ocupamos.
Mesmo que tenhamos sido daqueles primeiros a chegar, somente para encontrar um lugar melhor. Com certeza, a palavra nobre que nos chegue nos atingirá com maior vigor, pois que nos encontramos abertos ao ensino superior.
Observando uma jovem mãe com dificuldades com seu pequeno, talvez possamos nos oferecer para tranquilizá-lo, andando um pouco ao ar livre, retornando em seguida para o devolver sereno, quiçá, dormindo, aos braços maternais.
Talvez pensemos que ela deveria ter deixado a criança em casa, contudo não lhe conhecemos os problemas, nem mesmo as dificuldades.
A oportunidade de servir se apresenta em todas as horas, em todos os momentos. Saber ver e se dispor a servir é decisão individual.

Finalizando Para Recomeçar!
O cristão é o indivíduo que deveria estar sempre disposto a servir.
Conforme o ensino de Jesus que, como Mestre, se dispôs a lavar os pés dos Seus Apóstolos, aquele de nós que desejar ser o maior no Reino dos Céus, deve se tornar o servidor atencioso, o menor dentre todos.
E o mundo necessita intensamente de braços dispostos a amparar, ajudar; de ouvidos prontos a ouvir e de bocas desejosas de disseminar palavras de esperança, paz e consolo.


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E - com base no cap. 9 do livro Boa nova, Humberto de Campos e  Francisco Cândido Xavier, ed. Feb. Em 29.07.2010.
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segunda-feira, 3 de julho de 2017

Gesto necessário

Gesto necessário


Jornal de grande circulação nacional teve oportunidade de oferecer reportagem especial, em um de seus cadernos, enfocando a gratidão.
Relata que um ex-aluno fez expressiva doação à Faculdade de Medicina da Universidade de Ribeirão Preto, São Paulo.
O médico, que endereçou oitenta e cinco mil dólares para a Faculdade, é o primeiro filho de um pedreiro e de uma dona de casa.
Reconhecendo que deve sua oportunidade à escola pública e gratuita em que estudou, afirmou estar devolvendo à sociedade o que dela recebeu.
Segundo ele, saiu da pobreza e entrou na riqueza, graças aos impostos pagos por todos. A doação é sua forma de devolver o benefício.
A doação ajudou a criar um laboratório de virologia, para estudar e combater a dengue.
O caso não é único, embora raro, em nosso país. A Universidade Federal de Minas Gerais recebeu quatro milhões e trezentos mil dólares de um seu ex-aluno, que se tornou banqueiro.
Os recursos foram canalizados para o setor de gastroenterologia daquela Universidade.
A Escola de Agronomia Luiz de Queiroz, de Piracicaba, São Paulo também recebeu uma fazenda de um seu ex-aluno.
O imóvel, no valor de dezesseis milhões de dólares, foi deixado em testamento.
Independente de terem seus nomes divulgados pela imprensa, o importante é que suas doações beneficiam a muitos.
Expressam desprendimento de posses em favor de iniciativas coletivas. Um sentimento de gratidão pelas inúmeras bênçãos recebidas, durante a vida.
Demonstram uma preocupação com o bem-estar alheio, desde que as instituições voltadas para o bem coletivo dependem, quase sempre, de doações.
Tais gestos colocam em evidência o sentido imediato de uma palavra simples, de grande significado: gratidão.
Sentimento que surge nos corações onde residem a justiça e a bondade. E, diga-se, também um entendimento excelente de cidadania.
A quantia doada é questão secundária. O importante é o exemplo e o benefício proporcionado.
Assim, qualquer um de nós a pode expressar, seja pelo simples pagamento de uma mensalidade em favor de uma instituição. Ou o oferecimento de uma cesta básica para uma família carente. Quem sabe uma contribuição anual para uma pesquisa médica.
Ou o apadrinhamento de um estudante, facilitando-lhe o acesso aos sempre preciosos livros. Ou ainda, a doação de horas de trabalho voluntário.
As lições do Evangelho de Jesus se referem ao óbolo da viúva e a responsabilidade de quem muito recebeu.
Dessa forma, agraciados com a escola, não nos esqueçamos de contribuir para que outros tenham acesso a ela.
Abençoados com a saúde, colaboremos com quem depende de medicação específica para viver cada dia.
Beneficiados pela atividade profissional, que nos garante a vida digna, criemos condições de acesso ao primeiro emprego a quem aguarda oportunidade.
Enfim, agradeçamos à vida o que ela nos oferece, multiplicando oportunidades a quem segue na retaguarda.
Isto se chama gratidão.
Ampliemos o contingente dos benfeitores anônimos. Participemos das iniciativas salutares, que possibilitam o progresso e o amparo social.
Exerçamos a nossa cidadania. Enfim, preocupemo-nos em devolver à sociedade o que ela nos deu.

¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  com base no artigo Gesto necessário, de autoria de Orson Peter Carrara, publicado na RIE, de outubro/2003. Em 16.10.2015.
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg



quinta-feira, 29 de junho de 2017

Gesto inusitado


Gesto inusitado



O dia estava nublado. Várias pessoas aguardavam o ônibus na estação tubo, resguardando-se do vento frio, que soprava forte.
Os olhares de todos se revezavam entre o relógio de pulso e a rua à esquerda, de onde deveria vir a condução.
De repente, a porta central se abriu e os olhares ali se concentraram, não entendendo o porquê, desde que nenhum ônibus estava à vista.
Então, viram que o cobrador saiu de seu posto, saltou para a rua e se dirigiu alguns metros adiante, à direita.
Um rapaz aguardava na calçada. O cobrador lhe ofereceu o braço e juntos atravessaram a rua. O rapaz era cego.
Os passageiros que aguardavam o ônibus se entreolharam, admirados. O gesto fora inusitado, considerando-se ainda que ninguém se apercebera da dificuldade do deficiente visual.
Contudo, o cobrador estava atento e, deixando seu posto, foi prestar solidariedade ao seu irmão, deixando-o, tranquilo, do outro lado da rua.
Houve cumprimentos de alguns para ele. Houve quem fosse além e lhe desejasse bênçãos celestes.
Ele corou e disse: Nada fiz demais. Eu vi que ele estava inseguro para atravessar e resolvi ajudar.

Refletindo com Edu!
O cobrador era um jovem. Para aqueles que costumam dizer que o mundo está perdido, que ninguém se importa com ninguém; que a juventude vive alheia ao seu entorno, o gesto inusitado prova o contrário.
Poder-se-á dizer, quem sabe, que é um em um milhão. Pelo contrário, para quem tem olhos de ver, esses exemplos se multiplicam às dezenas.
O que ocorre é que, normalmente, da mesma forma que os passageiros, temos os olhos postos somente em uma direção, não nos permitindo alargar a visão, buscando outras paisagens.
O bem está no mundo e se apresenta, diariamente, em gestos anônimos e desinteressados como o da pessoa que vê cair a carteira da bolsa de alguém, a apanha e corre até alcançá-la, a fim de a devolver.
Ou de quem percebe que o cadeirante está com dificuldades para subir à calçada e se oferece para auxiliar;
Da vizinha que se predispõe a cuidar das crianças, enquanto os pais necessitam atender a uma emergência; da atendente hospitalar que, extrapolando seu horário de trabalho, fica com o paciente até que chegue seu familiar, para que ele não se sinta só ou entre em pânico; da mãe que leva pela mão seu filho a saborear um sorvete e, observando que outra criança o fixa com olhos de desejo, a essa oferece idêntica gostosura; de alguém que encontra um cão pela rua e, percebendo ser bem cuidado, cogita que deva pertencer a quem muito o quer e se esmera em descobrir seu dono. Pensa que possa ser de uma pessoa solitária, cuja companhia única lhe seja o animal.
Ou, quem sabe, de uma criança que lhe chora a ausência, intranquila e medrosa.
Sim, há muito bem no mundo. Há quem divida o próprio coração para amar os filhos da carne alheia.
E adicione água ao feijão a fim de servir um prato a mais a quem tem fome. E subtraia pequenos desejos pessoais, a fim de atender a verdadeiras necessidades de terceiros, tudo numa bendita e especial matemática.
Uma especial matemática cujo resultado é amor, harmonia, bem-querer, um mundo melhor.

¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E - Em 17.02.2012.
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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Servir ou desservir?


Servir ou desservir?

A primeira vez em que ouvi o termo “desserviço”, eu ri. Se tratava de uma conclusão de uma amiga sobre as atitudes de um homem, que tinha como hábito conquistar mulheres e descartá-las logo em seguida, mesmo diante de outras promessas. Mas minha amiga falava sério. Diante de uma sociedade tão carente de amor e equilíbrio, tudo o que a maioria das mulheres não precisa é de um homem como tal. Depois de um tempo comecei a refletir, sobre quantos de nós e de quantas maneiras, somos capazes de nos tornarmos pessoas, constantemente, praticando desserviços. E de graça!
Errar uma vez ou outra faz parte da nossa natureza. É aceitável e compreensível que cometamos falhas. Mas fazer do erro um hábito, e atingir pessoas através deste comportamento, vem a ser um desserviço.
Sabe aqueles carros no trânsito, que todos os dias passam “costurando” entre uma pista e outra? Ou os veículos que ultrapassam tranquilamente pela faixa da direita e lá na frente cortam à esquerda? Os constantes buzinadores? Os encrenqueiros? O quanto essas pessoas estão colaborando para o desserviço de nossa sociedade? E já logo pela manhã?
Também conhecemos aquelas pessoas que estão constantemente a falar mal dos outros, falam pelas costas, distorcem histórias e criam intrigas ou falsas imagens de seus colegas. Qual o valor desse desserviço para a convivência entre as pessoas?
O ser arrogante que trata o porteiro com desprezo todos os dias. Ou o preconceituoso que insiste em seu conceito de superioridade, maltratando os que são diferentes em sua cor, opção sexual ou religião. Muitas são as formas de desservir.
Mas sabemos que mesmo as pessoas que optam por desservir ao próximo, acabam ao mesmo tempo, por nos servir como grandes lições. Aprendemos a ser mais tolerantes, pacientes e sábios. No silêncio de nossa voz e de algumas atitudes, nos sobressaímos com aquilo que eles desconhecem: os valores nobres.
Temos que, em primeiro lugar, dar uma boa olhada em nosso próprio comportamento. Será mesmo que dentro de todos os hábitos que possuo, não há nenhum que vem a ser um desserviço às pessoas à minha volta? Eu lavo o prato que sujo? Jogo o lixo onde devo? Furo a fila no banco ou na padaria? Sou honesto e honro minhas contas? Tiro vantagem de alguém de alguma forma? Abuso da amizade dos que me querem bem?
Hemos de olhar para nós mesmos em primeiro lugar, antes de julgar o outro. A melhor maneira de mudar o mundo em que eu habito, é mudando a mim mesmo (a). Através do meu comportamento, serei capaz de instigar o outro. O exemplo vale mais do que palavras e julgamentos.
Depois disso, quando eu perceber que não estou prestando nenhum desserviço, então posso solicitar que outros também não o façam. Sabemos que influenciar alguém não é tarefa fácil e na maioria das vezes possível. Mas em sociedade temos o direito e dever de reclamar por aquilo que nos afeta injustamente. Muitas vezes pode ser um desserviço previsto por lei, como a infração das leis de trânsito. E outras, um desserviço moral, como a falta de caráter de uns e outros em relação aos sentimentos alheios.
Entre servir e desservir existe uma diferença gigantesca. Entre um e outro, também vale a frase: “Quem não ajuda, também não atrapalha!”.
Se não for capaz de servir ao próximo, ao menos não dessirva ninguém!


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : Carolina Vilanova / Copyright 2016 by Psiconlinews.
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg



terça-feira, 27 de junho de 2017

Quando alimentamos os rancores, morremos pouco a pouco

Quando alimentamos os rancores, morremos pouco a pouco



Alimentar rancores nos faz mal
A filha chega ao seu pai e diz:
– Papai, já não aguento mais a vizinha! Quero matá-la, mas tenho medo de ser descoberta. Você pode me ajudar com isso?
O pai lhe responde:
– Claro que sim, meu amor, mas tenho uma condição… você terá que fazer as pazes com ela para que depois ninguém desconfie de você quando ela morrer. Você terá que cuidar muito bem dela, ser gentil, agradecida, paciente, carinhosa, menos egoísta, retribuir sempre, escutá-la mais… está vendo este pozinho? Todos os dias você colocará um pouco dele na comida dela. Assim, ela morrerá pouco a pouco.
Após 30 dias, a filha volta a dizer ao pai:
– Eu não quero mais que ela morra. Eu a amo. E agora? Como faço para cortar o efeito do veneno?
O pai, então, lhe responde:
– Não se preocupe! O que eu te dei era pó de arroz. Ela não morrerá, porque o veneno estava em você.
Quando nós alimentamos rancores, morremos pouco a pouco.
Aprendamos a fazer as pazes com aqueles que nos ofendem e nos ferem.
Aprendamos a tratar os demais como queremos ser tratados.
Aprendamos a ter a iniciativa de amar, de dar, de doar, de servir, de presentear e não só de querer ganhar e ser servido.
Autor: Desconhecido

Quando alguém lhe faz mal, é como se uma cobra o mordesse. A ferida pode ser mais ou menos grave, mas podemos fechá-la e curá-la. O pior é quando a mordida é venenosa. Como aponta o terapeuta José Antonio Garcia, os venenos mais comuns são a vingança, o olho por olho e a busca pela justiça a todo custo. Estes venenos podem estar agindo durante anos em nosso interior, nos comendo por dentro e fazendo com que nossa vida perca a alegria e a esperança.
O rancor é humano, muito humano. Mas também é humano perdoar. E errar. Dizem que quem não ama, não perdoa. De fato, é precisamente o amor o culpado do perdão; o amor ao outro, à vida, ao mundo e a si mesmo. Ou seja, o perdão, o de verdade, não existe se não houver nada que o justifique. Pode haver amabilidade, responsabilidade e indiferença, o que você quiser, mas a única forma de alcançá-lo é o amor.
Além disso, digamos que, de alguma forma, perdoar é sinônimo de ser livre. Se não há o que nos prende, rancores, medos e ódios em relação ao outro, não haverá nada que justifique viver fechado na prisão do ressentimento.
De fato, só teremos curado nossas feridas emocionais quando pudermos falar do nosso passado e de nossa dor sem derramar lágrimas, tendo perdoado e deixando que o esquecimento faça seu trabalho.
Perdoar não significa que tenhamos que apagar o passado nem que devemos esquecer a dor. Perdoar é criar uma nova maneira de relembrar e de olhar nosso presente e nosso futuro.
O perdão, indispensável para a liberdade emocional
Perdoar é indispensável para alcançar a liberdade emocional e, com ela, nosso bem-estar mental. Pode ser muito difícil, mas é o único jeito de nos curarmos. Vejamos, a seguir, como fazê-lo:

1. Reconheça sua ferida e sua dor.
Essa é a única coisa que irá lhe permitir se distanciar emocionalmente e reconstruir a empatia com a pessoa que o feriu. Fazer isso permitirá analisar as motivações que levaram a pessoa a agir de tal forma, o que contribuirá para diminuir sua necessidade de culpar o outro e de atribuir a ele uma intencionalidade específica.

2. Escolha a opção de perdoar. Para isso, vamos usar a metáfora do anzol.

Quem já nos fez mal nos cravou um anzol que atravessa as entranhas, nos fazendo sentir uma enorme dor. Queremos dar a essa pessoa o que ela merece, temos vontade de fazê-la sofrer o mesmo e enfiá-la nesse mesmo anzol, num ato de justiça, que sofra o mesmo que nós. Se nos esforçarmos para enfiar o anzol nela, o faremos sabendo muito bem que ferida que ela nos causou e como dói estar preso no anzol no qual ela nos meteu. Enquanto enfiamos o anzol nela, ou tentamos, continuaremos dentro do nosso anzol. Se conseguissemos enfiá-la no anzol, estaríamos entre ela e a ponta dele e, para sairmos, teríamos que tirar a pessoa antes.
Se sairmos do anzol, tomaremos o cuidado de não estarmos próximos da pessoa, porque ela pode voltar a enfiar o anzol em nós e, se alguma vez nos juntarmos novamente, deve ser com a confiança de que ela não vai voltar a nos ferir. Mas não é a opção de não sofrer que justifica a escolha, e sim uma opção baseada no que se deseja a longo prazo.

3. Aceitar o sofrimento e a raiva.
É natural que nos sintamos zangados e doídos, mas a única forma de deixar de sofrer é abandonar o confrontamento com nossas emoções, nossos sentimentos e nossos pensamentos.

4. Auto-proteção.
Quando analisamos o ocorrido e damos lugar ao perdão, não podemos nos esquecer dos sinais que estavam nos indicando perigo. Por isso, é preciso ter muito claro e presente quais são esses sinais para nos protegermos de danos e ameaças futuras.

5. Não basta dizer “Eu o perdoo”.
Qualquer uma de nossas expressões pode estar totalmente vazia de conteúdo. Isso é o que habitualmente acontece, pensamos que perdoamos, mas nosso ressentimento continua se alimentando dentro de nós.
O perdão é algo que se sente. Por isso, se os pensamentos, emoções e sentimentos voltarem a se repetir, devemos voltar a realizar novamente todo o processo até conseguirmos esvaziar a dor que está minando o nosso caráter.
Temos que carregar nossas lembranças, mas não com nossa dor. A vida se torna mais fácil se fizermos assim.


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : A Mente é maravilhosa
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg






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COMENTÁRIOS - PITACOS - SUGESTÕES - ELOGIOS

Vejam o que os visitantes dizem do educar para humanidade.


Noosssaaa... o seu blog e um espetáculo Edu. Ou melhor vc e isso tudo. Um grande beijo de quem gosta muito de você.
Patrícia

Adorei esse blog, parabéns,contém muitas dicas úteis e interessantes. Que Deus te abençoe e q vc possa a vir dar mais dicas . Fica com Deus! O seu blog ....é show.
Julianne


Este Site é ótimo,e acredito que estas postagem ajudará , vários casamentos, parabéns pela iniciativa.
Carlos Alberto

Imagina que quando uma amiga me falou de você edu confesso que não acreditei. Será que ainda existem homem assim? Perguntei. Mas Quando vi você pela primeira vez fiquei encantada com o seu jeito de ser, te achei uma pessoa muito,muito, muito, maravilhosa, amiga, verdadeira, prestativa, séria... Quando eu conheci fiquei encantada com sua beleza, personalidade, caráter...Admiro demais você, na verdade me considero Sua fã número 1... Adoro ler seus textos aqui no blog. Assistir suas palestras um show de informação.
Hoje tenho certeza que és é uma pessoa muito especial pra mim pois ajudou e me ajuda muitoé um amor de pessoa ...você pode contar comigo pro que der e vier estou sempre disponível pra você viu meu lindo...Você é uma pessoa da minha extrema confiança Da sua eterna Amiga que te ama muito e te quer muito bem com carinho, amor e saúde bjos......
Priscila


Esse site esta de parabéns adorei tudo que vi por aki@!!! tudo de bom.
Anônimo

Poxa, ta bem legal seu texto, parabens.
Fernanda


Essas dicas eram o que eu precisava para tirar uma duvidazinha. Obrigado ao blog que eh um espetáculo.
Juliani


Eu acabei de ler sua mensagem sobre como manter um relacionamento e tem muitas coisas que estão acontecendo comigo, obrigado pelo blog e as dicas que vão me ajudar com certeza.
Ana

Eduardo pessoas como você, ajuda a escrever a historia da vida com muito mais amor, carinho e humildade, que bom que você existi... parabens pelo seu blog. Sempre vou admirá-lo... Que Deus te abençoe sempre.
Josi


Esse blog é realmente muito completo, tudo o que eu preciso tem aqui, só queria saber como fazer boas preliminares, rs. Mas tudo o que eu imagino tem aqui, é um site perfeito. Parabéns!
Adriana

Eduardo quando te vi pela primeira vez tive a certeza de ter encontrado uma pessoa especial, com a alma serena e doce ao mesmo tempo. Você é um ser iluminado por Deus e com uma missão muito especial. Gosto de estar com você de poder compartilhar meus "segredos" contigo e dividir minhas "angustias" principalmente pelo blog.
Lembre que você sempre poderá contar comigo a todo instante que precisar...pois estarei sempre aqui para te falar o quanto você é especial pra mim!!!!!!!!milhões de beijos carinhosos pra vc viu meu lindo!!!!!!
Josenilda

Como sempre Edu, uma ótima postagem. Fico feliz em saber do seu esforço em ajudar a humanidade escrevendo coisas significante aqui no blog,. Beijos com afeto.
Lindomar



Oi Eduardo, que blog massa, parabéns lindo, me visita se puder tá? , agradeço. Um grande abraço,
Erika.


Nossa, amei seu blog Eduardo, pricipalmente as postagem sobre os inimigos e amigos do orgasmo, quantas informações interessantes. Parabéns.
Karla luane


Estou adorando visitar seu blog! Parabéns pelo blog e pelos resultados já conquistados, isso que você faz é muito importante! Abraços.
Viviane


Parabéns pela criatividade e mais ainda pela continuidade dos textos sobre relacionamentos. Parabéns!
Junior


Ola. Ótimo seu blog. Adorei o post parabéns. A minha namorada é enfermeira e adorou suas palestra, abraços.
Joel santos

Ei Edu! Gostei muito do que escreve e como escreve. Gostaria de trocar figurinhas comigo?
Pedro


Eduardo Gostaria de acompanhar seu blog, é muito bacana seus texto. Me ajuda sou pouco leigo.
André


Muito bom o seu blog...Provavelmente eu deva voltar por aqui mais vezes, sucesso eduardo.
Anônimo


O blog é excelente e a escritor inteligente na medida certa. Parabéns pelo seu trabalho.
Elza


Eduardo Indiquei seu blog a vários amigos, é tão bom achar um Blog que nos descontrai ao mesmo tempo nos sinalizem coisas boas assim.
Márcia lima


Eduardo, querido... seu blog é realmente demais. Demais! Correto, comunicativo, educacional, sensível, genial! to muito orgulhosa de vc ter postado um texto de minha autoria aqui, valeu!
Patrícia

Eduardo o texto e as perguntas foram bem elaboradas e respondidas, mostrando claramente os problemas sexuais, bem como os caminhos para iniciar um tratamento. Atualmente se faz muito necessário este tema tendo em vista o alto índice de apelo sexual passado pelas mídias para as pessoas. Parabéns.
Anônimo


Meu querido Eduardo, parabéns pelo post esclarecedor, aliás tudo o que você escreve é de muita qualidade.parabéns.
Augusto


Eduardo, você fala desse tema de maneira tão natural, que nos dá a exata dimensão do assunto que estás tratando. Parabéns.Gosto muito de seu blog.Abraços
Walter


Muito bom esse pequeno artigo esta de parabéns colega.
Anônimo


Olá Eduardo seus artigos são muito bons, gosto principalmente da maneira franca como você escreve. As dicas estão perfeita, agora é ler e praticar. Abraços e bom fds.
Pedro Paulo


Um elogio curto e sincero: UAU! OTIMO! PERFEITO!
Anônimo


Adorei as perguntas! Amei todas as respostas! Foi perfeito me ajudou a entender o que esta acontecendo comigo, obrigado edu.
Anônimo

Excelente artigo. Alto padrão como sempre, parabéns eduardo!
Anônimo


Didático com sempre. Nunca usando de pornografia. Esse é o educar para humanidade.adoro acompanhar suas postagens.
Amadinha


Oi edu!! Boa noite !!! passando para conferir as ultimas postagem do blog... como sempre parabéns vc é tudo de bom!!!
Natalia


Ótimo conteúdo Eduardo, os temas escolhido é de muito bom gosto!!! parabéns pelo blog!!!
Gustavo

Gostei bastante do texto, não conhecia o seu blog, é excelente!
Marcos

Parabéns eduardo ! Seus posts são sempre atuais, instrutivos e com extrema qualidade e bom gosto na escolha dos temas e sua inteligente maneira de abordá-los. É com muito gosto que leio sempre seu blog. Abraços !!!
Eliane Almeida


Oi Edu, Autoconhecimento da sexualidade feminina, Que texto excelente, todos os homens devem ler isso, com certeza.abraços, valeu .
Anônimo

Puxa!educar para humanidade. Isso que é um belo manual! Adorei o seu blog. Sempre que passo por aqui aprendo mais e mais... Continue esse trabalho excelente. Parabéns pelo artigo, nota 10. Bjo
Leila Cristina







Ciclo de Palestras e Seminários nas áreas de Educação e Saúde para 2015



TEMAS EM EDUCAÇÃO
Avaliação da aprendizagem no século XXI.
O papel do professor: Transformando informação em conhecimento.
As muitas faces da profissão Docente.
Alfabetização e Letramento: os desafios contemporâneos.
Oralidade e Escrita: Dificuldade de ensino-apredizagem na alfabetização.
A importância do lúdico no desenvolvimento da criança
O Brincar e a Matemática
A proposta dos PCNS e sua relevância na formação dos cidadãos.
Um dialogo entre a psicopedagogia e a educação.
Direitos e Deveres da Criança.
Autoridade e Autoritarismo na Sala de Aula:Repensando a relação professor-aluno
Violência em casa: reflexo na escola. Como disciplinar sem bater?
Como trabalhar as relações humanas para prevenir a violência contra criança no ambiente familiar / escolar.
Família e Escola: educar é uma tarefa de todos.
Ética e Cidadania.

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE DO ESCOLAR

A Síndrome de Burnout : Como vai a Saúde do professor na Educação Infantil ?
Saúde Bucal (escovação e higiene).
Higiene e Saúde do escolar.
Alimentação: A obesidade e os transtornos alimentares.
Saúde e meio ambiente.
A importância do sono na vida do ser humano.
O que toda a criança precisa saber sobre segurança.
E agora: O que eu faço? Primeiros socorros.
As principais doenças da infância.
Doenças Sexualmente Transmissíveis.
AIDS/HIV

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE FAMILIAR

Lute pela vida: diga não as drogas.
Alcoolismo, tabagismo e suas conseqüências.
Hipertensão e dislipidemias.
O que todo diabético precisa saber.
Ficar amarelo pra que? Hepatite tem prevenção.
Fique ligado: hanseníase tem cura.
Prevenção do câncer: caminho para saúde.
Saúde bucal não tem idade.
Prevenção da violência contra idoso.
Mulher com saúde é mais mulher.
Abuso e exploração sexual de crianças e adolescente.
Infância perdida: prostituição infantil.
Sexualidade na escola: Como forma o filho para a vida sexual.
Sexualidade na adolescência.
Gravidez na adolescência.
Aborto e suas conseqüências.
Previna-se use camisinha.
Profissão criança: trabalho infantil isso não tem futuro.

E-mail: edu.com28@yahoo.com.br





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