quarta-feira, 3 de junho de 2015

ENTRE TER RAZÃO E SER FELIZ, PREFIRO SER FELIZ.


 “Oito da noite numa avenida movimentada. O casal já está atrasado para jantar na casa de alguns amigos. O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair. Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que, além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita e percebe que estava errado. Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde. Mas ele ainda quer saber: "se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais". E ela diz: "entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma briga, se eu insistisse mais teríamos estragado a noite".
Autor Desconhecido 

Meus amigos, quantas vezes nós, perdemos oportunidades de viver momentos felizes só porque queremos provar que estamos com a razão? Ou, pelo menos, pensamos que estamos.
De maneira alguma defendemos a omissão ou o não uso da razão, mas tão somente o uso da razão com sensibilidade.
Quantas amizades já destruímos por causa de uma obstinação em defender um ponto de vista?
Quanta energia já gastamos na defesa de uma ideia, desejando que os outros a aceitem a qualquer custo?
Quanto tempo perdido na elaboração de argumentos para convencer alguém de que temos razão em algum ponto?   
Será que vale a pena essa maneira de ser?   
Será que vale a pena perder a paz na tentativa de provar que estamos certos?
Não seria mais sábio de nossa parte optar pela harmonia, em vez de brigar por causa de pequenas questões irrelevantes?
É evidente que há momentos em que devemos defender nossa posição, e seria bom que o fizéssemos sem nos perturbar, sem perder o juízo. Mas o que geralmente acontece é que levamos as discussões, que deveriam ficar no campo das idéias, para o campo pessoal. E nos irritamos.
É importante considerar que para divergir não precisa dissentir.
Podemos discordar de alguém e ainda assim preservar a amizade e o respeito por esse alguém. Pense nisso quando se apresentar uma situação em que você tenha que fazer essa opção e se questione, antes de agir:
Para refletir 
“Será que vale a pena perder a calma para defender esse ponto de vista?”        
“Será que o momento certo para expor minha opinião é agora?”   
“Será este o momento de impor minhas razões?”      
Talvez se prestássemos mais atenção em nossas palavras e nos porquês de nossas discussões frequentes, perceberíamos que na maioria das vezes poderíamos optar por ser feliz e ter paz, em vez de ter razão.
Considere que as energias gastas em discussões infrutíferas podem lhe fazer falta na manutenção da saúde física e mental, e busque usá-las de maneira útil e inteligente. Afinal, todos os seus esforços devem ser usados em prol da harmonia comum, para que haja paz ao seu redor.      
E lembre-se, sempre, antes de qualquer desgaste, de questionar: “quero ter razão, ou ser feliz”?
A sua paz íntima é um patrimônio que ninguém pode lhe roubar, a menos que você permita.

Pense com Edu! Jesus tinha razão sempre, mas jamais tentou impô-la a quem quer que seja. Em sua forma de viver, deixou exemplos nobres. Tantas vezes se calou diante de situações e pessoas, por notar que seria inútil qualquer palavra.

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¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : Momento Espirita.
³ Fonte imagem :https://www.google.com.br/search?q=ENTRE+RAZ%C3%83O+E+FELICIDADE&es
Livro de Referência: O homem de Bem. Richards Simonetti. Editora CEAC. 2014
Written by Eduardo Campos all rights reserved.


6 comentários:

Silvia disse...

Que maravilha de postagem Edu, e que todos os povos possam entender que a decisão de ser feliz começa dentro de nós, agindo de uma forma justa e equilibrada.

Anônimo disse...

“eu acho que o problema não é como convivemos com o outro Eduardo, mas sim como convivemos com o que sentimos e pensamos em relação ao outro”...

Eduardo disse...

Bom Dia!Tens razão, penso que uma regra básica de convivência é reconhecer que, se nos sentimos como pessoas mais importantes do mundo, os outros seres humanos têm a mesma sensação em relação a eles próprios. E, portanto, para que possa haver harmonia em um relacionamento é necessário que se saiba compartilhar e respeitar.

Anônimo disse...

Buscar o bom senso do coração, que não engana. Adoro refletir com você. Bjs, em divina amizade.

Elina Santos disse...

Muito Linda a aprendizagens que partilhou conosco!

Rosangela disse...

Lendo o seu texto Lembro-me de uma mensagem de Emanuel que falava assim: Quando a pessoa tem razão. Tem tudo para reclamar. Tem condição de fazê-lo, mas não faz e apenas silencia e abençoa... Essa é a verdadeira humildade o caminho da felicidade. Pensamos nisso!