quinta-feira, 13 de agosto de 2015

ALÉM DO DEVER PROFISSIONAL




Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe tinta e pincéis e começou a pintar o barco de um vermelho brilhante, como fora contratado para fazer.
Enquanto pintava, notou que a tinta estava passando pelo fundo do barco.        
Procurou e descobriu que a causa do vazamento era um buraco e o consertou.        
Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.        
No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e lhe entregou um cheque de grande valor.        
O pintor ficou surpreso e falou: “O senhor já me pagou pela pintura do barco.” “Mas isto não é pelo trabalho de pintura”, falou o homem. “É por ter consertado o vazamento do barco.” “Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar”, acrescentou o pintor. “Certamente o senhor não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!” “Meu caro amigo, você não compreendeu”, disse o proprietário do barco. “Deixe-me contar-lhe o que aconteceu.        
Quando pedi a você que pintasse o barco,  esqueci de mencionar o vazamento.        
Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria.        
Eu não estava em casa naquele momento.        
Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois me lembrei que o barco tinha um furo.        
Grandes foram meu alívio e minha alegria quando os vi retornando, sãos e salvos.        
Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado. Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para lhe pagar pela sua ‘pequena’ boa ação...”                                                                          

Refletindo com Edu!
Se em nossa ação diária todos nós fizéssemos como aquele pintor, certamente o mundo seria diferente.         
Mas, o que geralmente acontece é que fazemos apenas a nossa obrigação, quando a fazemos.        
Fazer o que nos compete, com disposição e zelo, é apenas cumprir um dever.         
Todavia, se, além do dever, buscássemos fazer o que precisa ser feito, sem que ninguém nos peça, então poderíamos dizer que estamos investindo numa sociedade melhor.         
Quem trabalha apenas para receber seu salário, demonstra que vale quanto ganha.        
Mas, quem executa suas obrigações e vai além, sem esperar recompensa alguma, está investindo na própria felicidade.        
O trabalho dignifica o ser, mas o trabalho feito com amor e dedicação, enobrece a alma.        
Trabalhar por convicção e prazer, e não por obrigação, é a melhor maneira de se sentir bem.        
Isso porque, se ninguém elogiar nosso trabalho nem reconhecer nosso esforço, para nós não fará diferença alguma.        
A grande satisfação estará calcada unicamente em fazer com excelência o que fazemos. E o salário, nesse caso, será apenas uma conseqüência.

Pense com Edu!
Toda a natureza trabalha.
Trabalha o pássaro, trabalha o inseto.
Os peixes também trabalham.
Até mesmo o verme executa seu trabalho embaixo do solo.
E o verme executa fielmente a tarefa que o Criador lhe confia, sem reclamar, nem esperar recompensa.
E você, está fazendo a sua parte com fidelidade?

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¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E - Adeilson Salles.
³ Fonte imagem : http://www.dentrodomochilao.com/2013/04/-Trabalho-voluntario.jpg
Livro de Referência: Com base em história de autoria ignorada. Em 02.01.2008.

Written by Eduardo Campos all rights reserved.

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