sábado, 21 de novembro de 2015

ATITUDE DE HOJE, MENSAGEM PARA O FUTURO.



Quem observe esses frágeis seres que abrem seus olhinhos curiosos para o cenário do mundo, logo percebe como eles dependem dos adultos.
Bebês, pequeninos, com o aroma da inocência aureolando-lhes as ações, andam na terra em busca de carinho.
Parecem avezitas implumes, tal sua delicadeza e fragilidade.
Às vezes, as vemos colocando suas mãozinhas nas pernas dos adultos, batendo de leve com seus dedinhos miúdos, erguendo os bracinhos a dizer sem palavras: "quero colo."
As crianças expressam assim seu desejo de serem carregadas.
Desejo que é repelido com expressões grosseiras como: "não te pego no colo, não. Vai andar! Quis vir junto, pois agora ande. Do contrário, poderia ter ficado em casa." Isso cai sobre a cabecinha da criança como uma bomba. Não percebem os que assim agem que o pequerrucho tem menos resistência, fatigando-o o esforço contínuo da caminhada.
Dirão que a criança pula, corre, e brinca o dia todo, que, se tem energia para brincadeira, também deverá ter para andar.
Ora, na brincadeira a criança está tendo a recompensa do prazer.
Ela brinca até cansar e ao se sentir exausta, pára. Já não nos demos conta como mesmo o bebê de poucos meses, parece por vezes "desligar"?
É o período de calmaria, de repouso, que ele busca.
A caminhada contínua, onde não lhe é permitido parar para observar o cachorro que late, o brinquedo colorido na vitrine vistosa, o movimento das pessoas que circulam rápido, faz com que ela se canse com maior rapidez. Sem se falar que, normalmente, os adultos esquecem que os pequenos estão juntos, e andam a passo acelerado, obrigando-os a quase correr para os acompanhar.
Outra situação que se repete com constância é a de crianças, no seu período de imitação, desejarem ser a cabeleireira da mãe. Munidas de escova e pente, elas tentam criar o penteado que sua mente cataloga como maravilhoso. O que conseguem, em verdade, é despentear. Mas elas insistem, põem a ponta da linguinha para fora da boca, demonstrando o esforço e alisam os cabelos com suas mãos. Satisfeitas, exclamam: "pronto."
Quantas vezes todo esse cuidado é repelido com as desculpas de "vai estragar o meu penteado." Ou "não tenho tempo para perder."
Atitudes repetidas desta natureza terminam por passar para a criança que o sofrimento do outro, como o seu cansaço, não importa. O lema é: "cada um por si." Igualmente a ensinarão que carinho é perda de tempo e a aparência vale mais do que ele.

Refletindo com Edu
Não nos admiremos se, no futuro, nos depararmos com adolescentes frios e adultos indiferentes.
Pessoas que prezarão somente o seu bem-estar, seu conforto pessoal, não se importando com a família, amigos ou colegas.
Nas relações humanas, como tudo na vida, a questão é de aprendizado e de semeadura. Você sabia? Você sabia que até aos 7 anos de idade a criança é mais suscetível às mensagens que objetivam a educação? E que a educação integral compreende, não somente o comportamento social, as boas maneiras, a conduta reta, mas também a questão afetiva, emocional e espiritual?

Pense com Edu!
Assim, não desprezemos as carícias da criança. Dia virá, dobrados os anos, em que ansiaremos por quem se aproxime de nós, nos alise os poucos cabelos brancos. Alguém que disponha de seu tempo para colocar sua cabeça junto à nossa e perguntar: "como vai minha velhinha, hoje? Está cansada? Quer um carinho?

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Aguardamos sua participação. Um abraço fraterno a todos do amigo Eduardo Campos


¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  Hermínio  Miranda
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg
Livro de Referência: livro Nossos filhos são Espíritos, Hermínio  Miranda, ed. Arte e cultura.

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sexta-feira, 20 de novembro de 2015

EU VIVO COMO QUERO, OU COMO OS OUTROS QUEREM?



Somos todos interdependentes, precisamos uns dos outros, mas não a ponto de depositar em algo ou alguém a responsabilidade de nos fazer felizes ou determinar nossas escolhas.
Eduardo Bechara

Embora o homem venha conquistando ao longo dos séculos, um avanço tecnológico excepcional, nada parece ser suficiente para acalmar seu coração, e ele segue sua jornada vivenciando conflitos íntimos terríveis.
O homem é capaz de bombardear o núcleo do átomo. Mas não logra implodir o próprio orgulho.
O homem com a ajuda de equipamentos modernos é capaz de mergulhar a grandes profundidades no oceano.
Não obstante, não implementa o grande mergulho em si mesmo, e não passa de ilustre desconhecido de si próprio.
O homem lança sondas espaciais de encontro aos cometas, com o desejo de estudar a constituição íntima da matéria, visando descobrir a origem do universo.
Todavia, tem enormes dificuldades em abraçar seu semelhante.
Somos criaturas paradoxais, desejamos conquistar o mundo, mas somos incapazes de realizar as grandes conquistas afetivas, que certamente nos levariam a experimentar a paz.
No campo afetivo, temos mais facilidade em aceitarmos a opinião dos outros, do que a dos nossos familiares.
Com os outros a paciência, com a família a contenda.
Com estranhos a educação, com a família a irritabilidade.
A vida está difícil, ninguém dúvida das grandes transformações pelas quais a humanidade passa.
Precisamos reavaliar as nossas atitudes, é fundamental que iniciemos o mergulho intransferível e inadiável em nosso ser.
Não podemos continuar vivendo a vida, como reféns dos fatos que acontecem a nossa volta.
Viver a vida através dos fatos gerados pelos outros, é viver de forma alienada com relação a si mesmo.
Nossa vida deve ser determinada pelos acontecimentos gerados a partir de nossas escolhas e decisões.

Refletindo com Edu!
Somos os construtores de nosso destino, estamos construindo a nossa vida? Ou os outros é que determinam nossa forma de viver?
Como estou reagindo diante desse ou daquele acontecimento?
Minhas opiniões são minhas mesmo, baseadas em minha capacidade de pensar? Ou eu sempre opino de acordo com os critérios alheios?
Minhas respostas aos fatos que acontecem, são determinadas pela emoção, ou pela razão? Sou mais instintivo, ou racional?
Buscar o equilíbrio entre esses aspectos comportamentais nos facultará, uma melhor qualidade de vida. Não adianta conquistar o espaço, sem antes se auto conhecer. Pessoas há que passam pela vida sem viver, pois transitam pelo mundo, como reféns das escolhas alheias.

Pense com o Edu!
- Afinal, eu escolho a vida que quero ter, ou os outros escolhem como devo viver?

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¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : Vivo como quero, ou como querem?. Adeilson Salles.
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg
Livro de Referência: Recomeçar. Adeilson Salles. Editora CEAC. 2014
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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

TODOS NÓS IREMOS MORRER, A DIFERENÇA É O DIA E A HORA.



Quando a humanidade estiver educada espiritualmente, o espectro da morte não amedrontará mais ninguém.

A vida por vezes nos impõe a separação de alguns entes queridos através do fenômeno natural chamado morte.
A criatura humana mergulhada em suas preocupações não cogita que tal fato venha a lhe suceder; muito menos, com aqueles que pertencem ao seu grupo familiar.
Todavia, é da vida que se morra fisicamente; lidar com as supostas perdas é a maior dificuldade que as pessoas se deparam.
Como enfrentar momento tão doloroso?
Como superar a partida de alguém que amamos?
O que se pode fazer para ajudar uma pessoa que perdeu alguém?
Quem lida melhor com a morte, os homens ou as mulheres?
O que se deve dizer a um conhecido que acaba de perder alguém?
O que se pode fazer para amenizar o sofrimento dos pacientes terminais e de suas famílias?
Precisamos aprender que em todos os instantes devemos estar preparados para uma eventual separação.
Todos nós iremos morrer, a diferença é o dia e a hora.
Devemos viver de tal forma que, possamos manifestar nosso respeito e amor aos que convivem conosco rotineiramente.
Vale lembrar que não possuímos a ninguém, e ninguém nos possui.
Construir relações saudáveis, destituídas do sentimento de posse deve ser nosso principal objetivo.
A maioria dos nossos sofrimentos é decorrente das expectativas criadas a respeito daqueles que convivem conosco. Nossa mente é fértil em criar fatos desagradáveis.
Como existe em nós a predominância de sentimentos inferiores sobre os sentimentos nobres, invariavelmente, tendemos a permanecer mais tempo cultivando pensamentos infelizes.
Temos muita dificuldade em identificar o lado luz das pessoas, pois nosso lado sombra se manifesta em maior numero de vezes, conseqüentemente, nossos defeitos são identificados em nosso próximo.
Nos relacionamentos familiares, nossa tendência é de sentirmo-nos proprietários dos nossos entes queridos. Somos exagerados, não sabemos amar. Por conta de nossa infantilidade com relação ao amor, experimentamos sofrimentos atrozes, capazes de nos arrojar em tristes quadros depressivos, ou até mesmo nos levar as raias do suicídio.
Por mais dolorosa que seja a separação, precisamos trabalhar dentro de nós a verdade de que nada termina com a morte.
Se você que lê este texto esta triste com a morte de alguém, procure imaginar-se no lugar do ser que partiu; certamente, onde quer que esteja, neste instante o ser amado deseja que você continue a viver.

Finalizando para recomeçar
O que se pode fazer para ajudar uma pessoa que perdeu alguém?
Ficar próximo dela, abraçá-la, fazê-la sentir-se compreendida e segura.
Para as pessoas que perderam alguém, especialmente se a morte estiver ligada a uma situação criminal, o mundo pode parecer um lugar bastante perigoso. Parentes de vítimas ficam assustados e chegam a ter medo de estranhos. Para ajudar essas pessoas, é preciso despertar sua confiança e transmitir-lhes segurança para começar a falar e a pensar naquilo que as faz sentir-se em perigo. Deixá-las expressar sua tristeza também é importante.
Ouço muitas reclamações de enlutados. Eles dizem que a família não os deixa chorar – quer vê-los alegres o tempo todo. Não há nada pior do que alguém lhe dizendo: "Não quero ver você triste assim, por favor!". Outra coisa que devasta essas pessoas é quando elas percebem que os vizinhos e os amigos se afastam delas. Escuto muitas histórias de enlutados que afirmam que seus vizinhos mudam de calçada quando os vêem chegando. É evidente que eles não fazem isso de propósito. O fato é que ninguém sabe lidar direito com a morte.

Quem lida melhor com a morte, os homens ou as mulheres?
As mulheres, sem dúvida. Elas conseguem expressar seu sofrimento mais facilmente. E, uma vez vivenciado esse sentimento, elas podem fazer aquilo que se costuma chamar de "tocar a vida para a frente".
Já os homens têm uma enorme dificuldade de mostrar sua fragilidade diante da morte. Por isso, têm também mais dificuldade de se organizar para continuar vivendo.

O que se deve dizer a um conhecido que acaba de perder alguém?
As pessoas enlutadas, em geral, têm um alto grau de sensibilidade a tudo o que não seja sincero: elas percebem facilmente se alguém está fingindo tristeza ou dizendo uma palavra de conforto apenas porque foi instruído a fazê-lo. Por isso, o que quer que você diga nessa situação deve vir do coração.

Do ponto de vista psicológico, o que se pode fazer para amenizar o sofrimento dos pacientes terminais e de suas famílias?
Além de tentar transmitir os mesmos sentimentos de amor e solidariedade, acredito que dizer a verdade sempre ajuda. Quando alguém está morrendo, as pessoas, querendo ajudar, cometem erros clássicos. Um deles é fingir que a pessoa não está doente: "Você está com uma cara ótima hoje!", diz um parente. É evidente que é mentira, e o paciente sabe disso, mas compactua com o fingimento porque também quer proteger o familiar. Isso cria uma situação horrível!

A morte não é maior do que o amor.
Demonstre seu amor, amando a vida.

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¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : Adeilson Salles &  Colin Murray Parkes
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg
Livro de Referência: Recomeçar. Adeilson Salles. Editora CEAC. 2014
      Revistas veja Edição 2021  15 de agosto de 2007/ Entrevista: Colin Murray Parkes A dor   da morte

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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Partida e chegada



Obrigado, tio Valdemir Bechara, por tudo que você fez por nós em vida.
Sua missão foi cumprida com louvor.
Descanse em paz!


Quando observamos, da praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar adentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.
O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.
Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: Já se foi.
Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha, quando estava próximo de nós.
Continua tão capaz, quanto antes, de levar ao porto de destino as cargas recebidas.
O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver. Mas ele continua o mesmo.
E talvez, no exato instante em que alguém diz: Já se foi, haverá outras vozes, mais além, a afirmar:Lá vem o veleiro.
Assim é a morte.
Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos: Já se foi.
Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental não se perdeu. Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.
Conserva o mesmo afeto que nutria por nós. Nada se perde, a não ser o corpo físico de que não mais necessita no outro lado.
E é assim que, no mesmo instante em que dizemos: Já se foi, no mais Além, outro alguém dirá feliz: Já está chegando nosso filho.
Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a viagem terrena.
A vida jamais se interrompe nem oferece mudanças espetaculares, pois a natureza não dá saltos.
A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.
Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada.
Um dia partimos do mundo espiritual na direção do mundo físico; noutro, partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da Imortalidade que somos todos nós.
Entendo que ainda precisamos do tempo para compreendermos este processo natural da razão da nossa existência. Em nós aqueles que que vão levam -nos, uma parte, consigo e parte deles permanecem em nós...
Meus sinceros sentimentos A MINHA FAMÍLIA BECHARA, sintam-se amparados e confortados no afago dos familiares e amigos que nos desejam somente o bem ! Eu gostaria de dar a vocês, um abraço bem apertado, estamos distantes apenas geograficamente, mas perto no pensamento e no coração. Deus e a espiritualidade amiga estar presente nesse momento ao lado de vocês! Estou orando por ele e por toda a nossa família.
Do seu Sobrinho Eduardo Bechara
Belém 18 de novembro de 2015 9:58


APRENDENDO A OLHAR A VIDA PELA ÓTICA DE DEUS



       Uma das maiores causas - se não a maior - de  nosso sofrimento  é  a maneira como enxergamos a vida e tudo aquilo que nos acontece.  Na verdade, não são os acontecimentos que nos fazem sofrer. Sofremos pela maneira como olhamos para os acontecimentos.
Todo ponto de vista é a vista a partir de um ponto. Quando privilegiamos um ponto negativo, passamos a enxergar tudo com as lentes da negatividade.
O pior não está nem tanto no olhar negativo, mas na concentração estragada, encardida do olhar. Precisamos aprender a olhar  a  vida  pela  ótica  de  deus. Para isso, necessitamos de alguns exercícios contínuos de   aprendizado  do olhar:
_ olhar a vida como dom e presente a ser cultivado; como graça que precisa ser acolhida com responsabilidade e gratidão.

*      Olhar a morte com a serenidade de quem sabe por que vive.
*      Olhar para si mesmo com paciência e generosidade.  Às  vezes  é   mais fácil  ser  generoso  com  os  outros  do que com a gente mesmo. Tem muita coisa que gostaríamos de mudar em nós que só depende de nós, mas que ainda não conseguimos. Paciência e perseverança.
*      Olhar para os outros  sem  as   armas   que   costumamos   trazer escondidas  no coração,  pelo  preconceito,  pela  inveja,  pelo  medo,  pelo ciúme. Olhar para os outros como convite para a nossa própria melhora.
*      Olhar com caridade para aqueles que nos machucam  -  caridade suficiente   para   compreendermos  que,   como nós,   são  pessoas limitadas, fracas, falhas, sujeitas aos dissabores da vida.
*      Olhar com gratidão para as  pessoas  que  nos  amam,  procurando corresponder a elas. saber-se  amado  é gota fundamental de  cura, em qualquer tempo, para qualquer idade.
*       Olhar com humor: o humor é fundamental para o equilíbrio humano. Ele nos dá a graça  de  tomarmos  distância   de   nós   mesmos  e   dos acontecimentos.   Ele  nos permite   colocar    todas   as    coisas    em perspectiva  e  tirar  o  tom  dramático   dos  acontecimentos.
Quem é muito sério acaba se achando muito importante e por isso  não   gosta do humor, que põe em risco a máscara, a couraça, a casca que reveste pois quebra a casca.

¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : Pe. Léo aprenda a olhar.
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg
Livro de Referência: Gotas de cura interior.


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terça-feira, 17 de novembro de 2015

AÇÕES CRUÉIS: SERÁ QUE HÁ VIDA INTELIGENTE NA TERRA?



Em se observando a enorme diversidade dos animais, descobre-se como o Pai Criador foi pródigo em tudo providenciar ao homem.                                   
Os animais o vestem com suas peles, o alimentam com seus ovos, seu leite, sua carne.                                                                                                    
Aquecem-no com suas penas e lã. Com alegria, lhe deliciam os ouvidos tecendo sinfonias nos ramos das árvores ou aprisionados em gaiolas douradas.  
Retribuem as carícias com fidelidade extremada, até o sacrifício da própria vida. Em uma palavra, servem a Humanidade.                                        
E o que tem feito o homem pelos animais?                                                    
Basta se viaje e nas rodovias se encontram à venda várias aves, especialmente periquitos e papagaios, recém retirados do seu habitat. Repousam ali, sobre varas improvisadas, de asas cortadas para não alçarem vôo. Se a necessidade ou a ignorância de quem as retira da mata pode ser entendida, como se desculpar o homem que passa no seu carro, a negócios ou a passeio, que pára e adquire o espécime? Para quê? Para servir de brinquedo ao filho?                                                                                   
Por quanto tempo? Para servir de adorno?                                                                   Logo, o bichinho está relegado a um canto, triste. Morre cedo, na maioria das vezes, porque longe da liberdade da sua mata, quando não por doenças que contrai pela alimentação inadequada que recebe. De outras vezes, descobre-se nos centros urbanos, junto a piscinas improvisadas ou nos jardins, tartarugas e cágados. Também retirados pequenos do seu local de origem, fazem a alegria da criançada...                                       
Por algum tempo. Até crescerem tanto que deixam de ser engraçadinhos. Alimentados de forma incorreta, têm os seus cascos amolecidos e acabam sendo entregues, quando o são, a zoológicos da cidade. Para que tirá-los da condição de liberdade?                                                             
Tudo isso demonstra a crueldade do ser humano.                                   
Crueldade que é fruto do seu egoísmo e do pouco valor que dá à vida. Já se viu, muitas vezes, burros e mulas com os ossos à mostra, carregando fardos pesadíssimos. E ainda recebendo chicotadas. Fome, trabalho excessivo, maus tratos. Patos e suínos confinados em espaços mínimos, em especial regime de engorda. Prisioneiros, para acelerar a hora de serem levados ao mercado consumidor ou produzirem a melhor iguaria para sofisticados pratos.                 Onde o respeito à vida, à natureza, ao ser inferior? Sensibilizemo-nos de que somente alcançaremos a felicidade, quando não venhamos a distribuir o mal, seja para a Terra que nos agasalha, seja para os seres que a habitam. Porque em síntese, toda agressão à natureza redunda em prejuízo para quem a pratica.
Carl Sagan, astrônomo americano, disse que se fôssemos visitados por um viajante espacial que examinasse nosso planeta, ele possivelmente concluiria que não há vida inteligente na Terra.                                                       
É que o hipotético viajante iria logo descobrir que os organismos dominantes da Terra estão destruindo suas fontes de vida.                                               
A camada de ozônio, as florestas tropicais, o solo fértil, tudo sofrendo constantes ataques.
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² Fonte texto : RME
³ Fonte imagem : http://www.mensagenscomamor.com/images/interna/new/religiao_mensagens.jpg
Livro de Referência: Revista Veja de 27.03.1996.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Sophie! Uma Aluna Diferente



A professora levou seus alunos até os jardins do colégio para lhes falar sobre a natureza, mostrando-lhes a natureza viva.  
Aproximou-se de um flamboyant, coalhado de flores, e perguntou aos alunos que árvore era aquela.  
Alguns disseram que era uma árvore, apenas. Outros, que aquela árvore era um flamboyant, pois em sua casa havia um semelhante.  
Um menino falou que os flamboyants só servem para fazer sujeira na calçada, quando derrubam as flores, pois isso é o que sua mãe diz sempre.   Um garoto disse que seu pai havia cortado um, recentemente, pois suas raízes racharam o muro de seu quintal.  
Mas Sophie, menina de alma sensível, começou dizendo que via ali muito mais que uma árvore.  
Disse que via as flores, muito belas por sinal, mas que também podia sentir seu suave perfume. 
Chamou a atenção para as abelhas que pousavam de flor em flor, e também dos pássaros que buscavam refúgio em seus galhos aconchegantes.   Lembrou que todos estavam sob a sombra generosa que as folhas propiciavam, e apontou para alguns insetos que passeavam, ligeiros, pelo tronco gentil.  
Falou, ainda, das muitas vidas que encontravam guarida naquele flamboyant desprendido, como liquens, musgos, pequenas bromélias e outras tantas formas de vida que ele podia perceber.  
Eis o que percebo, professora, falou Sophie, com a espontaneidade de uma pequena-grande poetiza.  
A educadora, ainda embevecida com a aula que acabara de receber, falou amavelmente: Você tem razão, Sophie. Definir este pequeno universo simplesmente como uma árvore, é matar toda a sua grandeza e majestade...

Refletindo com Edu!
Existem pessoas que não percebem os flamboyants floridos em praças, bosques e ruas. Elas estão muito ocupadas para perder tempo com coisas sem importância.  
Existem pessoas que definem flores e folhas apenas como sujeira indesejável.  
Outras preferem cortar árvores de dezenas de anos, para que não rachem seus muros e calçadas de cimento.  
Existem também aquelas para as quais os flamboyants representam alguns cifrões. Cortados, podem oferecer madeira para lenha ou se transformar em belos móveis.  
E há aquelas pessoas, como a pequena Sophie, que veem muito mais que uma simples árvore. Veem o autógrafo do Criador, na majestosa obra da natureza.  
E você, a que grupo de pessoas pertence?
Reverenciar a vida é respeitá-la na sua mais ampla forma de expressão.
Albert Schweitzer, o notável e mundialmente famoso missionário, médico, musicista e filósofo da Alsácia, conta, em seu livro autobiográfico intitulado Minha infância e mocidade:   “Achava inconcebível antes mesmo de frequentar a escola que, na oração da noite, só me mandassem rezar pelos homens.   Por isso, depois de mamãe orar comigo e dar-me o beijo de boa noite, eu acrescentava, por conta própria, uma pequena oração suplementar, de minha autoria, em nome de todos os seres humanos, dizendo:   Bom Deus, protegei e abençoai tudo o que respira, preservai-nos do mal e fazei-nos dormir tranquilamente”!  

Pense com Edu!
Uma garotinha de apenas cinco anos de idade, com uma consciência lúcida sobre o que é reverenciar a vida. Apenas uma menina, mas certo de que amar a Deus sobre todas as coisas quer dizer, em primeiro lugar, respeitar sua obra e todas as coisas por Ele criadas.

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¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : Albert Schweitzer
³ Fonte imagem : http://www.mensagenscomamor.com/images/interna/new/religiao_mensagens.jpg
Livro de Referência: livro Minha infância e mocidade,de Albert Schweitzer,  ed. Melhoramentos.
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Arquivo do blog

COMENTÁRIOS - PITACOS - SUGESTÕES - ELOGIOS

Vejam o que os visitantes dizem do educar para humanidade.


Noosssaaa... o seu blog e um espetáculo Edu. Ou melhor vc e isso tudo. Um grande beijo de quem gosta muito de você.
Patrícia

Adorei esse blog, parabéns,contém muitas dicas úteis e interessantes. Que Deus te abençoe e q vc possa a vir dar mais dicas . Fica com Deus! O seu blog ....é show.
Julianne


Este Site é ótimo,e acredito que estas postagem ajudará , vários casamentos, parabéns pela iniciativa.
Carlos Alberto

Imagina que quando uma amiga me falou de você edu confesso que não acreditei. Será que ainda existem homem assim? Perguntei. Mas Quando vi você pela primeira vez fiquei encantada com o seu jeito de ser, te achei uma pessoa muito,muito, muito, maravilhosa, amiga, verdadeira, prestativa, séria... Quando eu conheci fiquei encantada com sua beleza, personalidade, caráter...Admiro demais você, na verdade me considero Sua fã número 1... Adoro ler seus textos aqui no blog. Assistir suas palestras um show de informação.
Hoje tenho certeza que és é uma pessoa muito especial pra mim pois ajudou e me ajuda muitoé um amor de pessoa ...você pode contar comigo pro que der e vier estou sempre disponível pra você viu meu lindo...Você é uma pessoa da minha extrema confiança Da sua eterna Amiga que te ama muito e te quer muito bem com carinho, amor e saúde bjos......
Priscila


Esse site esta de parabéns adorei tudo que vi por aki@!!! tudo de bom.
Anônimo

Poxa, ta bem legal seu texto, parabens.
Fernanda


Essas dicas eram o que eu precisava para tirar uma duvidazinha. Obrigado ao blog que eh um espetáculo.
Juliani


Eu acabei de ler sua mensagem sobre como manter um relacionamento e tem muitas coisas que estão acontecendo comigo, obrigado pelo blog e as dicas que vão me ajudar com certeza.
Ana

Eduardo pessoas como você, ajuda a escrever a historia da vida com muito mais amor, carinho e humildade, que bom que você existi... parabens pelo seu blog. Sempre vou admirá-lo... Que Deus te abençoe sempre.
Josi


Esse blog é realmente muito completo, tudo o que eu preciso tem aqui, só queria saber como fazer boas preliminares, rs. Mas tudo o que eu imagino tem aqui, é um site perfeito. Parabéns!
Adriana

Eduardo quando te vi pela primeira vez tive a certeza de ter encontrado uma pessoa especial, com a alma serena e doce ao mesmo tempo. Você é um ser iluminado por Deus e com uma missão muito especial. Gosto de estar com você de poder compartilhar meus "segredos" contigo e dividir minhas "angustias" principalmente pelo blog.
Lembre que você sempre poderá contar comigo a todo instante que precisar...pois estarei sempre aqui para te falar o quanto você é especial pra mim!!!!!!!!milhões de beijos carinhosos pra vc viu meu lindo!!!!!!
Josenilda

Como sempre Edu, uma ótima postagem. Fico feliz em saber do seu esforço em ajudar a humanidade escrevendo coisas significante aqui no blog,. Beijos com afeto.
Lindomar



Oi Eduardo, que blog massa, parabéns lindo, me visita se puder tá? , agradeço. Um grande abraço,
Erika.


Nossa, amei seu blog Eduardo, pricipalmente as postagem sobre os inimigos e amigos do orgasmo, quantas informações interessantes. Parabéns.
Karla luane


Estou adorando visitar seu blog! Parabéns pelo blog e pelos resultados já conquistados, isso que você faz é muito importante! Abraços.
Viviane


Parabéns pela criatividade e mais ainda pela continuidade dos textos sobre relacionamentos. Parabéns!
Junior


Ola. Ótimo seu blog. Adorei o post parabéns. A minha namorada é enfermeira e adorou suas palestra, abraços.
Joel santos

Ei Edu! Gostei muito do que escreve e como escreve. Gostaria de trocar figurinhas comigo?
Pedro


Eduardo Gostaria de acompanhar seu blog, é muito bacana seus texto. Me ajuda sou pouco leigo.
André


Muito bom o seu blog...Provavelmente eu deva voltar por aqui mais vezes, sucesso eduardo.
Anônimo


O blog é excelente e a escritor inteligente na medida certa. Parabéns pelo seu trabalho.
Elza


Eduardo Indiquei seu blog a vários amigos, é tão bom achar um Blog que nos descontrai ao mesmo tempo nos sinalizem coisas boas assim.
Márcia lima


Eduardo, querido... seu blog é realmente demais. Demais! Correto, comunicativo, educacional, sensível, genial! to muito orgulhosa de vc ter postado um texto de minha autoria aqui, valeu!
Patrícia

Eduardo o texto e as perguntas foram bem elaboradas e respondidas, mostrando claramente os problemas sexuais, bem como os caminhos para iniciar um tratamento. Atualmente se faz muito necessário este tema tendo em vista o alto índice de apelo sexual passado pelas mídias para as pessoas. Parabéns.
Anônimo


Meu querido Eduardo, parabéns pelo post esclarecedor, aliás tudo o que você escreve é de muita qualidade.parabéns.
Augusto


Eduardo, você fala desse tema de maneira tão natural, que nos dá a exata dimensão do assunto que estás tratando. Parabéns.Gosto muito de seu blog.Abraços
Walter


Muito bom esse pequeno artigo esta de parabéns colega.
Anônimo


Olá Eduardo seus artigos são muito bons, gosto principalmente da maneira franca como você escreve. As dicas estão perfeita, agora é ler e praticar. Abraços e bom fds.
Pedro Paulo


Um elogio curto e sincero: UAU! OTIMO! PERFEITO!
Anônimo


Adorei as perguntas! Amei todas as respostas! Foi perfeito me ajudou a entender o que esta acontecendo comigo, obrigado edu.
Anônimo

Excelente artigo. Alto padrão como sempre, parabéns eduardo!
Anônimo


Didático com sempre. Nunca usando de pornografia. Esse é o educar para humanidade.adoro acompanhar suas postagens.
Amadinha


Oi edu!! Boa noite !!! passando para conferir as ultimas postagem do blog... como sempre parabéns vc é tudo de bom!!!
Natalia


Ótimo conteúdo Eduardo, os temas escolhido é de muito bom gosto!!! parabéns pelo blog!!!
Gustavo

Gostei bastante do texto, não conhecia o seu blog, é excelente!
Marcos

Parabéns eduardo ! Seus posts são sempre atuais, instrutivos e com extrema qualidade e bom gosto na escolha dos temas e sua inteligente maneira de abordá-los. É com muito gosto que leio sempre seu blog. Abraços !!!
Eliane Almeida


Oi Edu, Autoconhecimento da sexualidade feminina, Que texto excelente, todos os homens devem ler isso, com certeza.abraços, valeu .
Anônimo

Puxa!educar para humanidade. Isso que é um belo manual! Adorei o seu blog. Sempre que passo por aqui aprendo mais e mais... Continue esse trabalho excelente. Parabéns pelo artigo, nota 10. Bjo
Leila Cristina







Ciclo de Palestras e Seminários nas áreas de Educação e Saúde para 2015



TEMAS EM EDUCAÇÃO
Avaliação da aprendizagem no século XXI.
O papel do professor: Transformando informação em conhecimento.
As muitas faces da profissão Docente.
Alfabetização e Letramento: os desafios contemporâneos.
Oralidade e Escrita: Dificuldade de ensino-apredizagem na alfabetização.
A importância do lúdico no desenvolvimento da criança
O Brincar e a Matemática
A proposta dos PCNS e sua relevância na formação dos cidadãos.
Um dialogo entre a psicopedagogia e a educação.
Direitos e Deveres da Criança.
Autoridade e Autoritarismo na Sala de Aula:Repensando a relação professor-aluno
Violência em casa: reflexo na escola. Como disciplinar sem bater?
Como trabalhar as relações humanas para prevenir a violência contra criança no ambiente familiar / escolar.
Família e Escola: educar é uma tarefa de todos.
Ética e Cidadania.

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE DO ESCOLAR

A Síndrome de Burnout : Como vai a Saúde do professor na Educação Infantil ?
Saúde Bucal (escovação e higiene).
Higiene e Saúde do escolar.
Alimentação: A obesidade e os transtornos alimentares.
Saúde e meio ambiente.
A importância do sono na vida do ser humano.
O que toda a criança precisa saber sobre segurança.
E agora: O que eu faço? Primeiros socorros.
As principais doenças da infância.
Doenças Sexualmente Transmissíveis.
AIDS/HIV

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE FAMILIAR

Lute pela vida: diga não as drogas.
Alcoolismo, tabagismo e suas conseqüências.
Hipertensão e dislipidemias.
O que todo diabético precisa saber.
Ficar amarelo pra que? Hepatite tem prevenção.
Fique ligado: hanseníase tem cura.
Prevenção do câncer: caminho para saúde.
Saúde bucal não tem idade.
Prevenção da violência contra idoso.
Mulher com saúde é mais mulher.
Abuso e exploração sexual de crianças e adolescente.
Infância perdida: prostituição infantil.
Sexualidade na escola: Como forma o filho para a vida sexual.
Sexualidade na adolescência.
Gravidez na adolescência.
Aborto e suas conseqüências.
Previna-se use camisinha.
Profissão criança: trabalho infantil isso não tem futuro.

E-mail: edu.com28@yahoo.com.br





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