como vai seu casamento?
Você já deve ter ouvido essa pergunta:
como você está passando? E a família, como vai? Talvez você tenha dado aquela
resposta automática: “Tudo
bem” ou “vamos levando”, sem compromisso com a verdade, entendo que
muitas são as vezes que não há motivo para falar de seus problemas a quem não
lhe mereça a confiança, e até porque, provavelmente, quem lhe cumprimentou
apenas fez por delicadeza social e realmente não quer ficar ouvindo sobre o que
lhe acontece de fato.
Penso que a realidade familiar, muitas
vezes difícil, não deve ser revelada a estranhos “amigos do trabalho”, porque
só interessa àqueles que a integram. No entanto, como a base de sustentação do
lar é o casal que trabalham e vivem juntas, e que desejam construir uma relação
saudável, é importante dialogar, expor o que esta sentindo, se faz necessário fazer
o relato no momento que as emoções ocorrem, não com intuito de apontar defeitos
e dificuldades, mas dividir o que sente.
A rotina diária muitas vezes nos
arrasta tão depressa que nem nos damos conta de que algo não está bem, e vamos
deixando para pensar nisso depois. E o depois nunca chega. Infelizmente, muitos
casais só se dão conta disso quando um dos dois pede a separação ou até mesmo o
divórcio ou simplesmente abandona a relação.
Para aqueles que desejam,
sinceramente, levar adiante o compromisso do casamento, há alguns sinais de alarme que podem informar a situação de dificuldade,
antes que a união conjugal se desfaça:














Esses e outros tantos sinais de alarme
indicam que a relação está enferma e precisa de socorro urgente. Portanto,
antes que as dificuldades abram abismos intransponíveis é justo assumir
atitudes nobres e tomar providências para sanar os males.
Para
refletir
Assumir a honestidade, que manda abrir
o coração um para o outro e permite corrigir as deficiências e reorganizar o
campo da afeição.
É natural que surjam desacertos, mas,
ao invés da indiferença ou da separação, busquemos o reajustamento.
Não permitir que o cansaço, a
acomodação, a apatia acabem destruindo os laços do afeto, necessários à
manutenção do lar.
Um pouco de compreensão, tolerância,
renúncia e amizade são antídotos eficazes para um matrimônio enfermo. É
importante considerar que a pessoa que escolhemos, para formar conosco um lar,
é alguém que precisa da nossa ajuda, do nosso ombro amigo, do nosso mais puro
afeto.
É preciso, tantas vezes, deixar o egoísmo
de lado, o orgulho, o tolo ciúme, e pensar na felicidade real da família, para
que possamos sentir que, de fato, a nossa família vai bem...
¹ Eduardo Campos, Técnico
em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA e Educação em Saúde. Pesquisador
do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
Contato: edu.com28@yahoo.com.br
² Fonte texto : Redação do Momento Espírita,
³ Fonte imagem : http://lucianaleis.files.wordpress.com/2012/03/casamento1.jpg?w=447&
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