segunda-feira, 25 de maio de 2015

DIÁLOGO X MONÓLOGO: Namoro, Noivado e casamento!


Sabe por que muitas pessoas têm dificuldade de conversar com alguém? Porque vivem eternamente em diálogos internos, conversando consigo mesmas, sem perceber que o outro está na sua frente, abrindo o coração. Muitas vezes as pessoas não percebem as mudanças no outro porque já definiram, dentro de si, o que o outro é, deveria ser ou vai ser. Não notam que, todos os dias, a pessoa amada muda um pouco. Mas um dia, de repente, descobrem que ela mudou tanto que se tornou impossível agüentá-la e que é preciso ir embora.

É fundamental, para o casal cultivar diálogos francos e abertos sobre suas concordâncias e divergências, sobre suas alegrias e dores, sobre os problemas e suas soluções e sobre o amor que os une. E, no entanto, dialogar talvez seja o que menos façamos. Acredito que muitos casais, ao invés de um diálogo, entregam-se a dois monólogos simultâneos.
Na figura da Esfinge, há um simbolo que se refere a quatro palavras muito importantes: saber, querer, ousar e calar. Penso eu que o cala é das atitudes mais difíceis e uma das mais importantes para o diálogo. E apenas quando conseguimos calar verdadeiramente conseguimos escutar o outro. O jejum de palavras é jejum mais ameaçador para o ser humano. Porque vamos não apenas ouvir o outro, mas também ouvir a nós próprios.
O jejum verbal não é de emitir sons sob a forma de palavras, mas estar atento ao que o outro quer dizer. É estar ligado, não apenas  no entendimento do que o outro está dizendo, mas no que significa, o que representa para ele tudo aquilo que está falando. Da mesma forma, é entender a sim mesmo.
Se o seu companheiro olha para você e diz que está triste, qualquer que seja o motivo, e, por suas próprias dificuldades, não tem coragem de lhe pedir um abraço, um aconchego, você poderá notar essa necessidade, através de seus olhos se estiver sintonizado com ele. Então, poderá se aproximar suavemente, oferecendo-lhe o ombro para que ele possa chorar. Do mesmo modo, se ele estiver muito irritado e você perceber que há algo errado, que você não sabe que é ou definir, em vez de tomar para si as agressões poderá dizer: "Sinto que você tem algum problema. Quero ouvi-lo para poder ajudá-lo".
Nesse momento, você estará calando para entender o outro. Calar para escutar é a busca da sintonia com o outro. O jejum de palavras é também a eliminação das palavras dispensáveis e a expressão apenas das que são necessárias a cada momento. Saber calar é não se esconder atrás de palavras vazias; é estar com a atenção volta da para distinguir o que é real do que é fantasia, o que é fruto da imaginação e o que de fato existe.

Para Refletir
Imagine que você amanhã depois do café, estará envolvido em uma confrontação  com a pessoa que você ama. Isso poderá ser constrangedor, senão doloroso. Você sente um profundo afeto por ela, mas começou a ter percepção de que está prestes a perdê-la. Hoje você lhe contou seus temores, e a resposta seca que recebeu foi: Amanhã nós conversamos". Sua expectativa é muito grande...
Eu te pergunto: O que você faria ou pensaria hoje sobre o que vai acontecer amanhã?
Não faça nada... não faça coisa alguma. Não pense nem pressuponha nada, para não se contaminar com fantasias e tomar uma atitude defensiva que poderá distorce tudo o que foi dito. Apenas escute a si próprio... Sinta suas emoções e perceba o que a outra pessoa representa para você. Só depois de saber o que realmente está acontecendo com você é que poderá dizer ou fazer alguma coisa, baseado nos seus sentimentos. Poderá lutar pelo seu amor e, se perdê-lo, vai precisar calar uma vez mais para dar espaço à sua dor e para senti-la. E, depois que ela se esgotar, você precisará calar novamente e se preparar para renovar o seu amor.
Os diálogos internos funcionam a partir de um pensamento, que gera um sentimento e uma consequente conduta. Se alguém pensa que o outro não gosta dele, sem nenhum dado real, apenas por uma percepção, poderá ficar muito triste ou deprimido. Tal sentimento levará a pessoa a se afastar mais e mais de quem ama, conduta esta  que só vai reforçar o pensamento de que o outro não gosta dela. Esse processo é uma retroalimentação permanente do pensamento, que potencializará mais emoções e firmará mais a conduta.
Da mesma forma que podemos usar os diálogos internos para amargurar nossa vida, temos possibilidade de usá-los para elava a nossa auto estima, quando buscamos, dentro de nós, a nossa verdade e as metas que nos propormos atingir, dentro de nossas limitações e de nossa realidade.

Finalizando para Recomeçar
Agir com base em pressupostos é nos atirar a alguma empreitada arriscada. É importante checar o que é real e o que é apenas fruto de nossa imaginação. É apenas o diálogo claro, direto e objetivo nos leva a esclarecer os pontos obscuros. Quando duas pessoas estão dialogando, a predisposição de ambas é encontrar soluções, trocar informações, estar interessadas uma no assunto da outra, mesmo que o tema seja doloroso. Em geral, dialogar com o outro dói menos do que se imagina.
Quando há um problema relacionado com a vida do casal, é importante que sejam apresentadas, além da dificuldade, uma ou duas opções de soluções possíveis, com o cuidado de não se entrar em um “bate-boca” em torno de “culpados x responsabilidades”.

¹ Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
Contato: edu.com28@yahoo.com.br
³ Fonte imagem : http://veja.abril.com.br/051207/imagens/medicina4.jpg


domingo, 24 de maio de 2015

12 RECADINHOS PARA O SEU CORAÇÃO. LINDO! LINDO! LINDO!




De medico a paciente – O cardiologista Roberto Kalil, médico de poderosos da politica, como a presidente Dilma Rousseff, o ex-presidente Lula e os senadores José Serra e Aécio Neves, nunca cuidou bem da própria saúde. Pois agora, a uma semana do casamento com a endocrinologista Claudia Cozer, ele deixou de ter uma vida sedentária, emagreceu e passou a usar um remédio experimental para controlar o colesterol alto. “ a chegada dos 50 anos me fez percebe que eu poderia INFARTAR se continuasse com os mesmo hábitos”, diz ele. “seria um vexame”. (Revista Veja edição 2424 – ano 48 – 18,  6 de maio, 2015)

Para aqueles que desejam, sinceramente, ter um infarto feliz, há uma  lista de 12 sinais que indicam que a situação vai muito bem:

1. ♥ Cuide de seu trabalho antes de tudo. As necessidades pessoais e familiares são secundárias.
2. ♥ Trabalhe aos sábados o dia inteiro e, se puder também aos domingos até meio dia.
3. ♥ Se não puder permanecer no trabalho à noite, leve trabalho para casa e trabalhe até tarde.
4. ♥ Ao invés de dizer não, diga sempre sim a tudo que lhe solicitarem.
5. ♥ Procure fazer parte de todas as comissões, comitês, diretorias, conselhos e aceite todos os convites para conferências, seminários, aulas, encontros, reuniões, simpósios etc. (pense no seu currículo)
6. ♥ Não se dê ao luxo de um café da manhã ou uma refeição tranquila. Pelo contrário, não perca tempo e aproveite o horário das refeições para fechar negócios ou fazer reuniões importantes.
7. ♥ Não perca tempo fazendo ginástica, nadando, pescando, jogando bola, tênis ou bolão. (Lembre-se tempo é dinheiro).
8. ♥Nunca tire férias, você não precisa disso. Lembre-se que você é de ferro. (e ferro , enferruja!!. .rs! ops se preferir é só vender suas férias, um dinheirinho a mais )
9. ♥ Centralize todo o trabalho em você, controle e examine tudo para ver se nada está errado.. Delegar é pura bobagem; é tudo com você mesmo.
10. ♥ Se sentir que está perdendo o ritmo, o fôlego e pintar aquela dor de estômago, tome logo estimulantes, energéticos e anti-ácidos. Eles vão te deixar tinindo, ou melhor de boa...
11. ♥ Se tiver dificuldades em dormir não perca tempo: tome calmantes e sedativos de todos os tipos. Agem rápido e são baratos.
12. ♥ E por último, o mais importante: não se permita ter momentos de oração, meditação, audição de uma boa música e reflexão sobre sua vida. Isto é para crédulos e sensíveis. Repita para si: Eu não perco tempo com bobagens. Essa fala constrói, rs!

Duvido que você não tenha um “belo infarto” ou um “infarto feliz”  se seguir os recadinhos do coração acima!!!
Nota Autor: Quando publiquei estes conselhos 'amigos-da-onça' em meu site, recebi uma enxurrada de e-mails, até mesmo do exterior, dizendo que isto lhes serviu de alerta, pois muitos estavam adotando esse tipo de vida inconscientemente.

¹ Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
Contato: edu.com28@yahoo.com.br
² Fonte texto : Dr. Ernesto Artur - Cardiologista
³ Fonte imagem : http://veja.abril.com.br/051207/imagens/medicina4.jpg
Referência: O Educar para Humanidade busca sempre colocar textos que constrói no Blog. Esse texto é popular na internet e muito útil para todos... o titulo original é esse “DOZE CONSELHOS PARA TER UM INFARTO FELIZ” !!! Autor: Dr. Ernesto Artur - Cardiologista



Recadinhos da Família Moderna! Esses Constroem.


            O despertador anunciou que um novo dia estava começando. No rádio as manchetes do dia. Os mesmos congestionamentos, a repetição das notícias trágicas do dia anterior.
Enquanto se preparava para um novo dia de trabalho, o “Pra você da o nome” ouvia pelo celular os índices econômicos e a previsão do tempo.
Tomou um café rápido e se dirigiu para o automóvel. A família também o seguiu de forma automática, em silêncio. Palavras são perda de tempo e atrapalham, quando se está com a mente ocupada.
Durante todo o percurso, o “homem” ou a “mulher” insiste em manter o celular ao lado, ainda que seja proibido o uso enquanto dirige. Afinal, ele irá tocar ao menos uma vez durante o trajeto, e, com certeza, será uma ligação de negócios.
Chega ao colégio e seus dois filhos adolescentes saem do carro. Ele segue para deixar a esposa em seu local de trabalho. Ao se despedirem, um selinho, rs! Um tchau de ambas as partes.
Chega ao trabalho e dirige-se à sua mesa, dá uma olhada nos papéis e consulta a secretária sobre a agenda do dia.
Vai ao computador para checar as mensagens recebidas e apagar a grande quantidade de e-mails indesejados. Verifica novamente algumas notícias e responde os e-mails importantes.
Resolve muitos problemas enquanto outros tantos surgem, fazendo com que não tenha tempo de almoçar em casa, com a sua família. A refeição será naquele shopping ou restaurante rápido, próximo da empresa, para ganhar tempo.
Após um dia de trabalho intenso, chega em casa à noite, cansado como sempre. Logo em seguida, o celular irá tocar mais uma vez em busca da solução de algum problema que ficou pendente.
Vai verificar os e-mails novamente. Responde alguns zap. Abri face para ver as novidades. Depois vai tomar seu banho.
Senta-se para jantar, mas tem que ser breve, afinal, já está na hora do noticiário e ele precisa saber o que se passa no mundo.
Onde está a sua família? Bem, o filho deve estar no seu quarto jogando ou navegando pela Internet. A sua filha deve estar conversando com as amigas ao telefone, ou em rede social na Internet.
E a esposa? Deve estar ao seu lado, vendo o mesmo noticiário que ele vê, mas ele nem se dá conta disso. Ele está em um outro mundo, em um mundo mais moderno, mais tecnológico. Em resumo, em um mundo frio, onde não há relacionamentos, apenas a simples troca de informações.
Mas não é só ele que está nesse mundo, é a sua família, é a sua vizinhança, o seu bairro, a sua sociedade.
Esta talvez seja a rotina de muitas famílias que, absorvidas pelas facilidades tecnológicas do Terceiro Milênio, se esquecem do aconchego do lar e da troca de ideias tão necessários à vida de relação.


Finalizando para recomeçar.

*      As facilidades do mundo moderno jamais deveriam afastar e isolar os membros da família.
*      Por mais que os recursos da tecnologia sejam úteis e necessários, eles não substituem os pais na educação dos filhos.
*      A Internet e a televisão são meios de comunicação frios, e não substituem o afeto e a atenção, o calor e a ternura que um abraço pode oferecer.
*      O mundo moderno veio para facilitar as nossas vidas e não para nos conduzir.
*      Afinal, nós somos o piloto ou o avião? O motorista ou o carro? O timoneiro ou o barco?
*      A modernidade é complexa mas não supera o ser humano que a criou.
*      Através de um simples botão conseguimos desligar a televisão, o telefone celular, o computador. E isso é saudável, desde que o façamos para nos ligar à família, aos amigos, à vida, enfim.

Importante que usemos o bom senso e sigamos no rumo da felicidade tão sonhada, contando sempre com as facilidades da vida moderna, mas sem nos deixar conduzir por ela.

         
¹ Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
Contato: edu.com28@yahoo.com.br
² Fonte texto : Autor desconhecido, adaptado por Eduardo Campos
³ Fonte imagem : http://veja.abril.com.br/051207/imagens/medicina4.jpg
Referência: Redação do Momento Espírita. Em 04.05.2009.
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sábado, 23 de maio de 2015

O VAGA-LUME QUE O MUNDO PRECISA





A criança contemplava, durante o dia, o vaga-lume desgarrado da noite a encetar pequenos voos diurnos totalmente deslocado do seu horário habitual. O pequeno não conseguia entender o que adiantava o inseto acender, de maneira intermitente, o seu pequenino luzeiro, já que nada iluminava. Com essa duvida, procurou pelas explicações paternas:
- Papai, que baratinha é essa que voa e acende uma luzinha bem fraquinha na sua barriga? De que serve essa luz, se não ilumina nada?
 - Meu filho!  - disse o pai enlevado com a ingenuidade que caracteriza a inocência infantil. – Essa luz que nada ilumina de dia, à noite representa um verdadeiro farol que se movimenta na escuridão, meu filho.

Para refletir
Acredito que assim se passa com todos nós, amigo leitor! Todos temos com mais ou menos intensidade uma pequena fonte de luz como reflexo que somos da luz maior. Qualquer atitude no campo do amor ao próximo é um foco abençoado que se acende na jornada da vida de nossos companheiros, da mesma forma como vivemos necessitados da claridade alheia.
Uma palavra amiga,
Um sorriso sincero,
Um aperto de mão,
Um abraço impregnado de energias positivas e solidarias,
Um ouvir paciencioso,
Uma opinião franca,
Um silêncio diante do mal ou do pessimismo não os passando adiante,
Uma oração no início da manhã por um jovem drogado,
Uma prece por um lar que a morte visitou,
Nossa lembrança e presença juntos aos idosos em albergues, e as crianças nos abrigos,
O agasalho sem uso e doado a alguém,
O calçado esquecido que vá proteger os pés descalços do caminho,
O perdão de uma ofensa,
O silêncio diante da discussão que se aproxima como um ciclone avassalador,
A oração por aqueles que, no momento de confusão, nos desejam o mal,
Uma prece pelos países visitados pelas guerras, pela fome, pelas enfermidades...
São pequeninas luzes que iremos acendendo e apagando como o pequeno vaga-lume.
Para o sofredor, essa luz terá a intensidade de uma claridade muito importante na noite escura de sua vida, embora para nós possa não significar praticamente nada.
Por, isso amigo leitor, nunca desista de ser o vaga-lume do mundo mesmo quando para você for um dia bastante claro, porque sempre existirão aqueles que estarão vivendo a sua escuridão da noite do sofrimento. Com essas pequeninas atitudes que sempre poderá tomar, você estará construindo para si mesmo um bom dia perene!
      
¹ Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
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Nossa reação a mundo globalizado


“Nossa reação a esse mundo globalizado deveria ser serena: Vou aprender o que puder, quando puder e no meu ritmo, sem forçar minha natureza. Vou trabalhar no limite de minhas forças, fazendo o melhor que puder, mas sem a obrigação de provar coisas a chefes e colegas de trabalho”.
Eduardo Campos

A cada dia estamos mais cheios de tarefas, compromissos, pendências. Uma lista enorme de coisas a fazer. E nem sempre o tempo é suficiente.
Vem então a sensação desagradável de ter de fazer mais coisas do que damos conta. É comum ouvirmos as pessoas se queixando: Tenho tanto a fazer e gostaria apenas de dormir. De ficar com minha família, de assistir a um bom filme, de brincar com meus animais de estimação... Por outro lado, as exigências da vida moderna nos obrigam a fazer cursos, aperfeiçoar os conhecimentos. É a era da informação.
É certo que o mundo moderno nos exige muito para acompanhá-lo, para estar em sintonia com tudo de novo que surge, mas poderíamos questionar: precisamos realmente de tudo isso?
Precisamos deixar que o trabalho nos escravize, que ocupe grande parte de nosso tempo, de nossas forças?
Precisamos estar sempre pensando na competição, em ser melhores do que os outros, em estar na frente das outras ideias, em estar sempre na vanguarda de tudo?
Será preciso acompanhar os modismos, as novidades das mídias, para nos sentirmos bem?

Para refletir
Se fizermos uma análise profunda, veremos que não, que não precisamos de muito do que temos, de muito do que dizem que devemos ter para construir uma vida agradável e feliz.
Para quem raciocina que tempo é dinheiro, talvez olhar a natureza seja perda de tempo, mas para quem já aprendeu a ver que tempo é oportunidade, descobrirá que apreciar os pássaros, passar mais tempo com a família, ouvir uma boa música, ler um bom livro, são oportunidades da vida bem aproveitadas.
Um pai, ou uma mãe que tomem a resolução de abrir mão de um sucesso maior na profissão, por acreditarem que necessitam estar mais próximos dos filhos, com certeza se sentirão mais realizados do que aqueles que lutam incansavelmente para dar tudo à família, e esquecem que a sua presença, a sua atenção, o seu tempo, é o que de mais valioso podem dar a eles.
Esta existência é uma oportunidade única, e é chegado o momento de despertar para os verdadeiros objetivos que devemos ter aqui.
É chegado o instante de redescobrir o tempo e a sua utilidade.

Finalizando para recomeçar.
Que tal pensarmos: quando foi a última vez que dedicamos o dia para estar com os nossos afetos?
Quando foi a última vez que conseguimos nos desligar dos problemas profissionais, para nos ocuparmos com atividades filantrópicas?
Quando foi a última vez que paramos para ouvir, de corpo e alma uma música, deixando-nos penetrar pela harmonia?
Quando foi a última vez que lemos um livro nobre, uma página edificante?
Quando foi a última vez que lembramos que somos um Espírito imortal, e que nada levaremos deste mundo além das nossas conquistas morais?

¹ Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
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sexta-feira, 22 de maio de 2015

Ervas Daninhas do AMOR


Indiferença – Desonestidade – Mentira – desprezo

Cada um de nós gostaria que toda pessoa importante para si fosse honesta. Desde modo, as parcerias seriam melhores, pois confiaríamos nos parceiros com mais tranquilidade e nos sentiríamos mais seguros. Na realidade, infelizmente, não conseguimos tornar um parceiro mais honesto do que ele decide ser.
FREDERIC LUSKIN

As pessoas, freqüentemente, têm a ideia de que o amor vai resistir a tudo. Acreditam que o parceiro sempre vai entender, aceitar e perdoar atitudes de desrespeito ou outras que poderiam abalar o amor.
Será que o amor resiste a tudo? O que um amor a dois pode aguentar?
Muitas vezes o amor é lindo e grande, mas é submetido a uma carga maior do que as gratificações da relação. O amor pode suportar conflitos familiares, pessoais, ciúme, doenças, falta de dinheiro, crises de ansiedade... Mas não pode suportar a indiferença, a desonestidade afetiva, a mentira sentimental e o desprezo.
Não adianta nada você dizer a alguém "Eu te amo" simplesmente por dizer, sem esta amando de fato. É desgastante para o amor quando você, por exemplo, entra numa relação sexual sem vontade, apenas para agradar ao parceiro ou para cumprir uma obrigação. Essa desonestidade em relação a si próprio só vai gerar mais confusão. A pessoa fica sem entender o que se passa, porque o que ela ouve de você não corresponde à verdade interna que você, de alguma forma, manifesta através de pequenos gestos denunciadores.
Se você tem por habito pensar que, se seu par o ama, vai entendê-lo mesmo que você não expresse o que está sentindo, engano seu. Ele poderá concluir, a partir de seu silêncio, que você não confia mais nele ou que não ama mais. Como todas essas manobras ocorrem apenas no nível de pensamento, sem comunicação direta, a conseqüência poderá ser o afastamento um do outro, sem que nenhum dos dois saiba exatamente o que está acontecendo e tenha uma possibilidade de ajuda.
Pode ocorrer que, em seus momentos maus, você descarregue a ansiedade ou a raiva no seu par, na ilusão de que quem ama tem de aguentar tudo. É claro que você pode desabafar, desde que deixe bem claro que ela nada tem a ver com a pessoa que esta junto de você. Peça apenas os ouvidos emprestados e diga que é a confiança que o leva a esse desabafo.
Para refletir
Se você chega em casa — depois de um dia exaustivo e tenso de trabalho, quando as coisas não correram bem — e está a ponto de explodir, declare isso o mais rápido que puder, dizendo algo do tipo: "Não estou nada bem. Meu dia foi horrível. A minha irritação não tem nada a ver com você". Ou: "Preciso que você me escute; sinto necessidade de desabafar com alguém em quem confio. Estou muito chateado pelas coisas que aconteceram hoje..." Se você se trancar no mutismo e na irritação, o mais provável é que qualquer fato que aconteça, por mais irrelevante que seja, o leve a despejar seu mau humor na companheira e a canalizar toda essa energia contra ela, que, sem saber o motivo de tanta agressividade, poderá imaginar que há algo de errado entre ambos. E cabe a quem está tranqüilo, sentindo-se bem, aceitar que o amado esteja atravessando maus momentos e ajudá-lo a ficar bem.
Por outro lado, mesmo que o outro não diga nada, o parceiro que percebe alguma mudança de um dia para o outro pode fazer uma pergunta como: "Vejo que algo erra do aconteceu. Posso ajudar? Quer contar o que se passou?"
Finalizando para recomeçar
O importante é que ambos entendam que no amor, como em tudo, há um limite, O avião não pode levantar voo se o limite de peso da carga for ultrapassado. Um elevador não pode ser operado com um número excessivo de pessoas em seu interior. A terra tem seu limite para suportar a seca, a chuva ou o desmatamento. Para tudo existe um limite de resistência e, quando se exige demais, o risco de rompimento é grande.
Casais que vivem permanentemente em crise em geral estruturam suas relações de tal forma que o peso das desqualificações é maior do que a capacidade das pessoas de sentir-se amadas. Na verdade, não é o amor que é limitado; o limite está nas pessoas.

¹ Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
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Referência:

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Observando a casa do vizinho


 A pequena formiga olhava para as alturas para enxerga a enorme elefanta com que conversava, lamentando-se: - Ah! Minha amiga. Como gostaria de ter esse seu tamanho! Pequeninas como somos, as formigas são agredidas a todo instante. A chuva ou alguma pessoa maldosa inundam a nossa casa de água, causando a morte de muitas de nós.
Tenho que carregar objetos que são muitas vezes mais pesados do que o meu próprio corpo. Se vou ao jardim apanhar uma folha ou outra para o meu sustento, sou logo caçada e liquidada. Como é dura a minha vida e como deve ser fácil a sua, com todo esse tamanho e força que impõem tanto respeito!
A elefanta, que com paciência ouvia a pequena formiga, observou:
- A vida é assim mesmo, amiga formiga! Sempre achamos que os outros não têm problemas como nossos. Veja bem: enquanto você se alimenta com uma casquinha de pão que cai da mesa dos homens, eu preciso de quilos de alimento para conseguir alimentar este corpo enorme. Se você, amiga formiga, machuca a sua pequena pata, o seu ferimento não dói tanto quanto dói minha ferida, porque, sendo o seu peso muito leve, não força o lugar machucado. Imagine minha pata ferida tendo que sustentar o peso deste meu imenso corpo!
A formiguinha, convencida diante daqueles argumentos, respondeu: - É... Não tinha pensado nisso tudo não, amiga elefanta. Cada um com seus problemas, não é mesmo?

Para refletir
Pois é, amigo leitor, com o ser humano se passa o mesmo, observando a casa do vizinho, mas sem morar dentro dela para conhecer os problemas que por lá devem existir, julgando ser a vida do outro um mar de rosas. Deus nos colocou no lugar mais certo, ao lado das pessoas de quem mais necessitamos, na profissão mais adequada, com a situação financeira mais justa.
Tudo isso se transforma em preciosas lições para nosso crescimento espiritual. Quando contemplamos a vida alheia de longe, não fazemos ideia dos obstáculos que estejam sendo enfrentados e cobiçamos a situação dos nossos semelhantes. Sempre a cruz dos outros é mais leve do que a nossa porque não somos nós que a carregamos. Contudo, se nos fosse transferida para os ombros, passaríamos a reclamar da mesma maneira.
Muitas vezes, porém, no outro lar existe o jovem às voltas com as drogas; existe o marido adúltero ou envolvido com o álcool; existe a filha rebelde que vive em más companhias até chega a gravidez extremamente problemática; existe alguém com enfermidade que impõe longo tratamento  e dura preocupação; no lar alheio pode estar a mãe que possui o filho presidiário; uma família em desagregação e por aí afora.
Não cobice a cruz alheia, porque, a que trazemos nos ombros possui exatamente o peso que somos capazes de suportar, por mais improvável que isso possa parecer.
Os problemas que nos chegam sob a determinação e com o consentimento da Providencia divina nunca erram de endereço e trazem lições que necessitam ser decifradas para que possamos crescer para o criador.
Na verdade, o que queremos é não ter dificuldades, é não ter nada que nos incomode. Não desejamos a visita importuna da dor. Penso que o grande problema é que não nos comportamos de modo que isso seja possível, seguindo as orientações deixadas por Jesus há tantos séculos!

¹ Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
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² Fonte texto : Ricardo Orestes Forni
³ Fonte imagem : http://3.bp.blogspot.com/-nqEb7JeWiOI/Ukc81d03uTI/AAAAAAAALiU.jpg
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quarta-feira, 6 de maio de 2015

PALESTRA RECONHECENDO A TRISTEZA E A ANGUSTIA NO AMBIENTE RELIGIOSO


Neste espaço, estou disponibilizando algumas das Palestras que fiz ao longo dos anos em diversos ambientes de saúde, educativo e religioso. A intenção é que possamos usar, divulgar, enfim, que seja útil. Gostaria de dividir com vocês alguns trechos...


“Eu tenho a impressão de quando entramos em uma religião fazemos uma suspensão das nossas virtudes e vicissitudes. Passamos a serem pessoas neutras porque ficamos com certo constrangimento em disse, por exemplo, que sentimos raiva, que sentimos inveja, que sentimos ciúme... Então parece que pegamos isso tudo e deixamos assim olhe no cantinho ali e vivemos com um novo ser... Ai falamos de amor, falamos de caridade, temos ate um tom de voz que cativa... Agora você não sabe aquilo que você escondeu ali dentro. Ai meus amigos é que começam a surgi os problemas porque é nesse instante que nós entramos no conflito...”
“Ai é que entra o choque porque não nos transformamos esses sentimentos (raiva, inveja, ciúme) e já queremos assimilar esses (amor e caridade) não transformamos esse porque fingirmos que não temos e fingirmos que somos bons e caridosos, generosos, os bonzinhos... Esquecemo-nos de um detalhe: nem Jesus se deixou ser chamado de bom. O senhor tu és bom? Não! O meu pai que estais no céu... Então nesse choque surge a tristeza porque nos sabemos que não somos ainda esse “ser novo” os bonzinhos... Nós somos assim “...

“Acredito que o primeiro momento é assumir a nossa individualidade não quer dizer assumir para ninguém não, assumir para nós próprios... E registrar o que precisamos mudar, e registrar levantando que precisamos trabalhar para transformar isso é construção... Essa é a proposta real do crescimento enquanto pessoa, não é de esta em determinado contexto religioso conduzindo trabalhos fazendo isso fazendo aquilo. A maior importância é esta: o trabalho aqui dentro do coração”.
“Muito de nós gostamos de sofre, porque nós gostamos de ser os coitadinhos, porque achamos que as pessoas vão socorre, nós gostamos da chantagem emocional dos coitaduzinhos, gostamos sim, infelizmente nós disputamos sofrimento, queres um exemplo? Quando vamos ao medico para uma consulta, podemos obervar ali na antessala o corredor a disputa de sofrimento sabe, é ali... Nas coisas sutis, ai você vai ver...
A criatura vira e diz assim: - eu estou com uma dor nas costas!      
- você tem tomado remédio? Sim pior é que só passa quando eu tomo remédio...
- você que é feliz... Porque eu tenho uma dor nas costas que não passa nem com uso de remédio, já tomei tudo é dia e noite essa dorrrrrrrrrrrrrrr me acompanhando... e uma terceira entra na conversa e fala assim: Mas olhe! E a minha dor começa por aqui  ela desce pelo lado direito, quando ela chega bem aqui ela pula para o pé esquerdo e sobe e cada um vai falando da dor maior... Nós gostamos disso. Então o que acontece? Ficamos remoendo... Ficamos gerando sofrimento daquilo”...

“Nós buscamos o bem, mas o mal ainda nos fixa”. Vocês vejam, quem é que não quer que depois uma vilã ou um vilão de uma novela no final pague que sofra que morra?... Agente fica... Bem feito! Isso é pouco. É ai que agente percebe a manifestações nessas horas ou momento de “descontração” o que vai dentro de nós... E isto é exatamente o tentar reconhecer o que somos e tira aquilo dali, aquilo que colocamos ali atrás, daqueles sentimentos que queremos ignora, mas que verdade eles precisam ser visto de frente, combatidos de um a um...

“Meus amigos ser verdadeiro se paga um ônus, mas bendito de quem seja! o que não quer dizer ser grosseiro, porque a pessoas que dizem: Olha quero dizer isso, isso, isso, porque eu sou assim, o que eu penso eu digo na cara, não mando dizer! Você pode pensar e dizer o que você pensa sem ser mau educado ou ate mesmo grosseiro  não cabe a ninguém aceita a sua falta de educação ou suas grosserias”...

“Então não nos damos conta que a tal fé racionada só funciona pela figura de retórica do discurso mas na nossa pratica não visibilizamos...”


segunda-feira, 4 de maio de 2015

A CHUVA DA TARDE, A TEMPESTADE E A CALMARIA.


Belém, dia 04 de Maio/2015 16h43min. À tarde, antes ensolarada e alegre, começou a perder o seu brilho natural na medida em que nuvens prenunciadoras de aguaceiro que se avizinhava mostravam sua carranca, encobrindo os raios solares.
Pássaros felizes percorriam o quintal da casa de minha vó, penetrando por entre folhas da árvore de acerola e aninhando-se em seu galhos sinuosos.
Ficava admirar como aquelas aves pareciam um grupo de crianças felizes a brincar com os presentes favoritos.
Contudo, a natureza deu prosseguimento ao vento cada vez mais forte que arrancava folhas envelhecidas da acerola e fazia curvarem submissos os galhos mais frágeis.
Uma grossa gota aqui, outra acolá e a chuva despencou do céu como um objeto que, não tendo mais nenhuma sustentação, era submetido à lei de gravidade.
Durante uma hora a chuva caia sobre aquele local, impiedosamente, enquanto trovões e raios corriam o espaço do céu.
Dentro do meu lar (na janela do quarto) protegido com segurança, pensava nos pobres pássaros submetidos à intensidade do vento e da chuva. Como deveriam estar se sentindo ao relento e quase sem nenhuma proteção?
Passado o temporal, o sol tornou a sorrir na majestosa altura, com luz e calor com que abraçava aquela pequena área do meu quintal.
Continuava a pensar o que poderia ter acontecido com as aves antes tão sonoras em seu canto alegre depois daquele chocalhar intenso do tempo. Deveriam estar aflitas sem ninho abatido pelo forte vento.
Mal acabara de pensar nelas e eis que varias, trinando alegremente os sons que caracterizavam no reino animal, começaram a voar novamente de um lado para o outro. Da cabeceira da alta cerca mergulhavam em vôo rasante, apanhando aqui e ali um pequeno fragmento de alimento que havia deslizado sobre o solo encharcado pelas águas.
Abriam as pequenas asas para recolher, num abraço saudoso, o calor do momento, como se todas as coisas daquele instante para frente fossem ficar melhores. Voltavam a mergulhar no ar no bailado renovado de esperança...
Para pensarmos.
Será possível considerarmo-nos menos merecedores da atenção de Deus do que aqueles pequeninos pássaros após a tempestade?
É claro que concluirá comigo: que não!
A diferença entre nós e os pássaros, os quais continuavam a voar alegremente após a tempestade que lhes devastar os ninhos e destroçara os galhos das arvores por onde brincavam, é que eles, os seres pequeninos da criação, após a revolta das águas, continuam confiando na vida que jamais cessa. Cantavam pela vida que lhe lhes fora poupada, pelo retorno do sol abençoando lhes a saúde, pelo solo encharcado que responderá com novas vegetações que lhes proporcionarão novas fontes de alimentação, pelo arvoredo que ficaram como promessas de abrigo.
A tempestade é o prenuncio da calmaria.
As nuvens que ocultam temporariamente a luz do sol são banidas pelos mesmos ventos que as trouxeram.
As águas que destroem, ao mesmo tempo fecundam o solo para colheita.
O vento que chicoteia é mesmo que higieniza a atmosfera.

Ai esta, meus  amigos , mais uma reflexão da natureza, que, na maioria das vezes, passa despercebida.

Eduardo Campos

domingo, 3 de maio de 2015

Uma inclusão diferente




Certa feita uma senhora, mãe de família, morreu. O marido, alcoolista irresponsável, não cuidava dos filhos. Passavam até fome!
Compadecida daquela situação, piedosa mulher resolveu ajudar. 
Com autorização paterna, levou o menino mais débil e doente para sua casa.
Mirradinho e sofrido, a vida parecia apaga-se nele. Sombrias perspectivas... A mãe adotiva era viúva, não tinhas recursos era inculta, mistura precária para a heroica empreitada de salvar a sofrida criança.
Entretanto, possuía o mais importante – amor e energia suficientes para superar qualquer limitação. Em pouco tempo ocorreu o milagre: o menino literalmente começou a desabrochar, corpo e espirito sustentados pelo carinho daquele meigo coração de mulher.
Mais ainda havia uma dificuldade. Algo atrapalhava seu crescimento como ser humano. Algo o perturbava.
É que por ser um estranho e muito tímido, as crianças da redondeza poucas atenções lhe davam. Pior – zombavam dele!
Um dia sua mãe adotiva encontrou a garotada brincando, enquanto o filho, discriminado, choramingava no canto.
Recomendou-lhe que fosse para casa. Em seguida, falou com as crianças:
- Neste exato momento está sendo decidido se meu menino será alguém ou não. 
          Estou fazendo tudo por ele. Mas, cada vez que consigo empurrá-lo um bocadinho pra frente, vocês o mandam de volta!
Não querem que ele viva?! Que cresça, que seja forte e feliz?!
A criançada a olhava, aturdida. Jamais alguém lhes falara assim! Um dos garotos perguntou-lhe o que queria que fizessem.
- Conversem com ele! Brinquem! Não o deixem de lado! Por favor me ajudem-me! Comenta Whitman que nunca esqueceu o episódio. 

Para refletir
É meus amigos acredito que todos possuímos o poder de edificar ou destruir as pessoas com as quais mantemos contato. Influenciamo-nos uns aos outros, como o sol ou a geada sobre um campo verde.
Isso ocorre o tempo todo, permanentemente. Fazemos muito mal quando esquecemos que é preciso afinar nosso sentimentos, pensamentos e ações pelo diapasão do Evangelho de Jesus, sempre prontos a ajudar todos, sem discriminar ninguém.

¹ Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
Contato: edu.com28@yahoo.com.br
² Fonte imagem : palestra relações de afeto Ou “me gustas tu” por Eduardo Campos
³ Referência:  Richard Simonetti . O Homem de Bem. São Paulo: CEAC: 1923 / 2014
Written by Eduardo Campos all rights reserved.



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COMENTÁRIOS - PITACOS - SUGESTÕES - ELOGIOS

Vejam o que os visitantes dizem do educar para humanidade.


Noosssaaa... o seu blog e um espetáculo Edu. Ou melhor vc e isso tudo. Um grande beijo de quem gosta muito de você.
Patrícia

Adorei esse blog, parabéns,contém muitas dicas úteis e interessantes. Que Deus te abençoe e q vc possa a vir dar mais dicas . Fica com Deus! O seu blog ....é show.
Julianne


Este Site é ótimo,e acredito que estas postagem ajudará , vários casamentos, parabéns pela iniciativa.
Carlos Alberto

Imagina que quando uma amiga me falou de você edu confesso que não acreditei. Será que ainda existem homem assim? Perguntei. Mas Quando vi você pela primeira vez fiquei encantada com o seu jeito de ser, te achei uma pessoa muito,muito, muito, maravilhosa, amiga, verdadeira, prestativa, séria... Quando eu conheci fiquei encantada com sua beleza, personalidade, caráter...Admiro demais você, na verdade me considero Sua fã número 1... Adoro ler seus textos aqui no blog. Assistir suas palestras um show de informação.
Hoje tenho certeza que és é uma pessoa muito especial pra mim pois ajudou e me ajuda muitoé um amor de pessoa ...você pode contar comigo pro que der e vier estou sempre disponível pra você viu meu lindo...Você é uma pessoa da minha extrema confiança Da sua eterna Amiga que te ama muito e te quer muito bem com carinho, amor e saúde bjos......
Priscila


Esse site esta de parabéns adorei tudo que vi por aki@!!! tudo de bom.
Anônimo

Poxa, ta bem legal seu texto, parabens.
Fernanda


Essas dicas eram o que eu precisava para tirar uma duvidazinha. Obrigado ao blog que eh um espetáculo.
Juliani


Eu acabei de ler sua mensagem sobre como manter um relacionamento e tem muitas coisas que estão acontecendo comigo, obrigado pelo blog e as dicas que vão me ajudar com certeza.
Ana

Eduardo pessoas como você, ajuda a escrever a historia da vida com muito mais amor, carinho e humildade, que bom que você existi... parabens pelo seu blog. Sempre vou admirá-lo... Que Deus te abençoe sempre.
Josi


Esse blog é realmente muito completo, tudo o que eu preciso tem aqui, só queria saber como fazer boas preliminares, rs. Mas tudo o que eu imagino tem aqui, é um site perfeito. Parabéns!
Adriana

Eduardo quando te vi pela primeira vez tive a certeza de ter encontrado uma pessoa especial, com a alma serena e doce ao mesmo tempo. Você é um ser iluminado por Deus e com uma missão muito especial. Gosto de estar com você de poder compartilhar meus "segredos" contigo e dividir minhas "angustias" principalmente pelo blog.
Lembre que você sempre poderá contar comigo a todo instante que precisar...pois estarei sempre aqui para te falar o quanto você é especial pra mim!!!!!!!!milhões de beijos carinhosos pra vc viu meu lindo!!!!!!
Josenilda

Como sempre Edu, uma ótima postagem. Fico feliz em saber do seu esforço em ajudar a humanidade escrevendo coisas significante aqui no blog,. Beijos com afeto.
Lindomar



Oi Eduardo, que blog massa, parabéns lindo, me visita se puder tá? , agradeço. Um grande abraço,
Erika.


Nossa, amei seu blog Eduardo, pricipalmente as postagem sobre os inimigos e amigos do orgasmo, quantas informações interessantes. Parabéns.
Karla luane


Estou adorando visitar seu blog! Parabéns pelo blog e pelos resultados já conquistados, isso que você faz é muito importante! Abraços.
Viviane


Parabéns pela criatividade e mais ainda pela continuidade dos textos sobre relacionamentos. Parabéns!
Junior


Ola. Ótimo seu blog. Adorei o post parabéns. A minha namorada é enfermeira e adorou suas palestra, abraços.
Joel santos

Ei Edu! Gostei muito do que escreve e como escreve. Gostaria de trocar figurinhas comigo?
Pedro


Eduardo Gostaria de acompanhar seu blog, é muito bacana seus texto. Me ajuda sou pouco leigo.
André


Muito bom o seu blog...Provavelmente eu deva voltar por aqui mais vezes, sucesso eduardo.
Anônimo


O blog é excelente e a escritor inteligente na medida certa. Parabéns pelo seu trabalho.
Elza


Eduardo Indiquei seu blog a vários amigos, é tão bom achar um Blog que nos descontrai ao mesmo tempo nos sinalizem coisas boas assim.
Márcia lima


Eduardo, querido... seu blog é realmente demais. Demais! Correto, comunicativo, educacional, sensível, genial! to muito orgulhosa de vc ter postado um texto de minha autoria aqui, valeu!
Patrícia

Eduardo o texto e as perguntas foram bem elaboradas e respondidas, mostrando claramente os problemas sexuais, bem como os caminhos para iniciar um tratamento. Atualmente se faz muito necessário este tema tendo em vista o alto índice de apelo sexual passado pelas mídias para as pessoas. Parabéns.
Anônimo


Meu querido Eduardo, parabéns pelo post esclarecedor, aliás tudo o que você escreve é de muita qualidade.parabéns.
Augusto


Eduardo, você fala desse tema de maneira tão natural, que nos dá a exata dimensão do assunto que estás tratando. Parabéns.Gosto muito de seu blog.Abraços
Walter


Muito bom esse pequeno artigo esta de parabéns colega.
Anônimo


Olá Eduardo seus artigos são muito bons, gosto principalmente da maneira franca como você escreve. As dicas estão perfeita, agora é ler e praticar. Abraços e bom fds.
Pedro Paulo


Um elogio curto e sincero: UAU! OTIMO! PERFEITO!
Anônimo


Adorei as perguntas! Amei todas as respostas! Foi perfeito me ajudou a entender o que esta acontecendo comigo, obrigado edu.
Anônimo

Excelente artigo. Alto padrão como sempre, parabéns eduardo!
Anônimo


Didático com sempre. Nunca usando de pornografia. Esse é o educar para humanidade.adoro acompanhar suas postagens.
Amadinha


Oi edu!! Boa noite !!! passando para conferir as ultimas postagem do blog... como sempre parabéns vc é tudo de bom!!!
Natalia


Ótimo conteúdo Eduardo, os temas escolhido é de muito bom gosto!!! parabéns pelo blog!!!
Gustavo

Gostei bastante do texto, não conhecia o seu blog, é excelente!
Marcos

Parabéns eduardo ! Seus posts são sempre atuais, instrutivos e com extrema qualidade e bom gosto na escolha dos temas e sua inteligente maneira de abordá-los. É com muito gosto que leio sempre seu blog. Abraços !!!
Eliane Almeida


Oi Edu, Autoconhecimento da sexualidade feminina, Que texto excelente, todos os homens devem ler isso, com certeza.abraços, valeu .
Anônimo

Puxa!educar para humanidade. Isso que é um belo manual! Adorei o seu blog. Sempre que passo por aqui aprendo mais e mais... Continue esse trabalho excelente. Parabéns pelo artigo, nota 10. Bjo
Leila Cristina







Ciclo de Palestras e Seminários nas áreas de Educação e Saúde para 2015



TEMAS EM EDUCAÇÃO
Avaliação da aprendizagem no século XXI.
O papel do professor: Transformando informação em conhecimento.
As muitas faces da profissão Docente.
Alfabetização e Letramento: os desafios contemporâneos.
Oralidade e Escrita: Dificuldade de ensino-apredizagem na alfabetização.
A importância do lúdico no desenvolvimento da criança
O Brincar e a Matemática
A proposta dos PCNS e sua relevância na formação dos cidadãos.
Um dialogo entre a psicopedagogia e a educação.
Direitos e Deveres da Criança.
Autoridade e Autoritarismo na Sala de Aula:Repensando a relação professor-aluno
Violência em casa: reflexo na escola. Como disciplinar sem bater?
Como trabalhar as relações humanas para prevenir a violência contra criança no ambiente familiar / escolar.
Família e Escola: educar é uma tarefa de todos.
Ética e Cidadania.

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE DO ESCOLAR

A Síndrome de Burnout : Como vai a Saúde do professor na Educação Infantil ?
Saúde Bucal (escovação e higiene).
Higiene e Saúde do escolar.
Alimentação: A obesidade e os transtornos alimentares.
Saúde e meio ambiente.
A importância do sono na vida do ser humano.
O que toda a criança precisa saber sobre segurança.
E agora: O que eu faço? Primeiros socorros.
As principais doenças da infância.
Doenças Sexualmente Transmissíveis.
AIDS/HIV

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE FAMILIAR

Lute pela vida: diga não as drogas.
Alcoolismo, tabagismo e suas conseqüências.
Hipertensão e dislipidemias.
O que todo diabético precisa saber.
Ficar amarelo pra que? Hepatite tem prevenção.
Fique ligado: hanseníase tem cura.
Prevenção do câncer: caminho para saúde.
Saúde bucal não tem idade.
Prevenção da violência contra idoso.
Mulher com saúde é mais mulher.
Abuso e exploração sexual de crianças e adolescente.
Infância perdida: prostituição infantil.
Sexualidade na escola: Como forma o filho para a vida sexual.
Sexualidade na adolescência.
Gravidez na adolescência.
Aborto e suas conseqüências.
Previna-se use camisinha.
Profissão criança: trabalho infantil isso não tem futuro.

E-mail: edu.com28@yahoo.com.br





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