sexta-feira, 11 de março de 2011

Gostar Simplesmente...


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Gostar é verbo livre, simples e definitivo.


A gente olha, a gente gosta e fim. Não precisa de porquês, nem de previsões, nem de instruções. Não é operação cerebral, intelectual ou qualquer outra que se deixe comandar pelos ditames da razão. Mas feliz de quem, nesse mundo programado para títeres assépticos, ainda pode, despretensiosamente, gostar de alguém ou de alguma coisa, sem associá-los a uma função perfeita, a uma relação de causa e efeito ou de competitividade. Gostar por gostar.

Nem sempre se pode ter o que se gosta, é verdade. Mas e daí?


O gostar espontâneo não inclui a posse. Pode-se gostar sem desejar para si objeto da nossa simpatia. Gostar de vê-lo existir, simplesmente. É um sublime exercício de liberdade. Não é imperativo possuir aquilo que se gosta.

Canso de ouvir perguntas do tipo: "Mas o que você vê nisso?", "O que você vê nele/nela?".


São perguntas desnecessárias, que eu, particularmente, nunca ouso dirigi-las a alguém. É impossível determinar o conjunto de fatores e motivações que revestem o "gostar" de alguém.


Gostar não é um ato, não é uma decisão, muito menos uma imposição.


Não importa se esse gosto é conveniente ou não, se é sensato ou não, se é profícuo ou não. Experimentar essa sensação, por si, já é uma forma de felicidade.

O que pode gerar frustrações, a partir de um gosto, é começar a perseguir a coisa/pessoa gostada, de modo a aprisioná-la em um contexto.


As manifestações espontâneas da alma não devem ser conduzidas pela ideia de posse. A gente gosta de estrelas, de sol, de lua, de céu azul sem precisar possui-los.

Com o tempo, é natural que gostemos cada vez mais de menos coisas/pessoas. Não deveria ser assim. Mas é... Porque o tempo nos torna seletivos e acaba sofisticando, talvez, o complexo de fatores que interferem no gostar.


O tempo, também, com suas repetições de fatos e fenômenos, nos faz ver que este ou aquele gostar equivoca-se, sendo muitas vezes um mero capricho ou uma fantasia confundidos com o livre gostar, desprovido de contaminações. Porém, por mais que o tempo estabeleça suas filtragens, ele nada pode contra esse sentimento, tecido com fios de liberdade e de despojados desejos.

Gostar é simples como um espirro, um aceno, um suspiro, um espasmo.


O que complica o gostar é não gostar de gostar ou vedar essa livre sensação com expectativas em demasia.


Cada gosto anda livre por seu próprio caminho, até criar sua história ou, após cumprir seu tempo de permanência, deixar de existir ou dar lugar a novos gostos.


Eduardo Campos

quinta-feira, 10 de março de 2011

Homens problemáticos! Porque só atraio desses na minha vida?

Site dessa imagemzazzle.com.br

Outro dia, em uma palestra, ouvi uma mulher comentando com a amiga sobre o quanto estava cansada de só atrair homens problemáticos. Chegou a dizer que estava com a impressão de que havia se tornado uma espécie de “pararraios de malucos”.

Segundo a tal desiludida, toda relação que começava como uma promessa de prazer e alegria, logo se revelava um poço de problemas e encrencas. Naquele momento, senti que ela pedia um socorro a amiga, querendo saber se deveria continuar tentando encontrar alguém legal ou se seria melhor ficar sozinha.

A outra, tentando ser solícita e compreensiva, repetia com firmeza que era bem melhor ficar sozinha, porque realmente havia muito “doido” pelo mundo e não valia a pena insistir e arriscar de novo, afinal, beijo na boca não faltaria a nenhuma das duas, segundo ela.

Saí daquela palestra bastante reflexivo, tentando imaginar o perfil de loucura dessas pessoas a quem elas se referiam. Tentando imaginar, sobretudo, que tipo de pessoa atrairia tantos malucos a ponto de desistir de se relacionar e desacreditar no amor.

Afinal, a mim parece que ninguém atrai alguém por mero acaso. Ainda mais quando se tratam de casos semelhantes que se repetem indefinidamente. A primeira questão que eu me faria, num caso como esse, é: “o que será que eu ainda não percebi, não aprendi e não mudei?”

Sim, porque se uma pessoa só experimenta relações problemáticas, com toda certeza não está resolvida com suas próprias complicações significativas. Se só atrai malucos, é porque a sua maluquice está gritante, evidente e atraente.

E se, por fim, desistir das pessoas, do amor e dos relacionamentos, estará decretando a si mesma uma sentença desastrosa – a de que todos os demais, exceto elas mesmas, são “doidos” e, portanto, indignos de se tornarem parceiros. Servem apenas para beijar na boca.

De verdade, nada contra os beijos na boca. Pelo contrário, é certamente uma aproximação prazerosa. No entanto, quando uma pessoa não passa, aos olhos da outra, de uma possibilidade de beijar na boca, certamente há algo muito distorcido nesta história.

Partindo do princípio de que os incomodados é que devem mudar, eu diria a essa moça ou a qualquer pessoa que esteja se sentindo um “pararraio de problemáticos” para aproveitar o sinal que a vida está emitindo para se rever e descobrir por que está atraindo isso...

Se acreditar que os opostos se atraem, deve então observar seu excesso de normalidade, sua extrema rigidez ou sua exacerbação de autocrítica. E se acreditar que semelhante atrai semelhante, então nem será preciso pensar tanto. Certamente está precisando reconhecer sua própria doidice e sua falta de noção.

O fato é simples: quanto mais estressantes e confusas são as relações de uma pessoa, mais longe ela está de sua essência e da harmonia que precisa ter com seu próprio coração. À medida que ela se conhece, sabe o que quer e age de modo coerente, pode ter certeza absoluta de que só atrairá e se tornará atraente a quem estiver nesta mesma sintonia...


Fonte: Rosana Braga

O outro como espelho...

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Sabia que as pessoas que estão ao seu redor, com as quais você se relaciona dizem muito a seu respeito?
São como verdadeiros espelhos, refletindo o que não conseguimos ou não queremos ver. O que está escondido bem lá no nosso mais íntimo.
Nossas relações possibilitam que coloquemos as claras muitas crenças e sentimentos que nutrimos por nós mesmos e não nos damos conta.
Você já percebeu que há algumas pessoas que nos incomodam, que nos tiram do sério? Vira e mexe, estamos fazendo algum tipo de referência a tal pessoa, seja pelo modo arrogante de ser, pelo seu autoritarismo, pelo seu mal humor.
Parece que existe algo nesse outro capaz de disparar em nós um sinal de alarme, de inquietação.Nesse caso, é melhor olhar com atenção e tentar definir o que está gerando esse incômodo. Descobrir quais atitudes e comportamentos alheios estão nos tirando tanto do sério.
Perceba, talvez você também aja da mesma forma. E, é justamente por isso que tais ações incomodam tanto.

Não é fácil observar, muito menos admitir aspectos negativos no nosso jeito de ser. Dessa forma, isso aparece refletido no comportamento alheio. Seria como se ele jogasse na nossa cara particularidades e atitudes nossas que negamos e tentamos esconder.
Aí, não há mais jeito. Não adianta implicar, muito menos reclamar. O melhor mesmo é reconhecer que tais atitudes também nos são peculiares e, se alguém tem que mudar, que sejamos nós. Não exija isso de mais ninguém. Um outro aspecto interessante de se observar nessa relação de espelhos é o que sentimos a partir da relação com o outro. Em um convívio mais próximo e cotidiano é muito comum que se despertem sentimentos vindos das atitudes e da forma do outro nos tratar.
Às, vezes, por exemplo, podemos nos sentir menosprezados, humilhados, traídos e mal amados. E, nesses casos é muito fácil culpar e entender que é o outro o grande vilão da história. Mas as coisas não são bem assim.
O outro não tem, necessariamente, nada a ver com isso. A responsabilidade do que você vai sentir ou deixar de sentir é só sua e de mais ninguém. Nesse caso o papel do espelho foi puxar e trazer a tona crenças que construímos a partir de experiências antigas, que por serem desagradáveis estavam muito bem guardadas e escondidas.
Lembre-se: por mais que você não tenha consciência, aquilo que você pensa que o outro teve culpa em fazê-la sentir é na verdade o que você sentia e achava a seu respeito há muito tempo e nem sabia disso.
Quanto a gente não perde relutando em tomar certas decisões, nos boicotando para não irmos atrás de algo que queremos muito e não sabemos bem o por que disso. Daí aparece alguém e deixa tudo muito claro. Nossas inseguranças, nossos medos, nossa baixa auto-estima aparecem gritando e logo saímos culpando o outro, de novo, o algoz da história.

Calma, claro que não é fácil reconhecer nada disso, mas já que tudo isso veio as claras é melhor aceitar e entender que é uma excelente oportunidade para resolver e transformar tudo isso. É uma forma de tomar consciência das nossas crenças, que estavam nos limitando e fazer algo para mudar. A responsabilidade é só sua! Não espere nada do outro, ele já fez a sua parte.

Agora é com você. Bendito esse que está sempre diante de nós, refletindo nossa verdade interior, nos dando, assim, a oportunidade de olhar profundamente para nossa alma, afim de descobrir quem sou de verdade e o que preciso fazer para ser e estar mais satisfeito e feliz comigo mesmo e com o outro.


Para quem quer recomeçar...


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Para recomeçar, é preciso primeiro saber onde se está e para onde se quer ir.
Depois, depois de tudo resolvido, escolhas feitas, é que podemos iniciar o caminhar.
O bom começo demanda um bom fim. Então, para recomeçar, permitir-se um novo amor, que tal trabalhar internamente para zerar o que ficou?
A questão é que, muitas vezes, quando saímos de um relacionamento nos sentimos perdidos. Um pouco porque nos abandonamos, e, de outro lado, porque nos imaginamos abandonados. Quem já não saiu de um relacionamento com a sensação de rejeição, de ter se doado demais, de ter perdido tempo? De perder-se de você mesmo? Quem já não culpou o outro por esses sentimentos, isentando-se de qualquer responsabilidade?

Escolhas
Pois é. A maioria de nós age exatamente assim. Não temos noção de que tudo o que nos ocorre foi provocado por uma ou outra decisão que tomamos. Por uma ou outra escolha que fizemos. E por que então só acontece conosco? Por que escolhemos tudo o que não “presta”?
Fácil responder. Difícil praticar quando estamos perdidos em nossos medos, nas nossas dúvidas, nas nossas questões. Impossível compreender com o coração: aprender, mudar a escolha… E, então, se não conseguimos aprender, aparecerá no nosso caminho provas ainda mais e mais complexas, situações cada vez mais caóticas, mas com um mesmo tom. Tudo, até gritarmos “basta!” Já recebemos o suficiente!
Por favor, é preciso que estas situações sirvam aprender, transformar, mudar! Como muitos dizem, uns aprendem pela dor, outros pelo amor. E, no final, só há uma certeza! Deus estará sempre lá para nós para celebrar conosco nossa vitória, seja ela qual for. Talvez não aquela que imaginávamos precisar. Mas, ainda assim trata-se de um caminhar…

Preparar-se
Por isso, não importa o que venha acontecer no meio tempo entre uma relação e outra. O que conta é como vamos nos preparar para recomeçar.
Primeiro, reencontrar a nós mesmos, nossos valores e necessidades. Depois, reencontrar outro, com também seus valores e necessidades. E, então, por que não iniciar uma caminhada juntos?
Às vezes fico aqui pensando se você leitor acha tudo isso fácil, simples? Seria simples se não complicássemos. Se não colocássemos tantos senões, tanta idealização em cima da relação, de nós mesmos e também do outro.
Seria sim, muito mais fácil se pudéssemos viver ao invés de sobreviver a um ou outro ataque de ansiedade e insegurança… Tudo seria muito mais possível se cuidássemos de nós para então cuidar do outro. Se nos amássemos para então amar o outro, se nos respeitássemos para então respeitar o outro.
O ponto central disso tudo? O pensar e o refletir sobre o renascer, o abrir-se para o novo. Afinal, não dá para receber do outro o que não nos damos. Não dá para enxergar no outro o que não vemos em nós.

Reencontro
Então reflita esta semana. Pense onde está falhando com você mesmo. Não me entenda mal. Não leve isso como um puxão de orelhas. Saiba que também tenho meus momentos de distanciamento do ser, também me perco e, preciso de um tempo para me reencontrar.
E, quando estou assim, abandonada, me permito ficar mais presente e atenta. E, então, a mensagem me chega de diferentes maneiras. O que me liberta dessa dor pode ser uma palavra, um livro, uma flor, uma música, um gesto, qualquer coisa que me mostra o milagre que é estar viva, plena de saúde e paz.


Que seja também assim com você!
Erros, escolhas insensatas todos fazemos. Elas são feitas para que possamos aprender o que precisa ser aprendido. Então, que você possa retornar para o seu centro quantas vezes precisar. Que possa se ouvir mais, se olhar mais, que possa perdoar-se e dessa forma, viver melhor ao lado daqueles que ama. Amar, dar e receber.
Escolhas, sempre escolhas...


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É a hora de partir...

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Vivi minha amiga qual é a hora exata de partir hem?

Difícil, muito difícil precisar esse "timing".
Arriscaria dizer aqui que é quando o desconforto e uma sucessão de pequenas frustrações se sobrepõem ao bem-estar e à frequência do riso. Mas aí tem o coração no meio, atrapalhando tudo, atrasando as partidas, soprando esperanças de que amanhã tudo pode voltar a ser colorido e dizendo que as sintonias são assim mesmo intermitentes. Melhor não dar muito ouvidos a esse "crédulo desvairado".
A hora de partir é uma decisão, e decisões são tomadas com a cabeça, sem impulsos, sem pontos vulneráveis. Exigem que se pense, que se avalie, que se quantifique e, sobretudo, que se enxergue a realidade dos fatos.
Não há nada mais concreto do que fatos.
Adiar partidas para a hora do crepúsculo, para o momento em que os desejos começam a anoitecer ou a ser anoitecidos à nossa revelia é muito pior.
É melhor sair enquanto emitimos alguma luz, enquanto pudermos, pelo menos, deixar na saída motivos para que sintam a nossa falta.
Somos nós que determinamos o nosso próprio tamanho e o tamanho da nossa importância.
Sim, é doloroso sair de cena, se despedir de um espetáculo, de um sonho, de um laço ou de qualquer história que nos aqueça o coração.
Porém, mais doloroso é assistir ao ocaso dos sentimentos, é esperar por algum gesto ou alguma palavra que não vai acontecer ou reacontecer.
Mais doloroso é chegar no "tanto faz". Mais doloroso é deixar que o tempo nos transforme, aos olhos do outro (ou vice-versa), em alguém comum, banal, qualquer.
Não, isso não constroi.
Melhor sermos uma grande memória do que um pequeno fato que enfraquece e não mais consegue mover moinhos ou surpreender.
Mas dói, e como dói... O único consolo é que, se a dor já for uma velha conhecida nossa, saberemos como lidar com ela até iniciarmos uma nova história (ou não)...



mas lembre-se: Nem todo fio da choque viu...



Eduardo Campos

segunda-feira, 7 de março de 2011

Proteja sua boca e evite sustos pós carnaval



Site dessa imagem: nasunhasesmaltepreto.blogspot.com



As principais doenças transmitidas pelo beijo ou pelo sexo oral

Samba, suor, cerveja e... claro, muita sedução! Essa fórmula é praticamente infalível para quem quer um carnaval cheio de boas recordações. A agitação dos quatro dias de folia é tamanha que os foleões ficam soltinhos, soltinhos e cheios de amor para dar. O beijo rola solto na praia, na balada, nas ruas, na avenida ou em qualquer cantinho ao som do batuque.Só é preciso tomar cuidado com um temido inconveniente. Muitas doenças, das odontológicas às sexualmente transmissíveis (DST), podem ser transmitidas pela boca, através do beijo ou do sexo oral.

Mas foi só um beijinho!
Não importa. Existem vários tipos de doenças potencialmente transmissíveis por uma simples troca de saliva e uma delas é inclusive como a doença do beijo a mononucleose. Isso sem falar em cárie, gengivite, candidíase, herpes labial e genital, tuberculose, hepatite, sífilis e gonorréia.
O ritmo alucinado da farra, com muitas horas de agito somadas a uma má alimentação e a ingestão de álcool e drogas em excesso, abre as portas do organismo para a entrada de vírus e bactérias. "Para que a contaminação aconteça, é preciso haver a combinação entre a carga infectante em um dos indivíduos e a baixa resistência no outro" , alerta o infectologista Paulo Olzon, da Unifesp.

A outra má notícia para os beijoqueiros é que a melhor forma de se proteger com relação a transmissão de doenças pela boca é abstinência ou, pelo menos, uma boca mais comedida, evitando beijar muitas pessoas em pouco tempo ou. "Este cuidado vale para todas as pessoas sadias. Mas, para aquelas com alguma ferida em boca, ele é determinante" , alerta o dentista Pantelis Varvaki Rados, consultor de Estomatologia da Associação Brasileira de Odontologia (ABO) e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Inflamações, como aftas e gengivite, sensibilizam a mucosa e facilitam a entrada dos micróbios. "As doenças de maior risco de transmissão são o herpes bucal, em especial os com lesões ativas, e a mononucleose infecciosa, definitivamente transmitida pelo beijo", avalia Pantelis. Há ainda a candidíase, que surge principalmente quando você está com a resistência baixa. O contágio também pode ocorrer por meio de copos e talheres, mas cada vez com menor probabilidade.

Segundo uma pesquisa publicada no jornal da Academia de Odontologia Clínica Geral dos EUA, em 2002, cerca de 90% dos pacientes analisados que contraíram o componente oral de uma doença sexualmente transmissível (como a gonorréia) não apresentam sinais evidentes de contágio. Os outros 10% exibiam sintomas como inflamação ou edema na gengiva e hemorragia características de outra doença, a dolorosa gengivite necrosante ulcerativa, que apresenta um odor desagradável. "O cirurgião-dentista pode reconhecer os sintomas orais de uma DST e instruir o paciente a procurar um profissional de saúde para o correto diagnóstico!" , alerta o dentista Pantelis Varvaki Rados.
Para reduzir o risco de contaminação através de sexo oral, a regra básica é praticar sexo seguro e usar camisinha. De acordo com o médico infectologista Paulo Olzon, não há estudos científicos suficientes que comprovem a transmissão do vírus HIV, da Aids, por via oral. "A contaminação do vírus pela boca é extremamente difícil, isso ainda não foi comprovado", diz Olzon. O risco de transmissão do HIV através do beijo na boca poderia ser maior entre as pessoas que usam body-piercing na língua ou lábios, mas só quando não houve cicatrização ou há sangramento no lugar do corte mesmo caso de quem usa aparelho ortodôntico e, muitas vezes, tem a mucosa bucal ferida.

O especialista em estomatologia e professor da USP, Francisco Pacca, considera a região onde o piercing é colocado uma via de entrada para todos os microorganismos. Pacca fez um estudo com 100 pacientes usuários de piercing bucal, realizando a biópsia das áreas próximas ao acessório. "Em todos os pacientes foram encontradas alterações microscópicas, seja por infecção, inflamação e modificações epiteliais" , conclui.
Boca-a-boca
A seguir, conheça as principais doenças que podem ser transmitidas quando você resolve brincar de salada mista

cárie: causada por bactérias, é a mais comum das doenças odontológicas. Para prevenir, basta fazer a higienização adequada, com escovação dos dentes e limpeza com fio dental.

gengivite: trata-se da inflamação da gengiva que, quando não tratada, evolui para um quadro de periodontite. Gengivas vermelhas e sangrantes, raramente dolorosas, caracterizam o mal. "Cáries e doenças periodontais são causadas por bactérias, microorganismos transmitidos por um simples beijo na boca. Mas isso não significa que o contato seja capaz de provocar a instalação da doença" , explica o especialista em estomatologia, Francisco Pacca. hepatite: há risco de transmissão do tipo B da doença, caso haja lesões e feridas na mucosa bucal. O tipo A é transmitido por fezes e o tipo C, apenas por agulhas.

herpes: o vírus pode ser transmitido mais facilmente na fase aguda, quando está em plena atividade e deixa a boca cheia de pequenas bolhas. "A herpes tipo 1 é caracterizada como labial e a tipo 2 como genital, mas com a prática do sexo oral, o vírus do tipo 1 pode causar a genital e vice-versa" , explica o médico infectologista, Paulo Olzon.

candidíase: também conhecido como sapinho, caracteriza-se por áreas brancas na mucosa que, quando raspadas, deixam a região vermelha e sangrante.

gonorréia: apresenta vermelhidão, ardência e prurido na mucosa. Raramente faz feridas mononucleose: popularmente chamada de doença do beijo, apresenta pequenas manchas vermelhas no céu-da-boca. Provoca o aumento do volume dos gânglios. Estes sinais costumam aparecer após um mês do contágio.

sífilis: ela causa uma ferida indolor no lábio ou na língua e ínguas no pescoço. "A transmissão é considerada muito rara. Mesmo a sífilis genital só atinge pacientes indivíduos com vida sexual extremamente promíscua", explica Paulo Olzon.



Fonte: http://www.minhavida.com.br/

Mitos e verdade na hora de acabar com a ressaca

imagem:fonte Google

Muitas receitas populares não e resolvem e ainda pioram os sintomas


Com a chegada do carnaval pensamos em relaxar, rever os amigos e família e aproveitar bem os dias de descanso. Com tantas oportunidades é mais do que comum exagerar no consumo de álcool e sentir os efeitos de seu excesso em nosso corpo no dia seguinte. Esse quadro em que o organismo está intoxicado pelo álcool é chamado de veisalgia, conhecido popularmente como ressaca.

As características mais comuns relatadas incluem dor de cabeça, sensibilidade a luz e ruídos, náuseas e sede. Em casos mais graves pode causar diarreia, vômito e letargia. Além dos sintomas físicos ela pode incluir sintomas psicológicos, como depressão e ansiedade. "Todos esses problemas estão relacionados à desidratação causada pelo excesso de álcool", diz a nutricionista funcional Pollyana Esteves.

O desconforto da ressaca é tanto que não faltam receitas populares para prevenir e curar os sintomas. Veja a seguir o que é verdade e o que é mito e pare de sofrer com os efeitos dela.

1.As mulheres sofrem mais do que os homens - É verdade


Na maioria dos casos, as mulheres, além de ter menos resistência ao álcool, sofrem mais quando estão de ressaca. "O metabolismo das mulheres é naturalmente mais lento do que o dos homens. Por isso, a ressaca dura mais nas mulheres do que nos homens", explica a nutricionista Pollyana Esteves. Além disso, o fígado feminino é mais sensível do que o masculino, fazendo com que o álcool tenha seus efeitos ampliados nas mulheres, mesmo em menores doses.


2.Tomar uma colher de azeite antes de beber diminui a absorção de álcool - É mito


Diz a lenda que mandar uma colher de óleo garganta abaixo antes da balada irá forrar o estômago com uma camada de óleo, que diminuirá a absorção de álcool pelo organismo. A explicação parece fazer sentido, mas não traz esse efeito na prática. "Tomar uma colher de azeite não interfere em nada absorção de álcool pelo estômago. Na verdade pode até piorar o enjoo que sentimos quando ingerimos muita bebida alcoólica. O melhor meio de diminuir os efeitos do álcool é comer alimentos antes de beber", explica a nutricionista.


3.Fumar enquanto bebemos amplifica os efeitos do álcool - É verdade


A combinação cigarro e álcool é desastrosa. A fumaça do cigarro que vai para os pulmões atrapalha a absorção de oxigênio, deixando o corpo mais vulnerável à intoxicações. "Com a falta de oxigênio, todo o corpo tem suas funções alteradas, inclusive o fígado e o sistema nervoso, partes do corpo que mais sofrem com os efeitos do álcool. Por isso quem fuma e bebe ao mesmo tempo, sofre ainda mais com a ressaca", explica Polyana Esteves.

4.Tomar café puro acelera a recuperação - É mito


Uma das receitas caseiras mais famosas para acabar com a ressaca é tomar um café forte, sem açúcar para estimular o corpo. Tomar café para aplacar a ressaca só se for com açúcar. A glicose ajuda a quebrar o álcool que está no sangue, acelerando o processo de desintoxicação do organismo. "O café realmente tem efeito estimulante, mas não ajuda a metabolizar o álcool", diz Polyana Esteves.


5.Consumir comidas gordurosas no dia seguinte atrapalha a recuperação - É verdade


Durante uma ressaca, o fígado está sobrecarregado tentando metabolizar a grande quantidade de álcool ainda existente no corpo. Colocar mais alimentos que dão trabalho ao fígado só vai atrasar mais a eliminação das toxinas do álcool. "Todo o corpo trabalha de maneira diferente quando estamos de ressaca. Por isso, devemos comer apenas alimentos leves que serão fáceis de digerir", diz a nutricionista. Comer qualquer alimento logo depois da bebedeira não vai ajudar em nada e ainda pode aumentar o enjoo. A refeição deve ser feita antes ou durante a ingestão de bebidas alcoólicas para ter qualquer efeito.


6.Vinho causa uma ressaca mais intensa do que a cerveja - É verdade


O vinho tinto contém uma substância chamada tanino, um polifenol que pode causar dor de cabeça em algumas pessoas. Somado à desidratação causada pelo álcool, os taninos podem tornar a dor de cabeça muito mais intensa do que o normal. Outras bebidas que contém esse tipo de polifenol são o uísque e os licores maltados.

Em teoria, as bebidas como cerveja, vodka e gin causariam menos dor de cabeça. Isso porque essas bebidas, se consumidas em grande quantidade, também causam os sintomas típicos da ressaca, como enjoo e dor de cabeça.


7.Comer massa depois da bebida e antes de dormir diminui os sintomas - É mito

Comer qualquer alimento logo depois da bebedeira não vai ajudar em nada e ainda pode aumentar o enjoo. A refeição deve ser feita antes ou durante a ingestão de bebidas alcoólicas para ter qualquer efeito. Além disso, enquanto a comida ajuda a desacelerar a absorção de álcool pelo corpo, comidas ricas em gorduras são as que fazem isso melhor. Então, antes de tomar sua primeira rodada de cerveja, consuma um bife de carne vermelha em vez de um macarrão (carboidratos), que talvez você escape de uma ressaca.


8.Água é a melhor receita - É verdade


O melhor modo de amenizar e tratar os efeitos da ressaca é hidratar o corpo. Por isso, a água é uma ótima opção, e deve ser consumida não só durante uma ressaca, mas também quando estamos ingerindo bebidas alcoólicas. "Uma boa dica para combater a desidratação causada pelo álcool é intercalar cada dois copos de bebida alcoólica com um de água", diz a nutricionista Pollyana Esteves.

No entanto, a água não é a única saída para hidratar o corpo. Sucos, água de coco e bebidas isotônicas são boas maneiras de compensar a falta de água no organismo. "Alguns chás, como o de hortelã, também podem ajudar tanto por hidratar o corpo como para facilitar a digestão do álcool", diz a especialista.

E muito cuidado com os energéticos, que costumam ser associados ao consumo de álcool! Eles são diuréticos, ou seja, além de não hidratar eles favorecem a desidratação, potencializado os efeitos do álcool e da ressaca.


9.Tomar mais bebida alcoólica melhora a ressaca - É mito


Aquela velha história de que tomar mais álcool ajuda a curar a ressaca é um dos piores erros para aliviar o desconforto. "O seu corpo já está tentando se livrar de todo aquele álcool, e ingerir mais dessa substância pode até trazer alguma sensação de bem estar no começo, mas logo irá piorar os sintomas e atrasar a recuperação", explica a nutricionista.


10.Remédios ajudam a diminuir os sintomas- É verdade


Alguns remédios, como analgésicos, realmente fazem efeito. Eles afinam os vasos sanguíneos, afastando a dor de cabeça e a sensação de enjoo. Mas jamais consuma remédios com bebidas alcoólicas, como se os medicamentos tivessem ação preventiva. Eles podem reagir com a bebida e causar problemas como tonteira, vômito, perda da coordenação motora e redução dos reflexos, entre outras reações mais graves.

O ácido acetilsalicílico, encontrado na Aspirina e em outros analgésicos, se combinado com álcool, pode causar irritação na mucosa gástrica e aumentar o risco de hemorragia gastrointestinal. Já na interação de álcool com Paracetamol, princípio que é encontrado em medicamentos como o Tylenol, o risco de causar danos ao fígado é grande.



Por Fernando Menezes
Fonte: http://www.minhavida.com.br/

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Sim, Pedagoga ele é





Sim, Pedagoga ele é.



Recebi um e-mail essa semana que relata mesma dúvida presente em outros e-mails que já recebi e que certamente ainda receberei. Essa dúvida assola muitas mulheres. “meu namorado gosta de carícias perto do ânus, isso é normal? temo que ele seja gay, por favor, me ajude’’. “Minha amiga leitora relata que o marido adora ser tocado no ânus. Já estão casados há mais de oito anos e possuem dois filhos. Ela está assustada. “De um tempo para cá, ele começou a pedir que ela o tocasse no ânus, disse que sempre tivera esse desejo, mas que por timidez não falara antes”. Mas que havia lido sobre desejos e fantasias e criara coragem para fazer o pedido.
Ela aceitou, tentando disfarçar o espanto e com o carinho inusitado o ato sexual se tornou muito melhor, disso ela não se queixa, mas veio a dúvida... Será que seu marido está externando um desejo homossexual?
Minha resposta começou exatamente como coloquei acima.
Sim minha amiga, ele é...
Ele é um homem corajoso que expõe seus desejos e busca ser mais feliz, além disso, ele é um homem que confia em sua esposa e não tem receio de buscar a cumplicidade necessária para transformar o sexo em algo muito mais prazeroso para os dois e ele é um homem merecedor de nossa mais profunda admiração e respeito!


Muitos homens gostam que suas parceiras estimulem com o dedo na região anal, que faz com que tenham muito prazer, A região do ânus e do períneo (local entre o saco escrotal e o ânus) é cheia de terminações nervosas e provocar sensações intensas e muito gostosa. Deixe os preconceitos de lado, pois isso não tem nada a ver com homossexualismo, e estimule essa região com delicadeza.



Quanto a ser homossexual não, em absoluto, ele não é.
Costumo dizer que a diferença entre homens e mulheres heteros e homos, reside apenas na sua preferência em relação aos parceiros.
O homossexual se relaciona com pessoas do mesmo sexo, obviamente.
Na relação heterossexual, pode haver praticas que a primeira vista parece ser exclusividade dos homossexuais, mas não são! Se pensássemos assim o sexo oral seria uma pratica homossexual, assim como o sexo anal, e não são.
PEDAGOGA esclareça seu parceiro, não deixe que um preconceito bobo o afaste da oportunidade de viver momentos de maior proximidade e prazer em sua intimidade. Homem não é apenas pênis, pensando assim, desperdiçam-se pontos de prazer maravilhosos em outras partes do corpo!
Assusto-me ao saber que muitos homens rejeitam até mesmo um exame que salva vidas! O exame de próstata. E isso pelo medo de serem tocados pelo médico!
Absurdo e mortalmente perigoso. O câncer de próstata é curável se descoberto a tempo e durante muito tempo, o exame de toque era o único disponível e mesmo assim rejeitado por muitos.
Amigos! Estamos vivendo um novo milênio, onde a informação se encontra ao alcance de quase todo mundo e na velocidade da luz!
Viver com saúde, buscar a cada dia formas de praticar o sexo com prazer e segurança, sem preconceitos, confiar em quem está ao seu lado, são formas de viver plenamente a vida e o amor. Não se negue essa oportunidade.

fonte:www.pompoarte.com.br

sábado, 18 de dezembro de 2010

Respostas...




Eduardo Campos

Quem foi que instituiu que devemos esconder o sentimento quando ele não é retribuído?
Por que tenho que não ligar quando o que mais quero é ouvir a sua voz?
Por que preciso fingir um sorriso no estilo “tá-tudo-bem” quando te encontro, se o que eu tenho vontade mesmo é dizer o quanto você me faz falta?
Por que não posso te mandar um SMS com a letra daquela música que eu queria cantar para você?
Eduardo Campos

Será que devo desistir?


Ultimamente tem me chamado a atenção a quantidade de mensagens que nos chegam e que terminam com frases como “acho que vou desistir” ou “estou quase desistindo”.



Estas mensagens são enviadas por pessoas que estão tendo dificuldades para encontrar alguém para um relacionamento sério.



Geralmente elas iniciaram contatos e estes não tiveram continuidade. Também é frequente ter havido um ou mais encontros, que também não prosseguiram.



Há também muitos casos de pessoas que não estão encontrando um par com as características desejadas: são jovens demais, velhos demais, vivem em cidades distantes ou têm intenções muito diferentes. Em todos esses casos, a característica comum é a frustração e a vontade de desistir. Sempre que me deparo com esse tipo de mensagem, me surpreendo com a ideia da desistência. Desistir de ter um relacionamento tão desejado? Desistir de ser feliz no amor? Como pode? Embora entenda toda a decepção decorrente das experiências que muitos tiveram, não vejo a desistência como uma saída. Afinal de contas, não é possível “não querer mais” alguma coisa que era tão desejada. Não há meios para guardar o desejo em uma gaveta, como se fosse algo que não serve mais ou que não deva ser visto.



A maioria das frustrações (que levam à ideia de desistir) parece decorrer do excesso de expectativas. Isso porque sempre que temos expectativas exageradas sobre qualquer coisa, a realidade acaba nos decepcionando. Mas quais seriam essas expectativas a que me refiro? Veremos a seguir as principais delas. A primeira delas diz respeito ao tempo necessário para que um relacionamento se inicie.



Muitas pessoas parecem depositar no ParPerfeito a esperança de que isso acontecerá de maneira rápida. A grande quantidade de opções faz parecer rápido ter um relacionamento sério. Isso, no entanto, não é verdade. É evidente que o site facilita muito as coisas por ser uma espécie de banco de pessoas interessadas em uma relação amorosa.



Facilita também pela possibilidade de fazer buscas de acordo com as características desejadas no outro. No entanto, para que a relação aconteça de fato, é preciso encontrar perfis compatíveis, confirmar que as pessoas por trás deles são realmente compatíveis, haver empatia de ambos os lados, haver interesse em conhecer o outro pessoalmente, haver atração mútua...



Isso para citar apenas alguns fatores necessários para que um relacionamento aconteça. Assim, encontrar perfis compatíveis e iniciar contatos são apenas os primeiros passos de muitos outros que serão fundamentais. Dessa maneira, se houver a expectativa de que encontrar alguém para uma relação séria será algo rápido ou fácil, certamente haverá a decepção quando for percebido que isso não é verdade.



Outra expectativa que frequentemente gera decepção diz respeito às características buscadas no outro. Vejo muitos homens e mulheres mencionarem em suas mensagens que desejam “apenas” alguém “bonito, atraente, bem resolvido, maduro, trabalhador, que tenha estabilidade financeira, que tenha a mesma faixa etária” e com mais uma série de outros atributos além desses.



Ora, será possível encontrar um ser humano que agregue todas essas características? Será que o perfil desejado é um perfil que existe? É claro que todos temos – e devemos ter – critérios de escolha. No entanto, estes devem estar de acordo com a realidade.



Caso não estejam, jamais encontraremos alguém que atenda a todos eles. É preciso ser seletivo, mas não se pode exagerar de modo que essa seletividade se torne restritiva demais. Há que se procurar alguém compatível, mas jamais alguém perfeito, ou que possua todos os atributos desejados. Essas duas expectativas me parecem ser as que mais acabam gerando frustrações. Ao perceber que encontrar alguém para um relacionamento sério não será uma tarefa rápida ou fácil, e ao perceber que ninguém se encaixa com perfeição no perfil idealizado, muitas pessoas se decepcionam e pensam em desistir. Muitas chegam a culpar o site por seu insucesso. Fazer isso também não ajuda.



O importante é poder perceber o quanto de expectativa e idealização há em si próprio. Quanto maior elas forem, maior será o “tombo”. É preciso ter consciência de que se relacionar não é algo fácil. Pelo contrário, demanda paciência e persistência. É preciso saber avaliar se as expectativas em relação ao outro são reais, possíveis. Mesmo havendo a consciência de que não há pessoas perfeitas, é preciso pensar se, lá no fundinho, existe essa esperança. Por tudo isso, convido você a refletir sobre suas expectativas. Em vez de desistir, é preciso saber recomeçar. Esse pode ser um bom recomeço, não? Boa sorte!




fonte: minha vida.

"Amar de Olhos Abertos" por Gabriela Cupani

Relações não duram porque maioria não enxerga o outro como ele é, diz psicólogo



FONTE: GABRIELA CUPANI DE SÃO PAULO



Não há receita pronta para um relacionamento dar certo, mas alguns ingredientes podem ajudar. É disso que trata "Amar de Olhos Abertos" (ed. Sextante, R$ 24,90, 208 págs.), do psicólogo Jorge Bucay, um dos escritores argentinos mais incensados dos últimos tempos.
Bucay esteve no Brasil para lançar o livro (o primeiro em português), escrito com a colega Silvia Salinas --e a Folha aproveitou para "discutir as relações" com ele.



Folha - O que significa amar de olhos abertos?
Jorge Bucay - Gosto de uma definição que diz que o amor é a simples alegria pela existência do outro. Não é possessão, nem felicidade necessariamente. E por isso "com os olhos abertos". O amor cego não aceita o outro verdadeiramente como ele é.
Por que tanta gente prefere a intensidade da paixão, mesmo sabendo que é efêmera, a construir algo mais sólido?
É maravilhoso estar apaixonado e muitos preferem a intensidade superficial à profundidade eterna. Mas me pergunto como as pessoas pensam em ficar somente nisso. Qual o sentido de estar apaixonado perdidamente o tempo todo? Penso que é uma questão de maturidade.
Também tem a ver com a nossa sociedade, que adora emoções intensas. Procuramos correr mais rápido, chegar antes, desfrutar intensamente. A paixão é como uma droga: no seu momento fugaz faz pensar que você é feliz e não precisa de mais nada. Um olhar, uma palavra te levam aos melhores lugares.
Como construir uma relação mais profunda?
Seria bom estar preparado para saber que a paixão acaba. Amadurecer significa também desfrutar das coisas que o amor dá, como compartilhar o silêncio e não um beijo, saber que a pessoa está ali, ainda que não esteja ao meu lado. É preciso abrir os olhos, e isso é uma decisão. Ver o par na sua essência.
Mas primeiro é preciso estar bem consigo mesmo. Não se deve procurar o sentido da própria vida no companheiro ou nos filhos.
Você deve responder a três perguntas básicas nesta ordem: quem sou, aonde vou e com quem. É preciso que eu me conheça antes de te conhecer e que decida meu caminho antes de compartilhá-lo. Senão, é o outro quem vai dizer quem eu sou. E isso é uma carga muito grande.
O livro diz que as relações duram o que têm que durar, sejam semanas, seja uma vida.
Duram enquanto permitem que ambos cresçam. Significa conhecer-se, gostar de si mesmo, conhecer seus recursos e desenvolvê-los. Ao lado da pessoa amada, está a melhor oportunidade para isso. E essa é uma condição para construir um relacionamento. Um casal que não cresce, envelhece. E um casal que envelhece, morre.
O que leva ao fracasso?
Um dos grandes motivos de fracasso é não trocar intensidade por profundidade, viver querendo voltar aos tempos da paixão. Outro ponto de conflito é que as pessoas não conseguem deixar o papel que desempenhavam antes de casar, querem continuar sendo o "filhinho da mamãe", ou o "caçulinha da casa". Outro problema é a intolerância, a incapacidade de aceitar as diferenças, as pessoas discutem pelo dinheiro, pela criação dos filhos e, por fim, morrem sufocadas pela rotina.
E como enfrentar esses problemas ou desafios?
É preciso amor, atração e confiança. Comparo esses pilares a uma mesa de três pés. O tampo da mesa seria um projeto comum firme. Se faltar qualquer um desses elementos, a mesa cai. E sobre tudo isso deve-se montar outras coisas, como a capacidade de trabalhar juntos, de rir das mesmas coisas, de ser sexualmente compatíveis, sentir o outro como um apoio nos momentos difíceis. Às vezes a terapia ajuda, às vezes é um bom passaporte para a separação.
Como saber quando a relação chegou ao fim?
Se sinto que estou sempre no mesmo lugar, que me entedio, que não tenho vontade de estar com o outro, se sempre que saímos precisamos sair com outros casais pois não ficamos bem sozinhos, quando piadas como "o idiota do meu marido" ou a "bruxa da minha mulher" se tornam frequentes, algo não está funcionado.




FONTE: GABRIELA CUPANI DE SÃO PAULO

Um convinte a quem diz que ama demais!




Gosto sempre de frisar que a questão não é o quanto se ama, mas sim o quanto se distorce o amar. Ou seja, estamos falando do “como”. E, nesse caso, tratamos de um vício de comportamento conectado a tudo o que não é amor. Até porque quando estamos em meio à confusão do amar demais não nos amamos.
E se o “amar o próximo como a si mesmo” é a verdade máxima, não amamos. Não nos amamos, não amamos o outro, não amamos a vida. Ou seja: toda vez que encontrar alguém que ama demais, saiba que ele(a) está sobrevivendo mais do que vivendo. Confundindo tudo mais do que amando…
Quem vive dessa maneira, não consegue se dar, não consegue receber, não consegue ver, ouvir, sentir – se não for por meio de outro. Do contrário, nada sente, nada acontece. Nesse sentido, viver em função de alguém ou alguma coisa com um forte sentido de posse, misturado a um controle que beira a doença, não agrega… Afinal, tudo o que precisamos já trazemos conosco, está dentro, é o nosso maior alimento.
Em nosso lugarEncontramos outros, é verdade, que nos alimentam a alma, o saber, o caminhar, mas fazem isso sempre como complemento. Não estão lá conosco para viver a nossa vida, escolher as nossas escolhas, tomar as nossas decisões, viver os nossos sonhos. Estes nos trazem luz toda vez que estivermos abertos para enxergar…
E, nesse contexto, por que não compreender que assim como já somos plenos também é o outro. Então, dar demais ou esperar demais deste não ajuda muito, certo? Por que não trazer o foco para dentro? Mudar o olhar, expandir a consciência, aprender a caminhar?
Por que não buscar ajuda para trabalhar a autoestima, o controle por si mesmo, o resgate da essência, da missão de vida etc, etc. Por que não investir em autoconhecimento e, como diz uma amiga, “lutar todos os dias para fazer um movimento a nosso favor, a nosso bem-estar, a nosso bem-viver”?
Esse trabalho não é fácil, não é simples, não é rápido. Mas é possível. Podemos mudar, podemos evoluir, podemos aprender a amar a nós mesmos e também o outro e então, ganhar mais qualidade de vida.
RoubadosO problema de viver uma vida para o outro, em relações não saudáveis, com base na dor e sofrimento, nos tira praticamente tudo. Faz-nos cegos para o que está a nossa volta. Faz-nos surdos para o que poderia transformar a nossa existência. Torna-nos anestesiados, sem brilho, tristes. Sós.
Amar demais, esperar demais, controlar demais, viver demais o que está fora e não nos pertence é uma questão a ser analisada profundamente. Por isso, fica o convite: se estiver nesse círculo ou se conhecer pessoas nessa mesma direção busque ou convide o outro a buscar ajuda.
A vida passa depressa demais e, com ela, nossos sonhos, nossa juventude, nossas oportunidades. A capacidade de dar a volta por cima, recomeçar, redescobrir o que faz bem já está em nós. Basta investir o tempo que “gastamos” com outro exageradamente, em demasia e, trazer o foco para dentro, para o que nos pertence, para o que contribui para nossa auto-percepção, nosso valor, nosso ser.
No mais, a vida com certeza ficará mais possível e colorida. Os sons, os sentidos ficarão mais poéticos, a luz mais iluminada, os sabores mais gostosos. Descobrir a vida a partir do centro faz uma enorme diferença… Experimentar, por isso, é uma escolha que deve ser cultivada dia-a-dia com atitude e, muita, muita disciplina. Escolhas, sempre escolhas!

fonte: Minha vida

Relações complicadas!



O que define uma amizade, uma relação amorosa, um vínculo é saber que, sim, podemos contar com o outro quando precisarmos. Ele sempre estará lá para nós! Não importa a distância, não importa o tempo. Se precisarmos de algo, só uma certeza deve imperar: o outro estará lá para nós.


E isso é tão verdadeiro que é essa também a base da fé! Você já deve ter ouvido: “Bem aventurado os que choram, porque estes serão consolados”. Pois é! Se ele, Deus, está lá para nós – porque não o outro? Bem, posto isso, dá para compreender que nem toda relação complicada deve ser descartada.
Não! Não é porque há problemas na relação que devemos virar as costas e ir embora. Essa é sempre uma decisão simplista, nem sempre fácil, mas simplificada… A questão é decidir sem avaliar a origem do problema. Ele, afinal, pode estar em nós e não estar no outro.
Análise
Então tanto faz quem é esse outro se não pararmos para analisar o que fazemos como agimos e o que provocamos na relação.
Você leitor, deve se lembrar de histórias do tipo da Simone e do Leo. “Eu fiquei com ele durante X anos e ele nunca falou em casar. Depois que nos separamos, ele casou e até já tem um filho!”.
Algo mudou nele ao se relacionar com essa nova outra… Algo permaneceu na postura da Simone que a fez encontrar outros amores sem sucesso… Ou então o contrário: Márcia e Jonas viviam uma relação que era um verdadeiro inferno na terra, o que segurava um e outro era a decisão pelo amor.
A Márcia, por isso, nunca desistiu de lutar por ele. Ele – é verdade – era difícil. Mas uma coisa era certa: juntos, construíam… Enfim, depois de alguns anos tudo mudou. Eles irradiam amor. Estão felizes. Algo mudou nele e nela que permitiu a relação fluir…
Então, de novo, a importância do autoconhecimento, do que podemos e não podemos, é fundamental para que a relação evolua. Se entendermos isso, fica mais possível mudar a escolha ou até mesmo a atitude. Ou seja: se somos responsáveis por 100% do que acontece na nossa vida, a forma como agimos provoca o que recebemos.
Fique então atento para a forma como se relaciona, tenha em mente que mudar de relacionamento como quem muda de roupa pode não levar a lugar algum, a não ser onde já estamos e ignoramos.
E no que diz respeito a relações complicadas, isso é mais que verdadeiro.
Tô nem aí
Tenho um amigo que sai com uma garota que lhe dá todos os sinais do tipo “não estou nem aí”. Eles viajam juntos e ela só pensa em se divertir, comprar, passear – não o inclui em nada – não lhe dá carinho, não está disponível.
Quando voltam, ela fica semanas sem lhe telefonar, sem lhe enviar uma mensagem, sem nada. Quando ele liga, ela não atende. Ou melhor, só atende se estiver com vontade. E raramente está. Então, nessas poucas ocasiões, é carinhosa, enche o pobre de ilusão e depois… Depois, silêncio.
Está ocupada com seus projetos, seu trabalho, sua casa, sua vida… O outro, bem, ele que espere – se quiser. Só falta ela sair por aí com uma placa: NÃO QUERO NADA COM VOCÊ! O resto ela faz e faz bem.
E ainda assim, pobre, ele é leal, espera, sofre e pensa que um dia ela irá mudar… Será?
Essa história é totalmente diferente das que coloquei acima. Elas possuíam problemas, mas sabiam-se um do outro. Havia intrínseco na relação à decisão por permanecer juntos. Nesse outro caso, não há nada! Só uma grande ilusão e uma troca de interesses.
Conveniências
Da parte dele, para continuar seu caminho solo sendo a vítima de uma situação que não se resolve. Da parte dela , para manter o outro aprisionado porque lhe faz bem ao ego, à vaidade. Então, dá para comparar uma relação complicada e outra? Dá para decidir sair de uma ou outra da mesma forma? Temo que não.
E, por isso, escrevo esse artigo esta semana. Fico muito atenta aos comentários que me chegam e percebo uma falta de fé na vida, no outro, na relação, na possibilidade de viver uma história, ao mesmo tempo em que muitos outros não conseguem se enxergar como parte do problema e jogam toda sua infelicidade ou felicidade nas mãos do outro…
Acreditar
Se não acreditarmos que pode dar certo, não vai dar. Se entrarmos em uma relação achando que esse não é o cara, não vai ser. O melhor é escolher certo de uma vez. Entrar porque essa é uma decisão e, a partir daí, crescer, evoluir, ampliar o que vai dentro. E, nesse sentido, não vale deixar espaços abertos para entrar e sair de acordo com o vento…
Um relacionamento demanda decisão, concessão, respeito, cuidado e, é claro, amor. Por isso, QUEM AMA NÃO MATA. Não maltrata, não machuca, não descuida, não ignora, não desaparece. Se for isso o que está vivendo, vale rever o que está escolhendo e incluindo na sua vida.
Às vezes, quando tudo é muito, muito complexo, o melhor mesmo é focar em si mesmo. Nos sonhos, no milagre que é estar vivo. O outro poderá ou não acompanhar. Poderá ou não entender que está agindo mal. E, isso, isso é outro problema, outra história.
O bom é que se entendermos que trazer a energia e o foco para nossa vida nos faz mais fortes, mais íntegros, mais equilibrados. Ficar ou não na relação complicada já não terá tanta importância… Esse não precisa ser o foco de uma vida… Com o tempo, vamos aprender que experimentar o amor nos alimenta muito mais do que experimentar a dor…
Escolhas, sempre escolhas.




FONTE: MINHA VIDA

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Será que estou sendo traída?




Quando se trata de relacionamento amoroso, muitas mulheres ligam o "radar" ou melhor começam acreditar em suas intuição, para saber se estão sendo traídas, afinal, a concorrência atrás de um bom namorado é grande, principalmente nos dias de hoje. Grande parte diz que percebe quando está dividindo o "seu" homem com outra pessoa, enquanto outras carregam o fardo de ciumentas e possessivas. Se você namora há certo tempo ou é casada e vem desconfiando que algumas atitudes dele têm mudado, talvez você tenha razão. Mas como saber e agir nestas situações? Veja algumas dicas:


6 (seis) Sinalizadas.


1) Mostrar-se cansado sempre que está ao seu lado pode ser relevante até certo ponto, mas chega uma hora que você deve desconfiar e achar que algo estranho está acontecendo. Afinal, quando uma pessoa gosta da outra e está ao lado dela, tem que ter o mínimo de disposição para curtir bons momentos, mesmo depois de um dia cansativo de trabalho.


2) Quando ele atende ao telefone longe de você é um sinal para ficar com a "pulga atrás da orelha" e verificar com quem ele tem falado às escondidas.


3) Muitas vezes as mudanças repentinas de atitude são fatores a serem analisados com cuidado. Um dos sintomas é quando ele se demonstra mais ciumento do que o normal, pois na cabeça dele, talvez por estar fazendo coisas erradas, ele possa achar que você age da mesma forma e começe a te controlar mais.


4) Quando ele começa a dizer que está "sufocado" é porque o relacionamento de vocês já não está agradando tanto assim. Pense em como você pode melhorar esta situação. Faça as suas coisas individualmente até que ele sinta sua falta.


5) Se vocês discutem relação e ele não demonstra interesse em te escutar para melhorar a situação de vocês, esta é outra atitude a se pensar.


Para Refletir...


Mesmo se as suspeitas parecerem absurdas, não as descarte sem alguma reflexão. acredite em sua intuição.

A dúvida mostra que o sentimento de confiança recíproco está abalado.

Procure saber por que questionou a fidelidade do parceiro e converse com ele. Desta forma, talvez seja mais fácil contornar a situação para que tudo fique bem.

o seu parceiro não tem por você o mesmo interesse que tinha no começo da relação?





Como enfrentar a falta de interesse do seu parceiro?




Se você sente que o seu parceiro não tem por você o mesmo interesse que tinha no começo da relação e acha que ele está ausente, pouco carinhoso e desmotivado, veja as seguintes sinalizadas.



1 - Não imagine que o seu parceiro tem algum problema com você, principalmente se ele não disse nada a respeito.Não personalize tudo.



2 - Crie um espaço para dialogar tranqüilamente com ele.Não faça cenas porque, assim, você conseguirá apenas pressioná-lo e fazer com que ele fique desanimado para conversar.



3 - Converse com seu parceiro, pergunte o que está acontecendo com ele e que coisas o estão preocupando.Escute o que ele quiser dizer e mostre-se interessada por ele.Não deixe de dar atenção nem mostre-se distante só porque ele disse que o problema não é com você.Se ele tem um problema, será positivo para os dois que você esteja ao lado dele.



4 - Fale da sua necessidade de compartilhar as preocupações dele, já que elas também já preocupam você.Explique que você não está tentando "resolver" os problemas dele, mas sim que a sua intenção é ser companheira.



5 - Faça com que ele sinta sua companhia e sua compreensão.Se realmente ele está passando por uma fase complicada, este não é o momento de reclamações e sim de fazer com que ele se sinta apoiado.


6 - Não pergunte o tempo todo o que está acontecendo, mesmo que você se incomode com o comportamento dele.Respeite os tempos dele sem cobranças.



Para Refletir...



Se depois de conversar com ele você confirmar que ele não está mais interessado em você, não fique alterada nem se sinta uma vítima.Enfrente a situação com calma, pois ela não representa um fracasso para você, mas sim uma nova oportunidade.

Como dizer não a uma amiga de trabalho?



Às vezes alguém próximo tem um interesse amoroso por você, mas você não sente a mesma coisa.


Veja algumas sinalizadas para deixar isso claro sem magoar o outro.


1 - Não fuja do problema. A situação ficará mais complicada se você não deixar os seus sentimentos claros.


2 - Evite excesso de contato. Sem ser descortês, você pode dar algum sinal.


3 - Faça perguntas sobre os relacionamentos do outro. É uma boa forma de começar a tocar no assunto e, se houver oportunidade, expor a sua visão sobre a amizade que os une.


4 - Programe mais saídas em grupo. Muitas vezes a intimidade permite confundir amizade com amor.

5 - Marque um encontro para falar do assunto. Você pode fazer isso por e-mail ou telefone, explicando um pouco do que se trata. Você evitará criar falsas expectativas.

6 - Fale sobre os seus sentimentos. Se você achar que o outro está confuso, esta é uma maneira de desfazer o mal-entendido. Crie a oportunidade para a conversa.

Para Refletir...


Não dê sinais ambíguos, nem se comporte de modo agressivo para resolver a questão. Pense no que você quer e não se aborreça se o outro não entender. Se for necessário, afaste-se por um tempo.

Por que as mulheres vão juntas ao banheiro Pedagogo?



DIAP Sexta feira as 16:00, fim de expediente...
A Cientista chama a Pedagoga e diz: “Vamos ao banheiro”! Vamos.
Olha só a conversa de dois turismologo: Porque que as mulheres sempre vão juntas ao banheiro? “acredito que seja para uma segura a outra na hora de fazer x...
Acho que não! responde o outro...
O Que você acha pedagogo? Posso pesquisar e posta no blog e que vocês acham? Ta beleza...
Cientista, pedagoga e Turismologo....
Por motivos muito mais simples e práticos que misteriosos. Quando uma mulher vai ao banheiro, costuma não só fazer suas necessidades como também cuidar do visual, reforçando o batom após a refeição, vejamos algumas falas significativas de algumas mulheres:

“Vamos juntas para poder fofocar sobre o que está rolando... Conversar, falar "mal" de alguém e retocar a maquiagem”,.

“Além de acertar a roupa, maquiagem, a gente vai pedir a opinião da amiga sobre o cara que conhecemos. E pedimos umas dicas: se vale a pena investir ou não, se a tática de sedução está boa etc...”,

“Uma coisa é certa: uma mulher tem sempre algo para conversar com a amiga que só pode ser dito no banheiro”.

A presença de uma ou mais amigas por perto serve para dar o veredicto final, confirmando se realmente ficou tudo no lugar certo. Além disso, o banheiro foi eleito como um foro privilegiado para verdadeiras assembléias femininas, ou, em português claro, para uma boa sessão de “fofocas”. Para as mulheres, que costumam ter uma relação mais tranqüila com a intimidade do que os homens, o toalete é um lugar como outro qualquer, com a vantagem de ser reservado do público. Além disso, o banheiro feminino, ao contrário do masculino, favorece a conversa em grupo, já que existe um local privado para fazer as necessidades e o resto do espaço pode ser usado com liberdade para animadas discussões sobre os mais variados temas. "O assunto depende muito do contexto.

No trabalho, por exemplo, o banheiro pode ser usado para falar mal do chefe (será que ele lê esse blog? (Hémmmmmm,Hummmmm) Brincadeira gente. Mas também pode servir como lugar de desabafo, por isso se vêem freqüentemente mulheres chorando no banheiro", afirma a socióloga Ella Shohat, da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, e militante feminista. Para a psicóloga Márcia Portazio, da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em São Paulo, não há nada de espantoso no comportamento: "É apenas mais uma expressão da necessidade básica do ser humano por contato social.

Dependendo das influências culturais, isso se manifesta de formas diferentes em cada sexo." As assembléias masculinas podem ocorrer, por exemplo, numa reunião de amigos para jogar futebol. No banheiro, os homens, que normalmente não gostam de compartilhar intimidades, preferem ser bem mais pragmáticos, limitando-se às necessidades.
Segundo o livro 'Por que os homens mentem e as Mulheres choram?', de Bárbara & Allan Pease, o motivo é diferente. Segue o trecho abaixo, que achei bastante lógico.
"Até o final do século dezenove, os banheiros eram cubículos nos fundos das casas, do lado de fora. Sempre que uma mulher ia ao banheiro, levava consigo outra mulher, por segurança. O homem, porém, tinha de ir sozinho e se defender em caso de necessidade. Homens nunca urinavam em banheiros, mas nas moitas ou apoiados em objetos, hábito que os modernos herdaram de seus antepassados. É por isso que a gente raramente vê um homem urinando em campo aberto, mas sempre encosta- do numa parede ou numa árvore. Quando a descarga foi inventada no final do século dezenove, o banheiro se mudou para dentro das casas e dos estabelecimentos públicos. Mas a prática de ir ao banheiro em grupo permanece entre as mulheres.
Nunca se ouvirá um homem dizer: "Ei, Edu, eu vou ao banheiro... Você não quer vir comigo?" Isso não constrói....rs

domingo, 7 de novembro de 2010

Os Homens reconhecem a TPM da parceira, mas não sabem como agir para ajudar.

Imagem: Google



Segundo um estudo realizado pelo Centro de Pesquisas em Saúde Reprodutiva de Campinas (CEMICAMP) comprovou que os homens estão mais atentos e suscetíveis às mudanças de temperamento que ocorrem nas mulheres durante o ciclo menstrual. A pesquisa contou com a participação de 1.580 brasileiros, entre 20 e 35 anos, sendo 527 integrantes da ala masculina. Contrariando as expectativas, 62,1% dos entrevistados mostram-se solidários ao drama feminino desse período e buscam compreender o comportamento da parceira, enquanto 30,6% preferem evitar o contato e se mantêm afastados, evitando qualquer tipo de desentendimento.



A pesquisa, intitulada Tensão Pré-menstrual: Perspectivas e Atitudes de Mulheres, Homens e Médicos Ginecologistas no Brasil , também revelou que, apesar de ser um assunto comum, as pessoas não estão abertas a discussões sobre o tema. O comportamento padrão é apenas esperar que os sintomas passem, sem procurar ajuda, o que acaba agravando o mal.



As portadoras de TPM preferem recorrer, principalmente, a familiares ou amigas. Somente 35,7% afirmaram que buscam auxílio médico, enquanto 28,7% conversam com o marido ou namorado. Para o ginecologista e coordenador da pesquisa Carlos Alberto Petta, o maior ganho do estudo foi constatar que os homens evoluíram e passaram a participar mais ativamente da vida das parceiras. O público masculino se considera mais compreensivo do que as mulheres acham, prova disso é que eles estão mais vulneráveis as mudanças de humor e acreditam que esse período interfere em toda a rotina da mulher, afirma o profissional.



Cerca de 70% dos participantes masculinos declararam que vivem ou já viveram com mulheres que apresentavam os sintomas da TPM e percebiam os impactos do mal na qualidade de vida delas, porém, apesar da disposição para ajudar, reconhecem que não sabem quais são as atitudes mais corretas a serem tomadas.



Ao falar de tensão pré-menstrual, a famosa "TPM", lembro-me de uma pergunta feita pelo ouvinte (homem) em uma das minhas palestras sobre sexualidade humana, que transcrevo na integra para vocês.



* Professor minha parceira sobre de TPM com alterações repentinas de humor! Gostaria de saber como devo me portar a essas alterações para não alterar ainda, mas seu estado emocional!



Primeiramente gostaria de parabenizá-lo pela sua pergunta. De fato, as mulheres ficam com sintomas tanto físicos, como emocionais e comportamentais nesse momento. Vou elencar algumas dicas que irá ajudá-lo a lidar e manter seu relacionamento bem saudável:



O interessante é deixá-la um pouco na “dela” e, ao mesmo tempo, se fazer presente, dar muita atenção e carinho, já que é um momento também em que a mulher se torna uma pessoa extremamente explosiva e com pouquíssima paciência. Ou seja, a sensibilidade e a carência estão presentes, em menor ou maior grau, e ela precisa de carinho! Parece uma idéia louca deixá-la na dela e ser presente, mas com o tempo, entende-se o significado disso; Outra dica é evitar conversar sobre assuntos que a deixe ainda mais irritada, então somente responda todas as perguntas que ela fizer e sempre dê a razão para ela e não aceite as brigas que normalmente elas sempre adoram neste período; Jamais diga a uma mulher que ela está de TPM, pois nenhuma mulher por mais que saiba que está de TPM gosta de ouvir isso de seu parceiro e poucas admitem que seja afetada pela TPM, normalmente nesta época as mulheres ficam com a auto-estima baixa e não querem que o seu amado piore ainda mais isso. Não fique reparando nos hábitos alimentares de sua parceira no período de TPM, pois algumas não comem absolutamente nada, agora em compensação outras comem tudo que vêem pela frente, mas lembrem-se tudo isso é culpa dos hormônios. De acordo com nutricionistas, consumir os alimentos certos pode ser um fator decisivo para evitar as brigas e mal-entendidos.
Confira as dicas da profissional:
- Pequenas refeições em curto espaço de tempo, ricas em carboidratos integrais, melhoram sintomas como a tensão e a depressão.
- Algumas vitaminas contribuem para o alívio do mal, diminuindo a ansiedade (tensão nervosa, variação de humor e irritabilidade), como a B6, que pode ser encontrados em banana ou couve-flor;
- A vitamina E, especificamente, alivia os sintomas da sensibilidade mamária e o magnésio diminui a retenção de líquidos e a vontade de comer doces.
- A soja contribui muito para os sintomas físicos da TPM, pois possui cálcio e isoflavonas, que agem no organismo diminuindo significantemente quadros como a enxaqueca, cólicas e inchaço.
Enfim, muito jogo de cintura conta nesse momento, além de conhecer o outro (a mulher com TPM) pode ser vital para saber o limiar de cada coisa nesse período. É claro que mulher não é tudo igual como parece e que mesmo sabendo-se de forma geral como lidar com isso, sempre prevalecerá às particularidades de cada uma. O intuito aqui foi apenas sinalizar alguns caminhos que podem ajudar.



* Pergunta extraída do livro: “Duvidas e impertinências sobre sexualidade humana” autoria do Profº Eduardo Campos.

Misturar sexo e amizade fortalece ou destrói a relação?

Imagem: Google


Na sua opinião, amizade entre homem e mulher realmente existe?



O envolvimento entre amigos que se conhecem há um bom tempo tem sido um fato cada vez mais comum no cotidiano atual e os motivos por essa escolha são os mais variados. Alguns se envolvem porque foram a uma festa e ficaram "alegres", outros fazem isso por carência e ainda tem aqueles que optam pelo amigo pelo grau de intimidade ou simplesmente porque descobrem que sentem atração pelo próximo.


Mas até que ponto esse envolvimento pode fortalecer ou estragar o que foi construído há anos?


É preciso ficar claro que cada caso tem as suas particularidades e não é possível fazer nenhum tipo de generalização.

Confira abaixo algumas sinalizadas dos prós e contras desse tipo de envolvimento:


Prós




  1. Ter um relacionamento sem cobrança;


  2. Saber que independente da relação íntima, você poderá contar com o outro em qualquer circunstância, afinal, você são melhores amigos;


  3. Estreitar ainda mais as afinidades e intimidade que já existem;


  4. O entrosamento pode ser bacana, já que as confidências sobre o que ambos gostam podem ter sido reveladas em algum momento do relacionamento.

Contras




  1. Uma das partes pode se envolver mais que a outra e isso pode abalar a amizade;


  2. É possível que haja arrependimento e até mesmo frustração por misturar as coisas ou por não ter acontecido do jeito que você imaginava;


  3. No início o clima pode ficar estranho, já que vocês não estavam acostumados a ter esse tipo de intimidade;


  4. Pode ser que os amigos que vocês tem em comum fiquem sabendo do que aconteceu e isso pode gerar desconforto.

Dica


Antes de tomar qualquer decisão converse com o seu amigo e analise se ambos tem os mesmos objetivos para que as expectativas de ambos não sejam frustradas.

Dá para amar dois ao mesmo tempo? Oh! Duvida cruel hem.

Imagem: Google




Há religiões em que um homem pode se casar com até quatro mulheres – desde que consiga sustentar e dar a cada uma o mesmo padrão de vida. Não pode haver diferenciação na oferta ou na promessa. Há outras coisas que também deve fazer: ir a Meca uma vez na vida, rezar todos os dias, ajudar os mais necessitados etc, etc… Levando em consideração diferenças culturais, sustentar diversas mulheres é muito diferente de amá-las, certo?



Essa semana um leitor me fazia essa pergunta: “Será que dá para amar duas mulheres ao mesmo tempo? Aqui na nossa cultura ocidental, com todas as complicações que isso pode acarretar na vida de qualquer um? Será que temos energia suficiente para dar a uma e outra a mesma atenção e cuidado? Sem falar nas conseqüências, no que vem depois: mágoa, confusão, ressentimento e dor é o que vamos provocar para nós e para o outro – nesse caso, outras?”.


É importante ampliar o olhar quando tratamos dessa questão que é tão delicada. Não dá para fazer omelete sem quebrar o ovo, certo? Não dá para se envolver com duas pessoas sem que uma ou outra sejam feridas… Ao mesmo tempo, entendo que não dá para se aprisionar em uma relação que já acabou! O ideal mesmo seria viver uma e depois outra. Ao mesmo tempo, bem, ao mesmo tempo nos tornamos dissimulados, mentimos, não somos nós mesmos em um ou outro lado.



Fico aqui então pensando qual o sentido disso tudo. Qual a busca de um homem ou uma mulher que justifique o apaixonar-se por dois outros simultaneamente? O que mais vejo é gostar de um por que é inteligente e de outro por que é divertido. Gostar da cumplicidade e da intimidade criadas com um e viver os riscos com o outro, etc…Até o ponto em que nos tornamos estranhos para nós, para o outro, para os outros!



Amar a outro demanda tanto foco e atenção, diria até abdicação. Por mais que tentemos dividir por dois, por três, não será mesmo amor. Pode ser paixão, pode ser amizade, pode ser qualquer coisa. Afinal, QUEM AMA NÃO MATA! Amor tem um quê de incondicional, de decisão, de responsabilidade e respeito que tudo o mais não tem, daí a diferença.



No casamento



Então isso quer dizer que, se admito que possa me trair, me tornar um mentiroso, me fazer pior e mais, se faço para mim, porque não para o outro que está lá do meu lado? O que me faria crer que isso é amar?



Isso faz mais sentido quando um está extremamente confortável no seu casamento, porque lá recebe carinho, amor, amizade, etc… Está financeiramente também resolvido, mas amor, bem, o amor, de sua parte, em alguns casos já se foi. Já se transformou em amizade, em algo a mais…
Então, por “n” questões (culpa, desvio de comportamento, paixão, falta de coragem, conveniência, etc, etc), mantém vidas paralelas. É nesse momento, em que não se está feliz nesse conforto desconfortável, que encontramos outro e voltamos a ser criança! Apaixonamo-nos, viramos adolescentes de novo. Voltamos a nos cuidar, retomamos nossa auto-estima e então – por amor ou até remorso – reascendemos também a chama do casamento já quase apagada…
Talvez por isso, em muitos casos, a amante ou o amante servem de alavanca para que o outro ponha um ponto final na sua relação, de bode expiatório para que o outro entenda de uma vez por todas que é muito melhor estar casado, ou de fato, para fazê-lo, compreender que o amor existe. Em qualquer dos casos, é mínima a possibilidade do outro se dar bem…



Perdoe-me se estou sendo tão direto, mas acontece dessa forma. Fale com os amigos, converse, envie seus comentários e histórias – você verá que só mudam os personagens, o cenário, o conteúdo é sempre o mesmo. Uma relação desgastada que precisa de fôlego para reascender e outro incauto que entra de gaiato ou gaiata…Quem é mais usado nesse caso? Quem usa quem?


Troca



Verdadeiramente, sempre há uma troca e sempre podemos aprender com o que nos chega ou com aqueles que decidimos incluir nas nossas vidas. Nada é em vão. Nada é por acaso. Se escolhermos viver uma história dessas, que não é nossa, é porque precisamos disso para também nos redescobrir, também acordar.



A questão e o convite que coloco aqui é que, uma vez despertos, bola para frente. Incluir esse tipo de situação na nossa vida, ficar nesse tipo de relação – seja do lado de dentro ou de fora – nem sempre traz felicidade. Não tem boa energia. Até porque, por princípio, tudo já está tão emaranhado que dificilmente se pode sair sem se machucar…



Enfim, pense, reflita, busque o sentido para a vida e para o amor. Olhe para dentro. A resposta já está lá. Basta acessá-la.




Fonte: yahoo.minhavida.com

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COMENTÁRIOS - PITACOS - SUGESTÕES - ELOGIOS

Vejam o que os visitantes dizem do educar para humanidade.


Noosssaaa... o seu blog e um espetáculo Edu. Ou melhor vc e isso tudo. Um grande beijo de quem gosta muito de você.
Patrícia

Adorei esse blog, parabéns,contém muitas dicas úteis e interessantes. Que Deus te abençoe e q vc possa a vir dar mais dicas . Fica com Deus! O seu blog ....é show.
Julianne


Este Site é ótimo,e acredito que estas postagem ajudará , vários casamentos, parabéns pela iniciativa.
Carlos Alberto

Imagina que quando uma amiga me falou de você edu confesso que não acreditei. Será que ainda existem homem assim? Perguntei. Mas Quando vi você pela primeira vez fiquei encantada com o seu jeito de ser, te achei uma pessoa muito,muito, muito, maravilhosa, amiga, verdadeira, prestativa, séria... Quando eu conheci fiquei encantada com sua beleza, personalidade, caráter...Admiro demais você, na verdade me considero Sua fã número 1... Adoro ler seus textos aqui no blog. Assistir suas palestras um show de informação.
Hoje tenho certeza que és é uma pessoa muito especial pra mim pois ajudou e me ajuda muitoé um amor de pessoa ...você pode contar comigo pro que der e vier estou sempre disponível pra você viu meu lindo...Você é uma pessoa da minha extrema confiança Da sua eterna Amiga que te ama muito e te quer muito bem com carinho, amor e saúde bjos......
Priscila


Esse site esta de parabéns adorei tudo que vi por aki@!!! tudo de bom.
Anônimo

Poxa, ta bem legal seu texto, parabens.
Fernanda


Essas dicas eram o que eu precisava para tirar uma duvidazinha. Obrigado ao blog que eh um espetáculo.
Juliani


Eu acabei de ler sua mensagem sobre como manter um relacionamento e tem muitas coisas que estão acontecendo comigo, obrigado pelo blog e as dicas que vão me ajudar com certeza.
Ana

Eduardo pessoas como você, ajuda a escrever a historia da vida com muito mais amor, carinho e humildade, que bom que você existi... parabens pelo seu blog. Sempre vou admirá-lo... Que Deus te abençoe sempre.
Josi


Esse blog é realmente muito completo, tudo o que eu preciso tem aqui, só queria saber como fazer boas preliminares, rs. Mas tudo o que eu imagino tem aqui, é um site perfeito. Parabéns!
Adriana

Eduardo quando te vi pela primeira vez tive a certeza de ter encontrado uma pessoa especial, com a alma serena e doce ao mesmo tempo. Você é um ser iluminado por Deus e com uma missão muito especial. Gosto de estar com você de poder compartilhar meus "segredos" contigo e dividir minhas "angustias" principalmente pelo blog.
Lembre que você sempre poderá contar comigo a todo instante que precisar...pois estarei sempre aqui para te falar o quanto você é especial pra mim!!!!!!!!milhões de beijos carinhosos pra vc viu meu lindo!!!!!!
Josenilda

Como sempre Edu, uma ótima postagem. Fico feliz em saber do seu esforço em ajudar a humanidade escrevendo coisas significante aqui no blog,. Beijos com afeto.
Lindomar



Oi Eduardo, que blog massa, parabéns lindo, me visita se puder tá? , agradeço. Um grande abraço,
Erika.


Nossa, amei seu blog Eduardo, pricipalmente as postagem sobre os inimigos e amigos do orgasmo, quantas informações interessantes. Parabéns.
Karla luane


Estou adorando visitar seu blog! Parabéns pelo blog e pelos resultados já conquistados, isso que você faz é muito importante! Abraços.
Viviane


Parabéns pela criatividade e mais ainda pela continuidade dos textos sobre relacionamentos. Parabéns!
Junior


Ola. Ótimo seu blog. Adorei o post parabéns. A minha namorada é enfermeira e adorou suas palestra, abraços.
Joel santos

Ei Edu! Gostei muito do que escreve e como escreve. Gostaria de trocar figurinhas comigo?
Pedro


Eduardo Gostaria de acompanhar seu blog, é muito bacana seus texto. Me ajuda sou pouco leigo.
André


Muito bom o seu blog...Provavelmente eu deva voltar por aqui mais vezes, sucesso eduardo.
Anônimo


O blog é excelente e a escritor inteligente na medida certa. Parabéns pelo seu trabalho.
Elza


Eduardo Indiquei seu blog a vários amigos, é tão bom achar um Blog que nos descontrai ao mesmo tempo nos sinalizem coisas boas assim.
Márcia lima


Eduardo, querido... seu blog é realmente demais. Demais! Correto, comunicativo, educacional, sensível, genial! to muito orgulhosa de vc ter postado um texto de minha autoria aqui, valeu!
Patrícia

Eduardo o texto e as perguntas foram bem elaboradas e respondidas, mostrando claramente os problemas sexuais, bem como os caminhos para iniciar um tratamento. Atualmente se faz muito necessário este tema tendo em vista o alto índice de apelo sexual passado pelas mídias para as pessoas. Parabéns.
Anônimo


Meu querido Eduardo, parabéns pelo post esclarecedor, aliás tudo o que você escreve é de muita qualidade.parabéns.
Augusto


Eduardo, você fala desse tema de maneira tão natural, que nos dá a exata dimensão do assunto que estás tratando. Parabéns.Gosto muito de seu blog.Abraços
Walter


Muito bom esse pequeno artigo esta de parabéns colega.
Anônimo


Olá Eduardo seus artigos são muito bons, gosto principalmente da maneira franca como você escreve. As dicas estão perfeita, agora é ler e praticar. Abraços e bom fds.
Pedro Paulo


Um elogio curto e sincero: UAU! OTIMO! PERFEITO!
Anônimo


Adorei as perguntas! Amei todas as respostas! Foi perfeito me ajudou a entender o que esta acontecendo comigo, obrigado edu.
Anônimo

Excelente artigo. Alto padrão como sempre, parabéns eduardo!
Anônimo


Didático com sempre. Nunca usando de pornografia. Esse é o educar para humanidade.adoro acompanhar suas postagens.
Amadinha


Oi edu!! Boa noite !!! passando para conferir as ultimas postagem do blog... como sempre parabéns vc é tudo de bom!!!
Natalia


Ótimo conteúdo Eduardo, os temas escolhido é de muito bom gosto!!! parabéns pelo blog!!!
Gustavo

Gostei bastante do texto, não conhecia o seu blog, é excelente!
Marcos

Parabéns eduardo ! Seus posts são sempre atuais, instrutivos e com extrema qualidade e bom gosto na escolha dos temas e sua inteligente maneira de abordá-los. É com muito gosto que leio sempre seu blog. Abraços !!!
Eliane Almeida


Oi Edu, Autoconhecimento da sexualidade feminina, Que texto excelente, todos os homens devem ler isso, com certeza.abraços, valeu .
Anônimo

Puxa!educar para humanidade. Isso que é um belo manual! Adorei o seu blog. Sempre que passo por aqui aprendo mais e mais... Continue esse trabalho excelente. Parabéns pelo artigo, nota 10. Bjo
Leila Cristina







Ciclo de Palestras e Seminários nas áreas de Educação e Saúde para 2015



TEMAS EM EDUCAÇÃO
Avaliação da aprendizagem no século XXI.
O papel do professor: Transformando informação em conhecimento.
As muitas faces da profissão Docente.
Alfabetização e Letramento: os desafios contemporâneos.
Oralidade e Escrita: Dificuldade de ensino-apredizagem na alfabetização.
A importância do lúdico no desenvolvimento da criança
O Brincar e a Matemática
A proposta dos PCNS e sua relevância na formação dos cidadãos.
Um dialogo entre a psicopedagogia e a educação.
Direitos e Deveres da Criança.
Autoridade e Autoritarismo na Sala de Aula:Repensando a relação professor-aluno
Violência em casa: reflexo na escola. Como disciplinar sem bater?
Como trabalhar as relações humanas para prevenir a violência contra criança no ambiente familiar / escolar.
Família e Escola: educar é uma tarefa de todos.
Ética e Cidadania.

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE DO ESCOLAR

A Síndrome de Burnout : Como vai a Saúde do professor na Educação Infantil ?
Saúde Bucal (escovação e higiene).
Higiene e Saúde do escolar.
Alimentação: A obesidade e os transtornos alimentares.
Saúde e meio ambiente.
A importância do sono na vida do ser humano.
O que toda a criança precisa saber sobre segurança.
E agora: O que eu faço? Primeiros socorros.
As principais doenças da infância.
Doenças Sexualmente Transmissíveis.
AIDS/HIV

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE FAMILIAR

Lute pela vida: diga não as drogas.
Alcoolismo, tabagismo e suas conseqüências.
Hipertensão e dislipidemias.
O que todo diabético precisa saber.
Ficar amarelo pra que? Hepatite tem prevenção.
Fique ligado: hanseníase tem cura.
Prevenção do câncer: caminho para saúde.
Saúde bucal não tem idade.
Prevenção da violência contra idoso.
Mulher com saúde é mais mulher.
Abuso e exploração sexual de crianças e adolescente.
Infância perdida: prostituição infantil.
Sexualidade na escola: Como forma o filho para a vida sexual.
Sexualidade na adolescência.
Gravidez na adolescência.
Aborto e suas conseqüências.
Previna-se use camisinha.
Profissão criança: trabalho infantil isso não tem futuro.

E-mail: edu.com28@yahoo.com.br





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