quinta-feira, 28 de julho de 2011

Você sabe se proteger dos diferentes tipos de Hepatite?




Site dessa imagemreidaverdade.com


Responda as perguntas e descubra como a doença pode ser prevenida e combatida

Pergunta 1: Os sintomas da hepatite são fáceis de serem percebidos?

A - Sim, a doença costuma aparecer com sintomas graves desde o início.
B - Não, a pessoa pode até achar que está apenas com uma gripe.

Resposta correta: b) Não, a pessoa pode até achar que está apenas com uma gripe.

Nota: A hepatite aguda é mais fácil de perceber: olhos amarelados, náuseas, dor abdominal e febre. Mas o infectologista Paulo Roberto Ferreira, do Hospital Bandeirantes, conta que as formas crônicas das hepatites B e C raramente apresentam sintomas fortes. "Depois do início, não há sintomas por 20 a 30 anos, até que apareça cirrose ou câncer de fígado. Esse é o grande problema da doença, que é silenciosa por muito tempo", afirma. A OMS estima que 80% das pessoas com hepatite não apresentam sintomas.

Pergunta 2: Os vírus da hepatite podem ser contraídos pela ingestão de água e alimentos contaminados?

A - Sim, a hepatite dos tipos A e E.
B - Não, eles são transmitidos pelo ar.

Resposta correta: a) Sim, a hepatite dos tipos A e E.

Nota: É o caso da hepatite A, que é frequente no Brasil, e da E, que é mais rara. Ambas são benignas, de forma que, após a fase inicial e de sintomas, há a cura completa na maioria dos casos, como explica o infectologista Paulo Roberto Ferreira. "Como ambas são transmitidas por alimentos e líquidos contaminados, a prevenção se dá pela higienização adequada dos alimentos e das mãos. Contra a hepatite A, também há vacina extremamente eficaz", conta.

Pergunta 3: A hepatite também pode ser transmitida pelo contato sanguíneo?

A - Sim, os vírus B e C.
B - Não, todos são transmitidos por água e alimentos.

Resposta correta: a) Sim, os vírus B e C.
Nota: Como o vírus B e C são transmitidos por contato sanguíneo, instrumentos de manicure que estiverem contaminados podem transmitir hepatite, caso exista algum machucado nas mãos ou nos pés. O infectologista Paulo Ferreira também recomenda que quem tiver histórico de transfusão de sangue, drogas injetáveis, tatuagem, piercing, exposição a sangue contaminado, relação sexual sem preservativos ou alteração dos exames de sangue de funcionamento do fígado deve procurar um médico para fazer exames.

Pergunta 4: Como detectar a presença da hepatite B ou C?

A - Apenas com exames de funcionamento do fígado.
B - Com um teste rápido de sangue, já é possível apontar a hepatite.

Resposta correta: b) Com um teste rápido de sangue, já é possível apontar a hepatite.
Nota: Apenas uma gota de sangue é necessária para que o teste rápido seja feito, que dura cerca de meia hora. A partir de agosto de 2011, a rede SUS (Sistema Único de Saúde) passará a oferecer esses testes, com o objetivo de obter o diagnóstico precoce da doença, o que evitaria a transmissão e facilitaria o tratamento.

Pergunta 5: Todos esses vírus possuem vacina?

A - Não, a hepatite C, por exemplo, não possui vacina.
B - Sim

Resposta correta: a) Não, a hepatite C, por exemplo, não possui vacina.
Nota: Apesar de ter um risco mínimo ou quase nulo de ser transmitida pela relação sexual, a hepatite C merece dupla atenção por não possuir vacina. O infectologista Paulo Ferreira alerta para os cuidados necessários: "Não compartilhar seringas, agulhas ou outros utensílios; ao optar por tatuagens e piercings, fazer em local credenciado pela vigilância sanitária; usar material próprio e limpo em manicures e utilizar sempre camisinha durante as relações sexuais".

Pergunta 6: Como é o tratamento da hepatite C?

A - Medicamentos orais e injeções.
A - O vírus desaparece sozinho.

Resposta correta: a) Medicamentos orais e injeções.
Nota: Segundo o infectologista Luiz Orlando da Conceição, do Hospital São Luiz, o tratamento da hepatite C é feito com ribavirina (oral) e interferon (injeção) e pode durar até um ano. "O vírus que sempre vai embora e não aparece na forma crônica é o da hepatite A, que necessita de cuidados gerais e tratamento para amenizar sintomas", conta. Já no caso da hepatite B, o cuidado deve ser maior porque a chance de se transformar em uma hepatite crônica é de cerca de 10%.

Pergunta 7: E a hepatite D, em quem ela se manifesta?

A - Em qualquer pessoa que esteja com resistência baixa.
B - Apenas em pessoas portadoras da hepatite B

Resposta correta: b) Apenas em pessoas portadoras da hepatite B.
Nota: "O vírus da hepatite D somente infecta pessoas que também são portadoras do vírus da hepatite B, ou seja, ele não tem a capacidade de provocar a doença sozinho", conta o infectologista Luiz Orlando da Conceição. O paciente que for infectado por esse vírus tem maiores chances de desenvolver a forma aguda da doença e precisar de transplante de fígado.

Pergunta 8: A hepatite pode levar à morte?

A - Sim, dependendo da gravidade da doença no paciente.
B - Não, é uma doença pouco agressiva.

Resposta correta: a) Sim, dependendo da gravidade da doença no paciente.
Nota: Existe uma forma bem rara que é a hepatite fulminante, de evolução grave, com grande risco de óbito e que pode ser causada por todos os vírus das hepatites, como explica o infectologista Luiz Orlando da Conceição. "Outra forma que preocupa são as chamadas formas crônicas, que evoluem durante muitos anos de forma silenciosa e possuem grande chance de evoluir para cirrose, podendo chegar à necessidade de um transplante", afirma. Essas formas crônicas podem ser causadas pelos vírus B e C.

Pergunta 9: Uma pessoa pode ter hepatite até quantas vezes?

A - Várias vezes, tanto o mesmo vírus quanto vírus diferentes.
B - Apenas uma vez cada tipo de vírus.

Resposta correta: b) Apenas uma vez cada tipo de vírus.
Nota: Segundo o infectologista Luiz Orlando da Conceição, cada vírus da hepatite pode ser adquirido apenas uma vez. Vale lembrar que é possível a pessoa ter mais de uma hepatite, porque adquiriu mais de um vírus. "Existem casos de pessoas que adquiriram três vírus de hepatite: A, B e C", diz o especialista.

Pergunta 10: A hepatite tem perigo maior durante a gravidez?

A - O perigo é o mesmo de qualquer outra doença, como a gripe.
B - A doença pode causar sequelas no feto e até aborto.

Resposta correta: b) A doença pode causar sequelas no feto e até aborto.
Nota: A hepatite, sobretudo B e C, pode ser transmitida ao bebê pela mãe e ainda pode provocar complicações sérias durante a gestação. "É por isso que, no pré-natal, é obrigatório fazer exames que detectam hepatite, assim como sífilis, HIV, toxoplasmose, rubéola e citomegalovirose", conta o infectologista Paulo Roberto Ferreira. Quanto antes a presença de uma dessas doenças for detectada, mais cedo começarão os esforços para cuidar da gestante e prevenir a transmissão das doenças ao bebê.

Seu resultado: você respondeu corretamente 10 das 10 questões






FONTE: POR LETÍCIA GONÇALVES

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Procurando novas relações



fonte: imagem google


As relações humanas andam cada vez mais escassas. Paradoxalmente, nunca houve um momento na história em que tivéssemos tanto acesso à comunicação. A tecnologia hoje nos permite contato com qualquer país a qualquer momento do dia ou da noite. Mas relacionar-se é bem mais que manter qualquer forma de comunicação com o outro. É uma espécie de entrega por meio dos órgãos dos sentidos. É doar seu coração e sua mente ao outro e esperar o mesmo dele. Nisso se inclui toda forma de relação: a profissional, a amorosa, a social, a familiar.

O principal requisito para que consigamos adentrar esse mundo de troca é estarmos inteiros ou integrados a nós mesmos. Ao aprofundarmos o autoconhecimento, conhecermos quem somos, nossos anseios, nossas faltas, nossas alegrias, acabamos encontrando o substrato do humano, sendo mais fácil e mais natural alcançar o humano no outro lado da relação.
É muito importante que saibamos nossas reais necessidades, nossas faltas e anseios. Sabendo dessas coisas, é muito mais fácil manter um relacionamento.
Uma grande dica para que isso aconteça é, antes de iniciarmos um diálogo com o outro, nos questionarmos: "o que eu preciso do outro?", "o que eu realmente quero neste momento?". Ao respondermos a estas questões, estamos simultaneamente entrando em contato com nossa própria falta (autoconhecimento) e abrindo ao outro uma janela de possibilidade para que se estabeleça uma relação autêntica. Uma troca que nos alimenta em nossa real necessidade e alimenta o outro em sua qualidade de doador.

Ora, mas você poderia perguntar: "mas se eu disser ao outro que preciso dele ou de algo que pode me dar, não estarei me tornando vulnerável, rebaixado, expondo minhas fraquezas?". Sim! Você está sim expondo uma falta, uma necessidade. E pelo orgulho também inerente à raça humana é que é tão difícil essa exposição. Mas sem ela, não há como sabermos a necessidade e nem a obtenção do nosso desejo.
Se o orgulho prevalecer, há o grande de ocorrerem manipulações. Acabamos dizendo ou fazendo coisas para que o outro diga ou faça algo que queremos. Qualquer um que esteja do outro lado se sente manipulado, ainda que a sensação não seja consciente. E age futuramente da mesma forma. Ou seja, manipulando. Aí sim está encerrada qualquer possibilidade da relação autêntica.

Ao passo que, se utilizarmos a primeira pessoa do singular em qualquer diálogo, estaremos oferecendo a oportunidade ao outro de abrir a carcaça do orgulho e nos emprestar os ouvidos da alma. É dizer: "eu sinto muito a sua falta", ao invés de "você só quer saber dos seus amigos". A primeira frase expõe nossa falta e nosso desejo. A segunda é uma acusação, uma cobrança. Ninguém gosta de ser acusado ou cobrado, mas todos gostam de ser desejados e queridos.
Nada mais engrandecedor e corajoso do que poder admitir e encarar nossa própria imperfeição e incompletude. Por isso, é muito importante que saibamos nossas reais necessidades, nossas faltas e anseios. É assim que nos tornamos inteiros e aptos para estarmos em relação.


Fonte: http://www.minhavida.com.br/

Dependente ou Independente! Como você esta?



fonte: Site dessa imagemfotolog.com


Começando pelo começo... Eu por muitos anos de minha vida estudei a dependência química, foram muitos anos de convivência com esta doença, a dependência, e com isso muita aprendizagem. Sempre atenta a tudo, sempre fiquei muito intrigado com relação à DEPENDÊNCIA, isso porque fui percebendo que não verificava os sintomas apenas nos dependentes químicos ou sexuais, percebia os mesmos sintomas em situações de pessoas para pessoas. Você deve estar se perguntando como assim? Vamos então a uma simulação:



Monicazinha se diz apaixonada por Eduardinho, diz que não consegue viver sem ele e que o fato dele não querer mais o relacionamento a deixa um tanto nervosa, ansiosa, angustiada. Passa o dia inteiro pensando em Joãozinho, em como ter o mínimo de atenção dele e passa a fazer de um tudo para ter um tico desta atenção.

Eduardinho por sua vez, já esta em outra situação,(isso nas melhores das hipóteses, pois ele pode usar dela para se sentir amado), como sempre recebe noticias dela, por ela mesma, resolve então uma vez a cada tempo (indefinido) responder.

Monicazinha sofre, mas sofre por demais, chora, fica inquieta, ansiosa, treme. Quando um dia Joãozinho aparece, mesmo que num mísero telefonema para falar "oi", Monicazinha fica outra, alegre, desperta, saciada. O tempo passa e ela vai perdendo esta motivação na espera de um novo "aparecer" de Eduardinho que não aparece, daí que todo o sentimento de muita angústia, desespero, toma conta dela novamente... E por aí segue nova espera com puro sofrimento.
Aqui contei uma breve historinha, historinha essa que com outras nuances e particularidades muitas pessoas passam.


Entendemos que esta pessoa tem sintomas muito semelhantes a de dependentes químicos, que quando tem acesso as drogas, naquele exato momento ficam saciados para depois logo estarem sedentos novamente pela droga. Monicazinha fica igualmente sedenta e quando tem Joãozinho fica se sentindo saciada, mas logo depois tudo volta a ser de uma angustia imensa ate a próximo contato com Eduardinho, a droga dela.

A nossa personagem passará a condicionar seu comportamento sempre de modo a obter a aprovação daquele a quem ela formou este elo dependente. Ainda em casos mais graves, vemos Monicazinhas submetendo-se a humilhações, abusos, explorações e toda sorte de desrespeito, simplesmente para garantir que o ser amado (será amado mesmo?) não a abandone.


Quando uma pessoa se encontra nesta situação vamos percebendo que elas não passam pelo tempo da "síndrome de abstinência" ou quando estão exatamente nela, pelo sofrimento, angustia etc., elas recorrem a Joãozinho, e prometem que só aquele contato já será esclarecedor e "nunca mais falara ou seguira as sombras de Eduardinho ", vejam: "Nunca mais", "esta foi a ultima vez", sentenças bem conhecidas e discursadas na dependência química, "só um ultimo gole (contato)", passando ai a uma ilusão de permanência. Com muito trabalho é que esse "nunca mais" será um "NUNCA MAIS".

A compulsão em buscar o objeto de dependência, muitas vezes ou na maioria das vezes, é maior, é como se Monicazinha, ali acima, acredita-se que Joãozinho a iria preencher, e nunca mais ela precisaria dele... Ilusão de Monicazinha... O desconforto logo virá e, ela possivelmente não será capaz de segurar a obsessão, não segurara a síndrome de abstinência. Quando um dependente químico em tratamento tem suas recaídas, ele possivelmente recai na síndrome de abstinência, pois sintomas físicos, psiquicos são muito intensos e para ter sua doença em controle ele precisa passar pela síndrome de abstinência.

Monicazinha quando não tem nenhuma noticia de Eduardinho, fica sem sono, irritada, ansiosa, com sintomas depressivos, distúrbios alimentares onde ou come muito ou não come nada, desiludida da vida e por aí vai... Tal qual na dependência química.

Portanto Monicazinha, na verdade, não ama Eduardinho, mas, esta dependente do afeto, de Eduardinho... duro, mas acontece muito e, pode ter certeza dói e dói muito para ela como para qualquer tipo de dependência.

Quantas pessoas você conheceu que passam por isso? Quantas vezes você já falou paras as Monicazinhas da vida: "esquece este cara". Não é tão simples, pois Monicazinha esta doente e o que ela precisa mesmo são de tratamentos porque assim como o dependente químico, cujo organismo se desestrutura quando lhe é retirada a droga, o equilíbrio emocional do dependente afetivo entra em pane quando ele é afastado da pessoa de quem se tornou dependente.

Inicialmente Monicazinha não sabe que esta doente. Será com tratamento que ela poderá reconhecer que esta doente. Estas pessoas, dependem de afeto, possuem uma imaturidade emocional significativa, uma baixa tolerância ao sofrimento, à frustração, a mesma que está presente na vida dos dependentes químicos de modo geral.

Possivelmente a base desse transtorno está uma profunda carência afetiva, uma falta de nutrição emocional que se originou em sua história de vida, portanto aí é que entra a psicoterapia...

Monicazinha precisa aprender que quanto maior for nossa habilidade de vivermos bem sozinhos, mais preparados, organizados, arranjados estaremos para a convivência com o outro.


Fonte: Walnei Arenque

sábado, 19 de março de 2011

O que fazer após a separação...




imagem: Google




Quando passamos por um momento de perda, pelo fato de ter havido uma separação, o mais indicado para uma recuperação é a consciência do que ocorreu e do que está sentindo.


É um momento marcado por muita confusão, dúvidas, com a única certeza do desejo de querer paz e ser valorizado por tudo aquilo que se tem de melhor.


Durante o período da saudade, vive-se uma alternância de raiva e tristeza. Raiva pelo que aconteceu e da forma que aconteceu e tristeza por tudo de bom que se viveu e não vive mais.


A saudade é pelos momentos bons vividos, esquecendo-se muitas vezes do real motivo que motivou a separação.

Conseguir examinar a relação passada com objetividade e serenidade não é uma tarefa simples, principalmente para quem não está acostumado a refletir e analisar suas próprias emoções e sentimentos. Mas é o caminho que poderá aumentar a consciência de si, dos próprios limites, e evitar buscar culpados, como algumas pessoas tendem no final de um relacionamento, sem jamais chegar de fato às causas dos problemas que aos poucos foram se instalando.

É preciso analisar com o maior distanciamento possível a relação passada e avaliar os fatores que influenciaram essa decisão, compreendendo o passado, tudo que ocorreu, lembrar de fatos e o que levou cada um a tomar as atitudes que foram tomadas e analisar principalmente, em que ponto seu próprio crescimento foi interrompido.


Algumas pessoas se separam com muita certeza do que querem; mas outras, no entanto, fazem por pura impulsividade, num momento de nervoso, e muitas vezes apenas com o intuito de fazer o outro levar um susto, e sem pensar muito em como irão se sentir com essa decisão e quando percebem já estão separadas e sentindo muita dor.

Umas das características da separação é deparar-se com a solidão, como também muitas pessoas evitam a separação por medo de sentirem-se sós. Ainda que existam filhos, há a solidão de estar sozinho com os próprios sentimentos, medos e tudo mais que a separação provoca. Esse é um dos motivos que podem fazer uma pessoa envolver-se com outra logo após uma separação: o medo de ficar só. O mais aconselhável é dar um tempo para si mesmo, pois só estará efetivamente aberto para uma nova relação a dois quando for capaz de enfrentar a vida sozinho, a menos que já tenha a certeza de que a relação passada não deixou nenhum vestígio, o que raramente acontece.



Envolvendo-se muito rápido num novo relacionamento, corre-se o risco de levar consigo todos os comportamentos negativos da relação passada. É como se a falta de vínculo criasse um vazio enorme, onde a vida parece sem sentido e nada vale a pena, sentindo que só voltará a viver se tiver outro relacionamento. Enquanto estão sozinhas, muitas pessoas recorrem ao uso de álcool, drogas, comida em excesso ou deixando de alimentar-se como uma fuga, ainda que muitas vezes inconsciente, de uma realidade dolorosa.


Mas com certeza, não é negando e nem fugindo do que se sente, é que será o melhor caminho para se livrar de toda a dor. Pois nessa fuga incessante de si mesmo, não se permitindo refletir sobre seus sentimentos e sua realidade, irá manter cada vez mais seu sofrimento e adiar a tão sonhada paz.

O sentimento de solidão na maioria das vezes provoca muita angústia e traz um forte sentimento de autodepreciação e insegurança, com pensamentos freqüentes de que nada vale, e que ninguém o ama. O que não é verdade. É preciso se lembrar de quando a relação começou. Havia sonhos, desejos, ilusões, e que por alguns motivos, deixaram de existir.
Solidão

A característica da solidão ainda consiste em nunca ter prazer em ficar só consigo mesmo. Como ficar com alguém que é tão mau, constantemente abandonado, rejeitado, desprezado? Por isso tende a fugir desses sentimentos tão devastadores, e ao invés de eliminar a angústia, alimenta-a ainda mais. É preciso ter consciência que nada adianta manter esses pensamentos de si mesmo, pois com certeza eles não refletem a realidade.


Nem se trancar em casa e fechando-se, deixando que o desespero e as lágrimas tomem conta. Como também não irá melhorar ficar sem comer, ou comer em excesso, ou ocupar-se com a vida de outras pessoas, tudo isso só irá agravar esse momento tão delicado.



Essa fuga de nada adianta pelo simples fato de que se pode fugir de tudo, menos de si mesmo e do que está sentindo. É claro que nem todas as pessoas se dão conta de que estão fugindo, pois justificam para si próprias a necessidade de agirem de tal forma.

É essencial se convencer de que ficar sozinho pode ter muitas conquistas importantes, como permitir a introspecção, a reflexão dos fatos, e principalmente, um maior encontro com seu verdadeiro eu. Viver sozinho não significa necessariamente sentir-se só. Afinal, quantas vezes não se sentiu sozinho, mesmo quando estava com a ex-companheiro? Ou com amigos e familiares? Não confunda a solidão física com a emocional, pois só se sente só quem abandona a si mesmo. A solidão nasce dentro da própria pessoa, quando ela perde o contato com seu eu interior ou quando procura fugir de um problema, sentimento ou pensamento que a incomoda.

Pense em quantas coisas você deixou de fazer porque o ex não gostava ou por falta de tempo? Quando há uma separação é comum no começo a disponibilidade de tempo assustar e fazer com que se sinta imobilizado, mas passado o período de adaptação, poderá descobrir as inúmeras coisas que poderá fazer por si mesmo. Ao se separar, irá ter muito mais tempo para fazer coisas que gosta e que nem se lembra mais.


Por que não visitar uns amigos, ler aqueles livros que comprou e sequer os abriu, dedicar-se a um hobby, fazer um trabalho voluntário?


Pegar o telefone e ligar assim que terminar de ler esse texto para o edu.com? hum gostou da idéia né, rs... São pequenas coisas que poderão aos poucos lhe trazer de novo o prazer de viver.

De fato, os momentos de saudade e tristeza pelas lembranças do passado são inevitáveis, mas é importante vivê-los consciente de todo o aprendizado, e dar ao passado o direito de existir sem que para isso precise se destruir. Ninguém pode evitar a sensação de abandono e a falta de quem se foi faz em sua vida, mas também ninguém pode te privar de que sinta uma força interior que aos poucos irá adquirir ao se permitir estar em paz consigo mesmo. E isso não tem preço!




fonte: Rosemeire Zago

sexta-feira, 11 de março de 2011

Gostar Simplesmente...


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Gostar é verbo livre, simples e definitivo.


A gente olha, a gente gosta e fim. Não precisa de porquês, nem de previsões, nem de instruções. Não é operação cerebral, intelectual ou qualquer outra que se deixe comandar pelos ditames da razão. Mas feliz de quem, nesse mundo programado para títeres assépticos, ainda pode, despretensiosamente, gostar de alguém ou de alguma coisa, sem associá-los a uma função perfeita, a uma relação de causa e efeito ou de competitividade. Gostar por gostar.

Nem sempre se pode ter o que se gosta, é verdade. Mas e daí?


O gostar espontâneo não inclui a posse. Pode-se gostar sem desejar para si objeto da nossa simpatia. Gostar de vê-lo existir, simplesmente. É um sublime exercício de liberdade. Não é imperativo possuir aquilo que se gosta.

Canso de ouvir perguntas do tipo: "Mas o que você vê nisso?", "O que você vê nele/nela?".


São perguntas desnecessárias, que eu, particularmente, nunca ouso dirigi-las a alguém. É impossível determinar o conjunto de fatores e motivações que revestem o "gostar" de alguém.


Gostar não é um ato, não é uma decisão, muito menos uma imposição.


Não importa se esse gosto é conveniente ou não, se é sensato ou não, se é profícuo ou não. Experimentar essa sensação, por si, já é uma forma de felicidade.

O que pode gerar frustrações, a partir de um gosto, é começar a perseguir a coisa/pessoa gostada, de modo a aprisioná-la em um contexto.


As manifestações espontâneas da alma não devem ser conduzidas pela ideia de posse. A gente gosta de estrelas, de sol, de lua, de céu azul sem precisar possui-los.

Com o tempo, é natural que gostemos cada vez mais de menos coisas/pessoas. Não deveria ser assim. Mas é... Porque o tempo nos torna seletivos e acaba sofisticando, talvez, o complexo de fatores que interferem no gostar.


O tempo, também, com suas repetições de fatos e fenômenos, nos faz ver que este ou aquele gostar equivoca-se, sendo muitas vezes um mero capricho ou uma fantasia confundidos com o livre gostar, desprovido de contaminações. Porém, por mais que o tempo estabeleça suas filtragens, ele nada pode contra esse sentimento, tecido com fios de liberdade e de despojados desejos.

Gostar é simples como um espirro, um aceno, um suspiro, um espasmo.


O que complica o gostar é não gostar de gostar ou vedar essa livre sensação com expectativas em demasia.


Cada gosto anda livre por seu próprio caminho, até criar sua história ou, após cumprir seu tempo de permanência, deixar de existir ou dar lugar a novos gostos.


Eduardo Campos

quinta-feira, 10 de março de 2011

Homens problemáticos! Porque só atraio desses na minha vida?

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Outro dia, em uma palestra, ouvi uma mulher comentando com a amiga sobre o quanto estava cansada de só atrair homens problemáticos. Chegou a dizer que estava com a impressão de que havia se tornado uma espécie de “pararraios de malucos”.

Segundo a tal desiludida, toda relação que começava como uma promessa de prazer e alegria, logo se revelava um poço de problemas e encrencas. Naquele momento, senti que ela pedia um socorro a amiga, querendo saber se deveria continuar tentando encontrar alguém legal ou se seria melhor ficar sozinha.

A outra, tentando ser solícita e compreensiva, repetia com firmeza que era bem melhor ficar sozinha, porque realmente havia muito “doido” pelo mundo e não valia a pena insistir e arriscar de novo, afinal, beijo na boca não faltaria a nenhuma das duas, segundo ela.

Saí daquela palestra bastante reflexivo, tentando imaginar o perfil de loucura dessas pessoas a quem elas se referiam. Tentando imaginar, sobretudo, que tipo de pessoa atrairia tantos malucos a ponto de desistir de se relacionar e desacreditar no amor.

Afinal, a mim parece que ninguém atrai alguém por mero acaso. Ainda mais quando se tratam de casos semelhantes que se repetem indefinidamente. A primeira questão que eu me faria, num caso como esse, é: “o que será que eu ainda não percebi, não aprendi e não mudei?”

Sim, porque se uma pessoa só experimenta relações problemáticas, com toda certeza não está resolvida com suas próprias complicações significativas. Se só atrai malucos, é porque a sua maluquice está gritante, evidente e atraente.

E se, por fim, desistir das pessoas, do amor e dos relacionamentos, estará decretando a si mesma uma sentença desastrosa – a de que todos os demais, exceto elas mesmas, são “doidos” e, portanto, indignos de se tornarem parceiros. Servem apenas para beijar na boca.

De verdade, nada contra os beijos na boca. Pelo contrário, é certamente uma aproximação prazerosa. No entanto, quando uma pessoa não passa, aos olhos da outra, de uma possibilidade de beijar na boca, certamente há algo muito distorcido nesta história.

Partindo do princípio de que os incomodados é que devem mudar, eu diria a essa moça ou a qualquer pessoa que esteja se sentindo um “pararraio de problemáticos” para aproveitar o sinal que a vida está emitindo para se rever e descobrir por que está atraindo isso...

Se acreditar que os opostos se atraem, deve então observar seu excesso de normalidade, sua extrema rigidez ou sua exacerbação de autocrítica. E se acreditar que semelhante atrai semelhante, então nem será preciso pensar tanto. Certamente está precisando reconhecer sua própria doidice e sua falta de noção.

O fato é simples: quanto mais estressantes e confusas são as relações de uma pessoa, mais longe ela está de sua essência e da harmonia que precisa ter com seu próprio coração. À medida que ela se conhece, sabe o que quer e age de modo coerente, pode ter certeza absoluta de que só atrairá e se tornará atraente a quem estiver nesta mesma sintonia...


Fonte: Rosana Braga

O outro como espelho...

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Sabia que as pessoas que estão ao seu redor, com as quais você se relaciona dizem muito a seu respeito?
São como verdadeiros espelhos, refletindo o que não conseguimos ou não queremos ver. O que está escondido bem lá no nosso mais íntimo.
Nossas relações possibilitam que coloquemos as claras muitas crenças e sentimentos que nutrimos por nós mesmos e não nos damos conta.
Você já percebeu que há algumas pessoas que nos incomodam, que nos tiram do sério? Vira e mexe, estamos fazendo algum tipo de referência a tal pessoa, seja pelo modo arrogante de ser, pelo seu autoritarismo, pelo seu mal humor.
Parece que existe algo nesse outro capaz de disparar em nós um sinal de alarme, de inquietação.Nesse caso, é melhor olhar com atenção e tentar definir o que está gerando esse incômodo. Descobrir quais atitudes e comportamentos alheios estão nos tirando tanto do sério.
Perceba, talvez você também aja da mesma forma. E, é justamente por isso que tais ações incomodam tanto.

Não é fácil observar, muito menos admitir aspectos negativos no nosso jeito de ser. Dessa forma, isso aparece refletido no comportamento alheio. Seria como se ele jogasse na nossa cara particularidades e atitudes nossas que negamos e tentamos esconder.
Aí, não há mais jeito. Não adianta implicar, muito menos reclamar. O melhor mesmo é reconhecer que tais atitudes também nos são peculiares e, se alguém tem que mudar, que sejamos nós. Não exija isso de mais ninguém. Um outro aspecto interessante de se observar nessa relação de espelhos é o que sentimos a partir da relação com o outro. Em um convívio mais próximo e cotidiano é muito comum que se despertem sentimentos vindos das atitudes e da forma do outro nos tratar.
Às, vezes, por exemplo, podemos nos sentir menosprezados, humilhados, traídos e mal amados. E, nesses casos é muito fácil culpar e entender que é o outro o grande vilão da história. Mas as coisas não são bem assim.
O outro não tem, necessariamente, nada a ver com isso. A responsabilidade do que você vai sentir ou deixar de sentir é só sua e de mais ninguém. Nesse caso o papel do espelho foi puxar e trazer a tona crenças que construímos a partir de experiências antigas, que por serem desagradáveis estavam muito bem guardadas e escondidas.
Lembre-se: por mais que você não tenha consciência, aquilo que você pensa que o outro teve culpa em fazê-la sentir é na verdade o que você sentia e achava a seu respeito há muito tempo e nem sabia disso.
Quanto a gente não perde relutando em tomar certas decisões, nos boicotando para não irmos atrás de algo que queremos muito e não sabemos bem o por que disso. Daí aparece alguém e deixa tudo muito claro. Nossas inseguranças, nossos medos, nossa baixa auto-estima aparecem gritando e logo saímos culpando o outro, de novo, o algoz da história.

Calma, claro que não é fácil reconhecer nada disso, mas já que tudo isso veio as claras é melhor aceitar e entender que é uma excelente oportunidade para resolver e transformar tudo isso. É uma forma de tomar consciência das nossas crenças, que estavam nos limitando e fazer algo para mudar. A responsabilidade é só sua! Não espere nada do outro, ele já fez a sua parte.

Agora é com você. Bendito esse que está sempre diante de nós, refletindo nossa verdade interior, nos dando, assim, a oportunidade de olhar profundamente para nossa alma, afim de descobrir quem sou de verdade e o que preciso fazer para ser e estar mais satisfeito e feliz comigo mesmo e com o outro.


Para quem quer recomeçar...


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Para recomeçar, é preciso primeiro saber onde se está e para onde se quer ir.
Depois, depois de tudo resolvido, escolhas feitas, é que podemos iniciar o caminhar.
O bom começo demanda um bom fim. Então, para recomeçar, permitir-se um novo amor, que tal trabalhar internamente para zerar o que ficou?
A questão é que, muitas vezes, quando saímos de um relacionamento nos sentimos perdidos. Um pouco porque nos abandonamos, e, de outro lado, porque nos imaginamos abandonados. Quem já não saiu de um relacionamento com a sensação de rejeição, de ter se doado demais, de ter perdido tempo? De perder-se de você mesmo? Quem já não culpou o outro por esses sentimentos, isentando-se de qualquer responsabilidade?

Escolhas
Pois é. A maioria de nós age exatamente assim. Não temos noção de que tudo o que nos ocorre foi provocado por uma ou outra decisão que tomamos. Por uma ou outra escolha que fizemos. E por que então só acontece conosco? Por que escolhemos tudo o que não “presta”?
Fácil responder. Difícil praticar quando estamos perdidos em nossos medos, nas nossas dúvidas, nas nossas questões. Impossível compreender com o coração: aprender, mudar a escolha… E, então, se não conseguimos aprender, aparecerá no nosso caminho provas ainda mais e mais complexas, situações cada vez mais caóticas, mas com um mesmo tom. Tudo, até gritarmos “basta!” Já recebemos o suficiente!
Por favor, é preciso que estas situações sirvam aprender, transformar, mudar! Como muitos dizem, uns aprendem pela dor, outros pelo amor. E, no final, só há uma certeza! Deus estará sempre lá para nós para celebrar conosco nossa vitória, seja ela qual for. Talvez não aquela que imaginávamos precisar. Mas, ainda assim trata-se de um caminhar…

Preparar-se
Por isso, não importa o que venha acontecer no meio tempo entre uma relação e outra. O que conta é como vamos nos preparar para recomeçar.
Primeiro, reencontrar a nós mesmos, nossos valores e necessidades. Depois, reencontrar outro, com também seus valores e necessidades. E, então, por que não iniciar uma caminhada juntos?
Às vezes fico aqui pensando se você leitor acha tudo isso fácil, simples? Seria simples se não complicássemos. Se não colocássemos tantos senões, tanta idealização em cima da relação, de nós mesmos e também do outro.
Seria sim, muito mais fácil se pudéssemos viver ao invés de sobreviver a um ou outro ataque de ansiedade e insegurança… Tudo seria muito mais possível se cuidássemos de nós para então cuidar do outro. Se nos amássemos para então amar o outro, se nos respeitássemos para então respeitar o outro.
O ponto central disso tudo? O pensar e o refletir sobre o renascer, o abrir-se para o novo. Afinal, não dá para receber do outro o que não nos damos. Não dá para enxergar no outro o que não vemos em nós.

Reencontro
Então reflita esta semana. Pense onde está falhando com você mesmo. Não me entenda mal. Não leve isso como um puxão de orelhas. Saiba que também tenho meus momentos de distanciamento do ser, também me perco e, preciso de um tempo para me reencontrar.
E, quando estou assim, abandonada, me permito ficar mais presente e atenta. E, então, a mensagem me chega de diferentes maneiras. O que me liberta dessa dor pode ser uma palavra, um livro, uma flor, uma música, um gesto, qualquer coisa que me mostra o milagre que é estar viva, plena de saúde e paz.


Que seja também assim com você!
Erros, escolhas insensatas todos fazemos. Elas são feitas para que possamos aprender o que precisa ser aprendido. Então, que você possa retornar para o seu centro quantas vezes precisar. Que possa se ouvir mais, se olhar mais, que possa perdoar-se e dessa forma, viver melhor ao lado daqueles que ama. Amar, dar e receber.
Escolhas, sempre escolhas...


http://www.minhavida.com.br/

É a hora de partir...

Site dessa imagemnumrelance.blogspot.com


Vivi minha amiga qual é a hora exata de partir hem?

Difícil, muito difícil precisar esse "timing".
Arriscaria dizer aqui que é quando o desconforto e uma sucessão de pequenas frustrações se sobrepõem ao bem-estar e à frequência do riso. Mas aí tem o coração no meio, atrapalhando tudo, atrasando as partidas, soprando esperanças de que amanhã tudo pode voltar a ser colorido e dizendo que as sintonias são assim mesmo intermitentes. Melhor não dar muito ouvidos a esse "crédulo desvairado".
A hora de partir é uma decisão, e decisões são tomadas com a cabeça, sem impulsos, sem pontos vulneráveis. Exigem que se pense, que se avalie, que se quantifique e, sobretudo, que se enxergue a realidade dos fatos.
Não há nada mais concreto do que fatos.
Adiar partidas para a hora do crepúsculo, para o momento em que os desejos começam a anoitecer ou a ser anoitecidos à nossa revelia é muito pior.
É melhor sair enquanto emitimos alguma luz, enquanto pudermos, pelo menos, deixar na saída motivos para que sintam a nossa falta.
Somos nós que determinamos o nosso próprio tamanho e o tamanho da nossa importância.
Sim, é doloroso sair de cena, se despedir de um espetáculo, de um sonho, de um laço ou de qualquer história que nos aqueça o coração.
Porém, mais doloroso é assistir ao ocaso dos sentimentos, é esperar por algum gesto ou alguma palavra que não vai acontecer ou reacontecer.
Mais doloroso é chegar no "tanto faz". Mais doloroso é deixar que o tempo nos transforme, aos olhos do outro (ou vice-versa), em alguém comum, banal, qualquer.
Não, isso não constroi.
Melhor sermos uma grande memória do que um pequeno fato que enfraquece e não mais consegue mover moinhos ou surpreender.
Mas dói, e como dói... O único consolo é que, se a dor já for uma velha conhecida nossa, saberemos como lidar com ela até iniciarmos uma nova história (ou não)...



mas lembre-se: Nem todo fio da choque viu...



Eduardo Campos

segunda-feira, 7 de março de 2011

Proteja sua boca e evite sustos pós carnaval



Site dessa imagem: nasunhasesmaltepreto.blogspot.com



As principais doenças transmitidas pelo beijo ou pelo sexo oral

Samba, suor, cerveja e... claro, muita sedução! Essa fórmula é praticamente infalível para quem quer um carnaval cheio de boas recordações. A agitação dos quatro dias de folia é tamanha que os foleões ficam soltinhos, soltinhos e cheios de amor para dar. O beijo rola solto na praia, na balada, nas ruas, na avenida ou em qualquer cantinho ao som do batuque.Só é preciso tomar cuidado com um temido inconveniente. Muitas doenças, das odontológicas às sexualmente transmissíveis (DST), podem ser transmitidas pela boca, através do beijo ou do sexo oral.

Mas foi só um beijinho!
Não importa. Existem vários tipos de doenças potencialmente transmissíveis por uma simples troca de saliva e uma delas é inclusive como a doença do beijo a mononucleose. Isso sem falar em cárie, gengivite, candidíase, herpes labial e genital, tuberculose, hepatite, sífilis e gonorréia.
O ritmo alucinado da farra, com muitas horas de agito somadas a uma má alimentação e a ingestão de álcool e drogas em excesso, abre as portas do organismo para a entrada de vírus e bactérias. "Para que a contaminação aconteça, é preciso haver a combinação entre a carga infectante em um dos indivíduos e a baixa resistência no outro" , alerta o infectologista Paulo Olzon, da Unifesp.

A outra má notícia para os beijoqueiros é que a melhor forma de se proteger com relação a transmissão de doenças pela boca é abstinência ou, pelo menos, uma boca mais comedida, evitando beijar muitas pessoas em pouco tempo ou. "Este cuidado vale para todas as pessoas sadias. Mas, para aquelas com alguma ferida em boca, ele é determinante" , alerta o dentista Pantelis Varvaki Rados, consultor de Estomatologia da Associação Brasileira de Odontologia (ABO) e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Inflamações, como aftas e gengivite, sensibilizam a mucosa e facilitam a entrada dos micróbios. "As doenças de maior risco de transmissão são o herpes bucal, em especial os com lesões ativas, e a mononucleose infecciosa, definitivamente transmitida pelo beijo", avalia Pantelis. Há ainda a candidíase, que surge principalmente quando você está com a resistência baixa. O contágio também pode ocorrer por meio de copos e talheres, mas cada vez com menor probabilidade.

Segundo uma pesquisa publicada no jornal da Academia de Odontologia Clínica Geral dos EUA, em 2002, cerca de 90% dos pacientes analisados que contraíram o componente oral de uma doença sexualmente transmissível (como a gonorréia) não apresentam sinais evidentes de contágio. Os outros 10% exibiam sintomas como inflamação ou edema na gengiva e hemorragia características de outra doença, a dolorosa gengivite necrosante ulcerativa, que apresenta um odor desagradável. "O cirurgião-dentista pode reconhecer os sintomas orais de uma DST e instruir o paciente a procurar um profissional de saúde para o correto diagnóstico!" , alerta o dentista Pantelis Varvaki Rados.
Para reduzir o risco de contaminação através de sexo oral, a regra básica é praticar sexo seguro e usar camisinha. De acordo com o médico infectologista Paulo Olzon, não há estudos científicos suficientes que comprovem a transmissão do vírus HIV, da Aids, por via oral. "A contaminação do vírus pela boca é extremamente difícil, isso ainda não foi comprovado", diz Olzon. O risco de transmissão do HIV através do beijo na boca poderia ser maior entre as pessoas que usam body-piercing na língua ou lábios, mas só quando não houve cicatrização ou há sangramento no lugar do corte mesmo caso de quem usa aparelho ortodôntico e, muitas vezes, tem a mucosa bucal ferida.

O especialista em estomatologia e professor da USP, Francisco Pacca, considera a região onde o piercing é colocado uma via de entrada para todos os microorganismos. Pacca fez um estudo com 100 pacientes usuários de piercing bucal, realizando a biópsia das áreas próximas ao acessório. "Em todos os pacientes foram encontradas alterações microscópicas, seja por infecção, inflamação e modificações epiteliais" , conclui.
Boca-a-boca
A seguir, conheça as principais doenças que podem ser transmitidas quando você resolve brincar de salada mista

cárie: causada por bactérias, é a mais comum das doenças odontológicas. Para prevenir, basta fazer a higienização adequada, com escovação dos dentes e limpeza com fio dental.

gengivite: trata-se da inflamação da gengiva que, quando não tratada, evolui para um quadro de periodontite. Gengivas vermelhas e sangrantes, raramente dolorosas, caracterizam o mal. "Cáries e doenças periodontais são causadas por bactérias, microorganismos transmitidos por um simples beijo na boca. Mas isso não significa que o contato seja capaz de provocar a instalação da doença" , explica o especialista em estomatologia, Francisco Pacca. hepatite: há risco de transmissão do tipo B da doença, caso haja lesões e feridas na mucosa bucal. O tipo A é transmitido por fezes e o tipo C, apenas por agulhas.

herpes: o vírus pode ser transmitido mais facilmente na fase aguda, quando está em plena atividade e deixa a boca cheia de pequenas bolhas. "A herpes tipo 1 é caracterizada como labial e a tipo 2 como genital, mas com a prática do sexo oral, o vírus do tipo 1 pode causar a genital e vice-versa" , explica o médico infectologista, Paulo Olzon.

candidíase: também conhecido como sapinho, caracteriza-se por áreas brancas na mucosa que, quando raspadas, deixam a região vermelha e sangrante.

gonorréia: apresenta vermelhidão, ardência e prurido na mucosa. Raramente faz feridas mononucleose: popularmente chamada de doença do beijo, apresenta pequenas manchas vermelhas no céu-da-boca. Provoca o aumento do volume dos gânglios. Estes sinais costumam aparecer após um mês do contágio.

sífilis: ela causa uma ferida indolor no lábio ou na língua e ínguas no pescoço. "A transmissão é considerada muito rara. Mesmo a sífilis genital só atinge pacientes indivíduos com vida sexual extremamente promíscua", explica Paulo Olzon.



Fonte: http://www.minhavida.com.br/

Mitos e verdade na hora de acabar com a ressaca

imagem:fonte Google

Muitas receitas populares não e resolvem e ainda pioram os sintomas


Com a chegada do carnaval pensamos em relaxar, rever os amigos e família e aproveitar bem os dias de descanso. Com tantas oportunidades é mais do que comum exagerar no consumo de álcool e sentir os efeitos de seu excesso em nosso corpo no dia seguinte. Esse quadro em que o organismo está intoxicado pelo álcool é chamado de veisalgia, conhecido popularmente como ressaca.

As características mais comuns relatadas incluem dor de cabeça, sensibilidade a luz e ruídos, náuseas e sede. Em casos mais graves pode causar diarreia, vômito e letargia. Além dos sintomas físicos ela pode incluir sintomas psicológicos, como depressão e ansiedade. "Todos esses problemas estão relacionados à desidratação causada pelo excesso de álcool", diz a nutricionista funcional Pollyana Esteves.

O desconforto da ressaca é tanto que não faltam receitas populares para prevenir e curar os sintomas. Veja a seguir o que é verdade e o que é mito e pare de sofrer com os efeitos dela.

1.As mulheres sofrem mais do que os homens - É verdade


Na maioria dos casos, as mulheres, além de ter menos resistência ao álcool, sofrem mais quando estão de ressaca. "O metabolismo das mulheres é naturalmente mais lento do que o dos homens. Por isso, a ressaca dura mais nas mulheres do que nos homens", explica a nutricionista Pollyana Esteves. Além disso, o fígado feminino é mais sensível do que o masculino, fazendo com que o álcool tenha seus efeitos ampliados nas mulheres, mesmo em menores doses.


2.Tomar uma colher de azeite antes de beber diminui a absorção de álcool - É mito


Diz a lenda que mandar uma colher de óleo garganta abaixo antes da balada irá forrar o estômago com uma camada de óleo, que diminuirá a absorção de álcool pelo organismo. A explicação parece fazer sentido, mas não traz esse efeito na prática. "Tomar uma colher de azeite não interfere em nada absorção de álcool pelo estômago. Na verdade pode até piorar o enjoo que sentimos quando ingerimos muita bebida alcoólica. O melhor meio de diminuir os efeitos do álcool é comer alimentos antes de beber", explica a nutricionista.


3.Fumar enquanto bebemos amplifica os efeitos do álcool - É verdade


A combinação cigarro e álcool é desastrosa. A fumaça do cigarro que vai para os pulmões atrapalha a absorção de oxigênio, deixando o corpo mais vulnerável à intoxicações. "Com a falta de oxigênio, todo o corpo tem suas funções alteradas, inclusive o fígado e o sistema nervoso, partes do corpo que mais sofrem com os efeitos do álcool. Por isso quem fuma e bebe ao mesmo tempo, sofre ainda mais com a ressaca", explica Polyana Esteves.

4.Tomar café puro acelera a recuperação - É mito


Uma das receitas caseiras mais famosas para acabar com a ressaca é tomar um café forte, sem açúcar para estimular o corpo. Tomar café para aplacar a ressaca só se for com açúcar. A glicose ajuda a quebrar o álcool que está no sangue, acelerando o processo de desintoxicação do organismo. "O café realmente tem efeito estimulante, mas não ajuda a metabolizar o álcool", diz Polyana Esteves.


5.Consumir comidas gordurosas no dia seguinte atrapalha a recuperação - É verdade


Durante uma ressaca, o fígado está sobrecarregado tentando metabolizar a grande quantidade de álcool ainda existente no corpo. Colocar mais alimentos que dão trabalho ao fígado só vai atrasar mais a eliminação das toxinas do álcool. "Todo o corpo trabalha de maneira diferente quando estamos de ressaca. Por isso, devemos comer apenas alimentos leves que serão fáceis de digerir", diz a nutricionista. Comer qualquer alimento logo depois da bebedeira não vai ajudar em nada e ainda pode aumentar o enjoo. A refeição deve ser feita antes ou durante a ingestão de bebidas alcoólicas para ter qualquer efeito.


6.Vinho causa uma ressaca mais intensa do que a cerveja - É verdade


O vinho tinto contém uma substância chamada tanino, um polifenol que pode causar dor de cabeça em algumas pessoas. Somado à desidratação causada pelo álcool, os taninos podem tornar a dor de cabeça muito mais intensa do que o normal. Outras bebidas que contém esse tipo de polifenol são o uísque e os licores maltados.

Em teoria, as bebidas como cerveja, vodka e gin causariam menos dor de cabeça. Isso porque essas bebidas, se consumidas em grande quantidade, também causam os sintomas típicos da ressaca, como enjoo e dor de cabeça.


7.Comer massa depois da bebida e antes de dormir diminui os sintomas - É mito

Comer qualquer alimento logo depois da bebedeira não vai ajudar em nada e ainda pode aumentar o enjoo. A refeição deve ser feita antes ou durante a ingestão de bebidas alcoólicas para ter qualquer efeito. Além disso, enquanto a comida ajuda a desacelerar a absorção de álcool pelo corpo, comidas ricas em gorduras são as que fazem isso melhor. Então, antes de tomar sua primeira rodada de cerveja, consuma um bife de carne vermelha em vez de um macarrão (carboidratos), que talvez você escape de uma ressaca.


8.Água é a melhor receita - É verdade


O melhor modo de amenizar e tratar os efeitos da ressaca é hidratar o corpo. Por isso, a água é uma ótima opção, e deve ser consumida não só durante uma ressaca, mas também quando estamos ingerindo bebidas alcoólicas. "Uma boa dica para combater a desidratação causada pelo álcool é intercalar cada dois copos de bebida alcoólica com um de água", diz a nutricionista Pollyana Esteves.

No entanto, a água não é a única saída para hidratar o corpo. Sucos, água de coco e bebidas isotônicas são boas maneiras de compensar a falta de água no organismo. "Alguns chás, como o de hortelã, também podem ajudar tanto por hidratar o corpo como para facilitar a digestão do álcool", diz a especialista.

E muito cuidado com os energéticos, que costumam ser associados ao consumo de álcool! Eles são diuréticos, ou seja, além de não hidratar eles favorecem a desidratação, potencializado os efeitos do álcool e da ressaca.


9.Tomar mais bebida alcoólica melhora a ressaca - É mito


Aquela velha história de que tomar mais álcool ajuda a curar a ressaca é um dos piores erros para aliviar o desconforto. "O seu corpo já está tentando se livrar de todo aquele álcool, e ingerir mais dessa substância pode até trazer alguma sensação de bem estar no começo, mas logo irá piorar os sintomas e atrasar a recuperação", explica a nutricionista.


10.Remédios ajudam a diminuir os sintomas- É verdade


Alguns remédios, como analgésicos, realmente fazem efeito. Eles afinam os vasos sanguíneos, afastando a dor de cabeça e a sensação de enjoo. Mas jamais consuma remédios com bebidas alcoólicas, como se os medicamentos tivessem ação preventiva. Eles podem reagir com a bebida e causar problemas como tonteira, vômito, perda da coordenação motora e redução dos reflexos, entre outras reações mais graves.

O ácido acetilsalicílico, encontrado na Aspirina e em outros analgésicos, se combinado com álcool, pode causar irritação na mucosa gástrica e aumentar o risco de hemorragia gastrointestinal. Já na interação de álcool com Paracetamol, princípio que é encontrado em medicamentos como o Tylenol, o risco de causar danos ao fígado é grande.



Por Fernando Menezes
Fonte: http://www.minhavida.com.br/

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Sim, Pedagoga ele é





Sim, Pedagoga ele é.



Recebi um e-mail essa semana que relata mesma dúvida presente em outros e-mails que já recebi e que certamente ainda receberei. Essa dúvida assola muitas mulheres. “meu namorado gosta de carícias perto do ânus, isso é normal? temo que ele seja gay, por favor, me ajude’’. “Minha amiga leitora relata que o marido adora ser tocado no ânus. Já estão casados há mais de oito anos e possuem dois filhos. Ela está assustada. “De um tempo para cá, ele começou a pedir que ela o tocasse no ânus, disse que sempre tivera esse desejo, mas que por timidez não falara antes”. Mas que havia lido sobre desejos e fantasias e criara coragem para fazer o pedido.
Ela aceitou, tentando disfarçar o espanto e com o carinho inusitado o ato sexual se tornou muito melhor, disso ela não se queixa, mas veio a dúvida... Será que seu marido está externando um desejo homossexual?
Minha resposta começou exatamente como coloquei acima.
Sim minha amiga, ele é...
Ele é um homem corajoso que expõe seus desejos e busca ser mais feliz, além disso, ele é um homem que confia em sua esposa e não tem receio de buscar a cumplicidade necessária para transformar o sexo em algo muito mais prazeroso para os dois e ele é um homem merecedor de nossa mais profunda admiração e respeito!


Muitos homens gostam que suas parceiras estimulem com o dedo na região anal, que faz com que tenham muito prazer, A região do ânus e do períneo (local entre o saco escrotal e o ânus) é cheia de terminações nervosas e provocar sensações intensas e muito gostosa. Deixe os preconceitos de lado, pois isso não tem nada a ver com homossexualismo, e estimule essa região com delicadeza.



Quanto a ser homossexual não, em absoluto, ele não é.
Costumo dizer que a diferença entre homens e mulheres heteros e homos, reside apenas na sua preferência em relação aos parceiros.
O homossexual se relaciona com pessoas do mesmo sexo, obviamente.
Na relação heterossexual, pode haver praticas que a primeira vista parece ser exclusividade dos homossexuais, mas não são! Se pensássemos assim o sexo oral seria uma pratica homossexual, assim como o sexo anal, e não são.
PEDAGOGA esclareça seu parceiro, não deixe que um preconceito bobo o afaste da oportunidade de viver momentos de maior proximidade e prazer em sua intimidade. Homem não é apenas pênis, pensando assim, desperdiçam-se pontos de prazer maravilhosos em outras partes do corpo!
Assusto-me ao saber que muitos homens rejeitam até mesmo um exame que salva vidas! O exame de próstata. E isso pelo medo de serem tocados pelo médico!
Absurdo e mortalmente perigoso. O câncer de próstata é curável se descoberto a tempo e durante muito tempo, o exame de toque era o único disponível e mesmo assim rejeitado por muitos.
Amigos! Estamos vivendo um novo milênio, onde a informação se encontra ao alcance de quase todo mundo e na velocidade da luz!
Viver com saúde, buscar a cada dia formas de praticar o sexo com prazer e segurança, sem preconceitos, confiar em quem está ao seu lado, são formas de viver plenamente a vida e o amor. Não se negue essa oportunidade.

fonte:www.pompoarte.com.br

sábado, 18 de dezembro de 2010

Respostas...




Eduardo Campos

Quem foi que instituiu que devemos esconder o sentimento quando ele não é retribuído?
Por que tenho que não ligar quando o que mais quero é ouvir a sua voz?
Por que preciso fingir um sorriso no estilo “tá-tudo-bem” quando te encontro, se o que eu tenho vontade mesmo é dizer o quanto você me faz falta?
Por que não posso te mandar um SMS com a letra daquela música que eu queria cantar para você?
Eduardo Campos

Será que devo desistir?


Ultimamente tem me chamado a atenção a quantidade de mensagens que nos chegam e que terminam com frases como “acho que vou desistir” ou “estou quase desistindo”.



Estas mensagens são enviadas por pessoas que estão tendo dificuldades para encontrar alguém para um relacionamento sério.



Geralmente elas iniciaram contatos e estes não tiveram continuidade. Também é frequente ter havido um ou mais encontros, que também não prosseguiram.



Há também muitos casos de pessoas que não estão encontrando um par com as características desejadas: são jovens demais, velhos demais, vivem em cidades distantes ou têm intenções muito diferentes. Em todos esses casos, a característica comum é a frustração e a vontade de desistir. Sempre que me deparo com esse tipo de mensagem, me surpreendo com a ideia da desistência. Desistir de ter um relacionamento tão desejado? Desistir de ser feliz no amor? Como pode? Embora entenda toda a decepção decorrente das experiências que muitos tiveram, não vejo a desistência como uma saída. Afinal de contas, não é possível “não querer mais” alguma coisa que era tão desejada. Não há meios para guardar o desejo em uma gaveta, como se fosse algo que não serve mais ou que não deva ser visto.



A maioria das frustrações (que levam à ideia de desistir) parece decorrer do excesso de expectativas. Isso porque sempre que temos expectativas exageradas sobre qualquer coisa, a realidade acaba nos decepcionando. Mas quais seriam essas expectativas a que me refiro? Veremos a seguir as principais delas. A primeira delas diz respeito ao tempo necessário para que um relacionamento se inicie.



Muitas pessoas parecem depositar no ParPerfeito a esperança de que isso acontecerá de maneira rápida. A grande quantidade de opções faz parecer rápido ter um relacionamento sério. Isso, no entanto, não é verdade. É evidente que o site facilita muito as coisas por ser uma espécie de banco de pessoas interessadas em uma relação amorosa.



Facilita também pela possibilidade de fazer buscas de acordo com as características desejadas no outro. No entanto, para que a relação aconteça de fato, é preciso encontrar perfis compatíveis, confirmar que as pessoas por trás deles são realmente compatíveis, haver empatia de ambos os lados, haver interesse em conhecer o outro pessoalmente, haver atração mútua...



Isso para citar apenas alguns fatores necessários para que um relacionamento aconteça. Assim, encontrar perfis compatíveis e iniciar contatos são apenas os primeiros passos de muitos outros que serão fundamentais. Dessa maneira, se houver a expectativa de que encontrar alguém para uma relação séria será algo rápido ou fácil, certamente haverá a decepção quando for percebido que isso não é verdade.



Outra expectativa que frequentemente gera decepção diz respeito às características buscadas no outro. Vejo muitos homens e mulheres mencionarem em suas mensagens que desejam “apenas” alguém “bonito, atraente, bem resolvido, maduro, trabalhador, que tenha estabilidade financeira, que tenha a mesma faixa etária” e com mais uma série de outros atributos além desses.



Ora, será possível encontrar um ser humano que agregue todas essas características? Será que o perfil desejado é um perfil que existe? É claro que todos temos – e devemos ter – critérios de escolha. No entanto, estes devem estar de acordo com a realidade.



Caso não estejam, jamais encontraremos alguém que atenda a todos eles. É preciso ser seletivo, mas não se pode exagerar de modo que essa seletividade se torne restritiva demais. Há que se procurar alguém compatível, mas jamais alguém perfeito, ou que possua todos os atributos desejados. Essas duas expectativas me parecem ser as que mais acabam gerando frustrações. Ao perceber que encontrar alguém para um relacionamento sério não será uma tarefa rápida ou fácil, e ao perceber que ninguém se encaixa com perfeição no perfil idealizado, muitas pessoas se decepcionam e pensam em desistir. Muitas chegam a culpar o site por seu insucesso. Fazer isso também não ajuda.



O importante é poder perceber o quanto de expectativa e idealização há em si próprio. Quanto maior elas forem, maior será o “tombo”. É preciso ter consciência de que se relacionar não é algo fácil. Pelo contrário, demanda paciência e persistência. É preciso saber avaliar se as expectativas em relação ao outro são reais, possíveis. Mesmo havendo a consciência de que não há pessoas perfeitas, é preciso pensar se, lá no fundinho, existe essa esperança. Por tudo isso, convido você a refletir sobre suas expectativas. Em vez de desistir, é preciso saber recomeçar. Esse pode ser um bom recomeço, não? Boa sorte!




fonte: minha vida.

"Amar de Olhos Abertos" por Gabriela Cupani

Relações não duram porque maioria não enxerga o outro como ele é, diz psicólogo



FONTE: GABRIELA CUPANI DE SÃO PAULO



Não há receita pronta para um relacionamento dar certo, mas alguns ingredientes podem ajudar. É disso que trata "Amar de Olhos Abertos" (ed. Sextante, R$ 24,90, 208 págs.), do psicólogo Jorge Bucay, um dos escritores argentinos mais incensados dos últimos tempos.
Bucay esteve no Brasil para lançar o livro (o primeiro em português), escrito com a colega Silvia Salinas --e a Folha aproveitou para "discutir as relações" com ele.



Folha - O que significa amar de olhos abertos?
Jorge Bucay - Gosto de uma definição que diz que o amor é a simples alegria pela existência do outro. Não é possessão, nem felicidade necessariamente. E por isso "com os olhos abertos". O amor cego não aceita o outro verdadeiramente como ele é.
Por que tanta gente prefere a intensidade da paixão, mesmo sabendo que é efêmera, a construir algo mais sólido?
É maravilhoso estar apaixonado e muitos preferem a intensidade superficial à profundidade eterna. Mas me pergunto como as pessoas pensam em ficar somente nisso. Qual o sentido de estar apaixonado perdidamente o tempo todo? Penso que é uma questão de maturidade.
Também tem a ver com a nossa sociedade, que adora emoções intensas. Procuramos correr mais rápido, chegar antes, desfrutar intensamente. A paixão é como uma droga: no seu momento fugaz faz pensar que você é feliz e não precisa de mais nada. Um olhar, uma palavra te levam aos melhores lugares.
Como construir uma relação mais profunda?
Seria bom estar preparado para saber que a paixão acaba. Amadurecer significa também desfrutar das coisas que o amor dá, como compartilhar o silêncio e não um beijo, saber que a pessoa está ali, ainda que não esteja ao meu lado. É preciso abrir os olhos, e isso é uma decisão. Ver o par na sua essência.
Mas primeiro é preciso estar bem consigo mesmo. Não se deve procurar o sentido da própria vida no companheiro ou nos filhos.
Você deve responder a três perguntas básicas nesta ordem: quem sou, aonde vou e com quem. É preciso que eu me conheça antes de te conhecer e que decida meu caminho antes de compartilhá-lo. Senão, é o outro quem vai dizer quem eu sou. E isso é uma carga muito grande.
O livro diz que as relações duram o que têm que durar, sejam semanas, seja uma vida.
Duram enquanto permitem que ambos cresçam. Significa conhecer-se, gostar de si mesmo, conhecer seus recursos e desenvolvê-los. Ao lado da pessoa amada, está a melhor oportunidade para isso. E essa é uma condição para construir um relacionamento. Um casal que não cresce, envelhece. E um casal que envelhece, morre.
O que leva ao fracasso?
Um dos grandes motivos de fracasso é não trocar intensidade por profundidade, viver querendo voltar aos tempos da paixão. Outro ponto de conflito é que as pessoas não conseguem deixar o papel que desempenhavam antes de casar, querem continuar sendo o "filhinho da mamãe", ou o "caçulinha da casa". Outro problema é a intolerância, a incapacidade de aceitar as diferenças, as pessoas discutem pelo dinheiro, pela criação dos filhos e, por fim, morrem sufocadas pela rotina.
E como enfrentar esses problemas ou desafios?
É preciso amor, atração e confiança. Comparo esses pilares a uma mesa de três pés. O tampo da mesa seria um projeto comum firme. Se faltar qualquer um desses elementos, a mesa cai. E sobre tudo isso deve-se montar outras coisas, como a capacidade de trabalhar juntos, de rir das mesmas coisas, de ser sexualmente compatíveis, sentir o outro como um apoio nos momentos difíceis. Às vezes a terapia ajuda, às vezes é um bom passaporte para a separação.
Como saber quando a relação chegou ao fim?
Se sinto que estou sempre no mesmo lugar, que me entedio, que não tenho vontade de estar com o outro, se sempre que saímos precisamos sair com outros casais pois não ficamos bem sozinhos, quando piadas como "o idiota do meu marido" ou a "bruxa da minha mulher" se tornam frequentes, algo não está funcionado.




FONTE: GABRIELA CUPANI DE SÃO PAULO

Um convinte a quem diz que ama demais!




Gosto sempre de frisar que a questão não é o quanto se ama, mas sim o quanto se distorce o amar. Ou seja, estamos falando do “como”. E, nesse caso, tratamos de um vício de comportamento conectado a tudo o que não é amor. Até porque quando estamos em meio à confusão do amar demais não nos amamos.
E se o “amar o próximo como a si mesmo” é a verdade máxima, não amamos. Não nos amamos, não amamos o outro, não amamos a vida. Ou seja: toda vez que encontrar alguém que ama demais, saiba que ele(a) está sobrevivendo mais do que vivendo. Confundindo tudo mais do que amando…
Quem vive dessa maneira, não consegue se dar, não consegue receber, não consegue ver, ouvir, sentir – se não for por meio de outro. Do contrário, nada sente, nada acontece. Nesse sentido, viver em função de alguém ou alguma coisa com um forte sentido de posse, misturado a um controle que beira a doença, não agrega… Afinal, tudo o que precisamos já trazemos conosco, está dentro, é o nosso maior alimento.
Em nosso lugarEncontramos outros, é verdade, que nos alimentam a alma, o saber, o caminhar, mas fazem isso sempre como complemento. Não estão lá conosco para viver a nossa vida, escolher as nossas escolhas, tomar as nossas decisões, viver os nossos sonhos. Estes nos trazem luz toda vez que estivermos abertos para enxergar…
E, nesse contexto, por que não compreender que assim como já somos plenos também é o outro. Então, dar demais ou esperar demais deste não ajuda muito, certo? Por que não trazer o foco para dentro? Mudar o olhar, expandir a consciência, aprender a caminhar?
Por que não buscar ajuda para trabalhar a autoestima, o controle por si mesmo, o resgate da essência, da missão de vida etc, etc. Por que não investir em autoconhecimento e, como diz uma amiga, “lutar todos os dias para fazer um movimento a nosso favor, a nosso bem-estar, a nosso bem-viver”?
Esse trabalho não é fácil, não é simples, não é rápido. Mas é possível. Podemos mudar, podemos evoluir, podemos aprender a amar a nós mesmos e também o outro e então, ganhar mais qualidade de vida.
RoubadosO problema de viver uma vida para o outro, em relações não saudáveis, com base na dor e sofrimento, nos tira praticamente tudo. Faz-nos cegos para o que está a nossa volta. Faz-nos surdos para o que poderia transformar a nossa existência. Torna-nos anestesiados, sem brilho, tristes. Sós.
Amar demais, esperar demais, controlar demais, viver demais o que está fora e não nos pertence é uma questão a ser analisada profundamente. Por isso, fica o convite: se estiver nesse círculo ou se conhecer pessoas nessa mesma direção busque ou convide o outro a buscar ajuda.
A vida passa depressa demais e, com ela, nossos sonhos, nossa juventude, nossas oportunidades. A capacidade de dar a volta por cima, recomeçar, redescobrir o que faz bem já está em nós. Basta investir o tempo que “gastamos” com outro exageradamente, em demasia e, trazer o foco para dentro, para o que nos pertence, para o que contribui para nossa auto-percepção, nosso valor, nosso ser.
No mais, a vida com certeza ficará mais possível e colorida. Os sons, os sentidos ficarão mais poéticos, a luz mais iluminada, os sabores mais gostosos. Descobrir a vida a partir do centro faz uma enorme diferença… Experimentar, por isso, é uma escolha que deve ser cultivada dia-a-dia com atitude e, muita, muita disciplina. Escolhas, sempre escolhas!

fonte: Minha vida

Relações complicadas!



O que define uma amizade, uma relação amorosa, um vínculo é saber que, sim, podemos contar com o outro quando precisarmos. Ele sempre estará lá para nós! Não importa a distância, não importa o tempo. Se precisarmos de algo, só uma certeza deve imperar: o outro estará lá para nós.


E isso é tão verdadeiro que é essa também a base da fé! Você já deve ter ouvido: “Bem aventurado os que choram, porque estes serão consolados”. Pois é! Se ele, Deus, está lá para nós – porque não o outro? Bem, posto isso, dá para compreender que nem toda relação complicada deve ser descartada.
Não! Não é porque há problemas na relação que devemos virar as costas e ir embora. Essa é sempre uma decisão simplista, nem sempre fácil, mas simplificada… A questão é decidir sem avaliar a origem do problema. Ele, afinal, pode estar em nós e não estar no outro.
Análise
Então tanto faz quem é esse outro se não pararmos para analisar o que fazemos como agimos e o que provocamos na relação.
Você leitor, deve se lembrar de histórias do tipo da Simone e do Leo. “Eu fiquei com ele durante X anos e ele nunca falou em casar. Depois que nos separamos, ele casou e até já tem um filho!”.
Algo mudou nele ao se relacionar com essa nova outra… Algo permaneceu na postura da Simone que a fez encontrar outros amores sem sucesso… Ou então o contrário: Márcia e Jonas viviam uma relação que era um verdadeiro inferno na terra, o que segurava um e outro era a decisão pelo amor.
A Márcia, por isso, nunca desistiu de lutar por ele. Ele – é verdade – era difícil. Mas uma coisa era certa: juntos, construíam… Enfim, depois de alguns anos tudo mudou. Eles irradiam amor. Estão felizes. Algo mudou nele e nela que permitiu a relação fluir…
Então, de novo, a importância do autoconhecimento, do que podemos e não podemos, é fundamental para que a relação evolua. Se entendermos isso, fica mais possível mudar a escolha ou até mesmo a atitude. Ou seja: se somos responsáveis por 100% do que acontece na nossa vida, a forma como agimos provoca o que recebemos.
Fique então atento para a forma como se relaciona, tenha em mente que mudar de relacionamento como quem muda de roupa pode não levar a lugar algum, a não ser onde já estamos e ignoramos.
E no que diz respeito a relações complicadas, isso é mais que verdadeiro.
Tô nem aí
Tenho um amigo que sai com uma garota que lhe dá todos os sinais do tipo “não estou nem aí”. Eles viajam juntos e ela só pensa em se divertir, comprar, passear – não o inclui em nada – não lhe dá carinho, não está disponível.
Quando voltam, ela fica semanas sem lhe telefonar, sem lhe enviar uma mensagem, sem nada. Quando ele liga, ela não atende. Ou melhor, só atende se estiver com vontade. E raramente está. Então, nessas poucas ocasiões, é carinhosa, enche o pobre de ilusão e depois… Depois, silêncio.
Está ocupada com seus projetos, seu trabalho, sua casa, sua vida… O outro, bem, ele que espere – se quiser. Só falta ela sair por aí com uma placa: NÃO QUERO NADA COM VOCÊ! O resto ela faz e faz bem.
E ainda assim, pobre, ele é leal, espera, sofre e pensa que um dia ela irá mudar… Será?
Essa história é totalmente diferente das que coloquei acima. Elas possuíam problemas, mas sabiam-se um do outro. Havia intrínseco na relação à decisão por permanecer juntos. Nesse outro caso, não há nada! Só uma grande ilusão e uma troca de interesses.
Conveniências
Da parte dele, para continuar seu caminho solo sendo a vítima de uma situação que não se resolve. Da parte dela , para manter o outro aprisionado porque lhe faz bem ao ego, à vaidade. Então, dá para comparar uma relação complicada e outra? Dá para decidir sair de uma ou outra da mesma forma? Temo que não.
E, por isso, escrevo esse artigo esta semana. Fico muito atenta aos comentários que me chegam e percebo uma falta de fé na vida, no outro, na relação, na possibilidade de viver uma história, ao mesmo tempo em que muitos outros não conseguem se enxergar como parte do problema e jogam toda sua infelicidade ou felicidade nas mãos do outro…
Acreditar
Se não acreditarmos que pode dar certo, não vai dar. Se entrarmos em uma relação achando que esse não é o cara, não vai ser. O melhor é escolher certo de uma vez. Entrar porque essa é uma decisão e, a partir daí, crescer, evoluir, ampliar o que vai dentro. E, nesse sentido, não vale deixar espaços abertos para entrar e sair de acordo com o vento…
Um relacionamento demanda decisão, concessão, respeito, cuidado e, é claro, amor. Por isso, QUEM AMA NÃO MATA. Não maltrata, não machuca, não descuida, não ignora, não desaparece. Se for isso o que está vivendo, vale rever o que está escolhendo e incluindo na sua vida.
Às vezes, quando tudo é muito, muito complexo, o melhor mesmo é focar em si mesmo. Nos sonhos, no milagre que é estar vivo. O outro poderá ou não acompanhar. Poderá ou não entender que está agindo mal. E, isso, isso é outro problema, outra história.
O bom é que se entendermos que trazer a energia e o foco para nossa vida nos faz mais fortes, mais íntegros, mais equilibrados. Ficar ou não na relação complicada já não terá tanta importância… Esse não precisa ser o foco de uma vida… Com o tempo, vamos aprender que experimentar o amor nos alimenta muito mais do que experimentar a dor…
Escolhas, sempre escolhas.




FONTE: MINHA VIDA

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Será que estou sendo traída?




Quando se trata de relacionamento amoroso, muitas mulheres ligam o "radar" ou melhor começam acreditar em suas intuição, para saber se estão sendo traídas, afinal, a concorrência atrás de um bom namorado é grande, principalmente nos dias de hoje. Grande parte diz que percebe quando está dividindo o "seu" homem com outra pessoa, enquanto outras carregam o fardo de ciumentas e possessivas. Se você namora há certo tempo ou é casada e vem desconfiando que algumas atitudes dele têm mudado, talvez você tenha razão. Mas como saber e agir nestas situações? Veja algumas dicas:


6 (seis) Sinalizadas.


1) Mostrar-se cansado sempre que está ao seu lado pode ser relevante até certo ponto, mas chega uma hora que você deve desconfiar e achar que algo estranho está acontecendo. Afinal, quando uma pessoa gosta da outra e está ao lado dela, tem que ter o mínimo de disposição para curtir bons momentos, mesmo depois de um dia cansativo de trabalho.


2) Quando ele atende ao telefone longe de você é um sinal para ficar com a "pulga atrás da orelha" e verificar com quem ele tem falado às escondidas.


3) Muitas vezes as mudanças repentinas de atitude são fatores a serem analisados com cuidado. Um dos sintomas é quando ele se demonstra mais ciumento do que o normal, pois na cabeça dele, talvez por estar fazendo coisas erradas, ele possa achar que você age da mesma forma e começe a te controlar mais.


4) Quando ele começa a dizer que está "sufocado" é porque o relacionamento de vocês já não está agradando tanto assim. Pense em como você pode melhorar esta situação. Faça as suas coisas individualmente até que ele sinta sua falta.


5) Se vocês discutem relação e ele não demonstra interesse em te escutar para melhorar a situação de vocês, esta é outra atitude a se pensar.


Para Refletir...


Mesmo se as suspeitas parecerem absurdas, não as descarte sem alguma reflexão. acredite em sua intuição.

A dúvida mostra que o sentimento de confiança recíproco está abalado.

Procure saber por que questionou a fidelidade do parceiro e converse com ele. Desta forma, talvez seja mais fácil contornar a situação para que tudo fique bem.

o seu parceiro não tem por você o mesmo interesse que tinha no começo da relação?





Como enfrentar a falta de interesse do seu parceiro?




Se você sente que o seu parceiro não tem por você o mesmo interesse que tinha no começo da relação e acha que ele está ausente, pouco carinhoso e desmotivado, veja as seguintes sinalizadas.



1 - Não imagine que o seu parceiro tem algum problema com você, principalmente se ele não disse nada a respeito.Não personalize tudo.



2 - Crie um espaço para dialogar tranqüilamente com ele.Não faça cenas porque, assim, você conseguirá apenas pressioná-lo e fazer com que ele fique desanimado para conversar.



3 - Converse com seu parceiro, pergunte o que está acontecendo com ele e que coisas o estão preocupando.Escute o que ele quiser dizer e mostre-se interessada por ele.Não deixe de dar atenção nem mostre-se distante só porque ele disse que o problema não é com você.Se ele tem um problema, será positivo para os dois que você esteja ao lado dele.



4 - Fale da sua necessidade de compartilhar as preocupações dele, já que elas também já preocupam você.Explique que você não está tentando "resolver" os problemas dele, mas sim que a sua intenção é ser companheira.



5 - Faça com que ele sinta sua companhia e sua compreensão.Se realmente ele está passando por uma fase complicada, este não é o momento de reclamações e sim de fazer com que ele se sinta apoiado.


6 - Não pergunte o tempo todo o que está acontecendo, mesmo que você se incomode com o comportamento dele.Respeite os tempos dele sem cobranças.



Para Refletir...



Se depois de conversar com ele você confirmar que ele não está mais interessado em você, não fique alterada nem se sinta uma vítima.Enfrente a situação com calma, pois ela não representa um fracasso para você, mas sim uma nova oportunidade.

Como dizer não a uma amiga de trabalho?



Às vezes alguém próximo tem um interesse amoroso por você, mas você não sente a mesma coisa.


Veja algumas sinalizadas para deixar isso claro sem magoar o outro.


1 - Não fuja do problema. A situação ficará mais complicada se você não deixar os seus sentimentos claros.


2 - Evite excesso de contato. Sem ser descortês, você pode dar algum sinal.


3 - Faça perguntas sobre os relacionamentos do outro. É uma boa forma de começar a tocar no assunto e, se houver oportunidade, expor a sua visão sobre a amizade que os une.


4 - Programe mais saídas em grupo. Muitas vezes a intimidade permite confundir amizade com amor.

5 - Marque um encontro para falar do assunto. Você pode fazer isso por e-mail ou telefone, explicando um pouco do que se trata. Você evitará criar falsas expectativas.

6 - Fale sobre os seus sentimentos. Se você achar que o outro está confuso, esta é uma maneira de desfazer o mal-entendido. Crie a oportunidade para a conversa.

Para Refletir...


Não dê sinais ambíguos, nem se comporte de modo agressivo para resolver a questão. Pense no que você quer e não se aborreça se o outro não entender. Se for necessário, afaste-se por um tempo.

Arquivo do blog

COMENTÁRIOS - PITACOS - SUGESTÕES - ELOGIOS

Vejam o que os visitantes dizem do educar para humanidade.


Noosssaaa... o seu blog e um espetáculo Edu. Ou melhor vc e isso tudo. Um grande beijo de quem gosta muito de você.
Patrícia

Adorei esse blog, parabéns,contém muitas dicas úteis e interessantes. Que Deus te abençoe e q vc possa a vir dar mais dicas . Fica com Deus! O seu blog ....é show.
Julianne


Este Site é ótimo,e acredito que estas postagem ajudará , vários casamentos, parabéns pela iniciativa.
Carlos Alberto

Imagina que quando uma amiga me falou de você edu confesso que não acreditei. Será que ainda existem homem assim? Perguntei. Mas Quando vi você pela primeira vez fiquei encantada com o seu jeito de ser, te achei uma pessoa muito,muito, muito, maravilhosa, amiga, verdadeira, prestativa, séria... Quando eu conheci fiquei encantada com sua beleza, personalidade, caráter...Admiro demais você, na verdade me considero Sua fã número 1... Adoro ler seus textos aqui no blog. Assistir suas palestras um show de informação.
Hoje tenho certeza que és é uma pessoa muito especial pra mim pois ajudou e me ajuda muitoé um amor de pessoa ...você pode contar comigo pro que der e vier estou sempre disponível pra você viu meu lindo...Você é uma pessoa da minha extrema confiança Da sua eterna Amiga que te ama muito e te quer muito bem com carinho, amor e saúde bjos......
Priscila


Esse site esta de parabéns adorei tudo que vi por aki@!!! tudo de bom.
Anônimo

Poxa, ta bem legal seu texto, parabens.
Fernanda


Essas dicas eram o que eu precisava para tirar uma duvidazinha. Obrigado ao blog que eh um espetáculo.
Juliani


Eu acabei de ler sua mensagem sobre como manter um relacionamento e tem muitas coisas que estão acontecendo comigo, obrigado pelo blog e as dicas que vão me ajudar com certeza.
Ana

Eduardo pessoas como você, ajuda a escrever a historia da vida com muito mais amor, carinho e humildade, que bom que você existi... parabens pelo seu blog. Sempre vou admirá-lo... Que Deus te abençoe sempre.
Josi


Esse blog é realmente muito completo, tudo o que eu preciso tem aqui, só queria saber como fazer boas preliminares, rs. Mas tudo o que eu imagino tem aqui, é um site perfeito. Parabéns!
Adriana

Eduardo quando te vi pela primeira vez tive a certeza de ter encontrado uma pessoa especial, com a alma serena e doce ao mesmo tempo. Você é um ser iluminado por Deus e com uma missão muito especial. Gosto de estar com você de poder compartilhar meus "segredos" contigo e dividir minhas "angustias" principalmente pelo blog.
Lembre que você sempre poderá contar comigo a todo instante que precisar...pois estarei sempre aqui para te falar o quanto você é especial pra mim!!!!!!!!milhões de beijos carinhosos pra vc viu meu lindo!!!!!!
Josenilda

Como sempre Edu, uma ótima postagem. Fico feliz em saber do seu esforço em ajudar a humanidade escrevendo coisas significante aqui no blog,. Beijos com afeto.
Lindomar



Oi Eduardo, que blog massa, parabéns lindo, me visita se puder tá? , agradeço. Um grande abraço,
Erika.


Nossa, amei seu blog Eduardo, pricipalmente as postagem sobre os inimigos e amigos do orgasmo, quantas informações interessantes. Parabéns.
Karla luane


Estou adorando visitar seu blog! Parabéns pelo blog e pelos resultados já conquistados, isso que você faz é muito importante! Abraços.
Viviane


Parabéns pela criatividade e mais ainda pela continuidade dos textos sobre relacionamentos. Parabéns!
Junior


Ola. Ótimo seu blog. Adorei o post parabéns. A minha namorada é enfermeira e adorou suas palestra, abraços.
Joel santos

Ei Edu! Gostei muito do que escreve e como escreve. Gostaria de trocar figurinhas comigo?
Pedro


Eduardo Gostaria de acompanhar seu blog, é muito bacana seus texto. Me ajuda sou pouco leigo.
André


Muito bom o seu blog...Provavelmente eu deva voltar por aqui mais vezes, sucesso eduardo.
Anônimo


O blog é excelente e a escritor inteligente na medida certa. Parabéns pelo seu trabalho.
Elza


Eduardo Indiquei seu blog a vários amigos, é tão bom achar um Blog que nos descontrai ao mesmo tempo nos sinalizem coisas boas assim.
Márcia lima


Eduardo, querido... seu blog é realmente demais. Demais! Correto, comunicativo, educacional, sensível, genial! to muito orgulhosa de vc ter postado um texto de minha autoria aqui, valeu!
Patrícia

Eduardo o texto e as perguntas foram bem elaboradas e respondidas, mostrando claramente os problemas sexuais, bem como os caminhos para iniciar um tratamento. Atualmente se faz muito necessário este tema tendo em vista o alto índice de apelo sexual passado pelas mídias para as pessoas. Parabéns.
Anônimo


Meu querido Eduardo, parabéns pelo post esclarecedor, aliás tudo o que você escreve é de muita qualidade.parabéns.
Augusto


Eduardo, você fala desse tema de maneira tão natural, que nos dá a exata dimensão do assunto que estás tratando. Parabéns.Gosto muito de seu blog.Abraços
Walter


Muito bom esse pequeno artigo esta de parabéns colega.
Anônimo


Olá Eduardo seus artigos são muito bons, gosto principalmente da maneira franca como você escreve. As dicas estão perfeita, agora é ler e praticar. Abraços e bom fds.
Pedro Paulo


Um elogio curto e sincero: UAU! OTIMO! PERFEITO!
Anônimo


Adorei as perguntas! Amei todas as respostas! Foi perfeito me ajudou a entender o que esta acontecendo comigo, obrigado edu.
Anônimo

Excelente artigo. Alto padrão como sempre, parabéns eduardo!
Anônimo


Didático com sempre. Nunca usando de pornografia. Esse é o educar para humanidade.adoro acompanhar suas postagens.
Amadinha


Oi edu!! Boa noite !!! passando para conferir as ultimas postagem do blog... como sempre parabéns vc é tudo de bom!!!
Natalia


Ótimo conteúdo Eduardo, os temas escolhido é de muito bom gosto!!! parabéns pelo blog!!!
Gustavo

Gostei bastante do texto, não conhecia o seu blog, é excelente!
Marcos

Parabéns eduardo ! Seus posts são sempre atuais, instrutivos e com extrema qualidade e bom gosto na escolha dos temas e sua inteligente maneira de abordá-los. É com muito gosto que leio sempre seu blog. Abraços !!!
Eliane Almeida


Oi Edu, Autoconhecimento da sexualidade feminina, Que texto excelente, todos os homens devem ler isso, com certeza.abraços, valeu .
Anônimo

Puxa!educar para humanidade. Isso que é um belo manual! Adorei o seu blog. Sempre que passo por aqui aprendo mais e mais... Continue esse trabalho excelente. Parabéns pelo artigo, nota 10. Bjo
Leila Cristina







Ciclo de Palestras e Seminários nas áreas de Educação e Saúde para 2015



TEMAS EM EDUCAÇÃO
Avaliação da aprendizagem no século XXI.
O papel do professor: Transformando informação em conhecimento.
As muitas faces da profissão Docente.
Alfabetização e Letramento: os desafios contemporâneos.
Oralidade e Escrita: Dificuldade de ensino-apredizagem na alfabetização.
A importância do lúdico no desenvolvimento da criança
O Brincar e a Matemática
A proposta dos PCNS e sua relevância na formação dos cidadãos.
Um dialogo entre a psicopedagogia e a educação.
Direitos e Deveres da Criança.
Autoridade e Autoritarismo na Sala de Aula:Repensando a relação professor-aluno
Violência em casa: reflexo na escola. Como disciplinar sem bater?
Como trabalhar as relações humanas para prevenir a violência contra criança no ambiente familiar / escolar.
Família e Escola: educar é uma tarefa de todos.
Ética e Cidadania.

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE DO ESCOLAR

A Síndrome de Burnout : Como vai a Saúde do professor na Educação Infantil ?
Saúde Bucal (escovação e higiene).
Higiene e Saúde do escolar.
Alimentação: A obesidade e os transtornos alimentares.
Saúde e meio ambiente.
A importância do sono na vida do ser humano.
O que toda a criança precisa saber sobre segurança.
E agora: O que eu faço? Primeiros socorros.
As principais doenças da infância.
Doenças Sexualmente Transmissíveis.
AIDS/HIV

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE FAMILIAR

Lute pela vida: diga não as drogas.
Alcoolismo, tabagismo e suas conseqüências.
Hipertensão e dislipidemias.
O que todo diabético precisa saber.
Ficar amarelo pra que? Hepatite tem prevenção.
Fique ligado: hanseníase tem cura.
Prevenção do câncer: caminho para saúde.
Saúde bucal não tem idade.
Prevenção da violência contra idoso.
Mulher com saúde é mais mulher.
Abuso e exploração sexual de crianças e adolescente.
Infância perdida: prostituição infantil.
Sexualidade na escola: Como forma o filho para a vida sexual.
Sexualidade na adolescência.
Gravidez na adolescência.
Aborto e suas conseqüências.
Previna-se use camisinha.
Profissão criança: trabalho infantil isso não tem futuro.

E-mail: edu.com28@yahoo.com.br





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