quinta-feira, 17 de maio de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
Como ser feliz nesse mundo em que vivemos?

Site dessa imagem deixarfluirr.blogspot.com
Você já se preocupou alguma vez com a felicidade?
Já envidou esforços para conquistá-la?
Quem de nós não deseja ser feliz?
Salvo os casos patológicos, as pessoas estão sempre em busca da felicidade, ainda que não se deem conta disso. Mas, afinal, o que é a felicidade?
A felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.
Quando estamos enfermos, a recuperação da saúde seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esforços para conquistá-la.
Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.
Se somos solteiros e desejamos unir-nos a alguém, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa, para compartilhar do nosso afeto.
No entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimentação que refaz.
Já para o torcedor, a explosão de felicidade se dá quando a bola atinge o fundo da rede do time adversário.
Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunstâncias.
Muitos de nós buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.
Porque isso acontece?
A felicidade esta onde você coloca.
Infelizmente você não coloca onde você estar.
Nos sempre colocamos a felicidade em algum lugar em que não estamos, ou em alguém que não somos nos mesmo.
Esse processo de poder olhar a felicidade onde estamos, com estamos ou com quem estamos é o que faz da nossa vida ser uma vida diferenciada.
Nos sempre achamos que a felicidade esta onde não estamos.
As pessoas...
As coisas...
Ao estético...
Ser feliz é ser você mesmo assim.
A cada momento Deus nos oferece mil motivos para nos alegrar.
A oportunidade de viver, de ter uma família, amigos, trabalho...
A natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por nós.
A felicidade esta no caminho e não no fim dele!
Até mesmo os obstáculos do caminho são motivos de alegria, por nos ensinarem a superá-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.
* * *
Fonte: Redação do Momento Espírita, com base em história publicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997. ed. Fep. Adaptação Eduardo Campos
A MINHA EDUCAÇÃO NÃO DEPENDE DA SUA.
Dia desses li, em um adesivo colado no vidro traseiro de um veículo, a seguinte advertência: Minha educação depende da tua.
Fico a imaginar qual seria o conceito de educação para quem pensa dessa forma.
Ora, se nossa educação dependesse dos outros, certamente seria tão instável quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.
Ademais, se assim fosse, não formaríamos jamais o nosso caráter.
Seríamos apenas o resultado do comportamento de terceiros.
Refletiríamos como se fôssemos um espelho.
Assim sendo, como fica a nossa educação se refletir tão somente o comportamento dos outros, como uma reação apenas? O verdadeiro caráter é forjado na luta.
Na luta por dominar as más tendências, por não revidar uma ofensa, por retribuir o mal com o bem. Um exemplo de retribuir o mal com o mal é o pai falando para criança indo pra Escola
– olha se o fulano te bater vira pra ele da lhe um soco nele, filho meu não levar desaforou pra casa...
Um amigo tinha o costume de dizer: Bateu, levou, Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava.
Imediatamente ele se posicionou em contrário: É claro que não! Então questionamos outra vez: Se não os admira, por que você os imita? Ele ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu: É, de fato deveríamos imitar somente o que achamos bonito.
Dessa forma, a nossa educação não deve jamais depender da educação dos outros, menos ainda da falta de educação dos outros.
Todos os ensinamentos do Cristo, a quem a maioria de nós diz seguir, nos recomendam apresentar a outra face.
Imaginemos se Jesus, o Mestre, tivesse nos ensinado: Se alguém te bater numa face, esmurra-lhe a outra. Ou então: Faz aos outros tudo aquilo que não desejas que te façam.
Nós certamente não o aceitaríamos como Modelo e Guia. Assim sendo, lutemos por nos educar segundo os preceitos do Mestre de Nazaré que, diante dos momentos mais dolorosos de sua vida, manteve a calma e tolerou com grandeza todas as agressões sofridas.
Não nos espelhemos nos que não são modelos nem de si mesmos.
Construamos o nosso caráter com os exemplos nobres.
Quando tivermos que prestar contas às leis que regem a vida, não encontraremos desculpas para a nossa falta de educação, nem poderemos jogar a culpa nos outros, já que Deus nunca deixou a Terra sem bons exemplos de educação e dignidade.
* * *
Fonte: Redação do Momento Espírita, com base nos itens 685 e 685 a, de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb. Adaptação Eduardo Campos
Fico a imaginar qual seria o conceito de educação para quem pensa dessa forma.
Ora, se nossa educação dependesse dos outros, certamente seria tão instável quanto a quantidade de pessoas com as quais nos relacionamos.
Ademais, se assim fosse, não formaríamos jamais o nosso caráter.
Seríamos apenas o resultado do comportamento de terceiros.
Refletiríamos como se fôssemos um espelho.
Assim sendo, como fica a nossa educação se refletir tão somente o comportamento dos outros, como uma reação apenas? O verdadeiro caráter é forjado na luta.
Na luta por dominar as más tendências, por não revidar uma ofensa, por retribuir o mal com o bem. Um exemplo de retribuir o mal com o mal é o pai falando para criança indo pra Escola
– olha se o fulano te bater vira pra ele da lhe um soco nele, filho meu não levar desaforou pra casa...
Um amigo tinha o costume de dizer: Bateu, levou, Um dia perguntamos se ele admirava os mal-educados que tanto criticava.
Imediatamente ele se posicionou em contrário: É claro que não! Então questionamos outra vez: Se não os admira, por que você os imita? Ele ficou um tanto confuso, pensou um pouco e respondeu: É, de fato deveríamos imitar somente o que achamos bonito.
Dessa forma, a nossa educação não deve jamais depender da educação dos outros, menos ainda da falta de educação dos outros.
Todos os ensinamentos do Cristo, a quem a maioria de nós diz seguir, nos recomendam apresentar a outra face.
Imaginemos se Jesus, o Mestre, tivesse nos ensinado: Se alguém te bater numa face, esmurra-lhe a outra. Ou então: Faz aos outros tudo aquilo que não desejas que te façam.
Nós certamente não o aceitaríamos como Modelo e Guia. Assim sendo, lutemos por nos educar segundo os preceitos do Mestre de Nazaré que, diante dos momentos mais dolorosos de sua vida, manteve a calma e tolerou com grandeza todas as agressões sofridas.
Não nos espelhemos nos que não são modelos nem de si mesmos.
Construamos o nosso caráter com os exemplos nobres.
Quando tivermos que prestar contas às leis que regem a vida, não encontraremos desculpas para a nossa falta de educação, nem poderemos jogar a culpa nos outros, já que Deus nunca deixou a Terra sem bons exemplos de educação e dignidade.
* * *
Fonte: Redação do Momento Espírita, com base nos itens 685 e 685 a, de O livro dos Espíritos, de Allan Kardec, ed. Feb. Adaptação Eduardo Campos
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
domingo, 4 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
MEU ÚLTIMO DIA...
Há pessoas que não gostam de fazer aniversário, preferem que a data passe despercebida.
São várias as razões pessoais, porém eu simplesmente espero o ano todo para que chegue o meu dia.
Na verdade, eu comecei a comemorar depois da partida do meu avô, foi uma forma que eu encontrei de manter-me vivo, pois sabia que a felicidade dos seus filhos sempre foi o maior desejo daquele que me Educou.
Meu avô achava graça daquele toquinho de gente de 5 anos falando sobre o que queria ser no futuro.
Sempre fomos unidos, e acredito piamente que não apenas nessa existência. Tenho certeza que nossas viagens para esse plano terrestre foi desde sempre...
Se eu fui concebido pelo ato do amor, se eu fui criado à base de todo carinho, princípios e dedicação, por eles (vovó e vovô),há mil razões então para eu comemorar.
Não estou envelhecendo, apenas estou caminhando para o cumprimento da minha missão.
Mantenho meu espírito vivo, juvenil, alegre com tanto ainda a descobrir.
Quero a vida e todas as marcas que ela me oferecer.
Quero a paz no meu espírito e a serenidade nas tempestades.
Quero chorar de alegria e de dor caso seja necessário.
Quero respirar, inspirar, transpirar todo o positivismo que for capaz.
Quero gritar e calar quando assim desejar.
Quero caminhar sempre adiante, devagar, mas tendo a certeza e firmeza na direção dos meus passos.
Quero realizar os meus sonhos, tardiamente quem sabe, mas sempre realizá-los.
Quero fechar meus olhos para a eternidade, completando o meu ciclo, contanto que eu tenha a certeza que vivi e fui feliz.
Hoje, no meu último dia com 31 anos, tenho muito que comemorar.
Um ciclo a mais estará iniciando.
Um ano a mais estarei vivendo.
Uma vida a mais me esperando.
Que eu possa ser o que fui no passado mas de uma maneira muito melhor...
Que venham meus 32 anos.
Não, realmente não estou envelhecendo, apenas caminho para minha plena realização. Rs.
Eduardinho.com
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Você sabe se proteger dos diferentes tipos de Hepatite?
Site dessa imagemreidaverdade.com
Responda as perguntas e descubra como a doença pode ser prevenida e combatida
Pergunta 1: Os sintomas da hepatite são fáceis de serem percebidos?
A - Sim, a doença costuma aparecer com sintomas graves desde o início.
B - Não, a pessoa pode até achar que está apenas com uma gripe.
Resposta correta: b) Não, a pessoa pode até achar que está apenas com uma gripe.
Nota: A hepatite aguda é mais fácil de perceber: olhos amarelados, náuseas, dor abdominal e febre. Mas o infectologista Paulo Roberto Ferreira, do Hospital Bandeirantes, conta que as formas crônicas das hepatites B e C raramente apresentam sintomas fortes. "Depois do início, não há sintomas por 20 a 30 anos, até que apareça cirrose ou câncer de fígado. Esse é o grande problema da doença, que é silenciosa por muito tempo", afirma. A OMS estima que 80% das pessoas com hepatite não apresentam sintomas.
Pergunta 2: Os vírus da hepatite podem ser contraídos pela ingestão de água e alimentos contaminados?
A - Sim, a hepatite dos tipos A e E.
B - Não, eles são transmitidos pelo ar.
Resposta correta: a) Sim, a hepatite dos tipos A e E.
Nota: É o caso da hepatite A, que é frequente no Brasil, e da E, que é mais rara. Ambas são benignas, de forma que, após a fase inicial e de sintomas, há a cura completa na maioria dos casos, como explica o infectologista Paulo Roberto Ferreira. "Como ambas são transmitidas por alimentos e líquidos contaminados, a prevenção se dá pela higienização adequada dos alimentos e das mãos. Contra a hepatite A, também há vacina extremamente eficaz", conta.
Pergunta 3: A hepatite também pode ser transmitida pelo contato sanguíneo?
A - Sim, os vírus B e C.
B - Não, todos são transmitidos por água e alimentos.
Resposta correta: a) Sim, os vírus B e C.
Nota: Como o vírus B e C são transmitidos por contato sanguíneo, instrumentos de manicure que estiverem contaminados podem transmitir hepatite, caso exista algum machucado nas mãos ou nos pés. O infectologista Paulo Ferreira também recomenda que quem tiver histórico de transfusão de sangue, drogas injetáveis, tatuagem, piercing, exposição a sangue contaminado, relação sexual sem preservativos ou alteração dos exames de sangue de funcionamento do fígado deve procurar um médico para fazer exames.
Pergunta 4: Como detectar a presença da hepatite B ou C?
A - Apenas com exames de funcionamento do fígado.
B - Com um teste rápido de sangue, já é possível apontar a hepatite.
Resposta correta: b) Com um teste rápido de sangue, já é possível apontar a hepatite.
Nota: Apenas uma gota de sangue é necessária para que o teste rápido seja feito, que dura cerca de meia hora. A partir de agosto de 2011, a rede SUS (Sistema Único de Saúde) passará a oferecer esses testes, com o objetivo de obter o diagnóstico precoce da doença, o que evitaria a transmissão e facilitaria o tratamento.
Pergunta 5: Todos esses vírus possuem vacina?
A - Não, a hepatite C, por exemplo, não possui vacina.
B - Sim
Resposta correta: a) Não, a hepatite C, por exemplo, não possui vacina.
Nota: Apesar de ter um risco mínimo ou quase nulo de ser transmitida pela relação sexual, a hepatite C merece dupla atenção por não possuir vacina. O infectologista Paulo Ferreira alerta para os cuidados necessários: "Não compartilhar seringas, agulhas ou outros utensílios; ao optar por tatuagens e piercings, fazer em local credenciado pela vigilância sanitária; usar material próprio e limpo em manicures e utilizar sempre camisinha durante as relações sexuais".
Pergunta 6: Como é o tratamento da hepatite C?
A - Medicamentos orais e injeções.
A - O vírus desaparece sozinho.
Resposta correta: a) Medicamentos orais e injeções.
Nota: Segundo o infectologista Luiz Orlando da Conceição, do Hospital São Luiz, o tratamento da hepatite C é feito com ribavirina (oral) e interferon (injeção) e pode durar até um ano. "O vírus que sempre vai embora e não aparece na forma crônica é o da hepatite A, que necessita de cuidados gerais e tratamento para amenizar sintomas", conta. Já no caso da hepatite B, o cuidado deve ser maior porque a chance de se transformar em uma hepatite crônica é de cerca de 10%.
Pergunta 7: E a hepatite D, em quem ela se manifesta?
A - Em qualquer pessoa que esteja com resistência baixa.
B - Apenas em pessoas portadoras da hepatite B
Resposta correta: b) Apenas em pessoas portadoras da hepatite B.
Nota: "O vírus da hepatite D somente infecta pessoas que também são portadoras do vírus da hepatite B, ou seja, ele não tem a capacidade de provocar a doença sozinho", conta o infectologista Luiz Orlando da Conceição. O paciente que for infectado por esse vírus tem maiores chances de desenvolver a forma aguda da doença e precisar de transplante de fígado.
Pergunta 8: A hepatite pode levar à morte?
A - Sim, dependendo da gravidade da doença no paciente.
B - Não, é uma doença pouco agressiva.
Resposta correta: a) Sim, dependendo da gravidade da doença no paciente.
Nota: Existe uma forma bem rara que é a hepatite fulminante, de evolução grave, com grande risco de óbito e que pode ser causada por todos os vírus das hepatites, como explica o infectologista Luiz Orlando da Conceição. "Outra forma que preocupa são as chamadas formas crônicas, que evoluem durante muitos anos de forma silenciosa e possuem grande chance de evoluir para cirrose, podendo chegar à necessidade de um transplante", afirma. Essas formas crônicas podem ser causadas pelos vírus B e C.
Pergunta 9: Uma pessoa pode ter hepatite até quantas vezes?
A - Várias vezes, tanto o mesmo vírus quanto vírus diferentes.
B - Apenas uma vez cada tipo de vírus.
Resposta correta: b) Apenas uma vez cada tipo de vírus.
Nota: Segundo o infectologista Luiz Orlando da Conceição, cada vírus da hepatite pode ser adquirido apenas uma vez. Vale lembrar que é possível a pessoa ter mais de uma hepatite, porque adquiriu mais de um vírus. "Existem casos de pessoas que adquiriram três vírus de hepatite: A, B e C", diz o especialista.
Pergunta 10: A hepatite tem perigo maior durante a gravidez?
A - O perigo é o mesmo de qualquer outra doença, como a gripe.
B - A doença pode causar sequelas no feto e até aborto.
Resposta correta: b) A doença pode causar sequelas no feto e até aborto.
Nota: A hepatite, sobretudo B e C, pode ser transmitida ao bebê pela mãe e ainda pode provocar complicações sérias durante a gestação. "É por isso que, no pré-natal, é obrigatório fazer exames que detectam hepatite, assim como sífilis, HIV, toxoplasmose, rubéola e citomegalovirose", conta o infectologista Paulo Roberto Ferreira. Quanto antes a presença de uma dessas doenças for detectada, mais cedo começarão os esforços para cuidar da gestante e prevenir a transmissão das doenças ao bebê.
Seu resultado: você respondeu corretamente 10 das 10 questões
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Procurando novas relações

fonte: imagem google
As relações humanas andam cada vez mais escassas. Paradoxalmente, nunca houve um momento na história em que tivéssemos tanto acesso à comunicação. A tecnologia hoje nos permite contato com qualquer país a qualquer momento do dia ou da noite. Mas relacionar-se é bem mais que manter qualquer forma de comunicação com o outro. É uma espécie de entrega por meio dos órgãos dos sentidos. É doar seu coração e sua mente ao outro e esperar o mesmo dele. Nisso se inclui toda forma de relação: a profissional, a amorosa, a social, a familiar.
O principal requisito para que consigamos adentrar esse mundo de troca é estarmos inteiros ou integrados a nós mesmos. Ao aprofundarmos o autoconhecimento, conhecermos quem somos, nossos anseios, nossas faltas, nossas alegrias, acabamos encontrando o substrato do humano, sendo mais fácil e mais natural alcançar o humano no outro lado da relação.
É muito importante que saibamos nossas reais necessidades, nossas faltas e anseios. Sabendo dessas coisas, é muito mais fácil manter um relacionamento.
Uma grande dica para que isso aconteça é, antes de iniciarmos um diálogo com o outro, nos questionarmos: "o que eu preciso do outro?", "o que eu realmente quero neste momento?". Ao respondermos a estas questões, estamos simultaneamente entrando em contato com nossa própria falta (autoconhecimento) e abrindo ao outro uma janela de possibilidade para que se estabeleça uma relação autêntica. Uma troca que nos alimenta em nossa real necessidade e alimenta o outro em sua qualidade de doador.
Ora, mas você poderia perguntar: "mas se eu disser ao outro que preciso dele ou de algo que pode me dar, não estarei me tornando vulnerável, rebaixado, expondo minhas fraquezas?". Sim! Você está sim expondo uma falta, uma necessidade. E pelo orgulho também inerente à raça humana é que é tão difícil essa exposição. Mas sem ela, não há como sabermos a necessidade e nem a obtenção do nosso desejo.
Se o orgulho prevalecer, há o grande de ocorrerem manipulações. Acabamos dizendo ou fazendo coisas para que o outro diga ou faça algo que queremos. Qualquer um que esteja do outro lado se sente manipulado, ainda que a sensação não seja consciente. E age futuramente da mesma forma. Ou seja, manipulando. Aí sim está encerrada qualquer possibilidade da relação autêntica.
Ao passo que, se utilizarmos a primeira pessoa do singular em qualquer diálogo, estaremos oferecendo a oportunidade ao outro de abrir a carcaça do orgulho e nos emprestar os ouvidos da alma. É dizer: "eu sinto muito a sua falta", ao invés de "você só quer saber dos seus amigos". A primeira frase expõe nossa falta e nosso desejo. A segunda é uma acusação, uma cobrança. Ninguém gosta de ser acusado ou cobrado, mas todos gostam de ser desejados e queridos.
Nada mais engrandecedor e corajoso do que poder admitir e encarar nossa própria imperfeição e incompletude. Por isso, é muito importante que saibamos nossas reais necessidades, nossas faltas e anseios. É assim que nos tornamos inteiros e aptos para estarmos em relação.
O principal requisito para que consigamos adentrar esse mundo de troca é estarmos inteiros ou integrados a nós mesmos. Ao aprofundarmos o autoconhecimento, conhecermos quem somos, nossos anseios, nossas faltas, nossas alegrias, acabamos encontrando o substrato do humano, sendo mais fácil e mais natural alcançar o humano no outro lado da relação.
É muito importante que saibamos nossas reais necessidades, nossas faltas e anseios. Sabendo dessas coisas, é muito mais fácil manter um relacionamento.
Uma grande dica para que isso aconteça é, antes de iniciarmos um diálogo com o outro, nos questionarmos: "o que eu preciso do outro?", "o que eu realmente quero neste momento?". Ao respondermos a estas questões, estamos simultaneamente entrando em contato com nossa própria falta (autoconhecimento) e abrindo ao outro uma janela de possibilidade para que se estabeleça uma relação autêntica. Uma troca que nos alimenta em nossa real necessidade e alimenta o outro em sua qualidade de doador.
Ora, mas você poderia perguntar: "mas se eu disser ao outro que preciso dele ou de algo que pode me dar, não estarei me tornando vulnerável, rebaixado, expondo minhas fraquezas?". Sim! Você está sim expondo uma falta, uma necessidade. E pelo orgulho também inerente à raça humana é que é tão difícil essa exposição. Mas sem ela, não há como sabermos a necessidade e nem a obtenção do nosso desejo.
Se o orgulho prevalecer, há o grande de ocorrerem manipulações. Acabamos dizendo ou fazendo coisas para que o outro diga ou faça algo que queremos. Qualquer um que esteja do outro lado se sente manipulado, ainda que a sensação não seja consciente. E age futuramente da mesma forma. Ou seja, manipulando. Aí sim está encerrada qualquer possibilidade da relação autêntica.
Ao passo que, se utilizarmos a primeira pessoa do singular em qualquer diálogo, estaremos oferecendo a oportunidade ao outro de abrir a carcaça do orgulho e nos emprestar os ouvidos da alma. É dizer: "eu sinto muito a sua falta", ao invés de "você só quer saber dos seus amigos". A primeira frase expõe nossa falta e nosso desejo. A segunda é uma acusação, uma cobrança. Ninguém gosta de ser acusado ou cobrado, mas todos gostam de ser desejados e queridos.
Nada mais engrandecedor e corajoso do que poder admitir e encarar nossa própria imperfeição e incompletude. Por isso, é muito importante que saibamos nossas reais necessidades, nossas faltas e anseios. É assim que nos tornamos inteiros e aptos para estarmos em relação.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/
Dependente ou Independente! Como você esta?

fonte: Site dessa imagemfotolog.com
Começando pelo começo... Eu por muitos anos de minha vida estudei a dependência química, foram muitos anos de convivência com esta doença, a dependência, e com isso muita aprendizagem. Sempre atenta a tudo, sempre fiquei muito intrigado com relação à DEPENDÊNCIA, isso porque fui percebendo que não verificava os sintomas apenas nos dependentes químicos ou sexuais, percebia os mesmos sintomas em situações de pessoas para pessoas. Você deve estar se perguntando como assim? Vamos então a uma simulação:
Monicazinha se diz apaixonada por Eduardinho, diz que não consegue viver sem ele e que o fato dele não querer mais o relacionamento a deixa um tanto nervosa, ansiosa, angustiada. Passa o dia inteiro pensando em Joãozinho, em como ter o mínimo de atenção dele e passa a fazer de um tudo para ter um tico desta atenção.
Eduardinho por sua vez, já esta em outra situação,(isso nas melhores das hipóteses, pois ele pode usar dela para se sentir amado), como sempre recebe noticias dela, por ela mesma, resolve então uma vez a cada tempo (indefinido) responder.
Monicazinha sofre, mas sofre por demais, chora, fica inquieta, ansiosa, treme. Quando um dia Joãozinho aparece, mesmo que num mísero telefonema para falar "oi", Monicazinha fica outra, alegre, desperta, saciada. O tempo passa e ela vai perdendo esta motivação na espera de um novo "aparecer" de Eduardinho que não aparece, daí que todo o sentimento de muita angústia, desespero, toma conta dela novamente... E por aí segue nova espera com puro sofrimento.
Aqui contei uma breve historinha, historinha essa que com outras nuances e particularidades muitas pessoas passam.
Eduardinho por sua vez, já esta em outra situação,(isso nas melhores das hipóteses, pois ele pode usar dela para se sentir amado), como sempre recebe noticias dela, por ela mesma, resolve então uma vez a cada tempo (indefinido) responder.
Monicazinha sofre, mas sofre por demais, chora, fica inquieta, ansiosa, treme. Quando um dia Joãozinho aparece, mesmo que num mísero telefonema para falar "oi", Monicazinha fica outra, alegre, desperta, saciada. O tempo passa e ela vai perdendo esta motivação na espera de um novo "aparecer" de Eduardinho que não aparece, daí que todo o sentimento de muita angústia, desespero, toma conta dela novamente... E por aí segue nova espera com puro sofrimento.
Aqui contei uma breve historinha, historinha essa que com outras nuances e particularidades muitas pessoas passam.
Entendemos que esta pessoa tem sintomas muito semelhantes a de dependentes químicos, que quando tem acesso as drogas, naquele exato momento ficam saciados para depois logo estarem sedentos novamente pela droga. Monicazinha fica igualmente sedenta e quando tem Joãozinho fica se sentindo saciada, mas logo depois tudo volta a ser de uma angustia imensa ate a próximo contato com Eduardinho, a droga dela.
A nossa personagem passará a condicionar seu comportamento sempre de modo a obter a aprovação daquele a quem ela formou este elo dependente. Ainda em casos mais graves, vemos Monicazinhas submetendo-se a humilhações, abusos, explorações e toda sorte de desrespeito, simplesmente para garantir que o ser amado (será amado mesmo?) não a abandone.
A nossa personagem passará a condicionar seu comportamento sempre de modo a obter a aprovação daquele a quem ela formou este elo dependente. Ainda em casos mais graves, vemos Monicazinhas submetendo-se a humilhações, abusos, explorações e toda sorte de desrespeito, simplesmente para garantir que o ser amado (será amado mesmo?) não a abandone.
Quando uma pessoa se encontra nesta situação vamos percebendo que elas não passam pelo tempo da "síndrome de abstinência" ou quando estão exatamente nela, pelo sofrimento, angustia etc., elas recorrem a Joãozinho, e prometem que só aquele contato já será esclarecedor e "nunca mais falara ou seguira as sombras de Eduardinho ", vejam: "Nunca mais", "esta foi a ultima vez", sentenças bem conhecidas e discursadas na dependência química, "só um ultimo gole (contato)", passando ai a uma ilusão de permanência. Com muito trabalho é que esse "nunca mais" será um "NUNCA MAIS".
A compulsão em buscar o objeto de dependência, muitas vezes ou na maioria das vezes, é maior, é como se Monicazinha, ali acima, acredita-se que Joãozinho a iria preencher, e nunca mais ela precisaria dele... Ilusão de Monicazinha... O desconforto logo virá e, ela possivelmente não será capaz de segurar a obsessão, não segurara a síndrome de abstinência. Quando um dependente químico em tratamento tem suas recaídas, ele possivelmente recai na síndrome de abstinência, pois sintomas físicos, psiquicos são muito intensos e para ter sua doença em controle ele precisa passar pela síndrome de abstinência.
Monicazinha quando não tem nenhuma noticia de Eduardinho, fica sem sono, irritada, ansiosa, com sintomas depressivos, distúrbios alimentares onde ou come muito ou não come nada, desiludida da vida e por aí vai... Tal qual na dependência química.
Portanto Monicazinha, na verdade, não ama Eduardinho, mas, esta dependente do afeto, de Eduardinho... duro, mas acontece muito e, pode ter certeza dói e dói muito para ela como para qualquer tipo de dependência.
Quantas pessoas você conheceu que passam por isso? Quantas vezes você já falou paras as Monicazinhas da vida: "esquece este cara". Não é tão simples, pois Monicazinha esta doente e o que ela precisa mesmo são de tratamentos porque assim como o dependente químico, cujo organismo se desestrutura quando lhe é retirada a droga, o equilíbrio emocional do dependente afetivo entra em pane quando ele é afastado da pessoa de quem se tornou dependente.
Inicialmente Monicazinha não sabe que esta doente. Será com tratamento que ela poderá reconhecer que esta doente. Estas pessoas, dependem de afeto, possuem uma imaturidade emocional significativa, uma baixa tolerância ao sofrimento, à frustração, a mesma que está presente na vida dos dependentes químicos de modo geral.
Possivelmente a base desse transtorno está uma profunda carência afetiva, uma falta de nutrição emocional que se originou em sua história de vida, portanto aí é que entra a psicoterapia...
Monicazinha precisa aprender que quanto maior for nossa habilidade de vivermos bem sozinhos, mais preparados, organizados, arranjados estaremos para a convivência com o outro.
A compulsão em buscar o objeto de dependência, muitas vezes ou na maioria das vezes, é maior, é como se Monicazinha, ali acima, acredita-se que Joãozinho a iria preencher, e nunca mais ela precisaria dele... Ilusão de Monicazinha... O desconforto logo virá e, ela possivelmente não será capaz de segurar a obsessão, não segurara a síndrome de abstinência. Quando um dependente químico em tratamento tem suas recaídas, ele possivelmente recai na síndrome de abstinência, pois sintomas físicos, psiquicos são muito intensos e para ter sua doença em controle ele precisa passar pela síndrome de abstinência.
Monicazinha quando não tem nenhuma noticia de Eduardinho, fica sem sono, irritada, ansiosa, com sintomas depressivos, distúrbios alimentares onde ou come muito ou não come nada, desiludida da vida e por aí vai... Tal qual na dependência química.
Portanto Monicazinha, na verdade, não ama Eduardinho, mas, esta dependente do afeto, de Eduardinho... duro, mas acontece muito e, pode ter certeza dói e dói muito para ela como para qualquer tipo de dependência.
Quantas pessoas você conheceu que passam por isso? Quantas vezes você já falou paras as Monicazinhas da vida: "esquece este cara". Não é tão simples, pois Monicazinha esta doente e o que ela precisa mesmo são de tratamentos porque assim como o dependente químico, cujo organismo se desestrutura quando lhe é retirada a droga, o equilíbrio emocional do dependente afetivo entra em pane quando ele é afastado da pessoa de quem se tornou dependente.
Inicialmente Monicazinha não sabe que esta doente. Será com tratamento que ela poderá reconhecer que esta doente. Estas pessoas, dependem de afeto, possuem uma imaturidade emocional significativa, uma baixa tolerância ao sofrimento, à frustração, a mesma que está presente na vida dos dependentes químicos de modo geral.
Possivelmente a base desse transtorno está uma profunda carência afetiva, uma falta de nutrição emocional que se originou em sua história de vida, portanto aí é que entra a psicoterapia...
Monicazinha precisa aprender que quanto maior for nossa habilidade de vivermos bem sozinhos, mais preparados, organizados, arranjados estaremos para a convivência com o outro.
Fonte: Walnei Arenque
sábado, 19 de março de 2011
O que fazer após a separação...

imagem: Google
Quando passamos por um momento de perda, pelo fato de ter havido uma separação, o mais indicado para uma recuperação é a consciência do que ocorreu e do que está sentindo.
É um momento marcado por muita confusão, dúvidas, com a única certeza do desejo de querer paz e ser valorizado por tudo aquilo que se tem de melhor.
Durante o período da saudade, vive-se uma alternância de raiva e tristeza. Raiva pelo que aconteceu e da forma que aconteceu e tristeza por tudo de bom que se viveu e não vive mais.
A saudade é pelos momentos bons vividos, esquecendo-se muitas vezes do real motivo que motivou a separação.
Conseguir examinar a relação passada com objetividade e serenidade não é uma tarefa simples, principalmente para quem não está acostumado a refletir e analisar suas próprias emoções e sentimentos. Mas é o caminho que poderá aumentar a consciência de si, dos próprios limites, e evitar buscar culpados, como algumas pessoas tendem no final de um relacionamento, sem jamais chegar de fato às causas dos problemas que aos poucos foram se instalando.
É preciso analisar com o maior distanciamento possível a relação passada e avaliar os fatores que influenciaram essa decisão, compreendendo o passado, tudo que ocorreu, lembrar de fatos e o que levou cada um a tomar as atitudes que foram tomadas e analisar principalmente, em que ponto seu próprio crescimento foi interrompido.
Conseguir examinar a relação passada com objetividade e serenidade não é uma tarefa simples, principalmente para quem não está acostumado a refletir e analisar suas próprias emoções e sentimentos. Mas é o caminho que poderá aumentar a consciência de si, dos próprios limites, e evitar buscar culpados, como algumas pessoas tendem no final de um relacionamento, sem jamais chegar de fato às causas dos problemas que aos poucos foram se instalando.
É preciso analisar com o maior distanciamento possível a relação passada e avaliar os fatores que influenciaram essa decisão, compreendendo o passado, tudo que ocorreu, lembrar de fatos e o que levou cada um a tomar as atitudes que foram tomadas e analisar principalmente, em que ponto seu próprio crescimento foi interrompido.
Algumas pessoas se separam com muita certeza do que querem; mas outras, no entanto, fazem por pura impulsividade, num momento de nervoso, e muitas vezes apenas com o intuito de fazer o outro levar um susto, e sem pensar muito em como irão se sentir com essa decisão e quando percebem já estão separadas e sentindo muita dor.
Umas das características da separação é deparar-se com a solidão, como também muitas pessoas evitam a separação por medo de sentirem-se sós. Ainda que existam filhos, há a solidão de estar sozinho com os próprios sentimentos, medos e tudo mais que a separação provoca. Esse é um dos motivos que podem fazer uma pessoa envolver-se com outra logo após uma separação: o medo de ficar só. O mais aconselhável é dar um tempo para si mesmo, pois só estará efetivamente aberto para uma nova relação a dois quando for capaz de enfrentar a vida sozinho, a menos que já tenha a certeza de que a relação passada não deixou nenhum vestígio, o que raramente acontece.
Umas das características da separação é deparar-se com a solidão, como também muitas pessoas evitam a separação por medo de sentirem-se sós. Ainda que existam filhos, há a solidão de estar sozinho com os próprios sentimentos, medos e tudo mais que a separação provoca. Esse é um dos motivos que podem fazer uma pessoa envolver-se com outra logo após uma separação: o medo de ficar só. O mais aconselhável é dar um tempo para si mesmo, pois só estará efetivamente aberto para uma nova relação a dois quando for capaz de enfrentar a vida sozinho, a menos que já tenha a certeza de que a relação passada não deixou nenhum vestígio, o que raramente acontece.
Envolvendo-se muito rápido num novo relacionamento, corre-se o risco de levar consigo todos os comportamentos negativos da relação passada. É como se a falta de vínculo criasse um vazio enorme, onde a vida parece sem sentido e nada vale a pena, sentindo que só voltará a viver se tiver outro relacionamento. Enquanto estão sozinhas, muitas pessoas recorrem ao uso de álcool, drogas, comida em excesso ou deixando de alimentar-se como uma fuga, ainda que muitas vezes inconsciente, de uma realidade dolorosa.
Mas com certeza, não é negando e nem fugindo do que se sente, é que será o melhor caminho para se livrar de toda a dor. Pois nessa fuga incessante de si mesmo, não se permitindo refletir sobre seus sentimentos e sua realidade, irá manter cada vez mais seu sofrimento e adiar a tão sonhada paz.
O sentimento de solidão na maioria das vezes provoca muita angústia e traz um forte sentimento de autodepreciação e insegurança, com pensamentos freqüentes de que nada vale, e que ninguém o ama. O que não é verdade. É preciso se lembrar de quando a relação começou. Havia sonhos, desejos, ilusões, e que por alguns motivos, deixaram de existir.
Solidão
A característica da solidão ainda consiste em nunca ter prazer em ficar só consigo mesmo. Como ficar com alguém que é tão mau, constantemente abandonado, rejeitado, desprezado? Por isso tende a fugir desses sentimentos tão devastadores, e ao invés de eliminar a angústia, alimenta-a ainda mais. É preciso ter consciência que nada adianta manter esses pensamentos de si mesmo, pois com certeza eles não refletem a realidade.
O sentimento de solidão na maioria das vezes provoca muita angústia e traz um forte sentimento de autodepreciação e insegurança, com pensamentos freqüentes de que nada vale, e que ninguém o ama. O que não é verdade. É preciso se lembrar de quando a relação começou. Havia sonhos, desejos, ilusões, e que por alguns motivos, deixaram de existir.
Solidão
A característica da solidão ainda consiste em nunca ter prazer em ficar só consigo mesmo. Como ficar com alguém que é tão mau, constantemente abandonado, rejeitado, desprezado? Por isso tende a fugir desses sentimentos tão devastadores, e ao invés de eliminar a angústia, alimenta-a ainda mais. É preciso ter consciência que nada adianta manter esses pensamentos de si mesmo, pois com certeza eles não refletem a realidade.
Nem se trancar em casa e fechando-se, deixando que o desespero e as lágrimas tomem conta. Como também não irá melhorar ficar sem comer, ou comer em excesso, ou ocupar-se com a vida de outras pessoas, tudo isso só irá agravar esse momento tão delicado.
Essa fuga de nada adianta pelo simples fato de que se pode fugir de tudo, menos de si mesmo e do que está sentindo. É claro que nem todas as pessoas se dão conta de que estão fugindo, pois justificam para si próprias a necessidade de agirem de tal forma.
É essencial se convencer de que ficar sozinho pode ter muitas conquistas importantes, como permitir a introspecção, a reflexão dos fatos, e principalmente, um maior encontro com seu verdadeiro eu. Viver sozinho não significa necessariamente sentir-se só. Afinal, quantas vezes não se sentiu sozinho, mesmo quando estava com a ex-companheiro? Ou com amigos e familiares? Não confunda a solidão física com a emocional, pois só se sente só quem abandona a si mesmo. A solidão nasce dentro da própria pessoa, quando ela perde o contato com seu eu interior ou quando procura fugir de um problema, sentimento ou pensamento que a incomoda.
Pense em quantas coisas você deixou de fazer porque o ex não gostava ou por falta de tempo? Quando há uma separação é comum no começo a disponibilidade de tempo assustar e fazer com que se sinta imobilizado, mas passado o período de adaptação, poderá descobrir as inúmeras coisas que poderá fazer por si mesmo. Ao se separar, irá ter muito mais tempo para fazer coisas que gosta e que nem se lembra mais.
Por que não visitar uns amigos, ler aqueles livros que comprou e sequer os abriu, dedicar-se a um hobby, fazer um trabalho voluntário?
Pegar o telefone e ligar assim que terminar de ler esse texto para o edu.com? hum gostou da idéia né, rs... São pequenas coisas que poderão aos poucos lhe trazer de novo o prazer de viver.
De fato, os momentos de saudade e tristeza pelas lembranças do passado são inevitáveis, mas é importante vivê-los consciente de todo o aprendizado, e dar ao passado o direito de existir sem que para isso precise se destruir. Ninguém pode evitar a sensação de abandono e a falta de quem se foi faz em sua vida, mas também ninguém pode te privar de que sinta uma força interior que aos poucos irá adquirir ao se permitir estar em paz consigo mesmo. E isso não tem preço!
De fato, os momentos de saudade e tristeza pelas lembranças do passado são inevitáveis, mas é importante vivê-los consciente de todo o aprendizado, e dar ao passado o direito de existir sem que para isso precise se destruir. Ninguém pode evitar a sensação de abandono e a falta de quem se foi faz em sua vida, mas também ninguém pode te privar de que sinta uma força interior que aos poucos irá adquirir ao se permitir estar em paz consigo mesmo. E isso não tem preço!
fonte: Rosemeire Zago
sexta-feira, 11 de março de 2011
Gostar Simplesmente...
Site dessa imagemmundolenz.blogspot.com
Gostar é verbo livre, simples e definitivo.
A gente olha, a gente gosta e fim. Não precisa de porquês, nem de previsões, nem de instruções. Não é operação cerebral, intelectual ou qualquer outra que se deixe comandar pelos ditames da razão. Mas feliz de quem, nesse mundo programado para títeres assépticos, ainda pode, despretensiosamente, gostar de alguém ou de alguma coisa, sem associá-los a uma função perfeita, a uma relação de causa e efeito ou de competitividade. Gostar por gostar.
Nem sempre se pode ter o que se gosta, é verdade. Mas e daí?
Nem sempre se pode ter o que se gosta, é verdade. Mas e daí?
O gostar espontâneo não inclui a posse. Pode-se gostar sem desejar para si objeto da nossa simpatia. Gostar de vê-lo existir, simplesmente. É um sublime exercício de liberdade. Não é imperativo possuir aquilo que se gosta.
Canso de ouvir perguntas do tipo: "Mas o que você vê nisso?", "O que você vê nele/nela?".
Canso de ouvir perguntas do tipo: "Mas o que você vê nisso?", "O que você vê nele/nela?".
São perguntas desnecessárias, que eu, particularmente, nunca ouso dirigi-las a alguém. É impossível determinar o conjunto de fatores e motivações que revestem o "gostar" de alguém.
Gostar não é um ato, não é uma decisão, muito menos uma imposição.
Não importa se esse gosto é conveniente ou não, se é sensato ou não, se é profícuo ou não. Experimentar essa sensação, por si, já é uma forma de felicidade.
O que pode gerar frustrações, a partir de um gosto, é começar a perseguir a coisa/pessoa gostada, de modo a aprisioná-la em um contexto.
O que pode gerar frustrações, a partir de um gosto, é começar a perseguir a coisa/pessoa gostada, de modo a aprisioná-la em um contexto.
As manifestações espontâneas da alma não devem ser conduzidas pela ideia de posse. A gente gosta de estrelas, de sol, de lua, de céu azul sem precisar possui-los.
Com o tempo, é natural que gostemos cada vez mais de menos coisas/pessoas. Não deveria ser assim. Mas é... Porque o tempo nos torna seletivos e acaba sofisticando, talvez, o complexo de fatores que interferem no gostar.
Com o tempo, é natural que gostemos cada vez mais de menos coisas/pessoas. Não deveria ser assim. Mas é... Porque o tempo nos torna seletivos e acaba sofisticando, talvez, o complexo de fatores que interferem no gostar.
O tempo, também, com suas repetições de fatos e fenômenos, nos faz ver que este ou aquele gostar equivoca-se, sendo muitas vezes um mero capricho ou uma fantasia confundidos com o livre gostar, desprovido de contaminações. Porém, por mais que o tempo estabeleça suas filtragens, ele nada pode contra esse sentimento, tecido com fios de liberdade e de despojados desejos.
Gostar é simples como um espirro, um aceno, um suspiro, um espasmo.
Gostar é simples como um espirro, um aceno, um suspiro, um espasmo.
O que complica o gostar é não gostar de gostar ou vedar essa livre sensação com expectativas em demasia.
Cada gosto anda livre por seu próprio caminho, até criar sua história ou, após cumprir seu tempo de permanência, deixar de existir ou dar lugar a novos gostos.
Eduardo Campos
quinta-feira, 10 de março de 2011
Homens problemáticos! Porque só atraio desses na minha vida?
Outro dia, em uma palestra, ouvi uma mulher comentando com a amiga sobre o quanto estava cansada de só atrair homens problemáticos. Chegou a dizer que estava com a impressão de que havia se tornado uma espécie de “pararraios de malucos”.
Segundo a tal desiludida, toda relação que começava como uma promessa de prazer e alegria, logo se revelava um poço de problemas e encrencas. Naquele momento, senti que ela pedia um socorro a amiga, querendo saber se deveria continuar tentando encontrar alguém legal ou se seria melhor ficar sozinha.
A outra, tentando ser solícita e compreensiva, repetia com firmeza que era bem melhor ficar sozinha, porque realmente havia muito “doido” pelo mundo e não valia a pena insistir e arriscar de novo, afinal, beijo na boca não faltaria a nenhuma das duas, segundo ela.
Saí daquela palestra bastante reflexivo, tentando imaginar o perfil de loucura dessas pessoas a quem elas se referiam. Tentando imaginar, sobretudo, que tipo de pessoa atrairia tantos malucos a ponto de desistir de se relacionar e desacreditar no amor.
Afinal, a mim parece que ninguém atrai alguém por mero acaso. Ainda mais quando se tratam de casos semelhantes que se repetem indefinidamente. A primeira questão que eu me faria, num caso como esse, é: “o que será que eu ainda não percebi, não aprendi e não mudei?”
Sim, porque se uma pessoa só experimenta relações problemáticas, com toda certeza não está resolvida com suas próprias complicações significativas. Se só atrai malucos, é porque a sua maluquice está gritante, evidente e atraente.
E se, por fim, desistir das pessoas, do amor e dos relacionamentos, estará decretando a si mesma uma sentença desastrosa – a de que todos os demais, exceto elas mesmas, são “doidos” e, portanto, indignos de se tornarem parceiros. Servem apenas para beijar na boca.
De verdade, nada contra os beijos na boca. Pelo contrário, é certamente uma aproximação prazerosa. No entanto, quando uma pessoa não passa, aos olhos da outra, de uma possibilidade de beijar na boca, certamente há algo muito distorcido nesta história.
Partindo do princípio de que os incomodados é que devem mudar, eu diria a essa moça ou a qualquer pessoa que esteja se sentindo um “pararraio de problemáticos” para aproveitar o sinal que a vida está emitindo para se rever e descobrir por que está atraindo isso...
Se acreditar que os opostos se atraem, deve então observar seu excesso de normalidade, sua extrema rigidez ou sua exacerbação de autocrítica. E se acreditar que semelhante atrai semelhante, então nem será preciso pensar tanto. Certamente está precisando reconhecer sua própria doidice e sua falta de noção.
O fato é simples: quanto mais estressantes e confusas são as relações de uma pessoa, mais longe ela está de sua essência e da harmonia que precisa ter com seu próprio coração. À medida que ela se conhece, sabe o que quer e age de modo coerente, pode ter certeza absoluta de que só atrairá e se tornará atraente a quem estiver nesta mesma sintonia...
Fonte: Rosana Braga
Segundo a tal desiludida, toda relação que começava como uma promessa de prazer e alegria, logo se revelava um poço de problemas e encrencas. Naquele momento, senti que ela pedia um socorro a amiga, querendo saber se deveria continuar tentando encontrar alguém legal ou se seria melhor ficar sozinha.
A outra, tentando ser solícita e compreensiva, repetia com firmeza que era bem melhor ficar sozinha, porque realmente havia muito “doido” pelo mundo e não valia a pena insistir e arriscar de novo, afinal, beijo na boca não faltaria a nenhuma das duas, segundo ela.
Saí daquela palestra bastante reflexivo, tentando imaginar o perfil de loucura dessas pessoas a quem elas se referiam. Tentando imaginar, sobretudo, que tipo de pessoa atrairia tantos malucos a ponto de desistir de se relacionar e desacreditar no amor.
Afinal, a mim parece que ninguém atrai alguém por mero acaso. Ainda mais quando se tratam de casos semelhantes que se repetem indefinidamente. A primeira questão que eu me faria, num caso como esse, é: “o que será que eu ainda não percebi, não aprendi e não mudei?”
Sim, porque se uma pessoa só experimenta relações problemáticas, com toda certeza não está resolvida com suas próprias complicações significativas. Se só atrai malucos, é porque a sua maluquice está gritante, evidente e atraente.
E se, por fim, desistir das pessoas, do amor e dos relacionamentos, estará decretando a si mesma uma sentença desastrosa – a de que todos os demais, exceto elas mesmas, são “doidos” e, portanto, indignos de se tornarem parceiros. Servem apenas para beijar na boca.
De verdade, nada contra os beijos na boca. Pelo contrário, é certamente uma aproximação prazerosa. No entanto, quando uma pessoa não passa, aos olhos da outra, de uma possibilidade de beijar na boca, certamente há algo muito distorcido nesta história.
Partindo do princípio de que os incomodados é que devem mudar, eu diria a essa moça ou a qualquer pessoa que esteja se sentindo um “pararraio de problemáticos” para aproveitar o sinal que a vida está emitindo para se rever e descobrir por que está atraindo isso...
Se acreditar que os opostos se atraem, deve então observar seu excesso de normalidade, sua extrema rigidez ou sua exacerbação de autocrítica. E se acreditar que semelhante atrai semelhante, então nem será preciso pensar tanto. Certamente está precisando reconhecer sua própria doidice e sua falta de noção.
O fato é simples: quanto mais estressantes e confusas são as relações de uma pessoa, mais longe ela está de sua essência e da harmonia que precisa ter com seu próprio coração. À medida que ela se conhece, sabe o que quer e age de modo coerente, pode ter certeza absoluta de que só atrairá e se tornará atraente a quem estiver nesta mesma sintonia...
Fonte: Rosana Braga
O outro como espelho...
Sabia que as pessoas que estão ao seu redor, com as quais você se relaciona dizem muito a seu respeito?
São como verdadeiros espelhos, refletindo o que não conseguimos ou não queremos ver. O que está escondido bem lá no nosso mais íntimo.
Nossas relações possibilitam que coloquemos as claras muitas crenças e sentimentos que nutrimos por nós mesmos e não nos damos conta.
Você já percebeu que há algumas pessoas que nos incomodam, que nos tiram do sério? Vira e mexe, estamos fazendo algum tipo de referência a tal pessoa, seja pelo modo arrogante de ser, pelo seu autoritarismo, pelo seu mal humor.
Parece que existe algo nesse outro capaz de disparar em nós um sinal de alarme, de inquietação.Nesse caso, é melhor olhar com atenção e tentar definir o que está gerando esse incômodo. Descobrir quais atitudes e comportamentos alheios estão nos tirando tanto do sério.
Perceba, talvez você também aja da mesma forma. E, é justamente por isso que tais ações incomodam tanto.
Não é fácil observar, muito menos admitir aspectos negativos no nosso jeito de ser. Dessa forma, isso aparece refletido no comportamento alheio. Seria como se ele jogasse na nossa cara particularidades e atitudes nossas que negamos e tentamos esconder.
Aí, não há mais jeito. Não adianta implicar, muito menos reclamar. O melhor mesmo é reconhecer que tais atitudes também nos são peculiares e, se alguém tem que mudar, que sejamos nós. Não exija isso de mais ninguém. Um outro aspecto interessante de se observar nessa relação de espelhos é o que sentimos a partir da relação com o outro. Em um convívio mais próximo e cotidiano é muito comum que se despertem sentimentos vindos das atitudes e da forma do outro nos tratar.
Às, vezes, por exemplo, podemos nos sentir menosprezados, humilhados, traídos e mal amados. E, nesses casos é muito fácil culpar e entender que é o outro o grande vilão da história. Mas as coisas não são bem assim.
O outro não tem, necessariamente, nada a ver com isso. A responsabilidade do que você vai sentir ou deixar de sentir é só sua e de mais ninguém. Nesse caso o papel do espelho foi puxar e trazer a tona crenças que construímos a partir de experiências antigas, que por serem desagradáveis estavam muito bem guardadas e escondidas.
Lembre-se: por mais que você não tenha consciência, aquilo que você pensa que o outro teve culpa em fazê-la sentir é na verdade o que você sentia e achava a seu respeito há muito tempo e nem sabia disso.
Quanto a gente não perde relutando em tomar certas decisões, nos boicotando para não irmos atrás de algo que queremos muito e não sabemos bem o por que disso. Daí aparece alguém e deixa tudo muito claro. Nossas inseguranças, nossos medos, nossa baixa auto-estima aparecem gritando e logo saímos culpando o outro, de novo, o algoz da história.
São como verdadeiros espelhos, refletindo o que não conseguimos ou não queremos ver. O que está escondido bem lá no nosso mais íntimo.
Nossas relações possibilitam que coloquemos as claras muitas crenças e sentimentos que nutrimos por nós mesmos e não nos damos conta.
Você já percebeu que há algumas pessoas que nos incomodam, que nos tiram do sério? Vira e mexe, estamos fazendo algum tipo de referência a tal pessoa, seja pelo modo arrogante de ser, pelo seu autoritarismo, pelo seu mal humor.
Parece que existe algo nesse outro capaz de disparar em nós um sinal de alarme, de inquietação.Nesse caso, é melhor olhar com atenção e tentar definir o que está gerando esse incômodo. Descobrir quais atitudes e comportamentos alheios estão nos tirando tanto do sério.
Perceba, talvez você também aja da mesma forma. E, é justamente por isso que tais ações incomodam tanto.
Não é fácil observar, muito menos admitir aspectos negativos no nosso jeito de ser. Dessa forma, isso aparece refletido no comportamento alheio. Seria como se ele jogasse na nossa cara particularidades e atitudes nossas que negamos e tentamos esconder.
Aí, não há mais jeito. Não adianta implicar, muito menos reclamar. O melhor mesmo é reconhecer que tais atitudes também nos são peculiares e, se alguém tem que mudar, que sejamos nós. Não exija isso de mais ninguém. Um outro aspecto interessante de se observar nessa relação de espelhos é o que sentimos a partir da relação com o outro. Em um convívio mais próximo e cotidiano é muito comum que se despertem sentimentos vindos das atitudes e da forma do outro nos tratar.
Às, vezes, por exemplo, podemos nos sentir menosprezados, humilhados, traídos e mal amados. E, nesses casos é muito fácil culpar e entender que é o outro o grande vilão da história. Mas as coisas não são bem assim.
O outro não tem, necessariamente, nada a ver com isso. A responsabilidade do que você vai sentir ou deixar de sentir é só sua e de mais ninguém. Nesse caso o papel do espelho foi puxar e trazer a tona crenças que construímos a partir de experiências antigas, que por serem desagradáveis estavam muito bem guardadas e escondidas.
Lembre-se: por mais que você não tenha consciência, aquilo que você pensa que o outro teve culpa em fazê-la sentir é na verdade o que você sentia e achava a seu respeito há muito tempo e nem sabia disso.
Quanto a gente não perde relutando em tomar certas decisões, nos boicotando para não irmos atrás de algo que queremos muito e não sabemos bem o por que disso. Daí aparece alguém e deixa tudo muito claro. Nossas inseguranças, nossos medos, nossa baixa auto-estima aparecem gritando e logo saímos culpando o outro, de novo, o algoz da história.
Calma, claro que não é fácil reconhecer nada disso, mas já que tudo isso veio as claras é melhor aceitar e entender que é uma excelente oportunidade para resolver e transformar tudo isso. É uma forma de tomar consciência das nossas crenças, que estavam nos limitando e fazer algo para mudar. A responsabilidade é só sua! Não espere nada do outro, ele já fez a sua parte.
Agora é com você. Bendito esse que está sempre diante de nós, refletindo nossa verdade interior, nos dando, assim, a oportunidade de olhar profundamente para nossa alma, afim de descobrir quem sou de verdade e o que preciso fazer para ser e estar mais satisfeito e feliz comigo mesmo e com o outro.
Para quem quer recomeçar...
Site dessa imagemedwesley.blogspot.com
Para recomeçar, é preciso primeiro saber onde se está e para onde se quer ir.
Depois, depois de tudo resolvido, escolhas feitas, é que podemos iniciar o caminhar.
O bom começo demanda um bom fim. Então, para recomeçar, permitir-se um novo amor, que tal trabalhar internamente para zerar o que ficou?
A questão é que, muitas vezes, quando saímos de um relacionamento nos sentimos perdidos. Um pouco porque nos abandonamos, e, de outro lado, porque nos imaginamos abandonados. Quem já não saiu de um relacionamento com a sensação de rejeição, de ter se doado demais, de ter perdido tempo? De perder-se de você mesmo? Quem já não culpou o outro por esses sentimentos, isentando-se de qualquer responsabilidade?
Escolhas
Pois é. A maioria de nós age exatamente assim. Não temos noção de que tudo o que nos ocorre foi provocado por uma ou outra decisão que tomamos. Por uma ou outra escolha que fizemos. E por que então só acontece conosco? Por que escolhemos tudo o que não “presta”?
Fácil responder. Difícil praticar quando estamos perdidos em nossos medos, nas nossas dúvidas, nas nossas questões. Impossível compreender com o coração: aprender, mudar a escolha… E, então, se não conseguimos aprender, aparecerá no nosso caminho provas ainda mais e mais complexas, situações cada vez mais caóticas, mas com um mesmo tom. Tudo, até gritarmos “basta!” Já recebemos o suficiente!
Por favor, é preciso que estas situações sirvam aprender, transformar, mudar! Como muitos dizem, uns aprendem pela dor, outros pelo amor. E, no final, só há uma certeza! Deus estará sempre lá para nós para celebrar conosco nossa vitória, seja ela qual for. Talvez não aquela que imaginávamos precisar. Mas, ainda assim trata-se de um caminhar…
Preparar-se
Por isso, não importa o que venha acontecer no meio tempo entre uma relação e outra. O que conta é como vamos nos preparar para recomeçar.
Primeiro, reencontrar a nós mesmos, nossos valores e necessidades. Depois, reencontrar outro, com também seus valores e necessidades. E, então, por que não iniciar uma caminhada juntos?
Às vezes fico aqui pensando se você leitor acha tudo isso fácil, simples? Seria simples se não complicássemos. Se não colocássemos tantos senões, tanta idealização em cima da relação, de nós mesmos e também do outro.
Seria sim, muito mais fácil se pudéssemos viver ao invés de sobreviver a um ou outro ataque de ansiedade e insegurança… Tudo seria muito mais possível se cuidássemos de nós para então cuidar do outro. Se nos amássemos para então amar o outro, se nos respeitássemos para então respeitar o outro.
O ponto central disso tudo? O pensar e o refletir sobre o renascer, o abrir-se para o novo. Afinal, não dá para receber do outro o que não nos damos. Não dá para enxergar no outro o que não vemos em nós.
Reencontro
Então reflita esta semana. Pense onde está falhando com você mesmo. Não me entenda mal. Não leve isso como um puxão de orelhas. Saiba que também tenho meus momentos de distanciamento do ser, também me perco e, preciso de um tempo para me reencontrar.
E, quando estou assim, abandonada, me permito ficar mais presente e atenta. E, então, a mensagem me chega de diferentes maneiras. O que me liberta dessa dor pode ser uma palavra, um livro, uma flor, uma música, um gesto, qualquer coisa que me mostra o milagre que é estar viva, plena de saúde e paz.
Que seja também assim com você!
Erros, escolhas insensatas todos fazemos. Elas são feitas para que possamos aprender o que precisa ser aprendido. Então, que você possa retornar para o seu centro quantas vezes precisar. Que possa se ouvir mais, se olhar mais, que possa perdoar-se e dessa forma, viver melhor ao lado daqueles que ama. Amar, dar e receber.
Escolhas, sempre escolhas...
http://www.minhavida.com.br/
É a hora de partir...
Site dessa imagemnumrelance.blogspot.comVivi minha amiga qual é a hora exata de partir hem?
Difícil, muito difícil precisar esse "timing".
Arriscaria dizer aqui que é quando o desconforto e uma sucessão de pequenas frustrações se sobrepõem ao bem-estar e à frequência do riso. Mas aí tem o coração no meio, atrapalhando tudo, atrasando as partidas, soprando esperanças de que amanhã tudo pode voltar a ser colorido e dizendo que as sintonias são assim mesmo intermitentes. Melhor não dar muito ouvidos a esse "crédulo desvairado".
A hora de partir é uma decisão, e decisões são tomadas com a cabeça, sem impulsos, sem pontos vulneráveis. Exigem que se pense, que se avalie, que se quantifique e, sobretudo, que se enxergue a realidade dos fatos.
Não há nada mais concreto do que fatos.
Adiar partidas para a hora do crepúsculo, para o momento em que os desejos começam a anoitecer ou a ser anoitecidos à nossa revelia é muito pior.
É melhor sair enquanto emitimos alguma luz, enquanto pudermos, pelo menos, deixar na saída motivos para que sintam a nossa falta.
Somos nós que determinamos o nosso próprio tamanho e o tamanho da nossa importância.
Sim, é doloroso sair de cena, se despedir de um espetáculo, de um sonho, de um laço ou de qualquer história que nos aqueça o coração.
Porém, mais doloroso é assistir ao ocaso dos sentimentos, é esperar por algum gesto ou alguma palavra que não vai acontecer ou reacontecer.
Mais doloroso é chegar no "tanto faz". Mais doloroso é deixar que o tempo nos transforme, aos olhos do outro (ou vice-versa), em alguém comum, banal, qualquer.
Não, isso não constroi.
Melhor sermos uma grande memória do que um pequeno fato que enfraquece e não mais consegue mover moinhos ou surpreender.
Mas dói, e como dói... O único consolo é que, se a dor já for uma velha conhecida nossa, saberemos como lidar com ela até iniciarmos uma nova história (ou não)...
Arriscaria dizer aqui que é quando o desconforto e uma sucessão de pequenas frustrações se sobrepõem ao bem-estar e à frequência do riso. Mas aí tem o coração no meio, atrapalhando tudo, atrasando as partidas, soprando esperanças de que amanhã tudo pode voltar a ser colorido e dizendo que as sintonias são assim mesmo intermitentes. Melhor não dar muito ouvidos a esse "crédulo desvairado".
A hora de partir é uma decisão, e decisões são tomadas com a cabeça, sem impulsos, sem pontos vulneráveis. Exigem que se pense, que se avalie, que se quantifique e, sobretudo, que se enxergue a realidade dos fatos.
Não há nada mais concreto do que fatos.
Adiar partidas para a hora do crepúsculo, para o momento em que os desejos começam a anoitecer ou a ser anoitecidos à nossa revelia é muito pior.
É melhor sair enquanto emitimos alguma luz, enquanto pudermos, pelo menos, deixar na saída motivos para que sintam a nossa falta.
Somos nós que determinamos o nosso próprio tamanho e o tamanho da nossa importância.
Sim, é doloroso sair de cena, se despedir de um espetáculo, de um sonho, de um laço ou de qualquer história que nos aqueça o coração.
Porém, mais doloroso é assistir ao ocaso dos sentimentos, é esperar por algum gesto ou alguma palavra que não vai acontecer ou reacontecer.
Mais doloroso é chegar no "tanto faz". Mais doloroso é deixar que o tempo nos transforme, aos olhos do outro (ou vice-versa), em alguém comum, banal, qualquer.
Não, isso não constroi.
Melhor sermos uma grande memória do que um pequeno fato que enfraquece e não mais consegue mover moinhos ou surpreender.
Mas dói, e como dói... O único consolo é que, se a dor já for uma velha conhecida nossa, saberemos como lidar com ela até iniciarmos uma nova história (ou não)...
mas lembre-se: Nem todo fio da choque viu...
Eduardo Campos
segunda-feira, 7 de março de 2011
Proteja sua boca e evite sustos pós carnaval
Site dessa imagem: nasunhasesmaltepreto.blogspot.com
As principais doenças transmitidas pelo beijo ou pelo sexo oral
Samba, suor, cerveja e... claro, muita sedução! Essa fórmula é praticamente infalível para quem quer um carnaval cheio de boas recordações. A agitação dos quatro dias de folia é tamanha que os foleões ficam soltinhos, soltinhos e cheios de amor para dar. O beijo rola solto na praia, na balada, nas ruas, na avenida ou em qualquer cantinho ao som do batuque.Só é preciso tomar cuidado com um temido inconveniente. Muitas doenças, das odontológicas às sexualmente transmissíveis (DST), podem ser transmitidas pela boca, através do beijo ou do sexo oral.
Mas foi só um beijinho!
Não importa. Existem vários tipos de doenças potencialmente transmissíveis por uma simples troca de saliva e uma delas é inclusive como a doença do beijo a mononucleose. Isso sem falar em cárie, gengivite, candidíase, herpes labial e genital, tuberculose, hepatite, sífilis e gonorréia.
O ritmo alucinado da farra, com muitas horas de agito somadas a uma má alimentação e a ingestão de álcool e drogas em excesso, abre as portas do organismo para a entrada de vírus e bactérias. "Para que a contaminação aconteça, é preciso haver a combinação entre a carga infectante em um dos indivíduos e a baixa resistência no outro" , alerta o infectologista Paulo Olzon, da Unifesp.
A outra má notícia para os beijoqueiros é que a melhor forma de se proteger com relação a transmissão de doenças pela boca é abstinência ou, pelo menos, uma boca mais comedida, evitando beijar muitas pessoas em pouco tempo ou. "Este cuidado vale para todas as pessoas sadias. Mas, para aquelas com alguma ferida em boca, ele é determinante" , alerta o dentista Pantelis Varvaki Rados, consultor de Estomatologia da Associação Brasileira de Odontologia (ABO) e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Inflamações, como aftas e gengivite, sensibilizam a mucosa e facilitam a entrada dos micróbios. "As doenças de maior risco de transmissão são o herpes bucal, em especial os com lesões ativas, e a mononucleose infecciosa, definitivamente transmitida pelo beijo", avalia Pantelis. Há ainda a candidíase, que surge principalmente quando você está com a resistência baixa. O contágio também pode ocorrer por meio de copos e talheres, mas cada vez com menor probabilidade.
Segundo uma pesquisa publicada no jornal da Academia de Odontologia Clínica Geral dos EUA, em 2002, cerca de 90% dos pacientes analisados que contraíram o componente oral de uma doença sexualmente transmissível (como a gonorréia) não apresentam sinais evidentes de contágio. Os outros 10% exibiam sintomas como inflamação ou edema na gengiva e hemorragia características de outra doença, a dolorosa gengivite necrosante ulcerativa, que apresenta um odor desagradável. "O cirurgião-dentista pode reconhecer os sintomas orais de uma DST e instruir o paciente a procurar um profissional de saúde para o correto diagnóstico!" , alerta o dentista Pantelis Varvaki Rados.
Para reduzir o risco de contaminação através de sexo oral, a regra básica é praticar sexo seguro e usar camisinha. De acordo com o médico infectologista Paulo Olzon, não há estudos científicos suficientes que comprovem a transmissão do vírus HIV, da Aids, por via oral. "A contaminação do vírus pela boca é extremamente difícil, isso ainda não foi comprovado", diz Olzon. O risco de transmissão do HIV através do beijo na boca poderia ser maior entre as pessoas que usam body-piercing na língua ou lábios, mas só quando não houve cicatrização ou há sangramento no lugar do corte mesmo caso de quem usa aparelho ortodôntico e, muitas vezes, tem a mucosa bucal ferida.
O especialista em estomatologia e professor da USP, Francisco Pacca, considera a região onde o piercing é colocado uma via de entrada para todos os microorganismos. Pacca fez um estudo com 100 pacientes usuários de piercing bucal, realizando a biópsia das áreas próximas ao acessório. "Em todos os pacientes foram encontradas alterações microscópicas, seja por infecção, inflamação e modificações epiteliais" , conclui.
Boca-a-boca
A seguir, conheça as principais doenças que podem ser transmitidas quando você resolve brincar de salada mista
cárie: causada por bactérias, é a mais comum das doenças odontológicas. Para prevenir, basta fazer a higienização adequada, com escovação dos dentes e limpeza com fio dental.
gengivite: trata-se da inflamação da gengiva que, quando não tratada, evolui para um quadro de periodontite. Gengivas vermelhas e sangrantes, raramente dolorosas, caracterizam o mal. "Cáries e doenças periodontais são causadas por bactérias, microorganismos transmitidos por um simples beijo na boca. Mas isso não significa que o contato seja capaz de provocar a instalação da doença" , explica o especialista em estomatologia, Francisco Pacca. hepatite: há risco de transmissão do tipo B da doença, caso haja lesões e feridas na mucosa bucal. O tipo A é transmitido por fezes e o tipo C, apenas por agulhas.
herpes: o vírus pode ser transmitido mais facilmente na fase aguda, quando está em plena atividade e deixa a boca cheia de pequenas bolhas. "A herpes tipo 1 é caracterizada como labial e a tipo 2 como genital, mas com a prática do sexo oral, o vírus do tipo 1 pode causar a genital e vice-versa" , explica o médico infectologista, Paulo Olzon.
candidíase: também conhecido como sapinho, caracteriza-se por áreas brancas na mucosa que, quando raspadas, deixam a região vermelha e sangrante.
gonorréia: apresenta vermelhidão, ardência e prurido na mucosa. Raramente faz feridas mononucleose: popularmente chamada de doença do beijo, apresenta pequenas manchas vermelhas no céu-da-boca. Provoca o aumento do volume dos gânglios. Estes sinais costumam aparecer após um mês do contágio.
sífilis: ela causa uma ferida indolor no lábio ou na língua e ínguas no pescoço. "A transmissão é considerada muito rara. Mesmo a sífilis genital só atinge pacientes indivíduos com vida sexual extremamente promíscua", explica Paulo Olzon.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/
Mitos e verdade na hora de acabar com a ressaca
Com a chegada do carnaval pensamos em relaxar, rever os amigos e família e aproveitar bem os dias de descanso. Com tantas oportunidades é mais do que comum exagerar no consumo de álcool e sentir os efeitos de seu excesso em nosso corpo no dia seguinte. Esse quadro em que o organismo está intoxicado pelo álcool é chamado de veisalgia, conhecido popularmente como ressaca.
As características mais comuns relatadas incluem dor de cabeça, sensibilidade a luz e ruídos, náuseas e sede. Em casos mais graves pode causar diarreia, vômito e letargia. Além dos sintomas físicos ela pode incluir sintomas psicológicos, como depressão e ansiedade. "Todos esses problemas estão relacionados à desidratação causada pelo excesso de álcool", diz a nutricionista funcional Pollyana Esteves.
O desconforto da ressaca é tanto que não faltam receitas populares para prevenir e curar os sintomas. Veja a seguir o que é verdade e o que é mito e pare de sofrer com os efeitos dela.
1.As mulheres sofrem mais do que os homens - É verdade
Na maioria dos casos, as mulheres, além de ter menos resistência ao álcool, sofrem mais quando estão de ressaca. "O metabolismo das mulheres é naturalmente mais lento do que o dos homens. Por isso, a ressaca dura mais nas mulheres do que nos homens", explica a nutricionista Pollyana Esteves. Além disso, o fígado feminino é mais sensível do que o masculino, fazendo com que o álcool tenha seus efeitos ampliados nas mulheres, mesmo em menores doses.
2.Tomar uma colher de azeite antes de beber diminui a absorção de álcool - É mito
Diz a lenda que mandar uma colher de óleo garganta abaixo antes da balada irá forrar o estômago com uma camada de óleo, que diminuirá a absorção de álcool pelo organismo. A explicação parece fazer sentido, mas não traz esse efeito na prática. "Tomar uma colher de azeite não interfere em nada absorção de álcool pelo estômago. Na verdade pode até piorar o enjoo que sentimos quando ingerimos muita bebida alcoólica. O melhor meio de diminuir os efeitos do álcool é comer alimentos antes de beber", explica a nutricionista.
3.Fumar enquanto bebemos amplifica os efeitos do álcool - É verdade
A combinação cigarro e álcool é desastrosa. A fumaça do cigarro que vai para os pulmões atrapalha a absorção de oxigênio, deixando o corpo mais vulnerável à intoxicações. "Com a falta de oxigênio, todo o corpo tem suas funções alteradas, inclusive o fígado e o sistema nervoso, partes do corpo que mais sofrem com os efeitos do álcool. Por isso quem fuma e bebe ao mesmo tempo, sofre ainda mais com a ressaca", explica Polyana Esteves.
4.Tomar café puro acelera a recuperação - É mito
Uma das receitas caseiras mais famosas para acabar com a ressaca é tomar um café forte, sem açúcar para estimular o corpo. Tomar café para aplacar a ressaca só se for com açúcar. A glicose ajuda a quebrar o álcool que está no sangue, acelerando o processo de desintoxicação do organismo. "O café realmente tem efeito estimulante, mas não ajuda a metabolizar o álcool", diz Polyana Esteves.
5.Consumir comidas gordurosas no dia seguinte atrapalha a recuperação - É verdade
Durante uma ressaca, o fígado está sobrecarregado tentando metabolizar a grande quantidade de álcool ainda existente no corpo. Colocar mais alimentos que dão trabalho ao fígado só vai atrasar mais a eliminação das toxinas do álcool. "Todo o corpo trabalha de maneira diferente quando estamos de ressaca. Por isso, devemos comer apenas alimentos leves que serão fáceis de digerir", diz a nutricionista. Comer qualquer alimento logo depois da bebedeira não vai ajudar em nada e ainda pode aumentar o enjoo. A refeição deve ser feita antes ou durante a ingestão de bebidas alcoólicas para ter qualquer efeito.
6.Vinho causa uma ressaca mais intensa do que a cerveja - É verdade
O vinho tinto contém uma substância chamada tanino, um polifenol que pode causar dor de cabeça em algumas pessoas. Somado à desidratação causada pelo álcool, os taninos podem tornar a dor de cabeça muito mais intensa do que o normal. Outras bebidas que contém esse tipo de polifenol são o uísque e os licores maltados.
Em teoria, as bebidas como cerveja, vodka e gin causariam menos dor de cabeça. Isso porque essas bebidas, se consumidas em grande quantidade, também causam os sintomas típicos da ressaca, como enjoo e dor de cabeça.
7.Comer massa depois da bebida e antes de dormir diminui os sintomas - É mito
Comer qualquer alimento logo depois da bebedeira não vai ajudar em nada e ainda pode aumentar o enjoo. A refeição deve ser feita antes ou durante a ingestão de bebidas alcoólicas para ter qualquer efeito. Além disso, enquanto a comida ajuda a desacelerar a absorção de álcool pelo corpo, comidas ricas em gorduras são as que fazem isso melhor. Então, antes de tomar sua primeira rodada de cerveja, consuma um bife de carne vermelha em vez de um macarrão (carboidratos), que talvez você escape de uma ressaca.
8.Água é a melhor receita - É verdade
O melhor modo de amenizar e tratar os efeitos da ressaca é hidratar o corpo. Por isso, a água é uma ótima opção, e deve ser consumida não só durante uma ressaca, mas também quando estamos ingerindo bebidas alcoólicas. "Uma boa dica para combater a desidratação causada pelo álcool é intercalar cada dois copos de bebida alcoólica com um de água", diz a nutricionista Pollyana Esteves.
No entanto, a água não é a única saída para hidratar o corpo. Sucos, água de coco e bebidas isotônicas são boas maneiras de compensar a falta de água no organismo. "Alguns chás, como o de hortelã, também podem ajudar tanto por hidratar o corpo como para facilitar a digestão do álcool", diz a especialista.
E muito cuidado com os energéticos, que costumam ser associados ao consumo de álcool! Eles são diuréticos, ou seja, além de não hidratar eles favorecem a desidratação, potencializado os efeitos do álcool e da ressaca.
9.Tomar mais bebida alcoólica melhora a ressaca - É mito
Aquela velha história de que tomar mais álcool ajuda a curar a ressaca é um dos piores erros para aliviar o desconforto. "O seu corpo já está tentando se livrar de todo aquele álcool, e ingerir mais dessa substância pode até trazer alguma sensação de bem estar no começo, mas logo irá piorar os sintomas e atrasar a recuperação", explica a nutricionista.
10.Remédios ajudam a diminuir os sintomas- É verdade
Alguns remédios, como analgésicos, realmente fazem efeito. Eles afinam os vasos sanguíneos, afastando a dor de cabeça e a sensação de enjoo. Mas jamais consuma remédios com bebidas alcoólicas, como se os medicamentos tivessem ação preventiva. Eles podem reagir com a bebida e causar problemas como tonteira, vômito, perda da coordenação motora e redução dos reflexos, entre outras reações mais graves.
O ácido acetilsalicílico, encontrado na Aspirina e em outros analgésicos, se combinado com álcool, pode causar irritação na mucosa gástrica e aumentar o risco de hemorragia gastrointestinal. Já na interação de álcool com Paracetamol, princípio que é encontrado em medicamentos como o Tylenol, o risco de causar danos ao fígado é grande.
Por Fernando Menezes
Fonte: http://www.minhavida.com.br/
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COMENTÁRIOS - PITACOS - SUGESTÕES - ELOGIOS
Vejam o que os visitantes dizem do educar para humanidade.
Noosssaaa... o seu blog e um espetáculo Edu. Ou melhor vc e isso tudo. Um grande beijo de quem gosta muito de você.
Patrícia
Adorei esse blog, parabéns,contém muitas dicas úteis e interessantes. Que Deus te abençoe e q vc possa a vir dar mais dicas . Fica com Deus! O seu blog ....é show.
Julianne
Este Site é ótimo,e acredito que estas postagem ajudará , vários casamentos, parabéns pela iniciativa.
Carlos Alberto
Imagina que quando uma amiga me falou de você edu confesso que não acreditei. Será que ainda existem homem assim? Perguntei. Mas Quando vi você pela primeira vez fiquei encantada com o seu jeito de ser, te achei uma pessoa muito,muito, muito, maravilhosa, amiga, verdadeira, prestativa, séria... Quando eu conheci fiquei encantada com sua beleza, personalidade, caráter...Admiro demais você, na verdade me considero Sua fã número 1... Adoro ler seus textos aqui no blog. Assistir suas palestras um show de informação.
Hoje tenho certeza que és é uma pessoa muito especial pra mim pois ajudou e me ajuda muitoé um amor de pessoa ...você pode contar comigo pro que der e vier estou sempre disponível pra você viu meu lindo...Você é uma pessoa da minha extrema confiança Da sua eterna Amiga que te ama muito e te quer muito bem com carinho, amor e saúde bjos......
Priscila
Esse site esta de parabéns adorei tudo que vi por aki@!!! tudo de bom.
Anônimo
Poxa, ta bem legal seu texto, parabens.
Fernanda
Essas dicas eram o que eu precisava para tirar uma duvidazinha. Obrigado ao blog que eh um espetáculo.
Juliani
Eu acabei de ler sua mensagem sobre como manter um relacionamento e tem muitas coisas que estão acontecendo comigo, obrigado pelo blog e as dicas que vão me ajudar com certeza.
Ana
Eduardo pessoas como você, ajuda a escrever a historia da vida com muito mais amor, carinho e humildade, que bom que você existi... parabens pelo seu blog. Sempre vou admirá-lo... Que Deus te abençoe sempre.
Josi
Esse blog é realmente muito completo, tudo o que eu preciso tem aqui, só queria saber como fazer boas preliminares, rs. Mas tudo o que eu imagino tem aqui, é um site perfeito. Parabéns!
Adriana
Eduardo quando te vi pela primeira vez tive a certeza de ter encontrado uma pessoa especial, com a alma serena e doce ao mesmo tempo. Você é um ser iluminado por Deus e com uma missão muito especial. Gosto de estar com você de poder compartilhar meus "segredos" contigo e dividir minhas "angustias" principalmente pelo blog.
Lembre que você sempre poderá contar comigo a todo instante que precisar...pois estarei sempre aqui para te falar o quanto você é especial pra mim!!!!!!!!milhões de beijos carinhosos pra vc viu meu lindo!!!!!!
Josenilda
Como sempre Edu, uma ótima postagem. Fico feliz em saber do seu esforço em ajudar a humanidade escrevendo coisas significante aqui no blog,. Beijos com afeto.
Lindomar
Oi Eduardo, que blog massa, parabéns lindo, me visita se puder tá? , agradeço. Um grande abraço,
Erika.
Nossa, amei seu blog Eduardo, pricipalmente as postagem sobre os inimigos e amigos do orgasmo, quantas informações interessantes. Parabéns.
Karla luane
Estou adorando visitar seu blog! Parabéns pelo blog e pelos resultados já conquistados, isso que você faz é muito importante! Abraços.
Viviane
Parabéns pela criatividade e mais ainda pela continuidade dos textos sobre relacionamentos. Parabéns!
Junior
Ola. Ótimo seu blog. Adorei o post parabéns. A minha namorada é enfermeira e adorou suas palestra, abraços.
Joel santos
Ei Edu! Gostei muito do que escreve e como escreve. Gostaria de trocar figurinhas comigo?
Pedro
Eduardo Gostaria de acompanhar seu blog, é muito bacana seus texto. Me ajuda sou pouco leigo.
André
Muito bom o seu blog...Provavelmente eu deva voltar por aqui mais vezes, sucesso eduardo.
Anônimo
O blog é excelente e a escritor inteligente na medida certa. Parabéns pelo seu trabalho.
Elza
Eduardo Indiquei seu blog a vários amigos, é tão bom achar um Blog que nos descontrai ao mesmo tempo nos sinalizem coisas boas assim.
Márcia lima
Eduardo, querido... seu blog é realmente demais. Demais! Correto, comunicativo, educacional, sensível, genial! to muito orgulhosa de vc ter postado um texto de minha autoria aqui, valeu!
Patrícia
Eduardo o texto e as perguntas foram bem elaboradas e respondidas, mostrando claramente os problemas sexuais, bem como os caminhos para iniciar um tratamento. Atualmente se faz muito necessário este tema tendo em vista o alto índice de apelo sexual passado pelas mídias para as pessoas. Parabéns.
Anônimo
Meu querido Eduardo, parabéns pelo post esclarecedor, aliás tudo o que você escreve é de muita qualidade.parabéns.
Augusto
Eduardo, você fala desse tema de maneira tão natural, que nos dá a exata dimensão do assunto que estás tratando. Parabéns.Gosto muito de seu blog.Abraços
Walter
Muito bom esse pequeno artigo esta de parabéns colega.
Anônimo
Olá Eduardo seus artigos são muito bons, gosto principalmente da maneira franca como você escreve. As dicas estão perfeita, agora é ler e praticar. Abraços e bom fds.
Pedro Paulo
Um elogio curto e sincero: UAU! OTIMO! PERFEITO!
Anônimo
Noosssaaa... o seu blog e um espetáculo Edu. Ou melhor vc e isso tudo. Um grande beijo de quem gosta muito de você.
Patrícia
Adorei esse blog, parabéns,contém muitas dicas úteis e interessantes. Que Deus te abençoe e q vc possa a vir dar mais dicas . Fica com Deus! O seu blog ....é show.
Julianne
Este Site é ótimo,e acredito que estas postagem ajudará , vários casamentos, parabéns pela iniciativa.
Carlos Alberto
Imagina que quando uma amiga me falou de você edu confesso que não acreditei. Será que ainda existem homem assim? Perguntei. Mas Quando vi você pela primeira vez fiquei encantada com o seu jeito de ser, te achei uma pessoa muito,muito, muito, maravilhosa, amiga, verdadeira, prestativa, séria... Quando eu conheci fiquei encantada com sua beleza, personalidade, caráter...Admiro demais você, na verdade me considero Sua fã número 1... Adoro ler seus textos aqui no blog. Assistir suas palestras um show de informação.
Hoje tenho certeza que és é uma pessoa muito especial pra mim pois ajudou e me ajuda muitoé um amor de pessoa ...você pode contar comigo pro que der e vier estou sempre disponível pra você viu meu lindo...Você é uma pessoa da minha extrema confiança Da sua eterna Amiga que te ama muito e te quer muito bem com carinho, amor e saúde bjos......
Priscila
Esse site esta de parabéns adorei tudo que vi por aki@!!! tudo de bom.
Anônimo
Poxa, ta bem legal seu texto, parabens.
Fernanda
Essas dicas eram o que eu precisava para tirar uma duvidazinha. Obrigado ao blog que eh um espetáculo.
Juliani
Eu acabei de ler sua mensagem sobre como manter um relacionamento e tem muitas coisas que estão acontecendo comigo, obrigado pelo blog e as dicas que vão me ajudar com certeza.
Ana
Eduardo pessoas como você, ajuda a escrever a historia da vida com muito mais amor, carinho e humildade, que bom que você existi... parabens pelo seu blog. Sempre vou admirá-lo... Que Deus te abençoe sempre.
Josi
Esse blog é realmente muito completo, tudo o que eu preciso tem aqui, só queria saber como fazer boas preliminares, rs. Mas tudo o que eu imagino tem aqui, é um site perfeito. Parabéns!
Adriana
Eduardo quando te vi pela primeira vez tive a certeza de ter encontrado uma pessoa especial, com a alma serena e doce ao mesmo tempo. Você é um ser iluminado por Deus e com uma missão muito especial. Gosto de estar com você de poder compartilhar meus "segredos" contigo e dividir minhas "angustias" principalmente pelo blog.
Lembre que você sempre poderá contar comigo a todo instante que precisar...pois estarei sempre aqui para te falar o quanto você é especial pra mim!!!!!!!!milhões de beijos carinhosos pra vc viu meu lindo!!!!!!
Josenilda
Como sempre Edu, uma ótima postagem. Fico feliz em saber do seu esforço em ajudar a humanidade escrevendo coisas significante aqui no blog,. Beijos com afeto.
Lindomar
Oi Eduardo, que blog massa, parabéns lindo, me visita se puder tá? , agradeço. Um grande abraço,
Erika.
Nossa, amei seu blog Eduardo, pricipalmente as postagem sobre os inimigos e amigos do orgasmo, quantas informações interessantes. Parabéns.
Karla luane
Estou adorando visitar seu blog! Parabéns pelo blog e pelos resultados já conquistados, isso que você faz é muito importante! Abraços.
Viviane
Parabéns pela criatividade e mais ainda pela continuidade dos textos sobre relacionamentos. Parabéns!
Junior
Ola. Ótimo seu blog. Adorei o post parabéns. A minha namorada é enfermeira e adorou suas palestra, abraços.
Joel santos
Ei Edu! Gostei muito do que escreve e como escreve. Gostaria de trocar figurinhas comigo?
Pedro
Eduardo Gostaria de acompanhar seu blog, é muito bacana seus texto. Me ajuda sou pouco leigo.
André
Muito bom o seu blog...Provavelmente eu deva voltar por aqui mais vezes, sucesso eduardo.
Anônimo
O blog é excelente e a escritor inteligente na medida certa. Parabéns pelo seu trabalho.
Elza
Eduardo Indiquei seu blog a vários amigos, é tão bom achar um Blog que nos descontrai ao mesmo tempo nos sinalizem coisas boas assim.
Márcia lima
Eduardo, querido... seu blog é realmente demais. Demais! Correto, comunicativo, educacional, sensível, genial! to muito orgulhosa de vc ter postado um texto de minha autoria aqui, valeu!
Patrícia
Eduardo o texto e as perguntas foram bem elaboradas e respondidas, mostrando claramente os problemas sexuais, bem como os caminhos para iniciar um tratamento. Atualmente se faz muito necessário este tema tendo em vista o alto índice de apelo sexual passado pelas mídias para as pessoas. Parabéns.
Anônimo
Meu querido Eduardo, parabéns pelo post esclarecedor, aliás tudo o que você escreve é de muita qualidade.parabéns.
Augusto
Eduardo, você fala desse tema de maneira tão natural, que nos dá a exata dimensão do assunto que estás tratando. Parabéns.Gosto muito de seu blog.Abraços
Walter
Muito bom esse pequeno artigo esta de parabéns colega.
Anônimo
Olá Eduardo seus artigos são muito bons, gosto principalmente da maneira franca como você escreve. As dicas estão perfeita, agora é ler e praticar. Abraços e bom fds.
Pedro Paulo
Um elogio curto e sincero: UAU! OTIMO! PERFEITO!
Anônimo
Adorei as perguntas! Amei todas as respostas! Foi perfeito me ajudou a entender o que esta acontecendo comigo, obrigado edu.
Anônimo
Excelente artigo. Alto padrão como sempre, parabéns eduardo!
Anônimo
Didático com sempre. Nunca usando de pornografia. Esse é o educar para humanidade.adoro acompanhar suas postagens.
Amadinha
Oi edu!! Boa noite !!! passando para conferir as ultimas postagem do blog... como sempre parabéns vc é tudo de bom!!!
Natalia
Ótimo conteúdo Eduardo, os temas escolhido é de muito bom gosto!!! parabéns pelo blog!!!
Gustavo
Gostei bastante do texto, não conhecia o seu blog, é excelente!
Marcos
Parabéns eduardo ! Seus posts são sempre atuais, instrutivos e com extrema qualidade e bom gosto na escolha dos temas e sua inteligente maneira de abordá-los. É com muito gosto que leio sempre seu blog. Abraços !!!
Eliane Almeida
Oi Edu, Autoconhecimento da sexualidade feminina, Que texto excelente, todos os homens devem ler isso, com certeza.abraços, valeu .
Anônimo
Puxa!educar para humanidade. Isso que é um belo manual! Adorei o seu blog. Sempre que passo por aqui aprendo mais e mais... Continue esse trabalho excelente. Parabéns pelo artigo, nota 10. Bjo
Leila Cristina
Anônimo
Excelente artigo. Alto padrão como sempre, parabéns eduardo!
Anônimo
Didático com sempre. Nunca usando de pornografia. Esse é o educar para humanidade.adoro acompanhar suas postagens.
Amadinha
Oi edu!! Boa noite !!! passando para conferir as ultimas postagem do blog... como sempre parabéns vc é tudo de bom!!!
Natalia
Ótimo conteúdo Eduardo, os temas escolhido é de muito bom gosto!!! parabéns pelo blog!!!
Gustavo
Gostei bastante do texto, não conhecia o seu blog, é excelente!
Marcos
Parabéns eduardo ! Seus posts são sempre atuais, instrutivos e com extrema qualidade e bom gosto na escolha dos temas e sua inteligente maneira de abordá-los. É com muito gosto que leio sempre seu blog. Abraços !!!
Eliane Almeida
Oi Edu, Autoconhecimento da sexualidade feminina, Que texto excelente, todos os homens devem ler isso, com certeza.abraços, valeu .
Anônimo
Puxa!educar para humanidade. Isso que é um belo manual! Adorei o seu blog. Sempre que passo por aqui aprendo mais e mais... Continue esse trabalho excelente. Parabéns pelo artigo, nota 10. Bjo
Leila Cristina
Ciclo de Palestras e Seminários nas áreas de Educação e Saúde para 2015
TEMAS EM EDUCAÇÃO
Avaliação da aprendizagem no século XXI.
O papel do professor: Transformando informação em conhecimento.
As muitas faces da profissão Docente.
Alfabetização e Letramento: os desafios contemporâneos.
Oralidade e Escrita: Dificuldade de ensino-apredizagem na alfabetização.
A importância do lúdico no desenvolvimento da criança
O Brincar e a Matemática
A proposta dos PCNS e sua relevância na formação dos cidadãos.
Um dialogo entre a psicopedagogia e a educação.
Direitos e Deveres da Criança.
Autoridade e Autoritarismo na Sala de Aula:Repensando a relação professor-aluno
Violência em casa: reflexo na escola. Como disciplinar sem bater?
Como trabalhar as relações humanas para prevenir a violência contra criança no ambiente familiar / escolar.
Família e Escola: educar é uma tarefa de todos.
Ética e Cidadania.
TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE DO ESCOLAR
A Síndrome de Burnout : Como vai a Saúde do professor na Educação Infantil ?
Saúde Bucal (escovação e higiene).
Higiene e Saúde do escolar.
Alimentação: A obesidade e os transtornos alimentares.
Saúde e meio ambiente.
A importância do sono na vida do ser humano.
O que toda a criança precisa saber sobre segurança.
E agora: O que eu faço? Primeiros socorros.
As principais doenças da infância.
Doenças Sexualmente Transmissíveis.
AIDS/HIV
TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE FAMILIAR
Lute pela vida: diga não as drogas.
Alcoolismo, tabagismo e suas conseqüências.
Hipertensão e dislipidemias.
O que todo diabético precisa saber.
Ficar amarelo pra que? Hepatite tem prevenção.
Fique ligado: hanseníase tem cura.
Prevenção do câncer: caminho para saúde.
Saúde bucal não tem idade.
Prevenção da violência contra idoso.
Mulher com saúde é mais mulher.
Abuso e exploração sexual de crianças e adolescente.
Infância perdida: prostituição infantil.
Sexualidade na escola: Como forma o filho para a vida sexual.
Sexualidade na adolescência.
Gravidez na adolescência.
Aborto e suas conseqüências.
Previna-se use camisinha.
Profissão criança: trabalho infantil isso não tem futuro.
E-mail: edu.com28@yahoo.com.br
Alcoolismo, tabagismo e suas conseqüências.
Hipertensão e dislipidemias.
O que todo diabético precisa saber.
Ficar amarelo pra que? Hepatite tem prevenção.
Fique ligado: hanseníase tem cura.
Prevenção do câncer: caminho para saúde.
Saúde bucal não tem idade.
Prevenção da violência contra idoso.
Mulher com saúde é mais mulher.
Abuso e exploração sexual de crianças e adolescente.
Infância perdida: prostituição infantil.
Sexualidade na escola: Como forma o filho para a vida sexual.
Sexualidade na adolescência.
Gravidez na adolescência.
Aborto e suas conseqüências.
Previna-se use camisinha.
Profissão criança: trabalho infantil isso não tem futuro.
E-mail: edu.com28@yahoo.com.br
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A palestra está começando, já estava quase todos os presentes, e uma moça novata da igreja chegou e entra no auditório correndo, afobad...
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MAS AFINAL, O QUE SÃO DST’S? As doenças sexualmente transmissíveis – DST são conhecidas também como: Doenças venéreas; Doenças sexuais; Doen...
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Descreva ela pra mim Eduardo: “A luz do sol emoldura seu corpo num brilho dourado de luz adocicada, enquanto o vento dança suavemente...







