terça-feira, 21 de março de 2017

Equívocos na educação dos filhos


Equívocos na educação dos filhos

A mãe é a grande responsável pela formação do caráter do filho, seguida pelo pai, como co-participante dessa grande tarefa.
Por vezes, a mãe, investida da melhor das boas intenções comete equívocos na educação, que poderão infelicitar sobremaneira o filho, a quem ama e deseja ver feliz.
Um desses equívocos é assumir a vida e os gostos da criança. É ela que adoça o café ou o suco do filho; é ela que sabe do que ele gosta ou deixa de gostar.
É a mãe que responde quando alguém pergunta à criança se ela deseja isso ou aquilo.
É ela que escolhe roupas, calçados, conforme as cores e modelos que gosta, muitas vezes abafando os desejos do filho, quando esse já tem idade para opinar.
A mãe cria o filho ou filha com se fossem mentalmente inválidos.
Embora não se duvide do amor que move essas atitudes, essas mães estão prejudicando sobremaneira a formação dos seus amores.
Isso porque a criança cresce sem se conhecer, porque a mãe é quem sabe tudo sobre ela. Na fase da adolescência, os conflitos aumentam pois agora o filho já não aceita mais ser guiado pela mãe, mas submete-se, sem critérios, ao grupo com o qual passa a conviver.
Daí, se veste como os da sua tribo, se comporta como o seu grupo estabelece, se caracteriza, enfim, como os demais. Não tem gosto próprio, pois a mãe sempre decidiu tudo por ele.
A criança, que desde cedo aprendeu a ser passiva em tudo, agora não consegue se desvencilhar dessa dependência perigosa.
Esse tipo de educação gera jovens sem opinião própria, sempre preocupados com o que os outros pensam ou dizem deles.
São jovens sem iniciativa, sem senso crítico, sem maturidade, que estão sempre esperando que alguém lhes diga o que fazer e do que devem gostar ou desgostar.
Infelizmente essas falhas na educação infelicitam em vez de formar homens e mulheres aptos para gerir as próprias vidas de forma lúcida e coerente.
É por essa razão que moças se deixam iludir por promessas mirabolantes, como as feitas pelo maníaco do parque, que acenava com a possibilidade de fazê-las famosas, fotografando-as, nuas, no meio do mato.
Se essas moças tivessem discernimento e senso crítico, certamente não aceitariam tal convite, por ser destituído de fundamento.
Importante que mães e pais pensem com carinho a respeito da grande missão que lhes cabe como educadores e formadores de caracteres.
Importante se pensar em educar os filhos para que tenham autonomia no pensar e no agir, por si mesmos, e não sejam conduzidos como marionetes, sem direito a pensar nem assumir responsabilidades.
Importante que os pais atentem para essa questão e permitam que os filhos aprendam a se conhecer desde cedo. A fazer algo que os faça sentirem-se úteis e valorizados.
Muito embora se tente combater o trabalho infantil dentro do lar, como se pequenas tarefas fossem prejudicar a infância, os pais conscientes sabem que se hoje têm os pés firmes no chão, é porque seus pais lhes colocaram responsabilidades sobre os ombros.
Você que é mãe ou pai, e ama seus filhos, pense nisso e avalie até que ponto não está tomando para si a vida deles.
E se perceber que está cometendo esse grande equívoco, não perca mais nenhum minuto. Corrija o passo e ofereça ao seu filho a bendita oportunidade de crescer.

Pense com Edu!
A educação deve promover o homem não apenas no meio social, mas prepará-lo para a vida essencial, que é realidade do ser, filho de Deus, que deve seguir, individualmente, seu caminho para a Grande Luz, que é o Criador.


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

segunda-feira, 20 de março de 2017

A menina que sofria do mal de mãe!


A menina que sofria do mal de mãe!

Apesar das recomendações religiosas, morais e pedagógicas, apesar do conhecimento hoje amplamente disponível, não há pai ou mãe que não tenha sido surpreendido um dia pelo pensamento fugaz, verdadeiro, que revela um momento de negligência ou de descuido. (Paulo Schiller)

Especialistas estimam que um terço das pessoas que apresentam sintomas de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) são crianças e adolescentes. O diagnóstico normalmente é difícil e muitas vezes só é possível quando pais ou professores observam no comportamento do paciente tendência ao perfeccionismo, isolamento e excessiva timidez. É muito comum que as crianças não reconheçam que suas atitudes são exageradas e sem sentido, ou tenham vergonha, preferindo escondê-las dos adultos. O quadro se agrava com a dificuldade dos pais em aceitar que o filho esteja com o distúrbio, por constrangimento diante dos outros. As duas mães de Mila, da escritora francesa Clara Vidal, apresenta a dolorosa história da menina que, dos 9 aos 15 anos, desenvolve rituais obsessivos como defesa para as situações de violência psíquica que enfrenta dentro de casa. O livro faz parte da coleção Estado de alerta, da editora SM, que reúne histórias sobre momentos de crise protagonizados por crianças ou adolescentes.
Leia a seguir trechos do romance e o posfácio do psicanalista Paulo Schiller, tradutor da obra.
As duas mães de Mila
“Mila tem duas mamães. Ela tem certeza disso, desde bem pequena. Desde que viu na TV um desenho animado de duas heroínas que eram gêmeas. Duas menininhas idênticas, mas que tinham personalidades muito diferentes. Uma era doce e delicada, a outra, violenta e malvada. A mãe de Mila é assim. Às vezes rosa e delicada, às vezes cinza e malvada. São com certeza duas pessoas, duas irmãs gêmeas, que dividem a educação de Mila. Ela não se pergunta se o pai sabe disso. E não discrimina qual das duas é a verdadeira mãe. Há dias em que Mila quer que a mãe verdadeira seja a rosa e delicada, pois é muito mais agradável. Mas acontece também de Mila sentir pena da cinza, malvada, raivosa, que vive chorando muito. Quando a mãe cinza diz que está infeliz e doente, Mila tem vontade de fazer tudo para consolá-la e vê-la sorrir.
É assim que Mila vive, entre as duas mães, uma rosa e outra cinza. Não é muito difícil. Quando a mãe está de bom humor, é com certeza a mãe rosa que chegou. Quando ela se transforma numa harpia1, foi a mãe cinza que tomou o seu lugar. O jeito, então, é esperar que a mãe rosa volte.”(...)
“No auge da preocupação, Mila inventa uma fórmula mágica a fim de transferir para si mesma o mal-estar da mãe: “Mamãe, dê-me a sua doença. Eu te dou a minha saúde”. Ela repete a frase mentalmente até se sentir esgotada, com a sensação de que a saúde da mãe depende dela, de que é responsável por sua cura.
Certa noite, à mesa, depois de uma crise, mamãe está servindo o jantar, ainda muito abatida. Volta-se para Mila e diz:
– Você contou pro seu pai o que me aconteceu?
O pai lança um olhar resignado para a filha. Ele compreende, uma vez mais. Socorre-a:
– Você teve de novo uma das suas indisposições, como de costume?
– Não, justamente, não como de costume. Dessa vez tive de verdade a impressão de que ia acabar. Um dia desses não vou escapar.
– Cale-se. Você sabe muito bem que isso faz mal à menina!
Mila ocupa-se em desenhar “erres” sobre a toalha com o indicador. E, ao lado de cada “r”, ela acrescenta um “s”, de “saúde”, não só para que a mãe volte a sorrir, mas também para que tenha boa saúde. De noite, ao dar as voltas pelo quarto, ela acaba acrescentando também a letra “s” aos seus encantamentos.”
A crueldade à espreita
Mila não é única. A história de Mila não é incomum como desejaríamos que fosse. Por outro lado, com certeza existem muitas mães melhores que a dela, mais suaves, amorosas e dedicadas. Com diferentes intensidades, a distância e a omissão do pai de Mila também não são raridade nas narrativas escutadas no cotidiano dos consultórios de psicanálise ou de psicoterapia. Para além das famílias mais “saudáveis”, se abre todo um espectro de relações entre pais e filhos que se estende de vínculos simbióticos, quase incestuosos, a situações em que prevalece o desprezo e, às vezes, a maldade.
É sedutor pensar que a maldade depende de um gene extraviado ou que a crueldade nasce de um desarranjo bioquímico em um grupo de células cerebrais.
É confortável nomear sob diagnósticos precisos a anorexia, a depressão e as obsessões. Além da ilusão de conhecimento e de domínio, a nomeação nos autoriza a prescrever drogas discutíveis e de valor efêmero que amortecem a busca pelas causas da melancolia, da tristeza e do mal-estar próprios da natureza humana.
A medicação irresponsável de crianças, novidade incentivada pela indústria farmacêutica, alimentada sem critérios cuidadosos pelos meios de comunicação, se vale da complacência da sociedade, que assim se livra de suas responsabilidades. Mila seria hoje rotulada por alguns como portadora, entre outros males, de um transtorno obsessivo-compulsivo, candidata ao uso da droga do momento. Entretanto, durante a leitura do livro, acompanhamos, impotentes, a lógica impiedosa da montagem que resultou em seus sintomas. Em certo sentido, Mila teve sorte. Ao final, abriu-se para ela a possibilidade de falar, de desmontar e de se libertar não dos seus genes, mas dos seus fantasmas, do seu romance familiar.
A crueldade, também própria do homem, nos espreita.
Quase sempre de longe, nas palavras e ilustrações dos livros de história, nas narrativas de tragédias em terras e tempos remotos. Dizemos, conformados, que as guerras sempre existiram, que a violência é parte da natureza humana. Algumas vezes, a crueldade emerge dos textos e das telas e aparece no presente, viva, próxima, palpável. Irrompe na vizinhança, trai ou atinge um conhecido, denuncia um parente distante, aproxima-se ameaçadora.
Pressentimos, embora de uma forma nebulosa, que a crueldade retratada nos livros de histórias nasce entre as paredes que delimitam a vida familiar.
Toda professora sabe que, para além da inocência, a intriga e a maldade permeiam as relações entre as crianças e desconfiam, acertadamente, que elas reproduzem situações domésticas. Toda babá sabe que a sexualidade nos marca desde os primeiros anos, a despeito do devaneio dos sonhadores que pretendem ver na infância um tempo apenas de alegrias e encantamentos.
Os conflitos retratados na paisagem que se mostra pela janela aberta para o mundo infelizmente demonstram que não existe nenhuma evidência de que os pais fazem, concretamente, o melhor pelos filhos. Apesar das recomendações religiosas, morais e pedagógicas, apesar do conhecimento hoje amplamente disponível, não há pai ou mãe que não tenha sido surpreendido um dia pelo pensamento fugaz, verdadeiro, que revela um momento de negligência ou de descuido. Temos, em um plano mais ou menos superficial, certa consciência das nossas faltas e transgressões. Não somos, talvez sem exceções, ilhas de santidade cercadas de maldade por todos os lados.


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : Por Paulo Schiller Revista Mentecerebro – junho 2008
³ Fonte imagem : © FrankyDeMeyer/istockphoto
Livro de Referência: (As duas mães de Mila, de Clara Vidal. Tradução de Paulo Schiller. Edições SM, 2006, 78 págs., R$ 23.00)

sexta-feira, 17 de março de 2017

Por trás de toda depressão, existe uma vontade enorme de ser feliz


Por trás de toda depressão, existe uma vontade enorme de ser feliz

Depressão não é coisa de gente “fresca”. Depressão é coisa de gente, porque todos nós estamos sujeitos a queda, a dor e ao sofrimento. A única diferença direciona-se ao modo como cada um se comporta diante da pedra no meio do caminho.
Erick Morais


De repente você não tem ânimo para nada. Não quer sair do quarto, que, a propósito está uma bagunça sem fim; não tem vontade de ver o mundo; não possui força sequer para fazer atividades que faziam/fazem parte do seu cotidiano. Você se enxerga no fundo do poço, sem qualquer recurso ou sinal que faça recuperar a esperança. A vida nesse limiar de tristeza torna-se ainda mais frágil e por que não dizer insignificante, já que afundada em uma depressão, ela perde a sua razão de ser.
A depressão não é do jeito que descrevi, ela é muito pior e o mais importante: não é coisa de gente “fresca”. Depressão é coisa de gente, porque todos nós estamos sujeitos a queda, a dor e ao sofrimento. A única diferença direciona-se ao modo como cada um se comporta diante da pedra no meio do caminho. Entretanto, julgar algo precipitadamente ou achar que uma doença tão terrível é simplesmente “frescura” é ser despido totalmente do mínimo de sensibilidade.
Bauman assevera que não há como medir a dor que alguém sente, pois: “Cada angústia fere e atormenta no seu próprio tempo”. Dessa maneira, há de se considerar que todos nós possuímos nossos monstros e que eles nos assustam de maneira distinta. Ou seja, aquilo que aflige e esmaga o meu peito não necessariamente será a mesma dor que o outro sente, de modo que cada um sofre de acordo com as suas idiossincrasias e dores únicas.
Isso implica o entendimento de que a pluralidade só existe em função da singularidade que cada um possui e, assim, por mais que o problema do outro pareça aos meus olhos algo bobo, devemos buscar compreender que cada dor tem seu tempo e lugar, pois, como diz a letra da música: “Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”. Sendo assim, deve-se ter empatia para que possamos imaginar o sofrimento que existe em relação às particularidades de cada um.
Apesar de a empatia ser fundamental para que as pessoas que estão ao redor de quem sofre de depressão possam compreendê-la e ajudá-la, é necessário que a pessoa que sofre do problema busque analisar a raiz do seu sofrimento e de que modo ela tem contribuindo para a perpetuação deste. Não estou dizendo que o indivíduo não deve chorar, ficar aflito ou angustiado em função de determinada situação, e sim, que deve, por meio de uma introspecção, tentar perceber em que momento a mágoa deixou de machucar por si só e passou a ser uma rememoração desencadeada pela própria cabeça.
Isto é, quantas vezes nós ficamos remoendo dores do passado, remexendo em feridas já cicatrizadas e fazendo-as tornar a sangrar? A depressão nunca é culpa de quem a possui, mas se martirizar por algo que não pode ser consertado não ajuda em nada, afinal, não se pode voltar no tempo e, mesmo que pudéssemos, outras coisas nos incomodariam e outras pedras existiriam, de maneira que teríamos que lidar com outros problemas, pois como é dito no filme “Questão de Tempo” – “Ninguém pode te preparar para o amor e para o medo”.
Eu sei que falar é muito mais fácil do que colocar em prática, tanto para quem tem depressão, quanto para quem está ao lado, porque lidar com o problema de modo que possa resolvê-lo depende de empatia, de perdão, de autoperdão, de resiliência, de esperança, de humor. Depende de um olhar doce para um mundo que tanto nos faz chorar, já que só assim conseguimos fazer das lágrimas uma aquarela de cores para pintar um arco-íris, uma jiboia engolindo um elefante, uma árvore que dá pipoca, um dragão que cospe sorvete (que bom seria, hein?) ou qualquer coisa que quisermos.
Quando não conseguimos ter essa doçura no olhar, a depressão torna-se um casulo que transforma borboletas em lagartas e isso é triste, porque a beleza daquelas está na sua capacidade de se transformar, demonstrando que por trás de todo casulo há uma borboleta e que de toda depressão existe uma vontade enorme de ser feliz, cabe a nós escolher o que sai do casulo.

¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : Erick Morais. © obvious: http://obviousmag.org/genialmente_louco/2016/por-tras-de-toda-depressao-existe-uma-vontade-enorme-de-ser-feliz.html#ixzz4VM8qV0Ae
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

quinta-feira, 16 de março de 2017

O que está por trás de um favor?


O que está por trás de um favor?

O homem ideal - afirmou Aristóteles - sente alegria em fazer favores aos outros. O que está por trás de um favor?
Talvez tenhamos, como sociedade ansiosa e inquieta que nos tornamos, atribuído um valor insignificante a ele. Por isso, cabe refletir com mais tempo sobre o tema.
Por trás de um favor, seja ele pequeno ou grande – como se diz - há um movimento fundamental: a doação.
Doação que começa pela atenção, passa pelo tempo despendido e, por vezes, chega a conteúdos maiores ainda.
Toda vez que prestamos um favor a alguém estamos, de certa forma, dizendo que naquele momento, o da ação em prol do outro, ele é mais importante do que nós.
Deixei de fazer o que estava fazendo pelo outro. Dividi meu tempo com o outro. Sacrifiquei-me, de alguma forma, pela outra pessoa.
Esta postura é das mais nobres que existe pois constitui a essência da caridade. Obviamente estamos considerando aqui o favor desinteressado, realizado pelo prazer de ajudar, de contribuir com a felicidade do outro.
Qualquer outra modalidade de favor passa a perder a essência desta ação benévola e podemos chamar de algum outro nome que não este, obedecendo à linha de razão de nossa breve análise.
Um outro detalhe que vale a pena ser analisado, no mundo dos favores, é a recompensa íntima imediata que nos trazem.
Há um sentimento - que na maioria das vezes passa rapidamente pelo nosso coração – de prazer, de alegria.
É a alegria do chamado homem ideal de Aristóteles, que percebe sua consciência identificando uma ação no bem.
O que acontece nesses momentos – ainda breves na vida da maioria de nós – é uma celebração da consciência, bem lá onde estão escritas as Leis de Deus. Ela percebe a Lei do amor sendo vivenciada com beleza e envia-nos o sentimento de satisfação, de alegria, de prazer.
Não há quem não se sinta bem fazendo o bem. E nos favores existe o bem sendo praticado em diversas nuances distintas.
Cada um tem seus deveres, responsabilidades e precisa dar conta deles, é certo. Mas, porque não posso, em alguns momentos, ajudar o outro a conseguir cumprir suas tarefas?
O sacrifício que iremos fazer – quando houver realmente sacrifício – é muito pequeno, perto da alegria de ter sido útil na vida de alguém.
Não façamos pela recompensa. Não façamos pelo reconhecimento. Façamos pelo prazer de ajudar.
Perceberemos que a vida nos retribui constantemente os favores que prestamos, pois quando estamos a fazer algo por alguém, de coração, sem segundas intenções, uma aura de paz nos envolve e nos protege.
Naquele instante somos como que missionários do amor na Terra. Somos soldados da paz, modificando o mundo, espargindo o bem pelos cantos.
Da próxima vez que você ouvir as palavras: Você me faz um favor? - pense bem antes de negar. Veja em cada pedido desses uma oportunidade de ser mais feliz.


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E - Em 31.10.2016.
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg
Livro de Referência: livro Nossos filhos são Espíritos, Hermínio  Miranda, ed. Arte e cultura.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Viver não consta no curriculum lattes


Viver não consta no curriculum lattes


Eu tenho um recado pra você que tem se cobrado constantemente e deixado de viver para si afim de viver para os estudos. Pra você que está deixando morrer sua vida social e que já nem sabe o que é sair e dar umas boas risadas com seus amigos. Pra você que está rodeada de livros e obrigações ao invés de estar rodeado de pessoas. Esse recado é pra você que caiu nas redes do  ”Você precisa ser o melhor, ou dar o seu melhor” fazendo você ultrapassar todos os limites do seu corpo. Aquela concepção errada que nos enquadram de que precisamos abdicar de tudo para se chegar onde quer e que na maioria das vezes com 18, 20, 22 anos ainda não sabemos se queremos mestrado ou se queremos sei lá viajar depois da faculdade. Muitas vezes com 18 anos nem sabemos que curso queremos e isso já é motivo para entrar em desespero, os pais cobram que você faça alguma graduação e você se sente angustiado ao ver seus amigos que desde a infância já sabiam que queriam medicina enquanto você gostava de brincar de bola na rua. A sua apreciação pela arte, pela música de nada valem e você precisa gostar de matemática ou ser muito boa em biologia. Desde cedo essa cobrança com o que devemos ser dentro de um prazo é o que leva muita gente a adentrar na faculdade e não saber lidar com as frustações do meio acadêmico. Esse recado é pra você que, como eu, acordou e não conseguiu fazer aquele trabalho da faculdade, que trocou um feriado de estudos por um feriado com séries, e que depois ficou se culpando como quem deveria ter feito algo e não fez. O mundo acadêmico exige responsabilidades e não estudar no feriado não faz de você um preguiçoso, não ter vontade de estudar no domingo não faz de você um irresponsável. Você não é uma máquina, você é um ser humano e embora isso nem sempre nos pareça óbvio e real, nós temos nossas limitações e o cansaço sempre aparece, ele sempre vem. As cobranças sociais não nos preparam para isso, elas apenas nos jogam lá como quem precisa produzir. Você precisa tirar notas excelentes, precisa fazer seu TCC, precisa estudar pro mestrado ou já ir se preparando para um concurso, você precisa ter tantos artigos publicados e seu Curriculum lattes precisa estar bom o suficiente para alguém olhar e dizer: “Ual” e tudo isso em um prazo mínimo, em um tempo curto que não nos permite o melhor da vida: Viver. Se você quer seguir carreira acadêmica e pensa tanto no mestrado ótimo, sei que não medirá esforços para atingir seu objetivo, mas não se cobre tanto. É importante ousar, ter sonhos e querer sempre avançar e eu acredito que o mundo acadêmico nos permite progredir e alçar voo. É um mundo de possibilidades e temos a escolha de não nos tornar prisioneiros. Temos a liberdade de saber dosar as obrigações e de assumir nossos fracassos não como quem desiste mas como quem não estava bem no dia em que fez a prova, ou não conseguiu assimilar o conteúdo. Como quem estava com problemas e teve sua atenção dispersa durante a prova. Como quem não entendeu as explicações do professor e tudo bem tirar um 8.0. Então pare de se culpar por não ter tirado um 10,0 naquela prova que você tanto estudou, não se culpe por não ter conseguido fazer todos os trabalhos que você tinha programado durante a semana e de pensar sobre por que um dia ou outro você deixou de estudar pra ir tomar um café com um amigo e falar das besteiras da vida. Pare de olhar em volta e achar que todo mundo está conseguindo render ao máximo, que todos estudam loucamente e que você é quem está ficando para trás só porque entre tantos domingos você não conseguiu estudar nesse. Só porque você dormiu enquanto estudava para uma prova mesmo tendo tomado tanto café para se manter acordado. O que quero dizer é que viver não faz parte do lattes, boas risadas, momentos agradáveis, ver aquele filme que estreiou no cinema e deixar de lado as preocupações não nos torna irresponsáveis, nos torna humanos. Não tem problema acordar no domingo e querer comer tapioca na feira logo cedo ao invés de querer terminar sua pesquisa. Não tem problema se você não conseguiu produzir como gostaria no feriado e acabou apenas fazendo um trabalho entre tantos, porque acabou caindo no sono. Não tem problema se você não conseguiu escrever nada do seu TCC hoje. É que somos humanos e não temos disposição todo dia, não temos energia o tempo todo e embora a sociedade e a vida acadêmica exija constantemente que devemos ler tantos mil textos por semana, que devemos produzir, produzir e produzir, nós nem sempre conseguimos acompanhar esse ritmo, então aceite pausas. Faça paradas. E isso não tem nada a ver com desistir ou andar pra trás. Isso tem a ver com permitir. Permitir tomar um sorvete em um domingo a tarde e sair com os amigos no sábado a noite sem culpas, isso inclui permitir viver longe de se achar problema ou dotado de dificuldades porque não conseguiu varar uma noite estudando ou porque por algum motivo – provavelmente o cansaço- você não conseguiu terminar o seu TCC. Não é normal se culpar por não conseguir estudar depois de um dia inteiro na faculdade, não é normal se culpar por não ter conseguido estudar no feriado ou por não ter aguentado estudar durante toda a madrugada. Que essas cobranças não nos aprisione e que nós possamos conhecer as teorias e dominá-las sem deixar de conhecer a nós mesmos e aos outros, sem perder o controle da nossa vida e deixar que as cobranças tomem a direção. Você pode saber como faz referências nas normas da ABNT e da APA sem precisar consultá-las, pode saber perfeitamente como elaborar um projeto de pesquisa, mas você também precisa saber viver. Precisa saber respeitar quando seu corpo diz não e quando você está cansada emocionalmente depois de uma semana de provas. Como já disse anteriormente, viver não consta no Lattes e, ao contrário das teorias e coisas que nos ensinam a todo tempo, viver não segue um manual, aprenda a sobreviver as cobranças, não mergulhe nelas a vida é muito mais que isso.

¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : http://www.asomadetodosafetos.com/2016/09/pare-de-se-cobrar-excessivamente-viver-nao-consta-no-curriculum.html#ixzz4K9sENzTl
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

terça-feira, 14 de março de 2017

Lições que falavam da fé e do poder da oração.


Lições que falavam da fé e do poder da oração.

Na pequena assembleia de gestantes assistidas pela instituição, naquela tarde fria de inverno, uma se destacava.
Apresentava a barriga enorme, denunciando que logo mais daria à luz. E, contudo, mostrava sinais de inquietação no rosto.
Terminada a aula breve e fraterna, a atendente, que descobrira os traços de angústia naquela companheira, se aproximou, buscando saber das razões.
Foi então que a gestante lhe falou que nos próximos dias deveria ter o seu bebê e que estava apavorada. Durante todo o período da gestação se preparara para ter um parto normal.
Entretanto, há quinze dias, o médico lhe informara, depois de uma ecografia, que seu bebê estava sentado e que somente poderia nascer através de uma cesariana, marcando até a data.
Ela estava com muito medo. Tinha um terrível medo de cirurgia e, depois, ela desejava o parto normal, para poder atender mais cedo e melhor seus outros filhos menores.
A atendente a abraçou e conversou com ela longamente. Recordou-lhe as lições que já haviam tido, ali  mesmo, naquela instituição.
Lições que falavam da fé e do poder da oração. Que ela tentasse a oração, que falasse com seu bebezinho, pedindo que ele mudasse a posição.
Que falasse com Jesus, o Médico Divino, suplicando auxílio. A gestante olhou meio desconcertada e perguntou: Mas será mesmo que dará resultado?
Vamos orar juntas, desde agora? Convidou a assistente.
Naquele dia, quando se despediu para ir para casa, a gestante acariciou a barriga com carinho especial e sorriu, dizendo: Eu vou tentar.
Uma semana depois, ela precisou ser levada às pressas para a maternidade. Na madrugada, a bolsa se rompeu e ela entrou em trabalho de parto, antes da hora assinalada pelo médico para a cesariana.
Ela teve medo. E agora? O que iria acontecer?
Chegando ao hospital, atendida de imediato, foi conduzida à sala de parto. Para surpresa do médico e alívio da mãezinha, o bebê já mostrava a cabecinha despontando, prestes a nascer.
Entre risos e lágrimas de surpresa, gratidão e alívio, a gestante deu à luz a um belo garoto, por parto normal, sem dificuldades.

Refletindo com Edu
Nunca desacredites do amparo de Deus. Haja o que houver, permanece confiando. Se tudo estiver contra ti, se o insucesso te ameaçar com o desespero, ainda aí espera a Divina ajuda.
A lei de Deus é de amor. E o amor tudo pode, tudo faz.
Quando pensares que o socorro não te chegará em tempo, se continuares esperando, descobrirás, alegre, que ele te alcançou minutos antes do desastre.
Ora, confia e não deixes de lutar. Deus vela por ti e guarda a tua vida.




¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : RME - com base em fato narrado por voluntária do grupo de gestantes do Centro Espírita Ildefonso Correia (Curitiba/PR), Titulo original Falando de fé! Internet. adaptado por Eduardo Campos Lições que falavam da fé e do poder da oração.
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg
Livro de Referência: livro Vida feliz, Joanna de Ângelis e Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Reapaixone-se, todos os dias, por quem já está ao seu lado


Reapaixone-se, todos os dias, por quem já está ao seu lado

“E cada verso meu será pra te dizer que eu sei que vou te amar, por toda a minha vida.”
Vinícius de Moraes


Essa mania que temos de enjoar das coisas e das pessoas nos leva a grandes perdas. Parece que estamos sempre visando a mais, a outra coisa e, desse modo, não conseguimos desfrutar o que já temos, o que já conquistamos.
Nutrir sonhos e ser ambicioso é positivo, mas somente olhar para o que se quer muitas vezes nos cega frente a tudo o que já possuímos.
Em meio a essa frenética busca do que almejamos infelizmente podemos acabar nos distanciando de pessoas que estão junto de nós e que nos ajudaram a conquistar o que temos e somos hoje. Desgastamos, assim, um relacionamento que nos fortaleceu, de tanto que nossos olhos só parecem enxergar lá na frente, tornando-nos cegos em relação a quem já está ao nosso lado, lutando e sonhando conosco há um bom tempo.
De tanto ansiarmos pelo novo em nossas vidas, às vezes deixamos de valorizar o que já é parte do nosso dia-a-dia, descuidando-nos das várias riquezas que a vida nos concedeu. Por isso é que tantos relacionamentos deixam de ser amorosos, para se tornarem um descompasso de idéias, desejos e objetivos. Por essa razão é que muitas vezes deixamos escapar por entre os dedos o amor maior de nossas vidas, em troca de infidelidades efêmeras e vazias de afetividade.
Por que procurar alguém lá fora quando já existe alguém que nos ama e nos dedica parte de sua vida à nossa? Por que achar que todo o amor que um dia uniu dois corações apaixonados morre de uma hora para outra, sem possibilidades de renovação? Por que parar de sorrir para a pessoa que dorme ao nosso lado, de lhe roubar beijos furtivos, de lhe tocar as mãos, de lhe perguntar como se sente, de lhe enviar mensagens apaixonadas e de lhe declarar o nosso amor e admiração?
Os sentimentos podem parecer adormecidos, dada a carga de trabalho excessiva e de preocupações que se avolumam em nossa vida, mas, se já houve amor sincero, possivelmente ainda há uma fagulha dele que possa ser reacesa. Precisamos ser gratos à pessoa que esteve ao nosso lado por tempos, pois tudo o que obtivemos e construímos deve-se a ela também. Gratos e dispostos a reencontrar dentro de nós os sentimentos que pareciam perdidos, porque provavelmente o amor está entre eles, esperando por força e motivação de nossa parte.
Amores acabam, sim, mas não é fácil algo tão pungente e mágico, como o é um amor verdadeiro, arrefecer por completo. Não podemos deixar o tempo transformar em túmulo os nossos desejos, principalmente em relação a alguém que entrou na nossa história e a tornou melhor e mais completa.
É preciso acordar disposto a alimentar o amor, todos os dias, a qualquer momento, onde estiver. É preciso lembrar que estamos juntos com alguém que pelo menos já foi o amor de nossas vidas e que muito provavelmente sempre o será.
Cultivemos os sentimentos que nos uniram com nosso amado, dedicando-lhe parte significativa de nossa atenção, de nosso olhar, de nossa vida. Se acalmarmos os nossos passos e não permitirmos que a frieza do mundo lá fora adentre nossos sentidos, estaremos prontos para amarmos de novo e de novo quem sempre esteve ali bem juntinho, nos momentos de gozo e de sofrimento, lutando por nós e acreditando em nossos sonhos. Porque o amor possui uma força descomunal e uma capacidade inesgotável de se reinventar, ressignificando nossa vida, sempre a tornando mais gostosa de se viver, junto às pessoas que nos amam de verdade. Antes de desistirmos, portanto, é preciso que busquemos nos apaixonar e nos reapaixonar pelos olhos cúmplices que buscarão pelos nossos todos os dias, até o fim de nossas vidas.

¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  Hermínio  Miranda Marcel Camargo © obvious: http://obviousmag.org/pensando_nessa_gente_da_vida/2015/reapaixone-se-todos-os-dias-por-quem-ja-esta-ao-seu-lado.html#ixzz3xdUZPzR4
³ Fonte imagem : http://obviousmag.org




sexta-feira, 10 de março de 2017

Equilíbrio no fazer o bem


Equilíbrio no fazer o bem

Caridade é o amor em ação, aprendemos com o Apóstolo Paulo. Contudo, em nome da caridade, por vezes, cometemos algumas falhas. Por isso, é sempre bom considerar que é muito bom dar pão ao faminto. No entanto, não devemos esquecer a família. Aqueles que se encontram sob nossa guarda, nos merecem toda a atenção e cuidados.
Distribuir o agasalho, cobrindo corpos desnudos, é gesto cristão.  Mas em nome dessa ação, não podemos complicar a própria vida, criando problemas para nós e para os nossos afetos.
É sinal de caridade socorrer o doente, providenciando-lhe o remédio, o médico, o hospital. Auxiliar aquele que tem dificuldades de tratar com a burocracia para conseguir um tratamento prolongado ou um internamento que se faz urgente. Entretanto, não podemos esquecer de tratar de nossa própria saúde, consultar o médico quando sintamos algo que nos desequilibra a organização física, submeter-nos a exames, tratamentos especializados, eventual cirurgia.
É excelente ajudar na instituição beneficente, doando horas a favor do próximo. No entanto, não podemos esquecer que a cada um de nós compete trabalhar para prover a própria subsistência e da família.
Quem não trabalha, se torna um peso que a sociedade deve arcar. A sociedade pode ser a parentela corporal, amigos ou instituições.
Se desejamos servir, lembremo-nos antes de tudo que a Divindade não nos pede a totalidade das horas, mas aquelas que possamos dispor e que são as do nosso descanso; do nosso lazer, sem prejuízo das que precisamos permanecer nas lidas profissionais, garantindo nosso sustento.
É importante direcionar recursos aos necessitados, colaborando com indivíduos ou instituições de beneficência.
O que não devemos esquecer é de saldar as próprias dívidas.  Se assim não procedermos, estaremos prejudicando aos que trabalharam para nos ceder suas mercadorias ou seus serviços, e aguardam que cumpramos com nossos compromissos a fim de se sustentarem.
Importante visitar o lar infeliz pela viuvez, pela orfandade ou pela miséria, sem esquecer de cuidar do próprio lar.
Dessa forma, amparemos o desorientado, mas conservemos a própria harmonia, não nos permitindo a perturbação por não conseguir resolver problemas alheios.
Colaboremos na assistência social, mas respeitemos os próprios compromissos familiares, afetivos,  profissionais.
Façamos a caridade, mas não esqueçamos as próprias obrigações, quaisquer que elas sejam.
Lembremos que o bem é fator de equilíbrio entre o amor ao próximo e o amor a si mesmo.
Pense com Edu!
Comecemos em nossa família a obra da fraternidade geral.
Organizemos a nossa família, confiantes, entregando-nos a Deus e trabalhemos no bem, com equilíbrio, porque, em última análise, de Deus tudo procede, como atento Pai que é de todos nós.


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

quinta-feira, 9 de março de 2017

O “corrupto PEQUENO” reclamando do “corrupto GRANDE”


O “corrupto PEQUENO” reclamando do “corrupto GRANDE”


Quando a população se sente uma vítima inocente da corrupção e descaso egoísta, e ignora sua colaboração direta para a proliferação dos mesmos.
Jannine Dias


Ninguém é inocente. E os políticos são um reflexo da sociedade que eles representam.
O assunto político tem tomado grandes proporções ultimamente. As mídias sociais estão repletas de revoltas contra os políticos em geral e afirmações extremas sobre os mesmos, o ódio contra a corrupção que afeta a população é mais do que aceitável, é necessário.
As páginas no facebook pedindo impeachment (mesmo que escrito errado) da presidente e esbravejando contra a corrupção dos poderosos ganham milhares e milhares de seguidores todos os dias e defensores mais que calorosos. Pessoas que votaram em um candidato se sentem superiores e adoram gritar aos quatro ventos que não colaboraram com o caos regrado à corrupção que temos vivido atualmente. Será?
Quando nos perguntamos o porquê de ser praticamente impossível encontrar um candidato com a ficha limpa bem posicionado no Brasil, dificilmente obtemos respostas. O problema em geral está na população. É isso aí, somos nós mesmos, que não apenas tememos o desconhecido como colaboramos diretamente para a corrupção geral.
Sabe aquele dinheiro que você, mesmo vendo
O rapaz derrubar, botou no bolso correndo antes que ele percebesse que caiu? Aquele dinheiro que, ao dar o troco, o atendente do supermercado te passou sobrando e você manteve silêncio e se sentiu satisfeito, sortudo? Àquele produto que você comprou baratinho mesmo desconfiando que era roubado, àquela prestação que você espera “caducar” no sistema de proteção de crédito e não pretende pagar nunca?
E aquele dia que você fingiu estar dormindo no banco colorido do ônibus para não precisar ceder o lugar para a gestante ou o idoso que entrou? Você entrou pelas portas traseiras do ônibus se sentindo o maioral e ainda é cheio de desculpas? Pois é. Sabia que os políticos corruptos também inventam um monte de desculpas para justificar seus atos? Você é tão corrupto e egoísta quanto os odiosos políticos que você acusa com tanto ardor.
Você sai por aí, esbravejando contra todos e se sentindo vítima da corrupção que você mesmo alimenta, mas está sempre tentando levar vantagem em tudo. A diferença entre você e os nossos políticos é que você tem menos poder. Do contrário, seria mais um se divertindo com o dinheiro público. Se você aproveita todas as oportunidades, mesmo que incorretas, para se dar bem nas situações, comece a pensar em suas atitudes antes de sair acusando por aí.
Vamos aprimorar nosso próprio caráter para garantir melhores pessoas no poder futuramente, a começar por nós mesmos?
Obrigada.



¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : Autora: Jannine Dias, Titulo original Um brinde à sociedade corrupta que reclama da corrupção! Internet. adaptado por Eduardo Campos O “corrupto PEQUENO” reclamando do “corrupto GRANDE”
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

quarta-feira, 8 de março de 2017

EU QUERIA SER SÓ MULHER




EU QUERIA SER SÓ MULHER

Eu queira ser só mulher.
Sim, só mulher, assim como homens são só homens.
Ao defender direitos de gêneros, de igualdade no tratamento de homem e mulher, queria ser só mulher.
Eu não queria ser feminista. Só mulher tava bom.
Quando tenho TPM, queria ser só mulher lidando com meus hormônios.
Não queria ser temperamental, instável ou maluca. Só mulher.
Quando eu quero chegar em um carinha que eu quero conhecer, não queria ser fácil ou atirada. De novo, eu só queria mesmo era ser mulher.
Queria ser só mulher quando sou solteira. Nem encalhada, nem solteirona, nem titia. Mulher.
Na Índia queria ser só mulher, não dalit, nem intocável, nem estuprável, nem mártir. Só mulher.
Na África não queria ter lábios decepados pra manter minha pureza. Queria ser apenas mulher, com todos os lábios que Deus me deu.
Nas ruas de qualquer lugar também queria ser só mulher. Passando por construções, becos ou avenidas. Não queria ser “oh gostosa”, “senta aqui morena” ou “te chupava toda”. Só mulher tava de bom tamanho.
Quando eu declarar gostar de sexo, com palavras ou ações – e eu gosto mesmo – queria ser só mulher. Nem puta, nem safada. Mulher.
Se não tiver as unhas ou depilação em dia, mulher.
Quando alcançar algum sucesso, nem “aquela que deu pro chefe”, ou “a filha do ‘homi’”. Só mulher tava bom.
No volante, só mulher. E não “tinha que ser mulher”.
Se for curvilínea, nem gorda, nem relaxada: mulher.
Se for sarada, nem fútil, nem bombada: mulher.
Se for magra, nem anoréxica, nem fresca: mulher.
Se for feia, não quero ser puta-feia. Mulher.
Se for bela, não quero ser puta-gata. Mulher.
E se eu achar que está tudo errado, que meu lugar é onde eu bem entender, e se eu resolver não pedir permissão pra ninguém pra ser quem eu sou, ainda assim e independente do que pensem: mulher. Nem chata. Nem “moderninha”. Nem autossuficiente.
E isso vale pras Madalenas, Cassandras, Carens, Fridas, Joanas, Marias, Amélias, Malalas, Beyonces, Tinas, Anitas e Antônias.
Todas elas e cada uma delas.
Porque ser tudo isso aí que as más-línguas dizem sobre nós é muito fácil.
Difícil…  difícil é ser só mulher.



terça-feira, 7 de março de 2017

Será que não estamos falando de Deus com nossos filhos?

Será que não estamos falando de Deus com nossos filhos?

Era uma tarefa de escola, passada para crianças de seis e sete anos.
Cada um deveria, junto com os pais, observar o céu estrelado à noite e, depois, representar numa folha de papel o que viram e conversaram, através de desenhos e palavras.
Um desses meninos convidou seu pai para ajudá-lo. Ambos passaram alguns minutos olhando a noite e conversando, encantados.
Como é grande tudo isso, não é filho? E olha que grande parte dessas estrelas, galáxias e planetas, nem conseguimos ver assim, sem um telescópio.
O que é um telescópio, pai? – E a conversa seguiu por aí.
O menino fez diversas perguntas sobre o tamanho de Júpiter, sobre qual era a estrela mais brilhante e muitas outras coisas.
E você já pensou sobre quem fez tudo isso, filho?
Sim, pai, eu sei, foi Deus. Ele fez todas as coisas. Todo o Universo.
E que tal se colocarmos na sua tarefa de casa, junto aos seus desenhos dos planetas, uma pergunta, assim: “Quem fez as estrelas?”
E depois, lá embaixo, bem grande, escrito: “Deus! Que tal?”  Terminou o pai, super empolgado – quase querendo fazer a tarefa pelo filho.
Não, pai, não quero desse jeito. Quero deixar apenas a pergunta e fazê-la para minha professora e aos meus amigos. - A veia de filósofo do filho era bem maior que a do pai.
Tudo bem. Ótima ideia. Deixamos só a pergunta e você a faz em sala para ver o que seus amigos vão dizer.
Ao final do dia, o pai desejou saber como fora a apresentação da tarefa:
E aí, filho, como foi? Eles gostaram? Fez a pergunta?
Sim, pai.
O que eles disseram?
Nada.
Como, nada?
Não falaram nada, pai. Ninguém sabia a resposta. Só eu e a professora. – Falou o menino, por fim, cheio de orgulho de si mesmo.

Refletindo com Edu
Será que não estamos falando de Deus com nossos filhos? Nem mesmo essas questões simples como Quem criou o Universo, as pessoas, a natureza?
Será que durante cerca de seis a sete anos de vida os pais daquelas crianças nunca citaram Deus dessa forma? Nunca mencionaram um possível Criador – seja lá o nome que possa ter?
Não estamos aqui falando da menção de Deus, da forma religiosa comum, com seus estereótipos e dogmas.
Não. Refletimos nesse caso sobre essa ideia de uma força maior, de uma Inteligência Suprema e causal de tudo que existe.
Certamente, as crianças precisam começar a questionar sobre isso desde cedo, sem receber respostas prontas, sem desejar fazer-lhes lavagem cerebral com ideias ininteligíveis sobre a figura Divina.
As crianças precisam refletir sobre sua origem, seus destinos, precisam, desde cedo, entender ou recordar que fazemos parte de algo muito grande e importante.

Finalizando para Recomeçar
Fale de Deus com seu filho. Não do Deus vingativo, do Deus que tem preferidos, do Deus que castiga. Esse Deus não tem mais espaço nos dias de hoje. Já estamos maduros para entender o Criador de forma diferente.
Fale de Deus com seu filho mostrando que estamos amparados por mãos amorosas sempre.
Fale de Deus com seu filho, inspirando-se na forma com que Jesus O mencionava: Pai.
Se nossas crianças enxergarem em Deus a figura de um bom Pai, criarão uma relação muito mais saudável desde pequenos, e serão adultos que levarão Deus em seus dias, de forma muito natural. Fale de Deus com seu filho.

¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  Em 30.3.2015.
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg
Livro de Referência: livro Nossos filhos são Espíritos, Hermínio  Miranda, ed. Arte e cultura.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Será que meu filho é autista?


Será que meu filho é autista?

Conheça 5 sinais que as crianças autistas apresentam desde cedo. Observar estes comportamentos ajudam a detectar o transtorno e a melhorar o desenvolvimento dela.

Evelise Toporoski

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) não é fácil ser diagnosticado sem o aval de um especialista. Contudo, a criança dá os primeiros sinais cedo.
Algumas características podem aparecer entre os 12 e 18 meses. Paul Wang, diretor de pesquisas médicas da organização Autism Speaks, explica que são diferenças sutis no comportamento social, na comunicação e percepção do mundo.

Então, fique atento se:
1. A criança não corresponde quando é chamada pelo nome
Desde cedo o bebê se acostuma a ser chamado pelo nome e olhar para quem está o chamando. Se ele não corresponder, como se não ouvisse mesmo, pode ser um sinal de alerta. Dos pequenos que receberam o diagnóstico de autismo, apenas 20% esboçam alguma reação quando falam seu nome.

2. Compartilha a atenção
Sabe quando uma criança vê um avião no céu e olha para a outra pessoa e para o céu novamente para ver se a pessoa está acompanhando aquele momento com ela?
A falta dessa atenção conjunta, a capacidade de compartilhar algo com outra pessoa é o que causa certo atraso na fala das crianças autistas, pois a interação aumenta a habilidade linguística. Outro sinal é que a criança não aponta para o que lhe interessa ou para seu objeto de desejo.

3. Não imita comportamentos
Algumas crianças aprendem rápido a dar tchauzinho com a mão, mandar beijos etc. Mesmo não sendo autista algumas crianças não se interessam mesmo a fazer esta interação, principalmente com desconhecidos. Verifique se este comportamento está aliado a outros citados aqui.

4. Sem brincar de faz de contas
A partir dos 2 ou 3 anos, a criança cria histórias com seus bonecos, carrinhos, conversa com telefone de brinquedo na orelha e inventa suas histórias.
As crianças com autismo geralmente não brincam dessa maneira e prestam atenção aos objetos de maneira diferente, como reunir todos os brinquedos vermelhos de um lado e os azuis de outro, independente das finalidades dos objetos. Também é comum a criança fixar-se nas rodas, jogar brinquedos ou ordená-los em fileira.

5. Não reage emocionalmente
Crianças são sensíveis a emoções de outras pessoas. Por exemplo, se um bebê vê outro chorando, pode começar a chorar também, ou cair na gargalhada junto a outros membros da família, mesmo sem saber o que está acontecendo. Bebês com autismo têm menos probabilidade de corresponder a estes sentimentos.
Caso seu filho apresente apenas um desses diagnósticos não quer dizer que ele tenha autismo. É comum a criança ter um ou outro comportamento de isolamento social, às vezes, elas ficam tímidas e outras preferem brincar sozinhas. Antes de tirar conclusões, procure um especialista.
Não existe um teste biológico (exame de sangue ou tomografia, por exemplo) para detectar o autismo, é apenas pela observação comportamental. Quando a família notar vários desses comportamentos citados acima, é interessante buscar ajuda profissional. Assim, com amor, carinho e o tratamento adequado seu filho se desenvolverá de maneira surpreendente!


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : Evelise Toporoski
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

sexta-feira, 3 de março de 2017

Qual a nossa escolha para hoje?


Qual a nossa escolha para hoje?

Muitos anos haviam se passado desde que o renomado empresário indiano fundara sua empresa.
Destacara-se no ramo comercial por sua sagacidade, por suas habilidades de negociação, por ser um líder exemplar.
Porém, depois de tantos anos à frente de sua corporação, havia chegado o momento de sua aposentadoria. Assim, ele convidou os seus dois filhos para sua casa, a fim de lhes participar de seus planos futuros.
Meus filhos, vocês são homens bons, honestos e capazes. Vou me aposentar. Porém, não sei qual de vocês indicarei para me substituir na presidência da empresa.
Sendo assim, irei testá-los. Aquele que se mostrar apto para realizar a tarefa da qual os incumbirei, será o meu substituto.
Os filhos se olharam apreensivos, ansiosos por ouvir do pai a missão que deveriam cumprir.
Recebam de minha mão, cada um de vocês, uma moeda. Sua tarefa é, com esta única moeda, comprar algo que preencha por completo minha casa.
A moeda era de pouco valor. A casa, por outro lado, era grande e imponente. Ambos sabiam se tratar, portanto, de uma missão muito difícil.
O filho mais velho, todavia, não perdeu tempo. Foi ao mercado local e começou a pesquisar o preço de mercadorias diversas.
Depois de muita pesquisa, percebeu que o que poderia comprar com o pouco dinheiro de que dispunha era palha. Assim, adquiriu o que pôde e carregou para a casa de seu pai.
Contudo, aquela palha foi suficiente para cobrir apenas uma parte do piso da residência.
Muitas horas se passaram e o filho mais novo não retornava à casa de seu pai. O irmão mais velho chegou a crer tivesse ele desistido da tarefa.
Todavia, ele havia parado para refletir sobre a missão da qual fora incumbido. Ele sabia que o genitor esperava que o vencedor provasse astúcia, perspicácia e sabedoria.
Quando o filho mais novo retornou ao lar, era noite. Carregava consigo pequeno embrulho. Quando o viu, o irmão zombou dele, dizendo: Você realmente espera preencher toda a casa de nosso pai apenas com isso?
Ele nada disse. Abriu o pequeno pacote e retirou algumas velas. Colocou uma vela em cada cômodo da casa. Quando as acendeu, a casa toda estava cheia... de luz!

Refletindo com Edu!
A existência de todos nós se resume em uma série sucessiva de escolhas, que geram consequências que, por sua vez, exigem novas escolhas, que resultarão em novas consequências, num ciclo que se repete continuamente.
Qual a melhor escolha? Qual caminho seguir? E se houvesse tomado outra decisão? E se tivesse dito não? E se tivesse dito sim? Se houvesse perdoado? Se houvesse dito o que sentia? E se tivesse me calado?

Finalizando para Recomeçar!

A existência é um sem fim de possibilidades. Escolhas mudam direções, realizam e extinguem sonhos, moldam sorrisos e dão vazão às lágrimas.
A cada manhã um novo dia está diante de nós. Podemos preenchê-lo com escolhas egoístas, injustas, que trazem sofrimento e desapontamento. Ou, então, preenchê-lo com amor, caridade, fé, esperança e... luz!
Pensemos nisso: qual a nossa escolha para hoje?


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : RME - com base em texto de autoria ignorada. Titulo original Faça-se a luz! Internet. adaptado por Eduardo Campos Qual a nossa escolha para hoje?
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

quinta-feira, 2 de março de 2017

O duro é quando tentamos ajudar e acabamos saindo como o malvado da história


O duro é quando tentamos ajudar e acabamos saindo como o malvado da história

Por mais que tentemos ajudar, por mais que aconselhemos, por mais que estejamos dispostos, haverá quem simplesmente se negará a sair do buraco onde estiver, culpando todos à sua volta pelos problemas que ele próprio causou.
Marcel Camargo

Uma das lições mais amargas que teremos de aprender é a de que nem todo mundo será grato e, pior, alguns ainda usarão de nossa solicitude contra nós mesmos. Por mais que tentemos ajudar, por mais que aconselhemos, por mais que estejamos dispostos, haverá quem simplesmente se negará a sair do buraco onde estiver, culpando todos à sua volta pelos problemas que ele próprio causou.
Ocasionalmente, quando uma pessoa de quem gostamos estiver passando por alguma situação desagradável, por algum problema, e tentarmos ajudá-la de alguma forma, pode ser que sejamos mal interpretados, que nossas reais intenções venham a ser deturpadas. Teremos que enfrentar a ingratidão e palavras injustas justamente de quem tentamos socorrer, de quem muito estimamos.
Isso porque ninguém é capaz de ajudar alguém que se nega a receber ajuda, ou seja, deverá sempre partir de nós mesmos a iniciativa de sair daquilo que nos desagrada, de tudo o que nos faz mal. Somente quando tivermos a consciência de que muito do que nos ocorre é consequência também de nossas atitudes, do que escolhemos ou não ao longo de nosso caminhar, é que estaremos prontos para sermos socorridos.
Por outro lado, quando culpamos todos à nossa volta, o mundo e o universo, como os causadores de nossas dores, como se fôssemos meros joguetes nas mãos de terceiros, estamos fugindo à nossa parcela de responsabilidade sobre nossas próprias vidas. Dessa forma, incapazes de assumirmos o que nos cabe, incapazes seremos de aceitar, de ouvir, de enxergar o que vem de fora de nós, centrados que estaremos em nosso próprio umbigo.
Nesse contexto, fatalmente nos veremos enredados no jogo de culpas de que a pessoa se utiliza para se livrar do próprio peso, jogando contra nós uma carga de responsabilidades que não são nossas. Então, ela fará de tudo para virar o jogo, fazendo com que nós é que passemos a ser um dos causadores de suas misérias, um dos malvados que agiram para que ela se encontrasse naquela situação, uma vez que é assim que sua consciência se livra do que não aceita, do que recusa a assumir.
Não poderemos nos negar a levar ajuda às pessoas que se encontram em situações difíceis, somente porque não gostaríamos de ser mal interpretados, pois nossos princípios são mais fortes do que isso. Caso sejamos vítimas desse tipo de situação, teremos que ser pacientes e deixar que o tempo, como sempre o faz, traga as verdades e torne tudo claro. Quanto aos ingratos, permanecerão enclausurados nas próprias cavernas, enquanto não aceitarem o enfrentamento de si mesmos.



¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : Marcel Camargo . © obvious: http://obviousmag.org/pensando_nessa_gente_da_vida/2016/o-duro-e-quando-tentamos-ajudar-e-acabamos-saindo-como-o-malvado-da-historia.html#ixzz4VM3UVgug
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

A Criança e os Mimos


A Criança e os Mimos

"Se competir é o único caminho que nos conduz à felicidade, então, viver em paz será impossível..."

Um estudo analítico sobre a educação infantil e o efeito da prática dos Mimos.
A Criança e os Mimos
Educar com Mimos é Domesticar sem Tino.
Uma criança necessita de atenção, carinho e cortesia no trato, de quem quer que seja, e especialmente respeito. Respeito é simplesmente ter o cuidado e a consideração de não contaminá-la com nossos vícios, manias e maus hábitos.
Sim, nós somos os agentes contaminadores, uma vez que elas, psicologicamente falando, nos primeiros anos de vida, ainda não têm uma personalidade pontuada pelos costumes, e sequer pensam de forma lógica. Suas mentes estão vazias; ali não existem memórias, nenhum repertório agregando suas experiências de vida, e sem isso, não são capazes de pensar, ao menos de forma lógica, analógica e consciente.
Mas, logo nos encarregamos de preenchê-las com os caracteres pessoais que consideramos mais preciosos, ou seja, nossas vaidades, crendices e crenças religiosas; superstições, medos, paranóias, fanatismo, desejos e preferências mais bizarras. Isso ocorre porque somos uma maioria cuja convicção é de que podemos, na verdade de que temos o dever ou a missão divina, de refazer o mundo de conformidade com nossa imagem e semelhança.
Observe o que motiva um corrupto, se não é a satisfação por ganhar alguma coisa, de ser cortejado com inúmeros agrados, de sentir-se poderoso pelo assédio dos bajuladores, um séqüito de adoradores, também corruptos, sempre à espreita de uma oportunidade para receber algum favor, de preferência sem nenhum esforço ou contrapartida.
Imagine se existisse uma maneira de tornar nossa vida mais fácil, confortável, ainda mais quando essa conquista não demandasse esforço. Não seria preciso nenhum empenho pessoal, uma vez que chegaria até nossas mãos numa bandeja dourada, em forma de presente e com todas as honrarias.
Se pudéssemos com poucas palavras traçar o perfil íntimo de um corrupto, o que teríamos pela frente? Bom, este deveria ser alguém que já sai de casa na expectativa de trazer da rua um pacote sempre crescente de vantagens. Um homem que desconhece a ética, um fiel partidário da lei do menor esforço; um indivíduo que está sempre disposto a mentir sem nenhum pudor, se o propósito for atingir suas metas de realização pessoal.
Quando uma criança é tratada como mimos exagerados, quer dizer presentes e todo um aparato de agrados para que cumpra com seus deveres regulares, ela está diante das mesmas condições que motivam também um corrupto. Presentes para escovar os dentes, para ir à escola, para ir dormir cedo, para pentear o cabelo, para não embirrar com os irmãos. Então, que tipo de mensagem estamos inserindo na personalidade desse pequeno?
Criança precisa de educação, zelo, respeito, toque e carinho, e também disciplina ordenada, que é o sentido de organização pessoal. Criança precisa aprender desde cedo o sentido da vida, o sentimento de solidariedade, mas não a solidariedade do dar para receber em dobro. Criança precisa sim, descobrir o que é a amizade, e praticar respeito porque vivenciou isso em casa; porque aprendeu que é a coisa certa, e não porque está escrito em algum livro sagrado ou decreto social.
Quando observamos o comportamento dos nossos jovens, a leitura que fazem do mundo, do nosso modo de vida, do qual são partes integrantes e atuantes, logo se percebe que alguma coisa está errada ou incompleta. Não precisa ser muito perspicaz para perceber isso. Um mínimo de atenção já basta.
Lembre-se sempre de que, criança precisa de orientação cognitiva útil, não de vícios e manias...
E há toda uma cultura instituída de que criança precisa de agrados exagerados, que em seu mundo tudo deve ser permitido. E isso inclui as birras, os erros, mesmo os intencionais, até como forma de evitar que sofram constrangimentos, caso sejam repreendidas. É crença de que tais intervenções poderão se transformar em traumas psicológicos sérios. No entanto, deixá-las em frente a um aparelho de televisão que transmite indiscriminadamente bizarrices, violência sem limite ou utilidade, conteúdos patológicos perturbadores mesmo para um adulto centrado, paradoxalmente, isso é permitido, apoiado, considerado sem ressalvas como uma pedagogia válida.
Assim, alertar para um erro que eventualmente venham a cometer é considerado coisa capaz de lhe causar traumas. Mas, assistir novelas com tramas espúrias, de uma realidade absurda, onde a deformação social é uma coisa tão natural quando o ato de respirar, isso é considerado edificante, e até debatido em círculos de pais e professores como exemplificação saudável dos novos comportamentos.
Onde está a falha? E se a falha está em nosso modo acrítico de enxergar esse problema? De aceitar essa manipulação de maneira transigente, como religiosos fanáticos que se recusam a pensar, e simplesmente se deixam conduzir por gurus inescrupulosos, para o abismo, crentes de que do outro lado das trevas existe um paraíso construído especialmente para atender suas carências mais infames?
Tais promessas não lembram os mimos? Existe presente, compensação ou recompensa maior que essa?
Sabemos bem como a indústria, o mecanismo social que criou a ideia do dar e receber presentes cada vez se firma como uma instituição sólida. Tornou-se uma religião, uma doutrina de vida, faz parte de todas as tradições, de todos os povos, em todos os tempos.
Mas, paradoxalmente, ao invés de um aumento da cordialidade e respeito entre os indivíduos, há cada vez mais antagonismo, relacionamentos em crise, o fim do sentido real de confraternização, e se ampliam os conflitos. Fica evidente que há uma falha grave em nosso modo de tratar tudo isso.

¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : Anne Marie Lucille é Pesquisadora na área da psicopedagogia. Antropóloga e Psicóloga. Atua como consultora de instituições educacionais. Email: annemarielucille@yahoo.com.br  Mais artigos do autor em: http://www.mundosimples.com.br

³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Educando um filho homem para um mundo mais justo com as mulheres


Educando um filho homem para um mundo mais justo com as mulheres

8 qualidades a despertar em um filho homem para um mundo mais justo com as mulheres
Qualidades essenciais que tanto mães quanto pais devem ensinar a um filho homem para que ele cresça um homen honrado e digno.

Criar um filho exige mais do que dar de comer, passar algum tempo brincando e incentivá-lo nos estudos. Há muito mais que precisamos ensiná-los, principalmente aos filhos homens, para que se tornem homens de valor e sejam homens com H maiúsculo.
Tudo isso também precisa ser ensinado às filhas, mas é bom salientar que como mães e pais, precisamos ensinar os homens e dar o exemplo para homens, tanto quanto mulheres, possam respeitar suas famílias no futuro. Respondendo a muitos emails de mães sozinhas, essas dicas podem ajudar.
1. Desenvolvendo o raciocínio
Para tirar o máximo proveito da relação mãe-filho e ensiná-lo a desenvolver seu raciocínio, nada melhor que estabelecer uma rotina saudável de atividades pedagógicas e construtivas. Jogos como charadas, tabuleiro, artes, esportes, cozinhar, procurar por bichinhos e insetos, caça ao tesouro, coleções de pedras ajudam e muito na conexão mãe e filho.
2. Ensinando socialização
Hoje em dia temos professoras nas escolas primárias, em sua grande maioria mulheres, mas as mães são a principal fonte de aprendizado dos garotos a se socializarem, a construir e manter amizades.
3. Estabelecendo limites
Uma análise de mais de 60 estudos com aproximadamente 6.000 crianças, concluiu que garotos que possuem uma relação insegura com suas mães apresentaram mau comportamento nos primeiros anos da escola. Garotos precisam ver a força e firmeza das mães enquanto estão sendo disciplinados. Isso não significa espancamento ou crueldade, mas amor e firmeza, lealdade e força nas palavras e ações, bem como exigindo o respeito como parte do aprendizado.
4. Crescendo em autocontrole
Um garoto precisa que sua mãe o ensine como controlar seus impulsos, com diferentes estratégias que servirão para toda sua vida.
5. Reconhecendo suas qualidades
Todo garoto precisa de pais como a mãe de Albert Einstein. Uma professora disse a Pauline Einstein que seu filho era devagar, antissocial e que vivia no mundo da lua, ou seja, infelizmente não reconhecia os talentos de Albert. Sua mãe conhecia seus atributos e qualidades especiais e foi atrás de alguém que a entendesse.
6. Ensinando a ter visão
Muitos meninos tendem a viver o momento e possuem dificuldade em imaginar o futuro. Jogos como xadrez e outros de estratégia, bem como planejamento para faculdade ajudam os garotos a pensarem adiante, a verem a grande figura, ao invés de detalhes não importantes.
7. Criando responsabilidades
Os pais precisam ensinar e dar o exemplo aos garotos a ter iniciativa, ser responsável pelas ações, mesmo em casa, desde pequeninos, para resolver situações simples e complexas; e manter a palavra e entender o princípio da honra.
8. Aproveitando a vida de menino
Pais, deixem que seus guris aproveitem e tenham aventuras, se sujem e façam muito esporte. Que participem de times, que subam em árvores, que façam o que gostam e sejam quem são. Tenham certeza também de ensinar as coisas simples, as necessidades de colaboração dentro do lar, pois ele irá precisar, seja pela necessidade de morar sozinho, ou quando for marido e pai.
Não há dúvidas que ambos os pais devem se dedicar a educar um filho da melhor forma, e que a responsabilidade não é apenas da mãe. Mas notem que cada um ensina, principalmente através do exemplo, certas qualidades à criança. Tenha certeza de não perder o privilégio, como mãe, de ensinar a um homem, como ele deve respeitar e servir as mulheres, quebrando o ciclo de maus-tratos e abandono que vemos todos os dias.
Pais que respeitam a energia de seus filhos, criatividade, cabeça fresca, sensibilidade, jeito próprio de aprender, necessidade de movimento, personalidade aventureira, estarão ensinando-os a apreciar a si mesmos e sua masculinidade, e também ajudando a criar um mundo melhor para as filhas de Deus, que merecem o melhor. Aproveite seu companheiro.


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  Hermínio  Miranda C. A. Ayres Website: http://caayres.com/
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Faces da caridade


Faces da caridade

Corria o ano de 1973. A inglesa Sue Westhead tinha vinte e cinco anos quando foi diagnosticada com insuficiência renal. A única maneira de sobreviver era receber um transplante de rim.
Sua mãe, que contava à época cinquenta e sete anos, não hesitou em oferecer o seu rim à filha. A operação ocorreu no Hospital Royal Victoria, em Newcastle, Inglaterra.
Imediatamente, recuperei um aspecto saudável e a cor de pele rosada, recorda a britânica Sue.
Todavia, as perspectivas médicas eram pouco otimistas. As técnicas de transplante ainda não eram tão sofisticadas quanto hoje e aquele era um rim de mais de meio século.
Entretanto, Sue desafiou todas as previsões médicas sobre a duração do órgão e acerca da vida que teria após o transplante.
Atualmente, com sessenta e oito anos, Sue vive no condado de Durham, no norte da Inglaterra.
Embora há muitos anos tome medicação que evita rejeição ao órgão transplantado, tem uma excelente saúde. O rim que sua mãe lhe cedeu conta mais de cem anos
A britânica afirma crer que a sua longevidade pode ser atribuída, além da excelente saúde de sua mãe, ao amor através do qual, prontamente, ela lhe ofertou o órgão saudável.
Lembro que, naquela época, pensei: Se eu viver por mais cinco anos, serei feliz. Isso foi há quarenta e três anos e o meu rim completará cento e um anos, em novembro de 2016. Estou viva graças à minha mãe, que me deu a vida por duas vezes,comemora Sue.

Pense com Edu
Em nosso meio, somos muitos os que doamos alimentos, ajudamos entidades assistenciais, ocupamo-nos com trabalhos voluntários. É certo que esses são gestos de caridade, que é o amor em ação.
Todavia, trata-se apenas de algumas das faces da caridade. Antes de colocarmos nossas mãos a serviço dos que caminham conosco, alimentando-os, vestindo-os, coloquemos o nosso Espírito com disposição ao perdão, à luta por vencermos nossas más tendências, à conquista da fé.
Dessa forma, iluminamos os gestos de caridade material que devem acontecer como consequência da caridade moral que praticamos para nós mesmos e para o próximo. Caridade é doação, desprendimento. Quando nos doamos, de forma integral, a nossa ação é de caridade.
Quando pensamos antes no outro do que em nós mesmos, isso é o verdadeiro amor em ação. É a face radiosa da caridade.

Finalizando para Recomeçar
Nobre é providenciar o pão aos esfomeados. Contudo, precisamos verificar se esses mesmos não sentem fome de perdão, de humildade, de busca pela verdade.
Portanto, ofertemos o pão e o agasalho. Também nosso tempo, o auxílio, com nosso próprio coração.
Assim, de um prato de comida até o órgão que, porventura, destinarmos àquele que dele necessita, estaremos vivendo no amor, para o amor e distribuindo amor aos que nos cercam.
Esse amor doação é a expressão mais pura da caridade. É ela que nos faz ser luz do mundo e sal da terra, conforme prescreveu o Sábio Jesus.
Pensemos nisso. Façamos isso.


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  com base em dados biográficos de Sue Westhead. Em 28.10.2016.
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Como uma filha enxerga seu pai


Como uma filha enxerga seu pai

O pai é fundamental no processo de desenvolvimento emocional e social das filhas. O pai é seu exemplo masculino. Um bom pai, mostrará a  menina que tipo de homem ela deve buscar no futuro para se relacionar.

Os pais são os primeiros amores na vida das crianças. E não há nada de mal nisso; aliás, é fundamental a existência desse vínculo, pois é a partir dele que as crianças irão formar o modelo de amor que desejam receber no futuro.

A relação da menina com seu pai
O pai é aquele que vem separar a filha da mãe, permitindo que ela se relacione com "o outro", o diferente. De suma importância para seu amadurecimento emocional. Segundo Freud, esse processo é fundamental também para a orientação sexual da menina na vida adulta. Pois ao ver que a mãe tem um relacionamento com o pai, a menina tende a imitá-la e se apegar ao pai, rivalizando com a mãe pelo amor dele. É muito comum a menina pequena dizer que é "a namorada do papai". Ao perceber que o pai "pertence" à mãe, a menina se identifica com ela e quer ser igual a ela para conquistar o amor do pai. Que mais tarde se manifestará na procura de homens com características semelhantes às dele. Claro, que isso tudo ocorre num nível inconsciente, a criança não sabe que esse processo acontece e nem tem a intenção de que seja assim.

O que a menina deseja de seu pai?
A menina deseja sentir-se amada e valorizada. Ela quer que o pai note sua beleza, o cabelo arrumado, a roupa nova e seus sucessos na vida. Ela quer elogios e mimos. É muito importante que o pai responda a essa necessidade da filha e demonstre que a vê e a aprecia. Dizer a ela que está bonita com o novo penteado, ou com o vestido ou felicitá-la por seu bom desempenho a faz sentir que o pai se importa com ela e a ama.
Toda menina quer ser a princesinha do papai, e não está disposta a aceitar qualquer tratamento inferior a esse. Críticas, embora se façam por vezes necessárias, não são bem-vindas. Caso o pai necessite fazê-lo, faça com bondade ou delegue à outra pessoa como a mãe, por exemplo. É muito constrangedor para a menina ouvir de seu pai que seu cabelo está feio ou que ela não está cheirando bem.

Como a menina vê o pai?
O pai é sua primeira referência do mundo masculino e modelo de como um homem deve ser e como deve tratá-la. Se o pai é bondoso, a trata bem e é um exemplo de virtudes, é provavelmente este tipo de homem que a menina procurará quando adulta para relacionar-se. O inverso também é verdade. Se o pai for agressivo, autoritário, desonesto, é o que a filha guardará como "modelo" masculino. Segundo Regina Rahmi, psicanalista, a verdade é "Tal pai, tal namorado, marido...".
As meninas admiram seu pai, querem agradá-lo, conquistá-lo e receber seu amor. O pai é forte e protetor. Ele é o provedor e pode realizar seus desejos de consumo.
É dever de o pai ajudar a filha a amadurecer e criar uma identidade própria. A filha deve saber que não precisa se adaptar, imitar alguém ou agradar a um homem para dele receber amor. Para isso o pai deve mostrar amor incondicional por sua filha. Frases como: "Eu não gosto mais de você, porque você falou palavrão" . "Eu não gosto mais de você, porque você não foi aprovada na escola.", dizem à menina que ela deve ser boazinha e fazer o que o pai deseja para ser amada, fazendo-a desenvolver baixa autoestima e insegurança. Ela passa a acreditar que se não é amada é porque é má.

O pai autoritário x pai permissivo
Segundo a psicóloga Rosana, "Ser autoritário pode passar a mensagem para a sua filha que ela tem que se submeter aos homens. Avalie se você precisa ser autoritário sempre, pois deixar algumas decisões nas mãos da filha poderá ajudá-la a amadurecer e a assumir as consequências pelas decisões equivocadas."
Em contrapartida, fazer tudo o que ela quer, o torna o queridinho dela, mas pode torná-la manipuladora. O pai deve também dar limites.
 "Tratar a sua filha com respeito, confiança e amor, fará dela uma mulher segura e hábil para se relacionar não apenas com os homens, mas com todos ao seu redor."

¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E - Stael F. Pedrosa Metzger
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg
Livro de Referência: Website: http://tedandoumaideia.blogspot.com.br/

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

É no seio das famílias que se prepara o destino das nações.


É no seio das famílias que se prepara o destino das nações.

É, em grande parte, no seio das famílias que se prepara o destino das nações.
Esta afirmativa é do papa Leão XIII e tem um sentido muito profundo.
Ao dizer que o destino das nações é preparado no seio das famílias, por certo o papa quis se referir aos valores que são praticados dentro dos lares.
Sim, porque aqueles que hoje governam os países e conduzem o destino dos seus cidadãos, já foram crianças e conviveram no seio familiar.
Em tese, nas suas decisões sempre terão grande peso as diretrizes pelas quais foram conduzidos ao longo da infância e juventude.
Quem contestar esta tese estará negando, por isso mesmo, a eficácia da educação.
Henri Lacordaire, o ilustre vigário da Catedral de Notre-Dame de Paris, disse: A sociedade não é mais do que o desenvolvimento da família: se o homem sai da família corrupto, corrupto estará para a sociedade.
Os valores morais vividos na família, principalmente pelos pais, são decisivos na formação do homem de bem de qualquer país.
É assim que o destino das nações é resolvido no seio das famílias, pois é o lar que forma o cidadão.
É o lar que forma ou deforma o profissional de todas as áreas.                              
É a família que traça o caminho que seus membros devem percorrer.
É por essa razão que o cultivo das virtudes dentro dos lares é essencial para melhorar essa célula básica da sociedade chamada família.
Nas resoluções tomadas, no dia-a-dia de qualquer pessoa, pesarão as lições aplicadas na formação dos seus caracteres desde a infância.
Se as lições foram de corrupção, de desrespeito à vida, de supremacia da força bruta, de egoísmo e de preconceitos variados, essas serão as diretrizes que irão nortear seus atos.
Se as lições foram de honestidade, respeito pelo semelhante, fraternidade, valorização da vida no seu mais amplo sentido, essas virtudes vão basear suas decisões.
É assim que a construção de um mundo melhor depende das lições que estão sendo passadas hoje no seio das famílias.
Não se constrói um edifício começando pela cobertura mas pelas bases, pelos alicerces. E a base de qualquer sociedade, são os lares.
Se nas bases forem fincados os pilares sólidos das virtudes, todo o edifício terá segurança e nobreza.
Mas, se as bases estiverem apodrecidas pela corrupção dos costumes, então o edifício estará gravemente comprometido e tende a desabar.
É necessário e urgente que as famílias pensem nisso com carinho pois o edifício social depende de cada um de nós.
Se não desejamos guerras, corrupção, violência, precisamos agir hoje, fundamentando os alicerces dos lares com os pilares da paz, da honestidade, do respeito à vida.
Esse é o único caminho, não há outro. Não haverá um país moralizado sem cidadãos moralizados. Não haverá uma nação pacificada sem a pacificação dos seus habitantes.
Pense com Edu
A moral, como ensinou Jesus, o Sábio de todos os tempos, é a regra de bem proceder.
Por isso, existem alguns valores que não podem ser esquecidos nem negligenciados, no contexto educacional: a justiça, o amor e a caridade.
Estas são as virtudes básicas para uma sociedade mais feliz. Jesus as viveu e ensinou como o resumo de todas as Leis, da seguinte forma: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.
Um ensinamento simples e eficaz. Basta fazer. Eis o grande desafio para quem deseja construir uma família pacificada, uma cidade justa, uma nação de bem, um planeta melhor.

¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E - Elaborado com frases do  Papa Leão XIII e de Henri Lacordaire.
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg
Livro de Referência: livro A sabedoria dos tempos, ed. Centro de estudos Vida e Consciência..

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Meu filho e as manhãs


Meu filho e as manhãs

Hoje pela manhã, como de costume, antes de sair para trabalhar, visitei o quarto de meu filho.
Considero uma espécie de ritual sagrado de todas as manhãs: chegar bem perto de seu berço, ajeitar sua coberta com cuidado, aninhá-lo com carinho para que não se descubra.
Passo então minhas mãos, algumas vezes, sobre seus cabelos macios, e digo em pensamento: “Como eu te amo!”
Ele normalmente se move com suavidade, como se reagisse de alguma forma ao estímulo externo durante o sono.
Continua ali, em silêncio, em paz, preparando seu corpinho e sua alma para mais um dia de descobertas felizes.
Despeço-me, procurando não fazer ruídos, e saio porta afora com a alma leve, pronto para enfrentar mais um dia no mundo.
Da próxima vez que o vir, mais tarde, ele já estará desperto, correndo pela casa, brincando com seus carrinhos, e irá me conceder mais uma alegria: a de receber seu sorriso, que sem dizer nada, diz tudo.
Por mais que alguns dias sejam difíceis, por mais que as batalhas sejam ferrenhas e desgastantes, tudo se acalma, tudo se conforta naquele sorriso.
Os sorrisos de criança têm um poder quase mágico, e os de nossos filhos mais ainda. Eles parecem querer nos fazer perceber que, por mais que a vida seja tormentosa, cheia de pequenos e grandes espinhos que provocam dor, muita alegria ainda existe.
Por mais que neste exato instante existam “n” pessoas desejando não mais viver, se enfraquecendo nas lutas, desejando desistir, existem outras tantas almas agradecendo pela vida, num júbilo contagiante.
E tenho certeza de que “ser pai” é mais um desses motivos de alegria plena, de gratidão a Deus, e mais uma das muitas razões que temos para continuar sempre, sem desistir.
Meu filho e as manhãs me ensinam sempre esta lição preciosa, a da renovação, do renascimento da água e do Espírito.

Refletindo com Edu!

Muitos pais se queixam de não terem visto seus filhos crescerem. Passa tão rápido! Não me lembro mais! – são expressões que ouvimos com frequência. Será que estamos atentos aos nossos filhos como deveríamos estar? Será que passa tão rápido assim, a ponto de guardarmos tão poucas lembranças? Ou há alguma coisa errada com o tempo, ou há alguma coisa errada conosco.
Seria tão bom poder ouvir de um pai, de uma mãe: Lembro-me de cada nova conquista, de cada dia da infância, de cada nova palavra...
Seria tão bom poder ouvir: Curti cada dia ao seu lado, meu filho, quando você era pequenino, como se fosse o último. Não perdi oportunidade alguma junto a você. Aproveitemos o tempo junto a eles, em qualquer idade, em qualquer condição de vida.
Curtamos a existência ao seu lado, anotando no coração cada beleza, cada nova descoberta, tirando fotografias com a alma – registrando no íntimo do ser cada sorriso em seu rosto.


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg
Livro de Referência: livro Nossos filhos são Espíritos, Hermínio  Miranda, ed. Arte e cultura.

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COMENTÁRIOS - PITACOS - SUGESTÕES - ELOGIOS

Vejam o que os visitantes dizem do educar para humanidade.


Noosssaaa... o seu blog e um espetáculo Edu. Ou melhor vc e isso tudo. Um grande beijo de quem gosta muito de você.
Patrícia

Adorei esse blog, parabéns,contém muitas dicas úteis e interessantes. Que Deus te abençoe e q vc possa a vir dar mais dicas . Fica com Deus! O seu blog ....é show.
Julianne


Este Site é ótimo,e acredito que estas postagem ajudará , vários casamentos, parabéns pela iniciativa.
Carlos Alberto

Imagina que quando uma amiga me falou de você edu confesso que não acreditei. Será que ainda existem homem assim? Perguntei. Mas Quando vi você pela primeira vez fiquei encantada com o seu jeito de ser, te achei uma pessoa muito,muito, muito, maravilhosa, amiga, verdadeira, prestativa, séria... Quando eu conheci fiquei encantada com sua beleza, personalidade, caráter...Admiro demais você, na verdade me considero Sua fã número 1... Adoro ler seus textos aqui no blog. Assistir suas palestras um show de informação.
Hoje tenho certeza que és é uma pessoa muito especial pra mim pois ajudou e me ajuda muitoé um amor de pessoa ...você pode contar comigo pro que der e vier estou sempre disponível pra você viu meu lindo...Você é uma pessoa da minha extrema confiança Da sua eterna Amiga que te ama muito e te quer muito bem com carinho, amor e saúde bjos......
Priscila


Esse site esta de parabéns adorei tudo que vi por aki@!!! tudo de bom.
Anônimo

Poxa, ta bem legal seu texto, parabens.
Fernanda


Essas dicas eram o que eu precisava para tirar uma duvidazinha. Obrigado ao blog que eh um espetáculo.
Juliani


Eu acabei de ler sua mensagem sobre como manter um relacionamento e tem muitas coisas que estão acontecendo comigo, obrigado pelo blog e as dicas que vão me ajudar com certeza.
Ana

Eduardo pessoas como você, ajuda a escrever a historia da vida com muito mais amor, carinho e humildade, que bom que você existi... parabens pelo seu blog. Sempre vou admirá-lo... Que Deus te abençoe sempre.
Josi


Esse blog é realmente muito completo, tudo o que eu preciso tem aqui, só queria saber como fazer boas preliminares, rs. Mas tudo o que eu imagino tem aqui, é um site perfeito. Parabéns!
Adriana

Eduardo quando te vi pela primeira vez tive a certeza de ter encontrado uma pessoa especial, com a alma serena e doce ao mesmo tempo. Você é um ser iluminado por Deus e com uma missão muito especial. Gosto de estar com você de poder compartilhar meus "segredos" contigo e dividir minhas "angustias" principalmente pelo blog.
Lembre que você sempre poderá contar comigo a todo instante que precisar...pois estarei sempre aqui para te falar o quanto você é especial pra mim!!!!!!!!milhões de beijos carinhosos pra vc viu meu lindo!!!!!!
Josenilda

Como sempre Edu, uma ótima postagem. Fico feliz em saber do seu esforço em ajudar a humanidade escrevendo coisas significante aqui no blog,. Beijos com afeto.
Lindomar



Oi Eduardo, que blog massa, parabéns lindo, me visita se puder tá? , agradeço. Um grande abraço,
Erika.


Nossa, amei seu blog Eduardo, pricipalmente as postagem sobre os inimigos e amigos do orgasmo, quantas informações interessantes. Parabéns.
Karla luane


Estou adorando visitar seu blog! Parabéns pelo blog e pelos resultados já conquistados, isso que você faz é muito importante! Abraços.
Viviane


Parabéns pela criatividade e mais ainda pela continuidade dos textos sobre relacionamentos. Parabéns!
Junior


Ola. Ótimo seu blog. Adorei o post parabéns. A minha namorada é enfermeira e adorou suas palestra, abraços.
Joel santos

Ei Edu! Gostei muito do que escreve e como escreve. Gostaria de trocar figurinhas comigo?
Pedro


Eduardo Gostaria de acompanhar seu blog, é muito bacana seus texto. Me ajuda sou pouco leigo.
André


Muito bom o seu blog...Provavelmente eu deva voltar por aqui mais vezes, sucesso eduardo.
Anônimo


O blog é excelente e a escritor inteligente na medida certa. Parabéns pelo seu trabalho.
Elza


Eduardo Indiquei seu blog a vários amigos, é tão bom achar um Blog que nos descontrai ao mesmo tempo nos sinalizem coisas boas assim.
Márcia lima


Eduardo, querido... seu blog é realmente demais. Demais! Correto, comunicativo, educacional, sensível, genial! to muito orgulhosa de vc ter postado um texto de minha autoria aqui, valeu!
Patrícia

Eduardo o texto e as perguntas foram bem elaboradas e respondidas, mostrando claramente os problemas sexuais, bem como os caminhos para iniciar um tratamento. Atualmente se faz muito necessário este tema tendo em vista o alto índice de apelo sexual passado pelas mídias para as pessoas. Parabéns.
Anônimo


Meu querido Eduardo, parabéns pelo post esclarecedor, aliás tudo o que você escreve é de muita qualidade.parabéns.
Augusto


Eduardo, você fala desse tema de maneira tão natural, que nos dá a exata dimensão do assunto que estás tratando. Parabéns.Gosto muito de seu blog.Abraços
Walter


Muito bom esse pequeno artigo esta de parabéns colega.
Anônimo


Olá Eduardo seus artigos são muito bons, gosto principalmente da maneira franca como você escreve. As dicas estão perfeita, agora é ler e praticar. Abraços e bom fds.
Pedro Paulo


Um elogio curto e sincero: UAU! OTIMO! PERFEITO!
Anônimo


Adorei as perguntas! Amei todas as respostas! Foi perfeito me ajudou a entender o que esta acontecendo comigo, obrigado edu.
Anônimo

Excelente artigo. Alto padrão como sempre, parabéns eduardo!
Anônimo


Didático com sempre. Nunca usando de pornografia. Esse é o educar para humanidade.adoro acompanhar suas postagens.
Amadinha


Oi edu!! Boa noite !!! passando para conferir as ultimas postagem do blog... como sempre parabéns vc é tudo de bom!!!
Natalia


Ótimo conteúdo Eduardo, os temas escolhido é de muito bom gosto!!! parabéns pelo blog!!!
Gustavo

Gostei bastante do texto, não conhecia o seu blog, é excelente!
Marcos

Parabéns eduardo ! Seus posts são sempre atuais, instrutivos e com extrema qualidade e bom gosto na escolha dos temas e sua inteligente maneira de abordá-los. É com muito gosto que leio sempre seu blog. Abraços !!!
Eliane Almeida


Oi Edu, Autoconhecimento da sexualidade feminina, Que texto excelente, todos os homens devem ler isso, com certeza.abraços, valeu .
Anônimo

Puxa!educar para humanidade. Isso que é um belo manual! Adorei o seu blog. Sempre que passo por aqui aprendo mais e mais... Continue esse trabalho excelente. Parabéns pelo artigo, nota 10. Bjo
Leila Cristina







Ciclo de Palestras e Seminários nas áreas de Educação e Saúde para 2015



TEMAS EM EDUCAÇÃO
Avaliação da aprendizagem no século XXI.
O papel do professor: Transformando informação em conhecimento.
As muitas faces da profissão Docente.
Alfabetização e Letramento: os desafios contemporâneos.
Oralidade e Escrita: Dificuldade de ensino-apredizagem na alfabetização.
A importância do lúdico no desenvolvimento da criança
O Brincar e a Matemática
A proposta dos PCNS e sua relevância na formação dos cidadãos.
Um dialogo entre a psicopedagogia e a educação.
Direitos e Deveres da Criança.
Autoridade e Autoritarismo na Sala de Aula:Repensando a relação professor-aluno
Violência em casa: reflexo na escola. Como disciplinar sem bater?
Como trabalhar as relações humanas para prevenir a violência contra criança no ambiente familiar / escolar.
Família e Escola: educar é uma tarefa de todos.
Ética e Cidadania.

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE DO ESCOLAR

A Síndrome de Burnout : Como vai a Saúde do professor na Educação Infantil ?
Saúde Bucal (escovação e higiene).
Higiene e Saúde do escolar.
Alimentação: A obesidade e os transtornos alimentares.
Saúde e meio ambiente.
A importância do sono na vida do ser humano.
O que toda a criança precisa saber sobre segurança.
E agora: O que eu faço? Primeiros socorros.
As principais doenças da infância.
Doenças Sexualmente Transmissíveis.
AIDS/HIV

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE FAMILIAR

Lute pela vida: diga não as drogas.
Alcoolismo, tabagismo e suas conseqüências.
Hipertensão e dislipidemias.
O que todo diabético precisa saber.
Ficar amarelo pra que? Hepatite tem prevenção.
Fique ligado: hanseníase tem cura.
Prevenção do câncer: caminho para saúde.
Saúde bucal não tem idade.
Prevenção da violência contra idoso.
Mulher com saúde é mais mulher.
Abuso e exploração sexual de crianças e adolescente.
Infância perdida: prostituição infantil.
Sexualidade na escola: Como forma o filho para a vida sexual.
Sexualidade na adolescência.
Gravidez na adolescência.
Aborto e suas conseqüências.
Previna-se use camisinha.
Profissão criança: trabalho infantil isso não tem futuro.

E-mail: edu.com28@yahoo.com.br





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