quarta-feira, 4 de novembro de 2015

EU VEJO VOCÊ. TOMA AQUI UMA FLOR. SIGAMOS JUNTOS.



Havia uma estátua na Harvard Square, em Cambridge. Vestida de noiva, rosto todo pintado de branco, um buquê de flores pequeninas e frescas nas mãos, chamava a atenção, como era de se esperar. As pessoas paravam para admirar e, de repente, tinham os seus olhos alcançados pelos dela, numa conexão clara, íntima e única. Ela, Amanda Palmer, um ícone indie que na época ganhava a vida como estátua viva. O outro, apenas um desconhecido com toda a sua múltipla complexidade. Amanda fazia um gracejo, expressando a sua performance e entregava ao outro uma das suas flores. Mas não só. Ao olhar o outro nos olhos, Amanda entregava também um pouco de si e – mesmo muda – dizia a desconhecidos jovens, velhos, pobres, ricos, humanos: EU VEJO VOCÊ. E essa era a sua arte. ISEEU


E eu, enquanto profissional das áreas de educação e saúde e da área de desenvolvimento humano, quando soube dessa história, fiquei me perguntando:
Quantos alunos um professor enxerga na sua sala de aula cheia?
Quantos pacientes um enfermeiro enxerga no hospital cheio?
Quantos olhos brilhantes e curiosos ainda somos capazes de enxergar enquanto fazemos uma palestra?
Quantas perguntas mudas estamos dispostos a responder?
Quantas conexões somos ainda capazes de estabelecer?
Nós, tão sobrecarregados de nós mesmos. Nós, tão engolidos por um sistema que renegamos. Nós, por vezes tão multiplicadores daquilo mesmo que criticamos. Afinal de contas, hoje 90% da minha rede social é Maju (a apresentadora de TV negra que foi alvo de comentários racistas), que é profissional competente, carismática, tem boa aparência e educação o bastante para sair das ofensas que recebeu ainda mais fortalecida. Mas apenas 1% dessa mesma rede é Samuel, que não é anjo, é negro, mora nas ruas, veste farrapos, têm olhos remelentos, cheira cola e vez por outra te lança um olhar cheio da revolta e da amargura que só uma criança que vive nas condições que ele vive pode lançar a alguém.
Você conhece esse olhar? Se não, é porque você não vê Samuel, que também é alvo de comentários racistas e carrega o peso da própria existência, passando pela vida assim: sem ser visto. Quantos cruzaram o seu caminho hoje? E ontem? E sempre? A estátua vê Samuel. E ela o enxerga por uma simples razão: a humanidade que há nela, reconhece Samuel na sua humanidade. Não seria esse um caminho para nos aproximarmos da Educação que defendemos?
Acredito que sim e, digo:
Eu vejo você, que tem tantos potenciais ainda não descobertos, tantas possibilidades nunca testadas, tanta beleza e bondade para entregar ao mundo.
Eu vejo você, que não consegue mais encontrar estímulo o suficiente para lutar pelo que acredita.
Eu vejo você, criança, descobrindo o mundo e pedindo apenas um ambiente seguro e livre para descobrir e expressar a sua individualidade.
Eu vejo você, pessoa única que é e com tanto de si para ainda ser visto, revisto e significado.

Durante o tempo em que esteve como estátua viva, Amanda diz que entendeu que existe uma confiança implícita entre quem apresenta sua arte e aquele que deseja retribuir por ela. Que sejamos todos, então, entregadores e receptores dessa arte que é ver o outro na sua integralidade e nos permitirmos também ser vistos. E que movimentemos bastante confiança para isso. Confiança no outro e em nós mesmos. Confiança no Universo. Confiança que nossas ações podem, sim, transformar realidades. Por um mundo com menos estátuas de pedra: presas e estáticas nos seus preconceitos, nos seus medos, na angústia e no discurso vazio que nada produz.


Fonte: Varanda de ideias  Amanda Palmer

terça-feira, 3 de novembro de 2015

CHEGANDO AO CORAÇÃO DE DEUS



Numa cidadezinha chamada Vila dos Passarinhos, morava padre Santinho. O sacerdote era bastante idoso. Bem humorado, conversava com todos, até mesmo com os animais que ele encontrava. Por esse hábito, muitos diziam que ele estava se tornando senil. Padre Santinho, por outro lado, não se importava com esses comentários. Continuava a falar com os animais e a orar por toda a população da cidade, que ele amava profundamente.
Suas fervorosas preces pareciam adquirir asas e, à noite, entravam nas casas, bem de mansinho. No dia seguinte, sem saber o porquê, todos acordavam felizes e rindo por tudo e por nada.
Num domingo ensolarado, chegou ao vilarejo um novo padre, muito jovem. Depois desse dia, não houve mais espaço para padre Santinho. A comunidade o julgava muito idoso para continuar com suas funções de sacerdote. Embora agradecidos pelos mais de cinquenta anos que ele estivera à frente das funções religiosas na cidade, preferiram que o mais jovem continuasse com as tarefas litúrgicas.
O bondoso idoso foi embora e todos na vila continuaram suas vidas. O sacerdote foi para as montanhas, um local cheio de melodia por conta do cantar dos pássaros. Todas as manhãs ele era despertado por suave música, passando o dia em oração pelos seus queridos amigos do vilarejo. Todavia, numa manhã radiosa, ele não acordou com os passarinhos. Partiu, retornando ao lar do céu. De sua morada nas estrelas do infinito e do Eterno, rogava ao Criador pelos seus amados amigos da Vila dos Passarinhos. E todo amanhecer da população do pequeno vilarejo permanecia especial. Todos, embalados pela sinfonia amorosa das preces de padre Santinho, continuavam acordando felizes e rindo sozinhos.

Refletindo com Edu!
Amar não é tarefa fácil. Exige resignação, humildade, paciência, caridade e outras virtudes que estamos a cada passo conquistando, mas que ainda não foram de todo compreendidas e vivenciadas. O convite do Cristo prossegue sendo: Aquele que deseja me seguir tome a sua cruz e siga-me. A ira, a inveja, o orgulho, o egoísmo ainda existem dentro de nós e, vez ou outra, pairam sobre nossos corações. Tais mazelas morais formam a cruz que trazemos em nosso foro íntimo, cruz que nos compete carregar, se desejamos seguir os exemplos ensinados por Jesus.
Contra as enfermidades da Alma, a recomendação eterna do Mestre: Orai e vigiai. Tenhamos na prece a fortaleza de renunciarmos aos antigos hábitos e construirmos em nosso interior o homem novo que devemos ser, a fim de alcançarmos a felicidade.

Pense com Edu!
A prece é poesia celeste com a qual nos mantemos conectados com a essência Divina que existe em cada um de nós. Tal essência é o traço, a assinatura do Criador em cada ser, que faz com que, constantemente, Deus esteja em nós e nós estejamos em Deus. Assim, confiemos: todas as nossas preces chegam ao coração do Criador. E Ele sempre nos responde. Tenhamos, portanto, ouvidos de ouvir!

Olá queridos leitores! Seja bem-vindo ao meu blog. O seu comentário é um incentivo a novos posts. Eles são a maior recompensa por cada pesquisa, cada palavra escrita. Então...Que tal deixar o seu recadinho? Vou ficar muito feliz em recebê-lo. Quem desejar ou quiser comentar enviar perguntas, depoimento ou sugestões de tema ao blog, basta enviar um e-mail para nosso endereço eletrônico:  edu.com28@yahoo.com.br
Aguardamos sua participação. Um abraço fraterno a todos do amigo Eduardo Campos


¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  conto Padre Santinho Bernardo Bam
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

Livro de Referência: http://pequenashistoriasinfantis.blogspot.com.br/padre -santinho-numa-cidadezinha-chamada.html 

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

O BARBEIRO INCRÉDULO




Conta-se que, um dia, um homem foi à barbearia para cortar os cabelos e, enquanto o barbeiro o atendia, ambos mantinham uma conversa animada. Falavam de muitas coisas, até que o homem resolveu falar da vida e, para explicá-la, falou a respeito de Deus.
O barbeiro, homem muito incrédulo, começou a contestar a existência de Deus e falou: Deixe disso, meu caro! Deus não existe! E por quê? Perguntou o homem. Ora, se Deus existisse não haveria tantos miseráveis passando fome! Olhe à sua volta e veja quanta tristeza. É só andar pelas ruas e enxergar!
Bem, se essa é a sua maneira de pensar, eu a respeito. Sim, claro. Falou rapidamente o barbeiro. O homem pagou o corte e ia saindo, quando avistou um maltrapilho com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço. Não se conteve, deu meia volta e falou ao barbeiro: Sabe de uma coisa? Não acredito em barbeiros! Barbeiros não existem. Como assim? Perguntou surpreso o descrente. Sim, falou o homem, se existissem barbeiros não haveria pessoas de cabelos e barbas compridas! Ora, existem tais pessoas porque evidentemente não vêm a mim! Que bom! Disse o homem. Agora você entendeu.

Refletindo com Edu!
Se o fato de existirem pessoas passando fome, enfrentando dificuldades, sofrimentos, dores fosse suficiente para provar que Deus não existe, estaríamos observando a realidade de um ponto de vista muito estreito.
A existência de Deus é uma verdade subjetiva, e como tal, deve ser buscada com a razão e o sentimento. Cada pessoa pode encontrar Deus de maneira diferente, mas existe uma condição básica: é preciso buscá-Lo com firme desejo de encontrá-Lo.
Um homem fez uma poesia que fala do seu reencontro com Deus, que diz o seguinte:
Deus, passei tanto tempo Te procurando... Não sabia onde estavas. Olhava para o infinito, não Te via, e pensava comigo mesmo: Será que Deus existe? Não me contentava na busca e prosseguia. Tentava Te encontrar nas religiões e nos templos, Tu também não estavas. Busquei-Te através de sacerdotes e pastores, também não Te encontrei. Senti-me só, vazio, desesperado, e descri. E na descrença tropecei... E no tropeço, caí... E na queda, senti-me fraco. Fraco, procurei socorro. No socorro, encontrei amigos... Nos amigos, encontrei carinho... No carinho, vi nascer o amor. Com amor, vi um mundo novo... E no mundo novo resolvi viver. O que recebi, resolvi doar... Doando alguma coisa, muito recebi. E recebendo, senti-me feliz. E ao ser feliz, encontrei a paz. E tendo paz foi que enxerguei que dentro de mim é que Tu estavas... Foi em mim que, sem procurar, eu Te encontrei...

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¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  Adélio Neves
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg
Livro de Referência: Com base em história de autoria ignorada. Em 08.11.2010.


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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

O Juiz mais severo: A consciência



Você se questionou, em algum momento, por que age na sociedade de maneira correta? Ou se indagou, alguma vez, o que o motiva a agir de acordo com as leis? Ou, ainda, o que o leva agir buscando ter sempre a medida do respeito ao próximo?
Muitos responderiam a essas questões dizendo que o fazem por obrigação, ou por medo das penalidades previstas nas leis. Porém, outros responderiam que se esmeram em agir, de maneira correta e adequada, simplesmente porque acham certo.
Para aqueles que assim pensamos, verificamos que não é a força de uma lei ou o temor de ser penalizado que rege nossa conduta. Procedemos dessa forma porque temos a convicção de que é correto. Simples assim.
Certa feita, um jovem, ao tentar estacionar seu carro na rua, cometeu um deslize ao volante e acabou amassando a lataria do carro à frente. A rua vazia, ninguém à vista, o horário adiantado colaboravam para que a ação não tivesse testemunhas. Ele, contudo, sem titubear, escreveu breve bilhete, pedindo desculpas pelo acontecido, colocou seu nome e telefone para contato a fim de que pudesse acertar o conserto e deixou preso ao para-brisa do veículo com o qual colidira, embora de forma leve. Nada externo o obrigou a assim proceder. Apenas o sentimento do dever, inscrito em sua consciência, conduziu aquele motorista à acertada ação. Isso acontece conosco.

Refletindo com Edu!
Na medida em que amadurecemos, à proporção que entendemos melhor nossa relação perante a vida e o próximo, as atitudes corretas deixam de ser imposições. Simplesmente as realizamos. Quando entendemos que as leis da vida maior são pautadas na justiça e respeito, passamos a exercitar tais valores em nosso dia a dia. Então, não temos necessidade da legislação que coage e obriga. Não teremos nossas ações pautadas pelo olhar vigilante de qualquer autoridade, ou porque as pessoas farão esse ou aquele comentário.
Nossas ações não serão traçadas pela vantagem que podemos ter, ou por ser a maneira mais conveniente naquele momento. Tudo que fizermos terá por simples base a consciência e o dever. Esse é o exercício que nos cabe: o esforço de bem agir, de maneira consciente e devida.
Para tal exercício basta, ao final de cada dia, repassando mentalmente as ações realizadas, perguntar a si mesmo, se alguém tem algo a dizer contra nós. Revivendo cada atitude, cada diálogo, cada decisão tomada, verificaremos o certo realizado, o indevido concretizado, na curta jornada. E, se em algum momento, tivermos dúvida da maneira correta de proceder, basta nos perguntemos como gostaríamos que outro agisse para conosco.

Pense com Edu!
A resposta a essa pergunta nos dará o norte e a referência absolutamente correta. Dessa forma, nesse exercício constante de análise e reflexão, iremos, aos poucos, construindo esse sentimento de dever, de justiça e responsabilidade em relação ao próximo. A partir de então, a legislação mais justa e o juiz mais severo estarão dentro de nossa intimidade, convidando-nos sempre ao bem proceder.


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² Fonte texto : R M E
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terça-feira, 27 de outubro de 2015

PRECISAMOS FALAR DA INCLUSÃO NO CORAÇÃO




Sem amigos na escola, o menino Roman Povey, de onze anos, nunca quis comemorar seu aniversário e sempre passou a data sozinho.              
Sua mãe, utilizando-se de uma comunidade social na internet, fez um desabafo, contando as dificuldades dela e do garoto.                                               
Ela relata que o filho chora todas as noites por não ter amigos, além de só ter sido convidado uma única vez para uma festa de aniversário de colegas de sua escola em Devon, na Inglaterra, onde residem.                                        
Além de ficar com o coração partido pela tristeza do filho, a mãe contou que Roman tem dificuldade em fazer amigos e em ser aceito, devido a um problema de comunicação: Ele teve atraso na fala, e quando as crianças vêm conversar, ele não acompanha e se sente mal. – Afirma ela.                              
Ainda, na postagem, a mãe pedia que os conhecidos enviassem cartões de felicitações pelo aniversário do filho.                                                  
Segundo o jornal britânico Daily Mail, o post se tornou um viral, e o menino recebeu mais de quatrocentas cartas de todo o mundo, com felicitações.                                                        Pessoas de Uganda, Dubai, Dinamarca, Áustria, Egito, Nova Zelândia, Alemanha, Noruega, entre outros.                                                                          
A compaixão de todas essas pessoas foi muito inspiradora. Declarou a mãe ao jornal.                                                                                                                      
Após o sucesso da mensagem, quando chegou na escola, Roman foi cercado por várias crianças, que o parabenizaram.                                         
Segundo a mãe, ele chorou muito. Ele disse que estava chorando de felicidade. – Contou ela. Além disso, a mãe resolveu organizar uma festa surpresa para o filho. Roman teve uma surpresa incrível nesta noite.                        
Muito obrigada às cinquenta e cinco pessoas que guardaram segredo e participaram de uma memória inesquecível para o meu filho. – Postou a mãe na rede social.

Refletindo com Edu!                                                                                           Nunca se utilizou tanto este termo no mundo: inclusão, ou inclusão social. Em alguns países, isso é uma questão mais bem resolvida, em outros ainda não.                         
Desejamos, porém, ir mais fundo do que apenas na questão da inserção de todas as pessoas, sem discriminação qualquer, no ensino regular das escolas ou na sociedade como um todo.                                                          
Precisamos falar da inclusão no coração, isto é, do sentimento por trás dela, pois de nada adianta isso estar na lei, se não estiver também no coração, na consciência de cada um.                                                                                                        
 A ideia de inclusão precisa estar na educação de todos nós, desde o berço.
A lei de igualdade, lei divina, diz que todos temos os mesmos direitos perante a vida.           Trazemos sim, cada um, necessidades especiais, características únicas, que nos diferenciam uns dos outros, mas isso não nos torna, jamais, mais ou menos merecedores de direitos.                                                                                            
Ainda iremos descobrir, quando estivermos devidamente maduros como humanidade, que não foi a lei do mais forte, ou a seleção natural, que nos fez chegar onde estamos, que nos fez ser mais sábios e melhores.                      
Chegará o dia em que entenderemos que a única força que é capaz de proporcionar a verdadeira evolução é a da fraternidade, do compartilhar conhecimento e felicidade. É a lei do amor que nos rege acima de todas as outras.                                  

Pense com Edu!
Incluir é ter no coração este sentimento de que todos somos irmãos, que estamos todos no mesmo barco, e de que estamos aqui não para competir uns com os outros, mas para nos ajudarmos. O melhor não será aquele que chegar primeiro, mas sim aquele que chegar trazendo o maior número de outros em seu abraço.

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¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E – Eduardo Campos.
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg
Livro de Referência: Com base em reportagem do site UOL, em 29.4.2015.
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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

CONCLUSÕES EQUIVOCADAS



Eram dois vizinhos que mantinham um bom relacionamento de amizade. Um deles comprou um coelho para os filhos. Logo, os filhos do outro vizinho também desejaram um animal de estimação. O pai lhes comprou um filhote de pastor alemão. A preocupação teve início. O dono do coelho achou que o cão poderia comer o seu animalzinho. O outro acreditava na boa índole e afirmou que o pastor era filhote. Bastaria que os animais fossem colocados juntos, aprendessem a conviver desde cedo e tudo daria certo. Eles seriam amigos. E por um tempo foi assim. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era comum ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa.
As crianças, felizes, com os dois animais. Certa sexta-feira, o dono do coelho resolveu viajar com a família. O animal ficou sozinho. No domingo à tarde, o dono do cachorro com sua família tomava um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes. O pobre animal estava imundo, sujo de terra, morto. Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo. Deram-lhe uma grande surra. Depois, veio o dilema: “o que fazer, agora? Afinal, o vizinho estava certo. O cão mataria o coelho.” Os donos do animal morto logo chegariam. O que fazer? Como consertar o estrago?
Enquanto isso, lá fora, o cachorro chorava, lambendo os seus ferimentos. A grande dificuldade era como explicar para os filhos do vizinho o que acontecera com seu amado animalzinho. Então surgiu a de lavar o coelho, deixá-lo limpinho, secá-lo com o secador, arrumar bem o pelo e o colocar em sua casinha. Assim pensaram. Assim fizeram. Até perfume colocaram nele. Ao final, as próprias crianças disseram: “Parece vivo! Ficou lindo.” Pouco depois, ouvem a algazarra da família ao lado chegando. As crianças gritam. O coração dos donos do cão batia forte e eles pensaram: pronto! Descobriram! Passados alguns minutos, o dono do coelho bate na porta, assustado.
Parecia ter visto um fantasma. “O que foi?” Perguntam. “O coelho, o coelho... morreu!” Diz aquele. “Morreu?” – inocentemente fala o pai da família dona do cão. “parecia tão bem hoje à tarde.” “Morreu na sexta-feira!” – exclama o outro. “Na sexta?” “Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal. Imagine que agora está lá na casinha, limpo, branquinho, reapareceu!” A história termina aqui. Não importa o que aconteceu depois.

Refletindo com Edu!
O que merece ser examinada é a situação do pobre cachorro.
O pobrezinho, desde a sexta-feira, quando sentiu falta do amigo, começou a farejar. Finalmente, descobriu o corpo morto e enterrado. Com o coração partido, ele desenterrou o amigo de infância e foi mostrar aos seus donos. Talvez esperasse que eles o pudessem ressuscitar. E o que acontece? Pancadas e mais pancadas. Simplesmente porque expressava a sua preocupação com um amigo.

Pense com Edu!
Quase sempre procedemos assim em nossos relacionamentos. Julgamos os outros, sem antes verificar o que aconteceu de fato. É suficiente que suspeitas sejam levantadas contra alguém, e estamos prontos a nos afastar da pessoa. E até a comentar, continuar divulgando os fatos ouvidos. Tudo sem antes verificar se os fatos são verdadeiros, sem ir indagar daquele de quem se fala, o que, de verdade, está acontecendo. E assim velhas amizades são destruídas. Reputações são manchadas. Pessoas nobres recebem ingratidão. Tudo porque, quase sempre, tiramos conclusões precipitadas das situações e nos achamos donos da verdade.

¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  com base em história de autoria ignorada.
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg


domingo, 25 de outubro de 2015

Erva Daninha do relacionamento: O Ciúme destruidor



A vida de Ana se tornara muito ruim, desde o momento em que começara a desconfiar que Artur, seu marido, tinha outra mulher. Ana olhava para ele e se sentia traída. Toda vez que Artur chegava atrasado do trabalho, mesmo que dissesse que fora o trânsito complicado ou uma reunião de última hora, ela pensava: Demorou por causa da outra. Devem ter se encontrado hoje. Por isso se atrasou. A paz do lar ficou comprometida.
Ele chegava cansado, ela estava mal-humorada e procurava todos os motivos para reclamar. Por vezes, ela surpreendia Artur dispersivo. O pensamento distante. Era o suficiente para pensar consigo mesma: Olhe só como está pensativo! Aposto que está pensando nela. Finalmente, um dia, ela resolveu seguir o marido para o surpreender. Esperou-o na saída do trabalho. Ele pegou o carro, andou algumas quadras e parou na floricultura. Ela viu quando ele escolheu as maravilhosas flores e saiu carregando-as com carinho. Mau caráter, pensou ela. Gastando com outra. Aquilo a deixou de tal forma desconcertada, que começou a chorar. Foi para casa e se jogou na cama. Chorou muito. Pouco depois, ela ouviu a porta abrir e seu marido chegar. Escutou os passos dele na escada, subindo até o quarto do casal, onde ela estava. Mal o viu adentrar o quarto, ela se sentou na cama, os olhos vermelhos de chorar, os cabelos em desalinho e desabafou: Eu vi tudo. Você não pode negar. Comprou flores para ela. Rosas vermelhas maravilhosas. Você me traiu. Traiu o nosso amor. Alterada, ela se levantou e avançou na direção dele. Para sua surpresa, verificou que ele trazia nas mãos o lindo ramalhete de rosas vermelhas. Um pouco chateado, estendendo o ramalhete para ela, ele falou: Ana, hoje é dia do nosso aniversário de casamento. Você não lembrou?

Refletindo com Edu!
O ciúme cria quadros exagerados, fomentando desconfiança. Atestado de insegurança, destrói o relacionamento pelo clima de tensão que cria a todo momento. Cultivador da infelicidade, o ciúme altera a correta visão dos fatos, aumentando a importância de pequenos atrasos, desejos não atendidos, esquecimentos de datas e compromissos a dois. Criando azedume, envenena a alma e desassossega o pensamento. Colocando óculos escuros na visão mental, tudo faz parecer sombrio, devastador. Uma distração é tida à conta de desinteresse. O atraso para um encontro é considerado desrespeito. Fora da realidade sempre, o ciúme provoca cenas desastrosas e desgastantes, em situações onde uma leve indagação ou uma conversa a dois, com toda a certeza, resolveria.

Pense com Edu!
Nunca deixemos que o ciúme nos atormente. Ele é o responsável pela devastação de corações e de lares. Se nos sentimos inseguros, fortifiquemos a relação a dois com diálogos mais profundos, com saídas para um passeio ao luar ou um final de semana a sós. Se o outro estiver, verdadeiramente, permitindo que a relação esfrie, que o amor amorne, providenciemos o melhor para o estreitamento dos laços afetivos, guardando a certeza de que é nos pequenos gestos que a relação se fortalece.


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² Fonte texto : R M E -  Maria Salete e Wilma Ruggeri
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg
Livro de Referência: Para que minha vida se transforme, v. 1, de Maria Salete e Wilma Ruggeri, ed. Verus.  


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sábado, 24 de outubro de 2015

DUDU E O COLIBRI



Dudu era um garoto estudioso. Seu problema era a falta de paciência. Se ele estivesse fazendo a lição de casa e algo saísse errado, logo se irritava. Jogava longe o caderno, a régua, o lápis e desistia do trabalho. A atitude preocupava seus pais. Os conselhos eram reprisados todos os dias.
Sem nenhum efeito. Uma manhã, ao abrir a janela do seu quarto, Dudu viu um beija-flor sobrevoando o jardim. Debruçou-se na janela e ficou observando. O lindo pássaro, de penas verdes e azuis, batia rapidamente as asas, parava diante de uma flor. Depois descia até o chão, pegava um raminho e subia até o galho de um pinheiro. Tornava a descer e subir, sempre carregando um raminho no bico. A cena deixou Dudu extasiado. Chamou o pai, a mãe, o irmão. Todos ficaram longo tempo olhando o trabalho contínuo do beija-flor que logo teve ajuda da sua companheira. O encantamento era geral.
Naquela noite, houve uma chuva muito forte. Ventos fortes. Chuva. Pela manhã, o ninho estava no chão. Dudu ficou olhando triste. Tanto trabalho por nada. Logo o sol saiu. Os ramos começaram a secar. A natureza tornou a sorrir maravilhas. O casal de beija-flores se apresentou no jardim e recomeçou a tarefa. Raminho após raminho foi sendo levado. A construção do novo ninho demorou alguns dias. Tinha a forma de uma concha bem funda. A fêmea se acomodou e botou dois ovinhos. Dudu passou a visitar o ninho. Se a fêmea se afastava, ele ia dar uma espiadela.
Numa bela tarde, que surpresa! Os filhotinhos haviam nascido. Já estavam com os biquinhos abertos, esperando que a mamãe beija-flor colocasse o alimento. Nessa hora, o pai de Dudu aproveitou para falar:
Você já imaginou, meu filho, se no dia daquela tempestade, quando o ninho caiu, os beija-flores tivessem desistido? O exemplo deles é de persistência e paciência. Procure reforçar essas qualidades dentro de você. Se você desistir, na primeira dificuldade, perderá a chance de realizar coisas maravilhosas. Pense nisso.
Refletindo com Edu!
Existem muitos animais que dão ao homem excelentes lições. Assim é a abelha com sua disciplina, a aranha com sua perseverança, a pomba com sua mensagem de paz, os pelicanos com seu exemplo de fidelidade. As aves estão presentes na literatura desde épocas remotas. Elas figuram na Bíblia, nas obras de autores clássicos da Grécia e de Roma, em fábulas e histórias famosas.

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¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg



sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Lições sem contradições



Na extensa praia, em plena manhã de primavera, um caranguejo corria na areia em companhia de sua mãe. Observando o filho, a mãe logo o corrigiu: Não corra de lado! Andar para frente é muito mais adequado. O jovem caranguejo respondeu sem demora: Claro, mamãe, quero aprender. Mostre como se anda para a frente e eu ando atrás de você.

Refletindo com Edu!
A fábula é simples mas nos oferece motivos de profundas reflexões a respeito da educação das novas gerações. Movidos pelo desejo de preparar os filhos para que sejam os cidadãos responsáveis da sociedade de amanhã, muitas vezes não nos damos conta de que estamos tentando educar só com teorias, sem o exemplo nobre.
As palavras, sem dúvida alguma, são importantes, mas o exemplo vale mais. O Nesse contexto, é comum observarmos muitas contradições por parte dos adultos de hoje. Enquanto se fala sobre a ecologia, enfatizando-se que é importante que os animais silvestres sejam mantidos em liberdade no meio em que nasceram, vemos filmes e novelas mostrando esses animais mantidos em cativeiros como bichos de estimação.
Enquanto faz-se campanha para que a população não faça uso da automedicação, tomando remédios por conta própria, vemos uma grande quantidade de propagandas de remédios que prometem curas instantâneas para quase todos os males, incentivando o consumidor a comprá-los.
Enquanto se fala em inibir a prostituição, mais se apela para a exposição de corpos seminus como apelo ao comércio, na divulgação de qualquer produto.
E, embora a população fale da necessidade de conter a onda de violência que invade o mundo, os jogos, desenhos e filmes infantis violentos chegam facilmente às nossas crianças.
Enquanto falamos da corrupção e da ganância, ensinamos aos nossos filhos, pelo exemplo, que o que importa é ter coisas ao invés de cultivar as virtudes do ser, numa inversão incontestável de valores.
E assim, de contradição em contradição, vamos teorizando acerca de um mundo melhor, sem nos darmos conta de que é preciso ensinar na prática.

Pense com Edu!
A exemplo do filhote de caranguejo, os nossos filhos também desejam andar para frente, mas é preciso que caminhemos adiante deles, mostrando-lhes o rumo certo que devem seguir. De nada vale dizer-lhes que sigam por determinado lugar, enquanto insistimos em tomar caminhos escusos. Eles, por nos amarem e confiarem em nós, seguirão sempre os nossos passos.
Jesus, o Mestre dos mestres, não Se contradisse em nenhuma circunstância. Suas lições foram vividas e exemplificadas por Ele mesmo, em todos os momentos. Ele, que era conhecedor das Leis maiores da vida, sabia que a teoria convence, mas o exemplo arrasta.

¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  William J. Bennett / fábula O caranguejo e sua mãe, de Esopo,
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg
Livro de Referência: O livro das virtudes, v. II, de William J. Bennett, ed. Nova fronteira.


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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

O jogo de toalhas bordado pela vovó! Quanto tempo ficarão guardados?




Acontece vez ou outra. Passamos em frente a uma loja e lá está o aviso: “fechado para balanço.” Na atual circunstancia o aviso é outro “Aluga-se” rsrs, mas deixe pra lá... É. A empresa parou um dia para fazer a verificação do estoque, entre outras tantas providências. É um dia em que pára o fluxo de clientes, das compras e vendas para tomar pé, verdadeiramente, do que existe no interior da loja, no almoxarifado, etc.
Essa é uma providência que, cada um de nós, pessoa física, deveria tomar de vez em quando. Fazer um levantamento de tudo o que guarda em casa. Com certeza, iríamos descobrir coisas que nem lembramos mais que um dia guardamos. O jogo de toalhas bordado pela vovó e presenteado há muito tempo. Que nunca usamos. Para não estragar. Para não gastar. Mas, afinal para que ele nos foi dado? Algo tão bonito, primoroso, bordado com tanto carinho. Fica lá, no armário, guardado. Ninguém vê. Ninguém usa. Ninguém aproveita. A não ser as traças que, ao menor descuido, vão fazer belas e substanciosas refeições.
E aquele conjunto de saia e blusa tão bonito? Está guardado há tanto tempo, que já passou da moda. Agora, não dá mais para usar mesmo. Mas nós o havíamos guardado para usar em uma ocasião especial. Que de tão especial ainda não chegou. E aqueles sabonetes em formato de concha adquiridos na feira de artesanato? Quanto tempo ficarão guardados? Para que? Logo mais eles perderão o perfume, perderão o colorido. Para que haverão de servir? Livros, roupas, guardados. Eles vão se acumulando. Esse fica guardado porque foi fulano que nos deu. Aqueloutro, porque nos recorda determinada ocasião.
Convenhamos. As coisas são para serem usadas, aproveitadas. Guarda-se tanto que depois de algum tempo, acaba-se tendo que jogar fora. Ninguém aproveitou, nem aproveitará. Desapegar-se dos bens quer dizer também ter as coisas e servir-se delas. Tê-las para serem usadas, para atender as necessidades. Quem muito amontoa, não usufrui.
Aprendamos a nos servir do que nos é dado ou do que adquirimos com o próprio esforço. Há quem compra um carro, mas não viaja com ele, para não gastá-lo. Não vai a determinados lugares porque pode ser estragado. A poeira, a estrada, a vizinhança. Sempre há uma desculpa para não o utilizar. Os meses passam. O carro continua novo. Mas não serve ao seu objetivo: ser meio de transporte. Há quem adquire calçados, guarda-os novos no armário, mas usa sempre o mesmo par, até acabar.
As coisas são para servir ao homem, não para o escravizarem. Façamos um inventário do que temos em casa, desalojemos dos armários o que está guardado há muito tempo sem servir a ninguém. E coloquemos tudo a benefício nosso ou de quem precise.
A propósito, para um exercício inicial, podemos começar com as coisas mais simples. Comecemos com o sabonete que somente ornamenta a pia ou está ainda guardado na caixa bonita, cheia de laços. Lembremos: a forma aprisiona. Demos a ele a chance de ser uma outra coisa. Uma espuma perfumada em nossas mãos.
É natural o desejo do bem-estar. É um direito de todos os homens o uso dos bens da terra. Servir-se deles com sabedoria é o que o homem deve buscar. Isso lhe constituiu ao mesmo tempo, uma prova, pelas tentações que propicia, quanto uma missão, para dar aos bens terrenos a melhor utilidade.


Olá queridos leitores! Seja bem-vindo ao meu blog. O seu comentário é um incentivo a novos posts. Eles são a maior recompensa por cada pesquisa, cada palavra escrita. Então...Que tal deixar o seu recadinho? Vou ficar muito feliz em recebê-lo. Quem desejar ou quiser comentar enviar perguntas, depoimento ou sugestões de tema ao blog, basta enviar um e-mail para nosso endereço eletrônico:  edu.com28@yahoo.com.br
Aguardamos sua participação. Um abraço fraterno a todos do amigo Eduardo Campos


¹ Fundador e Autor: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  Hermínio  Miranda
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg






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COMENTÁRIOS - PITACOS - SUGESTÕES - ELOGIOS

Vejam o que os visitantes dizem do educar para humanidade.


Noosssaaa... o seu blog e um espetáculo Edu. Ou melhor vc e isso tudo. Um grande beijo de quem gosta muito de você.
Patrícia

Adorei esse blog, parabéns,contém muitas dicas úteis e interessantes. Que Deus te abençoe e q vc possa a vir dar mais dicas . Fica com Deus! O seu blog ....é show.
Julianne


Este Site é ótimo,e acredito que estas postagem ajudará , vários casamentos, parabéns pela iniciativa.
Carlos Alberto

Imagina que quando uma amiga me falou de você edu confesso que não acreditei. Será que ainda existem homem assim? Perguntei. Mas Quando vi você pela primeira vez fiquei encantada com o seu jeito de ser, te achei uma pessoa muito,muito, muito, maravilhosa, amiga, verdadeira, prestativa, séria... Quando eu conheci fiquei encantada com sua beleza, personalidade, caráter...Admiro demais você, na verdade me considero Sua fã número 1... Adoro ler seus textos aqui no blog. Assistir suas palestras um show de informação.
Hoje tenho certeza que és é uma pessoa muito especial pra mim pois ajudou e me ajuda muitoé um amor de pessoa ...você pode contar comigo pro que der e vier estou sempre disponível pra você viu meu lindo...Você é uma pessoa da minha extrema confiança Da sua eterna Amiga que te ama muito e te quer muito bem com carinho, amor e saúde bjos......
Priscila


Esse site esta de parabéns adorei tudo que vi por aki@!!! tudo de bom.
Anônimo

Poxa, ta bem legal seu texto, parabens.
Fernanda


Essas dicas eram o que eu precisava para tirar uma duvidazinha. Obrigado ao blog que eh um espetáculo.
Juliani


Eu acabei de ler sua mensagem sobre como manter um relacionamento e tem muitas coisas que estão acontecendo comigo, obrigado pelo blog e as dicas que vão me ajudar com certeza.
Ana

Eduardo pessoas como você, ajuda a escrever a historia da vida com muito mais amor, carinho e humildade, que bom que você existi... parabens pelo seu blog. Sempre vou admirá-lo... Que Deus te abençoe sempre.
Josi


Esse blog é realmente muito completo, tudo o que eu preciso tem aqui, só queria saber como fazer boas preliminares, rs. Mas tudo o que eu imagino tem aqui, é um site perfeito. Parabéns!
Adriana

Eduardo quando te vi pela primeira vez tive a certeza de ter encontrado uma pessoa especial, com a alma serena e doce ao mesmo tempo. Você é um ser iluminado por Deus e com uma missão muito especial. Gosto de estar com você de poder compartilhar meus "segredos" contigo e dividir minhas "angustias" principalmente pelo blog.
Lembre que você sempre poderá contar comigo a todo instante que precisar...pois estarei sempre aqui para te falar o quanto você é especial pra mim!!!!!!!!milhões de beijos carinhosos pra vc viu meu lindo!!!!!!
Josenilda

Como sempre Edu, uma ótima postagem. Fico feliz em saber do seu esforço em ajudar a humanidade escrevendo coisas significante aqui no blog,. Beijos com afeto.
Lindomar



Oi Eduardo, que blog massa, parabéns lindo, me visita se puder tá? , agradeço. Um grande abraço,
Erika.


Nossa, amei seu blog Eduardo, pricipalmente as postagem sobre os inimigos e amigos do orgasmo, quantas informações interessantes. Parabéns.
Karla luane


Estou adorando visitar seu blog! Parabéns pelo blog e pelos resultados já conquistados, isso que você faz é muito importante! Abraços.
Viviane


Parabéns pela criatividade e mais ainda pela continuidade dos textos sobre relacionamentos. Parabéns!
Junior


Ola. Ótimo seu blog. Adorei o post parabéns. A minha namorada é enfermeira e adorou suas palestra, abraços.
Joel santos

Ei Edu! Gostei muito do que escreve e como escreve. Gostaria de trocar figurinhas comigo?
Pedro


Eduardo Gostaria de acompanhar seu blog, é muito bacana seus texto. Me ajuda sou pouco leigo.
André


Muito bom o seu blog...Provavelmente eu deva voltar por aqui mais vezes, sucesso eduardo.
Anônimo


O blog é excelente e a escritor inteligente na medida certa. Parabéns pelo seu trabalho.
Elza


Eduardo Indiquei seu blog a vários amigos, é tão bom achar um Blog que nos descontrai ao mesmo tempo nos sinalizem coisas boas assim.
Márcia lima


Eduardo, querido... seu blog é realmente demais. Demais! Correto, comunicativo, educacional, sensível, genial! to muito orgulhosa de vc ter postado um texto de minha autoria aqui, valeu!
Patrícia

Eduardo o texto e as perguntas foram bem elaboradas e respondidas, mostrando claramente os problemas sexuais, bem como os caminhos para iniciar um tratamento. Atualmente se faz muito necessário este tema tendo em vista o alto índice de apelo sexual passado pelas mídias para as pessoas. Parabéns.
Anônimo


Meu querido Eduardo, parabéns pelo post esclarecedor, aliás tudo o que você escreve é de muita qualidade.parabéns.
Augusto


Eduardo, você fala desse tema de maneira tão natural, que nos dá a exata dimensão do assunto que estás tratando. Parabéns.Gosto muito de seu blog.Abraços
Walter


Muito bom esse pequeno artigo esta de parabéns colega.
Anônimo


Olá Eduardo seus artigos são muito bons, gosto principalmente da maneira franca como você escreve. As dicas estão perfeita, agora é ler e praticar. Abraços e bom fds.
Pedro Paulo


Um elogio curto e sincero: UAU! OTIMO! PERFEITO!
Anônimo


Adorei as perguntas! Amei todas as respostas! Foi perfeito me ajudou a entender o que esta acontecendo comigo, obrigado edu.
Anônimo

Excelente artigo. Alto padrão como sempre, parabéns eduardo!
Anônimo


Didático com sempre. Nunca usando de pornografia. Esse é o educar para humanidade.adoro acompanhar suas postagens.
Amadinha


Oi edu!! Boa noite !!! passando para conferir as ultimas postagem do blog... como sempre parabéns vc é tudo de bom!!!
Natalia


Ótimo conteúdo Eduardo, os temas escolhido é de muito bom gosto!!! parabéns pelo blog!!!
Gustavo

Gostei bastante do texto, não conhecia o seu blog, é excelente!
Marcos

Parabéns eduardo ! Seus posts são sempre atuais, instrutivos e com extrema qualidade e bom gosto na escolha dos temas e sua inteligente maneira de abordá-los. É com muito gosto que leio sempre seu blog. Abraços !!!
Eliane Almeida


Oi Edu, Autoconhecimento da sexualidade feminina, Que texto excelente, todos os homens devem ler isso, com certeza.abraços, valeu .
Anônimo

Puxa!educar para humanidade. Isso que é um belo manual! Adorei o seu blog. Sempre que passo por aqui aprendo mais e mais... Continue esse trabalho excelente. Parabéns pelo artigo, nota 10. Bjo
Leila Cristina







Ciclo de Palestras e Seminários nas áreas de Educação e Saúde para 2015



TEMAS EM EDUCAÇÃO
Avaliação da aprendizagem no século XXI.
O papel do professor: Transformando informação em conhecimento.
As muitas faces da profissão Docente.
Alfabetização e Letramento: os desafios contemporâneos.
Oralidade e Escrita: Dificuldade de ensino-apredizagem na alfabetização.
A importância do lúdico no desenvolvimento da criança
O Brincar e a Matemática
A proposta dos PCNS e sua relevância na formação dos cidadãos.
Um dialogo entre a psicopedagogia e a educação.
Direitos e Deveres da Criança.
Autoridade e Autoritarismo na Sala de Aula:Repensando a relação professor-aluno
Violência em casa: reflexo na escola. Como disciplinar sem bater?
Como trabalhar as relações humanas para prevenir a violência contra criança no ambiente familiar / escolar.
Família e Escola: educar é uma tarefa de todos.
Ética e Cidadania.

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE DO ESCOLAR

A Síndrome de Burnout : Como vai a Saúde do professor na Educação Infantil ?
Saúde Bucal (escovação e higiene).
Higiene e Saúde do escolar.
Alimentação: A obesidade e os transtornos alimentares.
Saúde e meio ambiente.
A importância do sono na vida do ser humano.
O que toda a criança precisa saber sobre segurança.
E agora: O que eu faço? Primeiros socorros.
As principais doenças da infância.
Doenças Sexualmente Transmissíveis.
AIDS/HIV

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE FAMILIAR

Lute pela vida: diga não as drogas.
Alcoolismo, tabagismo e suas conseqüências.
Hipertensão e dislipidemias.
O que todo diabético precisa saber.
Ficar amarelo pra que? Hepatite tem prevenção.
Fique ligado: hanseníase tem cura.
Prevenção do câncer: caminho para saúde.
Saúde bucal não tem idade.
Prevenção da violência contra idoso.
Mulher com saúde é mais mulher.
Abuso e exploração sexual de crianças e adolescente.
Infância perdida: prostituição infantil.
Sexualidade na escola: Como forma o filho para a vida sexual.
Sexualidade na adolescência.
Gravidez na adolescência.
Aborto e suas conseqüências.
Previna-se use camisinha.
Profissão criança: trabalho infantil isso não tem futuro.

E-mail: edu.com28@yahoo.com.br





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