quinta-feira, 26 de abril de 2018

Necessidade de afeto

Necessidade de afeto

Morrie era um garoto de apenas oito anos. Seu pai era de origem russa e não sabia falar inglês. Por isso, quando chegou o telegrama, noticiando a morte da mãe, foi o próprio garoto quem leu. No cemitério, ele ficou olhando jogarem terra sobre o caixão de sua mãe e acreditou que nunca mais seria feliz sobre a face da Terra.
Nos dias que se seguiram, para aliviar a saudade, ele procurava lembrar os doces momentos de ternura que tivera com a mãe.
Eram muito pobres. O pai mudou-se para os Estados Unidos fugindo do exército russo e, nem sempre conseguia emprego. Por essa razão a família vivia mais da assistência pública do que dos próprios recursos.
Depois da morte da mãe, o pequeno núcleo familiar se transferiu para uma região de muita mata. Durante o dia o garoto e seu irmão se divertiam a correr. Quando chegava a noite, Morrie ficava olhando para o pai, esperando que ele o acariciasse. Mas o homem rude não manifestava qualquer gesto de afeto.
Morrie se sentia muito só. Sentia grande falta do carinho da mãe. Um ano depois, com apenas nove anos de idade, já se sentia um velho. Parecia carregar o peso do mundo nos ombros.
Então, uma imigrante romena, de feições singelas, se casou com seu pai.
Foi o abraço salvador para o pequeno. Era uma mulher de muita energia. Tinha uma aura que aquecia o lar. Se o marido produzia uma atmosfera cinza, ela transformava em claridade. Se ele fazia silêncio, ela falava. À noite, cantava para os meninos com sua voz suave, que durante o dia sabia ministrar lições. Ela cantava músicas pobres e tristes, mas os acalentava.
Eva era o seu nome e desejava boa noite aos dois com um beijo para cada um. Era um momento mágico para Morrie. Ele ficava esperando aquele beijo como um pequenino animal espera o seu prato de alimento.
A presença de Eva lhe dizia que ele tinha uma mãe de novo. Muitas vezes o único alimento que tinham era o pão.
Mesmo assim, ela o ensinou a amar o estudo e a se preocupar com os outros. Eva considerava a instrução o único antídoto contra a pobreza. Ela aprimorava seu inglês, estudando com dedicação, à noite, enquanto os garotos, sentados à mesa da cozinha, também estudavam.
Morrie cresceu e se tornou professor. Setenta anos depois, ao recordar do telegrama noticiando a morte de sua mãe, ainda sentia doer o coração, mas a lembrança de Eva lhe trazia de volta evocações ternas e doces de um tempo em que um menino, assustado e carente de afeto, encontrou um colo de mãe para se aninhar e crescer em segurança.

Refletindo com Edu!
Apesar da minha miopia espiritual eu acredito que Deus permite que haja órfãos, para que lhes sirvamos de pais.
Amparar essas criaturinhas, evitando que sofram fome e frio e lhes dirigir a alma, para que não despenquem no vício, é caridade.
No entanto, o mais precioso de todos os benefícios é o do amor. Nada que possa substituir uma carícia, um sorriso amistoso, uma palavra de carinho.
Por isso, à criança que nos olha, além de pão e agasalho, ofertemos a proteção do nosso abraço e a música da nossa voz, dizendo-lhe: Gosto muito de você.

¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E - O professor, do livro A última grande lição, de Mitch Albom, ed. Sextante
³ Fonte imagem : http://

terça-feira, 24 de abril de 2018

A ilusão do reflexo


A ilusão do reflexo

Conta-se que um pai deu a sua filha um colar de diamantes de alto preço. Misteriosamente, alguns dias depois o colar desapareceu. Falou-se que poderia ter sido furtado. Outros afirmaram que talvez um pássaro tivesse sido atraído pelo seu brilho e o levado embora. Fosse como fosse, o pai desejava ter o colar de volta e ofereceu uma grande recompensa a quem o devolvesse: R$ 50.000,00.
A notícia se espalhou e, naturalmente, todos passaram a desejar encontrar o tal colar. Um rapaz que passava por um lago, próximo a uma área industrial, viu um brilho no lago. Colocou a mão para proteger os olhos do sol e certificou-se: era o colar.
O lago, entretanto, era muito sujo, poluído, e cheirava mal. O rapaz pensou na recompensa. Vencendo o nojo, colocou a mão no lago, tentando apanhar a jóia. Pareceu pegá-la, mas sentiu escapulir das suas mãos. Tentou outra vez. Outra mais. Sem sucesso. Resolveu entrar no lago. Emporcalhou toda sua calça e mergulhou o braço inteiro no lago. Ainda sem sucesso. O colar estava ali. Mas ele não conseguia agarrá-lo. Toda vez que mergulhava o braço, ele parecia sumir.
Saiu do lago e estava desistindo, quando o brilho do colar o atraiu outra vez. Decidiu mergulhar de corpo inteiro. Ficou imundo, cheirando mal. E ainda nada conseguiu. Deprimido por não conseguir apanhar o colar e conseqüentemente, a recompensa polpuda, estava se retirando, quando um velho passou por ali.
O que está fazendo, meu rapaz?
O moço desconfiou dele e não quis dizer qual o seu objetivo. Afinal, aquele homem poderia conseguir apanhar o colar e ficar com o dinheiro da recompensa. O velho tornou a perguntar, e prometeu não contar a ninguém.
Considerando que não conseguia mesmo apanhar o colar, cansado, irritado pelo fracasso, o rapaz falou do seu objetivo frustrado. Um largo sorriso desenhou-se no rosto do interlocutor.
Seria interessante, falou em seguida, que você olhasse para cima, em vez de somente para dentro do lago. Surpreso, o moço fez o recomendado. E lá, entre os galhos da árvore, estava o colar brilhando ao sol. O que o rapaz via no lago era o reflexo dele.

Finalizando para Recomeçar!
A felicidade material se assemelha ao reflexo do colar no lago imundo. Na conquista de posses efêmeras, quase sempre mergulhamos no lodo das paixões inconseqüentes. A verdadeira felicidade, no entanto, não está nas posses materiais, nem no gozo dos prazeres. Ela reside na intimidade do ser. Nada ruim em se desejar e batalhar por uma casa melhor, um bom carro, roupas adequadas às estações, uma refeição deliciosa. Nada ruim em desejar termos coisas. A forma como as conquistamos é que fará a grande diferença.
Se para as conseguir, necessitamos entrar no lodaçal da corrupção, da mentira, da indignidade, somente sairemos enlameados, e infelizes.
Esse tipo de felicidade é como o reflexo do colar na água: pura ilusão.
Somente existe verdadeira felicidade nas conquistas que a honra dignifica, que a consciência não nos acusa.
Pensemos nisso. E, antes de sairmos à cata desesperada de valores materiais expressivos, analisemos o que necessitamos dar em troca.
Porque nada vale que mereça sacrificar a honra, a dignidade pessoal, a auto-estima, a vida espiritual. Tudo é passageiro na Terra. Lembre disso.


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  com base em conto de autoria desconhecida.
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

segunda-feira, 23 de abril de 2018

A história de Tommy

A história de Tommy

John Powell, professor de teologia na Loyola University de Chicago, conta que no primeiro dia de aula conheceu um jovem especial: esse jovem era Tommy.
De maneira irreverente, Tommy entrou penteando seus longos cabelos louros, que batiam uns vinte centímetros abaixo dos ombros.
Imediatamente John classificou Tommy com um "e" de estranho... muito estranho.
O jovem acabou se revelando o "ateísta de plantão" do seu curso. Constantemente, ele fazia objeções, fazia troça ou gemia diante da possibilidade de existir um Deus-Pai que amasse seus filhos, incondicionalmente.
Quando terminou o curso, Tommy se aproximou para entregar seu exame final e perguntou a John, num tom ligeiramente cínico: “o senhor acredita que eu possa encontrar Deus algum dia?"
O professor decidiu fazer uma terapia de choque, e respondeu enfaticamente: "não!"
Ah!, respondeu Tommy, "eu pensei que este fosse o produto que o senhor estava tentando nos impor".
John deixou que ele desse uns cinco passos fora da sala e gritou: "Tommy, eu não acredito que você consiga encontrar Deus, mas tenho absoluta certeza de que ele o encontrará".
Mais tarde, John veio a saber que Tommy tinha se formado e ficou aliviado. Depois, uma notícia triste: soube que Tommy estava com um câncer terminal.
Antes que o ex-professor fosse ao encontro de Tommy, ele veio procurá-lo. Quando entrou no seu escritório, John reparou que seu físico tinha sido devastado pela doença e que os cabelos longos se foram, sob o efeito da quimioterapia.
Mas John notou também que os olhos do jovem estavam brilhantes e a sua voz estava firme.
Tommy, tenho pensado tanto em você!, disse o ex-professor. Ouvi dizer que você estava doente!
"Ah, é verdade, estou muito doente. Tenho câncer em ambos os pulmões. Agora é uma questão de semanas.", afirmou o jovem.
"Você consegue conversar a respeito disso, Tommy?"
“Claro, o que o senhor gostaria de saber?"
"Como é ter apenas vinte e quatro anos e estar morrendo?"
"Acho que poderia ser pior", disse o rapaz.
"De que maneira?", perguntou John.
"Bem, assim como ter cinqüenta anos e não ter noção de valores ou ideais, pensar que bebida, mulheres e dinheiro são as coisas verdadeiramente "importantes" na vida."
"Mas, a razão pela qual eu realmente vim vê-lo", disse Tommy, "foi a frase que o senhor me disse no último dia de aula".
"Eu lhe perguntei se o senhor acreditava que eu encontraria Deus algum dia e o senhor respondeu: não!, o que me surpreendeu. Em seguida, o senhor disse: mas ele o encontrará.”
“Pensei um bocado a respeito daquela frase, embora naquela época não pensasse muito em procurar por Deus. Mas quando os médicos removeram um nódulo da minha virilha e disseram que era um tumor maligno, encarei com mais seriedade a procura de Deus.”
“E quando a doença se espalhou pelos meus órgãos vitais, eu comecei realmente a dar murros desesperados nas portas do paraíso. Mas Deus não apareceu.”
“Um dia acordei e em vez de atirar mais alguns apelos por cima de um muro, atrás de onde Deus poderia ou não estar, simplesmente desisti. Decidi que de fato não estava me importando... Com Deus, com uma vida eterna ou qualquer coisa parecida.”
“Resolvi gastar o tempo que me restava fazendo alguma coisa mais proveitosa. Lembrei-me de outra frase que o senhor havia dito: “a tristeza mais profunda é passar pela vida sem amar”.
“Mas seria quase tão triste deixar este mundo sem jamais ter dito às pessoas que você as ama.”
“Então comecei pela pessoa mais difícil: meu pai.”
“Ele estava lendo o jornal quando me aproximei e lhe falei: papai. . .”
- Sim, o quê? Perguntou sem baixar o jornal.
- Papai, eu gostaria de conversar com você.
- Então converse.
- É um assunto muito importante!
O jornal desceu, vagarosamente, alguns centímetros...
- O que é?
- Papai, eu te amo. Só queria que você soubesse disso...
O jornal escorregou para o chão e o meu pai fez duas coisas que eu não me lembro de tê-lo visto fazer jamais.
“Chorou e me abraçou. Conversamos durante toda a noite, embora ele tivesse que ir trabalhar na manhã seguinte.”
“Foi mais fácil com a minha mãe e com o meu irmão mais novo.”
“Eu só lamentei uma coisa: ter esperado tanto tempo.”
“Então, um dia, eu me voltei e lá estava Deus. Ele não veio ao meu encontro quando eu lhe implorei. Mas o que é importante é que ele estava lá. O senhor estava certo. Ele me encontrou mesmo depois de eu ter parado de procurar por Ele.”


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  Adaptação feita pela equipe de RME, de história disponível na página: http://users.iron.com.br/~acrespo/amorepaz/ahistoriadeTommy.hriadeTom

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Música de amor

Música de amor
 Lester era filho de um pastor de uma pequena cidade. Seu pai não lhe legou dinheiro, mas lhe deu uma sólida educação em que os valores da autoconfiança e da determinação incessante se aliavam à alegria dos aspectos criativos da vida. Lester amava a música e para pagar aulas de piano com um professor ele cortava lenha.
Os anos da depressão americana puseram fim aos estudos na faculdade e à sua carreira musical. Aos 30 anos ele se casou com sua namorada, Frances e os dois deram início à doce harmonia doméstica de um pequeno lar e uma família. O interesse de Lester pela música nunca cessou. Sempre que podia, ele ouvia e estudava os grandes compositores clássicos. No entanto, ele não tinha muitas oportunidades de exercitar os seus talentos. Com muitas contas para pagar e a perspectiva de aumentar a família, ele nem podia pensar em adquirir um piano.
Em 1942, foi convocado para a guerra e enviado para lutar na Europa.
Todos os dias, em meio aos horrores da guerra, Lester encontrava tempo para escrever para sua querida Frances. Sentia saudades dela e do homenzinho, forma como se referia ao seu filho recém-nascido que morava na pequena mansão, um título pomposo dado à sua casa modesta. Aquela correspondência, tão valiosa e cuidadosamente guardada, era lida e relida por Frances, que todos os dias aguardava, ansiosa, a chegada da próxima carta.
Lester remetia todo o dinheiro que podia para sustentar sua jovem família, e Frances trabalhava meio período como enfermeira para complementar o orçamento. A economia era a nota constante. Ela comprava somente o suficiente para as necessidades básicas e com suas orações pedia proteção continuamente para o seu marido.
A guerra terminou e a Europa voltou a ser um lugar seguro para viver. No mês de março de 1946, Lester retornou para os seus familiares na pequena mansão. Uma grande surpresa o aguardava. Uma verdadeira dádiva de amor. Frances guardara todos os cheques que ele enviara para alimentar sua pequena família. Ela os economizou e juntou cuidadosamente para comprar um presente que alimentaria a alma do seu amado.
Renunciando ao próprio conforto, Frances poupou quase tudo a fim de comprar um piano para ele. Na verdade era uma espineta, um antigo instrumento de cordas semelhante ao cravo. Mas para Lester era o melhor e o mais belo piano de concerto do mundo. Ele era o saldo da renúncia máxima de uma mulher. O piano de Lester ainda hoje é um símbolo de amor permanente. Seus netos o guardaram com zelo e quando se sentam para tocá-lo têm a sensação de que trazem de volta à vida a história da família.
É como se retornassem a ouvir o velho avô tocando canções de ninar para seus filhos, sinfonias arrebatadoras de Beethoven para a sua avó e músicas alegres para dançar. Cada nota do instrumento transmite o amor que Frances e Lester sentiam um pelo outro, pelos filhos e pelos netos. Eles partiram para o céu, mas legaram aos seus amores uma lição imortal: a do amor que supera a amargura, a distância, o tempo e a vida física.

Refletindo com Edu!
São necessárias duas pessoas para haver aconchego.
Mantenha sempre uma expressão agradável no rosto. Ele é o espelho onde seu amado deve se refletir.
Cantar atrai mais afeição do que gritar.
Finalmente, pense: quando você tem amor no coração qualquer pessoa ao seu redor encontra alegria em sua presença.



¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  com base no cap. Música de amor, de Corrie Franz Cowart e do cap. Lições de vida aprendidas com um casal de periquitos de Vickie Lynne Agee, da obra Histórias para o coração da mulher, de Alice Gray, ed. United Press. Em 30.05.2011.
³ Fonte imagem : http:/

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Não sonhe os sonhos dos seus filhos

Não sonhe os sonhos dos seus filhos

Pai, quando eu crescer quero ser jogador de futebol!
Mãe, quando eu for adulto quero ser criador de jogos de video game!
Ao ouvir expressões como estas, bastante comuns a partir de certa idade, alguns pais começam a se preocupar, principalmente se não foi isso que imaginaram para o futuro de seus pequenos.
É muito bonito e importante que, na condição de mãe ou de pai, façamos planos para a ventura dos filhos. Isso faz parte das preocupações pater-maternais, empolgados como nos encontramos com essa bendita honra que Deus nos concedeu de pôr no mundo mais um dos Seus filhos. É válido, contudo, que nos apercebamos de que os nossos sonhos com relação a eles não devem passar de sonhos.
Nada de fazer-lhes imposições descabidas ou inoportunas chantagens, supondo que eles terão que atender ao que vimos sonhando para a vida deles.
Nenhum problema haverá, caso dialoguemos e falemos dos nossos sonhos, sem exageros emocionais, nenhum erro existirá em ajudá-los a pensar no que almejam para a carreira profissional ou para a vida sentimental.
Porém, será uma atitude adulta, respeitosa e digna parar por aí. Quando em tenra idade, faz parte do primeiro contato dos nossos filhos consigo mesmos, as ideias muitas vezes esdrúxulas, sonhadoras demais, a nosso ver. Porém, isso é exercício de autoconhecimento e deve ser feito livremente, sem freios dos pais. Importantíssimo é deixar que os filhos façam escolhas, decidam, peçam sugestões ou orientações aos pais, aos professores ou a algum profissional já experimentado nas profissões que almejam.
Tudo isso, porém, sem o peso das exigências dos pais. Jamais deveremos confundir sugestões, conjecturas e diálogos com determinações ou imposições para as vidas que não serão vividas por nós. Afinal, há sonhos que precisam ser sonhados por nossos filhos, a fim de que eles trabalhem para convertê-los em realidade.

Refletindo com Edu!
Vivemos tempos novos no que diz respeito à escolha da profissão.
As opções se multiplicaram de forma inacreditável. O mercado de trabalho mudou e se transforma constantemente. As ocupações antes tidas como de grande destaque social, agora já não são mais o anelo da grande maioria. O mundo se transforma e a educação dos filhos precisa ser repensada. Muitas das heranças que trazemos de tempos idos, vícios de conduta e de pensamento, necessitam ser renovados.
Isso não dá dinheiro. Isso não fará de você ninguém importante. - São expressões que devem ser abandonadas do nosso vocabulário e do nosso pensamento. A vocação de cada um, através de nossas habilidades, nos insere na sociedade como peça importante de um mecanismo que precisa de todos para funcionar com perfeição.
Ser útil deve vir antes de ser rico, pois a utilidade nos faz realizados, enquanto que a riqueza não é e nunca foi condição para tal.
Precisamos sobreviver, sim, mas antes viver. Ou recordando Sócrates: O mais importante não é viver, mas sim, bem viver.


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  Benedita Maria, e José Raul Teixeira
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg
Livro de Referência: livro Ações corajosas para viver em paz, Benedita Maria, e José Raul Teixeira,
ed. Fráter.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Não tem preço

Filhos? Melhor não tê-los. – Escreveu, certa vez, Vinícius de Moraes.
Filhos? Que maravilha tê-los. – Escreveu, certa vez, Eduardo Campos.
Não tem preço

Às vésperas do Dias das mães, chegou a nota, por e-mail, lacônica e terrível. Todos os cursos da Faculdade estavam sendo encerrados. Alunos e professores ficaram estarrecidos, desarvorados. Que presente de Dias das mães! – Comentaram alguns.
Uma professora, em especial, vestiu-se de tristeza. Lecionando há bastante tempo, naquela Faculdade, ela tinha muitos compromissos assumidos, contando com o salário dos próximos meses. Agora, lhe parecia que o chão lhe fora retirado de sob os pés. Começou a fazer contas, a pensar onde buscar nova colocação. Naturalmente, nuvens de preocupação lhe cobriram a face, a tal ponto que a filha, de apenas cinco anos, percebeu.
E, ouvindo comentários aqui, ali, foi imaginando, em sua cabecinha, o que significava desemprego. Era, com certeza, algo muito ruim porque sua mãe estava triste.
Assim, em certo momento, achegou-se a ela e perguntou:
Mamãe, se a senhora tivesse dinheiro, poderia comprar seu emprego de volta?
Como assim? – Indagou ela, não captando o exato sentido da pergunta.
Eu quero saber se a senhora, tendo dinheiro, pode ir na faculdade e comprar seu emprego de volta. Verificando a preocupação da menina, ela lhe explicou o que era emprego, ou seja, exatamente o propiciador de recursos para as necessidades da família. E, preocupada com o que poderia estar atormentando sua filha, resolveu indagar: Mas, por que você está perguntando isto?
Nada não. É que se precisasse de dinheiro para conseguir seu emprego de volta, eu queria lhe dar as moedas do meu cofrinho. Não quero lhe ver triste.

Refletindo com Edu!
Filhos? Melhor não tê-los. – Escreveu, certa vez, Vinícius de Moraes.
Mas, que grande alegria se perderia, que grande amor se deixaria de vivenciar.
Os anos haverão de rolar, muitas coisas boas e ruins acontecerão na vida daquela mãe. No entanto, pode-se afirmar com toda a certeza de que jamais ela esquecerá a oferta da filha, singela, inocente: todo seu tesouro, guardado a pouco e pouco, suas moedinhas, para acabar com a tristeza de sua mãe.
Isso se chama amor. Amor de filha.
Filhos são gemas preciosas que Deus envia aos corações dos pais para os plenificar de grandeza. Maravilhoso gerar um filho. Ser cocriador com a Divindade. Extraordinário vê-lo se desenvolver dia a dia, descobrindo o mundo ao seu redor. Acompanhar-lhe os passos, as pequenas conquistas: ficar de pé, andar, subir e descer degraus, relacionar-se com o mundo, dominar seu próprio espaço. Dominar o mundo das letras, das formas, dos números. Descobrir o milagre da junção dos vocábulos, a riqueza das frases, a poesia dos versos. Vê-lo crescer e tornar-se um homem. Cidadão. Alguém que colabora positivamente com o mundo.
Realmente, não tem preço a ventura de ter filhos. Não tem preço ter filhos que tenham tanto amor por nós que desejem dar tudo que têm para nos ver felizes. Mesmo que esse tudo sejam somente as moedas de um cofrinho.
Filhos? Que maravilha tê-los. Que presente amá-los, de forma intensa e inigualável.


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  


sexta-feira, 9 de março de 2018

É tempo de quaresma... O mundo precisa de paz



É tempo de quaresma... O mundo precisa de paz

É quaresma... É tempo de jejuar, de rezar, de fraternidade, de solidariedade...
É quaresma, mas o mundo precisa tanto de paz... de fé, de esperança...
Terceiro milênio... E os homens ainda não se respeitam como irmãos, e se não há respeito, não há amor...
... O que se observa nos  dias de hoje são homens que matam uns aos outros, matam mulheres e crianças indefesas, em nome da paz... Esquecidos de que a paz não virá por decretos, nem será construída sobre o sangue das vítimas que tombam. Dois milênios se escoaram, Jesus, depois da sua veneranda presença na terra, e a humanidade ainda não sabe viver em paz.
É por isso que queremos, nesta quaresma, rogar ao seu coração magnânimo: Vem, Jesus, divino mestre, vem relembrar aos homens seus preciosos ensinos, tão esquecidos ou ignorados nestes tempos...
Vem, Jesus, Vem... Com seu manto de luz clarear as estradas humanas...
Vem, Jesus! Médico das almas... Vem extirpar dos nossos corações o câncer do egoísmo, que tanta infelicidade tem causado...
Dois milênios se passaram e ainda não nos decidimos a aceitar seu amável convite: tomar a nossa cruz, renunciar aos imediatismos da terra e segui-lo. Vem, Jesus, divino amigo! Vem falar-nos novamente sobre o amor ao próximo, sobre o perdão das ofensas, sobre a leveza do seu fardo e a suavidade do Seu jugo.
É tempo de quaresma... E o ser humano se debate na escuridão das guerras, do orgulho, da intolerância, da insensatez... Ensine-nos a suportar com resignação as aflições que nos chegam. Ajude-nos a ser mansos e pacíficos, a perdoar as ofensas, para que sejamos bem-aventurados...
Vem, senhor! Vem falar-nos mais uma vez sobre o reino dos céus, desse reino de felicidade que temos deixado de lado para atender aos caprichos e desejos efêmeros, construindo castelos na areia morna dos prazeres sem conta...
Vem, Jesus! Socorra a nossa miséria moral. Ajude-nos a despir o manto pesado dos enganos e desenganos que nos ferem os ombros cansados.
É quaresma... E o mundo precisa de paz...
Vem,... Vem, Jesus... Vem reflorir os caminhos, destruídos pela insânia dos homens... “Vem, Jesus, vem perfumar corações... exterminar a dor, e fazer calar os mísseis e os canhões...” “Vem, Senhor, com Seu amor tão profundo... iluminar consciências e fazer feliz o mundo...” Vem Senhor..., vem!


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  
³ Fonte imagem : http://http://www.portalcatolico.org.br/single-post/2017/02/28/O-tempo-da-Quaresma

quarta-feira, 7 de março de 2018

Multiplicando o bem



Multiplicando o bem

Não esqueças de que o bem que se faz é o único trabalho que faz bem. E esse serviço em favor dos outros é a caridade única em favor de nós mesmos, que pode atingir o cerne da alma, libertando-a para o sacerdócio do soerguimento do mundo.

A cena era comovente. Repórteres com seus microfones e câmeras apontados para aquele homem simples e maltrapilho que, um tanto sem jeito, contava a sua história. Ele, um mendigo que vivia nos bancos das praças, fora condecorado por ter salvo a vida de três crianças. Dizia, comovido diante das câmeras, que só as tinha livrado dos marginais porque teve uma experiência singular. Contou que, tempos antes, num cair de tarde como tantos outros, monótonos e sem esperança, resolvera dar cabo da vida. Não suportava mais aquela situação miserável em que se encontrava depois que perdera a família num acidente e os poucos bens que possuía, para um sócio corrupto.
Havia batido de porta em porta à procura de um serviço digno de onde pudesse retirar o próprio sustento, mas a resposta era sempre a mesma:
Sentimos muito, mas o senhor está acima da faixa etária para admissão.
Então resolvera que aquela seria a última noite que contemplaria o céu bordado de estrelas, única companhia daqueles dias amargos.
Todavia, dizia ele, Deus possuía outros planos para mim...
Naquela, que eu pretendia fosse a minha última noite, apareceu um anjo, digo um anjo porque era uma mulher jovem com expressões de doçura que eu nem imaginava que existissem. Sentou-se ao meu lado naquele banco que, por muito tempo, tinha me servido de lar, e iniciou um diálogo afetuoso. Interessou-se por minha história e condoeu-se com a minha desdita. Falou-me de Jesus, o Sublime Nazareno que a todos ama, inclusive os pobres e aflitos, como eu.
Disse-me para que elevasse o pensamento e Lhe pedisse forças para suportar o fardo pesado que me fora colocado sobre os ombros, e eu o fiz.
Desisti do suicídio e consegui um serviço de jardineiro. Não ganho o suficiente para morar numa casa confortável, mas consigo pagar um pequeno barraco que me abriga das intempéries e não preciso mais me alimentar de restos colhidos na lixeira.
Aquela foi a primeira e única vez que vi aquela jovem senhora, mas suas palavras ainda embalam minhas horas difíceis. E cada vez que o fardo me parece pesado demais, lembro das palavras de Jesus: "Vinde a mim todos vós que sofreis... Meu fardo é leve e meu jugo é suave..." E foi porque alguém me estendeu as mãos e me retirou das portas do suicídio que eu pude salvar essas crianças das mãos dos marginais que as haviam sequestrado.
Porque um dia alguém me olhou e me fez ver que também sou filho de Deus é que resolvi multiplicar o bem que me foi feito, tornando-me útil. Hoje eu entendo que não temos o direito de interromper a vida de quem quer que seja, mesmo que seja a nossa. Gostaria de agradecer àquela moça que ousou se aproximar de um mendigo e estender-lhe a mão.

 Refletindo com Edu!
Não esqueças de que o bem que se faz é o único trabalho que faz bem. E esse serviço em favor dos outros é a caridade única em favor de nós mesmos, que pode atingir o cerne da alma, libertando-a para o sacerdócio do soerguimento do mundo.

¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  com base no verbete Bem, do livro
Repositório de sabedoria,  Joanna de Ângelis e Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
³ Fonte imagem : httphttp://belasimagenscomfrases.blogspot.com/2014/11/frases-de-felicidade-01.html

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COMENTÁRIOS - PITACOS - SUGESTÕES - ELOGIOS

Vejam o que os visitantes dizem do educar para humanidade.


Noosssaaa... o seu blog e um espetáculo Edu. Ou melhor vc e isso tudo. Um grande beijo de quem gosta muito de você.
Patrícia

Adorei esse blog, parabéns,contém muitas dicas úteis e interessantes. Que Deus te abençoe e q vc possa a vir dar mais dicas . Fica com Deus! O seu blog ....é show.
Julianne


Este Site é ótimo,e acredito que estas postagem ajudará , vários casamentos, parabéns pela iniciativa.
Carlos Alberto

Imagina que quando uma amiga me falou de você edu confesso que não acreditei. Será que ainda existem homem assim? Perguntei. Mas Quando vi você pela primeira vez fiquei encantada com o seu jeito de ser, te achei uma pessoa muito,muito, muito, maravilhosa, amiga, verdadeira, prestativa, séria... Quando eu conheci fiquei encantada com sua beleza, personalidade, caráter...Admiro demais você, na verdade me considero Sua fã número 1... Adoro ler seus textos aqui no blog. Assistir suas palestras um show de informação.
Hoje tenho certeza que és é uma pessoa muito especial pra mim pois ajudou e me ajuda muitoé um amor de pessoa ...você pode contar comigo pro que der e vier estou sempre disponível pra você viu meu lindo...Você é uma pessoa da minha extrema confiança Da sua eterna Amiga que te ama muito e te quer muito bem com carinho, amor e saúde bjos......
Priscila


Esse site esta de parabéns adorei tudo que vi por aki@!!! tudo de bom.
Anônimo

Poxa, ta bem legal seu texto, parabens.
Fernanda


Essas dicas eram o que eu precisava para tirar uma duvidazinha. Obrigado ao blog que eh um espetáculo.
Juliani


Eu acabei de ler sua mensagem sobre como manter um relacionamento e tem muitas coisas que estão acontecendo comigo, obrigado pelo blog e as dicas que vão me ajudar com certeza.
Ana

Eduardo pessoas como você, ajuda a escrever a historia da vida com muito mais amor, carinho e humildade, que bom que você existi... parabens pelo seu blog. Sempre vou admirá-lo... Que Deus te abençoe sempre.
Josi


Esse blog é realmente muito completo, tudo o que eu preciso tem aqui, só queria saber como fazer boas preliminares, rs. Mas tudo o que eu imagino tem aqui, é um site perfeito. Parabéns!
Adriana

Eduardo quando te vi pela primeira vez tive a certeza de ter encontrado uma pessoa especial, com a alma serena e doce ao mesmo tempo. Você é um ser iluminado por Deus e com uma missão muito especial. Gosto de estar com você de poder compartilhar meus "segredos" contigo e dividir minhas "angustias" principalmente pelo blog.
Lembre que você sempre poderá contar comigo a todo instante que precisar...pois estarei sempre aqui para te falar o quanto você é especial pra mim!!!!!!!!milhões de beijos carinhosos pra vc viu meu lindo!!!!!!
Josenilda

Como sempre Edu, uma ótima postagem. Fico feliz em saber do seu esforço em ajudar a humanidade escrevendo coisas significante aqui no blog,. Beijos com afeto.
Lindomar



Oi Eduardo, que blog massa, parabéns lindo, me visita se puder tá? , agradeço. Um grande abraço,
Erika.


Nossa, amei seu blog Eduardo, pricipalmente as postagem sobre os inimigos e amigos do orgasmo, quantas informações interessantes. Parabéns.
Karla luane


Estou adorando visitar seu blog! Parabéns pelo blog e pelos resultados já conquistados, isso que você faz é muito importante! Abraços.
Viviane


Parabéns pela criatividade e mais ainda pela continuidade dos textos sobre relacionamentos. Parabéns!
Junior


Ola. Ótimo seu blog. Adorei o post parabéns. A minha namorada é enfermeira e adorou suas palestra, abraços.
Joel santos

Ei Edu! Gostei muito do que escreve e como escreve. Gostaria de trocar figurinhas comigo?
Pedro


Eduardo Gostaria de acompanhar seu blog, é muito bacana seus texto. Me ajuda sou pouco leigo.
André


Muito bom o seu blog...Provavelmente eu deva voltar por aqui mais vezes, sucesso eduardo.
Anônimo


O blog é excelente e a escritor inteligente na medida certa. Parabéns pelo seu trabalho.
Elza


Eduardo Indiquei seu blog a vários amigos, é tão bom achar um Blog que nos descontrai ao mesmo tempo nos sinalizem coisas boas assim.
Márcia lima


Eduardo, querido... seu blog é realmente demais. Demais! Correto, comunicativo, educacional, sensível, genial! to muito orgulhosa de vc ter postado um texto de minha autoria aqui, valeu!
Patrícia

Eduardo o texto e as perguntas foram bem elaboradas e respondidas, mostrando claramente os problemas sexuais, bem como os caminhos para iniciar um tratamento. Atualmente se faz muito necessário este tema tendo em vista o alto índice de apelo sexual passado pelas mídias para as pessoas. Parabéns.
Anônimo


Meu querido Eduardo, parabéns pelo post esclarecedor, aliás tudo o que você escreve é de muita qualidade.parabéns.
Augusto


Eduardo, você fala desse tema de maneira tão natural, que nos dá a exata dimensão do assunto que estás tratando. Parabéns.Gosto muito de seu blog.Abraços
Walter


Muito bom esse pequeno artigo esta de parabéns colega.
Anônimo


Olá Eduardo seus artigos são muito bons, gosto principalmente da maneira franca como você escreve. As dicas estão perfeita, agora é ler e praticar. Abraços e bom fds.
Pedro Paulo


Um elogio curto e sincero: UAU! OTIMO! PERFEITO!
Anônimo


Adorei as perguntas! Amei todas as respostas! Foi perfeito me ajudou a entender o que esta acontecendo comigo, obrigado edu.
Anônimo

Excelente artigo. Alto padrão como sempre, parabéns eduardo!
Anônimo


Didático com sempre. Nunca usando de pornografia. Esse é o educar para humanidade.adoro acompanhar suas postagens.
Amadinha


Oi edu!! Boa noite !!! passando para conferir as ultimas postagem do blog... como sempre parabéns vc é tudo de bom!!!
Natalia


Ótimo conteúdo Eduardo, os temas escolhido é de muito bom gosto!!! parabéns pelo blog!!!
Gustavo

Gostei bastante do texto, não conhecia o seu blog, é excelente!
Marcos

Parabéns eduardo ! Seus posts são sempre atuais, instrutivos e com extrema qualidade e bom gosto na escolha dos temas e sua inteligente maneira de abordá-los. É com muito gosto que leio sempre seu blog. Abraços !!!
Eliane Almeida


Oi Edu, Autoconhecimento da sexualidade feminina, Que texto excelente, todos os homens devem ler isso, com certeza.abraços, valeu .
Anônimo

Puxa!educar para humanidade. Isso que é um belo manual! Adorei o seu blog. Sempre que passo por aqui aprendo mais e mais... Continue esse trabalho excelente. Parabéns pelo artigo, nota 10. Bjo
Leila Cristina







Ciclo de Palestras e Seminários nas áreas de Educação e Saúde para 2015



TEMAS EM EDUCAÇÃO
Avaliação da aprendizagem no século XXI.
O papel do professor: Transformando informação em conhecimento.
As muitas faces da profissão Docente.
Alfabetização e Letramento: os desafios contemporâneos.
Oralidade e Escrita: Dificuldade de ensino-apredizagem na alfabetização.
A importância do lúdico no desenvolvimento da criança
O Brincar e a Matemática
A proposta dos PCNS e sua relevância na formação dos cidadãos.
Um dialogo entre a psicopedagogia e a educação.
Direitos e Deveres da Criança.
Autoridade e Autoritarismo na Sala de Aula:Repensando a relação professor-aluno
Violência em casa: reflexo na escola. Como disciplinar sem bater?
Como trabalhar as relações humanas para prevenir a violência contra criança no ambiente familiar / escolar.
Família e Escola: educar é uma tarefa de todos.
Ética e Cidadania.

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE DO ESCOLAR

A Síndrome de Burnout : Como vai a Saúde do professor na Educação Infantil ?
Saúde Bucal (escovação e higiene).
Higiene e Saúde do escolar.
Alimentação: A obesidade e os transtornos alimentares.
Saúde e meio ambiente.
A importância do sono na vida do ser humano.
O que toda a criança precisa saber sobre segurança.
E agora: O que eu faço? Primeiros socorros.
As principais doenças da infância.
Doenças Sexualmente Transmissíveis.
AIDS/HIV

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE FAMILIAR

Lute pela vida: diga não as drogas.
Alcoolismo, tabagismo e suas conseqüências.
Hipertensão e dislipidemias.
O que todo diabético precisa saber.
Ficar amarelo pra que? Hepatite tem prevenção.
Fique ligado: hanseníase tem cura.
Prevenção do câncer: caminho para saúde.
Saúde bucal não tem idade.
Prevenção da violência contra idoso.
Mulher com saúde é mais mulher.
Abuso e exploração sexual de crianças e adolescente.
Infância perdida: prostituição infantil.
Sexualidade na escola: Como forma o filho para a vida sexual.
Sexualidade na adolescência.
Gravidez na adolescência.
Aborto e suas conseqüências.
Previna-se use camisinha.
Profissão criança: trabalho infantil isso não tem futuro.

E-mail: edu.com28@yahoo.com.br





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