sábado, 18 de dezembro de 2010

Respostas...




Eduardo Campos

Quem foi que instituiu que devemos esconder o sentimento quando ele não é retribuído?
Por que tenho que não ligar quando o que mais quero é ouvir a sua voz?
Por que preciso fingir um sorriso no estilo “tá-tudo-bem” quando te encontro, se o que eu tenho vontade mesmo é dizer o quanto você me faz falta?
Por que não posso te mandar um SMS com a letra daquela música que eu queria cantar para você?
Eduardo Campos

Será que devo desistir?


Ultimamente tem me chamado a atenção a quantidade de mensagens que nos chegam e que terminam com frases como “acho que vou desistir” ou “estou quase desistindo”.



Estas mensagens são enviadas por pessoas que estão tendo dificuldades para encontrar alguém para um relacionamento sério.



Geralmente elas iniciaram contatos e estes não tiveram continuidade. Também é frequente ter havido um ou mais encontros, que também não prosseguiram.



Há também muitos casos de pessoas que não estão encontrando um par com as características desejadas: são jovens demais, velhos demais, vivem em cidades distantes ou têm intenções muito diferentes. Em todos esses casos, a característica comum é a frustração e a vontade de desistir. Sempre que me deparo com esse tipo de mensagem, me surpreendo com a ideia da desistência. Desistir de ter um relacionamento tão desejado? Desistir de ser feliz no amor? Como pode? Embora entenda toda a decepção decorrente das experiências que muitos tiveram, não vejo a desistência como uma saída. Afinal de contas, não é possível “não querer mais” alguma coisa que era tão desejada. Não há meios para guardar o desejo em uma gaveta, como se fosse algo que não serve mais ou que não deva ser visto.



A maioria das frustrações (que levam à ideia de desistir) parece decorrer do excesso de expectativas. Isso porque sempre que temos expectativas exageradas sobre qualquer coisa, a realidade acaba nos decepcionando. Mas quais seriam essas expectativas a que me refiro? Veremos a seguir as principais delas. A primeira delas diz respeito ao tempo necessário para que um relacionamento se inicie.



Muitas pessoas parecem depositar no ParPerfeito a esperança de que isso acontecerá de maneira rápida. A grande quantidade de opções faz parecer rápido ter um relacionamento sério. Isso, no entanto, não é verdade. É evidente que o site facilita muito as coisas por ser uma espécie de banco de pessoas interessadas em uma relação amorosa.



Facilita também pela possibilidade de fazer buscas de acordo com as características desejadas no outro. No entanto, para que a relação aconteça de fato, é preciso encontrar perfis compatíveis, confirmar que as pessoas por trás deles são realmente compatíveis, haver empatia de ambos os lados, haver interesse em conhecer o outro pessoalmente, haver atração mútua...



Isso para citar apenas alguns fatores necessários para que um relacionamento aconteça. Assim, encontrar perfis compatíveis e iniciar contatos são apenas os primeiros passos de muitos outros que serão fundamentais. Dessa maneira, se houver a expectativa de que encontrar alguém para uma relação séria será algo rápido ou fácil, certamente haverá a decepção quando for percebido que isso não é verdade.



Outra expectativa que frequentemente gera decepção diz respeito às características buscadas no outro. Vejo muitos homens e mulheres mencionarem em suas mensagens que desejam “apenas” alguém “bonito, atraente, bem resolvido, maduro, trabalhador, que tenha estabilidade financeira, que tenha a mesma faixa etária” e com mais uma série de outros atributos além desses.



Ora, será possível encontrar um ser humano que agregue todas essas características? Será que o perfil desejado é um perfil que existe? É claro que todos temos – e devemos ter – critérios de escolha. No entanto, estes devem estar de acordo com a realidade.



Caso não estejam, jamais encontraremos alguém que atenda a todos eles. É preciso ser seletivo, mas não se pode exagerar de modo que essa seletividade se torne restritiva demais. Há que se procurar alguém compatível, mas jamais alguém perfeito, ou que possua todos os atributos desejados. Essas duas expectativas me parecem ser as que mais acabam gerando frustrações. Ao perceber que encontrar alguém para um relacionamento sério não será uma tarefa rápida ou fácil, e ao perceber que ninguém se encaixa com perfeição no perfil idealizado, muitas pessoas se decepcionam e pensam em desistir. Muitas chegam a culpar o site por seu insucesso. Fazer isso também não ajuda.



O importante é poder perceber o quanto de expectativa e idealização há em si próprio. Quanto maior elas forem, maior será o “tombo”. É preciso ter consciência de que se relacionar não é algo fácil. Pelo contrário, demanda paciência e persistência. É preciso saber avaliar se as expectativas em relação ao outro são reais, possíveis. Mesmo havendo a consciência de que não há pessoas perfeitas, é preciso pensar se, lá no fundinho, existe essa esperança. Por tudo isso, convido você a refletir sobre suas expectativas. Em vez de desistir, é preciso saber recomeçar. Esse pode ser um bom recomeço, não? Boa sorte!




fonte: minha vida.

"Amar de Olhos Abertos" por Gabriela Cupani

Relações não duram porque maioria não enxerga o outro como ele é, diz psicólogo



FONTE: GABRIELA CUPANI DE SÃO PAULO



Não há receita pronta para um relacionamento dar certo, mas alguns ingredientes podem ajudar. É disso que trata "Amar de Olhos Abertos" (ed. Sextante, R$ 24,90, 208 págs.), do psicólogo Jorge Bucay, um dos escritores argentinos mais incensados dos últimos tempos.
Bucay esteve no Brasil para lançar o livro (o primeiro em português), escrito com a colega Silvia Salinas --e a Folha aproveitou para "discutir as relações" com ele.



Folha - O que significa amar de olhos abertos?
Jorge Bucay - Gosto de uma definição que diz que o amor é a simples alegria pela existência do outro. Não é possessão, nem felicidade necessariamente. E por isso "com os olhos abertos". O amor cego não aceita o outro verdadeiramente como ele é.
Por que tanta gente prefere a intensidade da paixão, mesmo sabendo que é efêmera, a construir algo mais sólido?
É maravilhoso estar apaixonado e muitos preferem a intensidade superficial à profundidade eterna. Mas me pergunto como as pessoas pensam em ficar somente nisso. Qual o sentido de estar apaixonado perdidamente o tempo todo? Penso que é uma questão de maturidade.
Também tem a ver com a nossa sociedade, que adora emoções intensas. Procuramos correr mais rápido, chegar antes, desfrutar intensamente. A paixão é como uma droga: no seu momento fugaz faz pensar que você é feliz e não precisa de mais nada. Um olhar, uma palavra te levam aos melhores lugares.
Como construir uma relação mais profunda?
Seria bom estar preparado para saber que a paixão acaba. Amadurecer significa também desfrutar das coisas que o amor dá, como compartilhar o silêncio e não um beijo, saber que a pessoa está ali, ainda que não esteja ao meu lado. É preciso abrir os olhos, e isso é uma decisão. Ver o par na sua essência.
Mas primeiro é preciso estar bem consigo mesmo. Não se deve procurar o sentido da própria vida no companheiro ou nos filhos.
Você deve responder a três perguntas básicas nesta ordem: quem sou, aonde vou e com quem. É preciso que eu me conheça antes de te conhecer e que decida meu caminho antes de compartilhá-lo. Senão, é o outro quem vai dizer quem eu sou. E isso é uma carga muito grande.
O livro diz que as relações duram o que têm que durar, sejam semanas, seja uma vida.
Duram enquanto permitem que ambos cresçam. Significa conhecer-se, gostar de si mesmo, conhecer seus recursos e desenvolvê-los. Ao lado da pessoa amada, está a melhor oportunidade para isso. E essa é uma condição para construir um relacionamento. Um casal que não cresce, envelhece. E um casal que envelhece, morre.
O que leva ao fracasso?
Um dos grandes motivos de fracasso é não trocar intensidade por profundidade, viver querendo voltar aos tempos da paixão. Outro ponto de conflito é que as pessoas não conseguem deixar o papel que desempenhavam antes de casar, querem continuar sendo o "filhinho da mamãe", ou o "caçulinha da casa". Outro problema é a intolerância, a incapacidade de aceitar as diferenças, as pessoas discutem pelo dinheiro, pela criação dos filhos e, por fim, morrem sufocadas pela rotina.
E como enfrentar esses problemas ou desafios?
É preciso amor, atração e confiança. Comparo esses pilares a uma mesa de três pés. O tampo da mesa seria um projeto comum firme. Se faltar qualquer um desses elementos, a mesa cai. E sobre tudo isso deve-se montar outras coisas, como a capacidade de trabalhar juntos, de rir das mesmas coisas, de ser sexualmente compatíveis, sentir o outro como um apoio nos momentos difíceis. Às vezes a terapia ajuda, às vezes é um bom passaporte para a separação.
Como saber quando a relação chegou ao fim?
Se sinto que estou sempre no mesmo lugar, que me entedio, que não tenho vontade de estar com o outro, se sempre que saímos precisamos sair com outros casais pois não ficamos bem sozinhos, quando piadas como "o idiota do meu marido" ou a "bruxa da minha mulher" se tornam frequentes, algo não está funcionado.




FONTE: GABRIELA CUPANI DE SÃO PAULO

Um convinte a quem diz que ama demais!




Gosto sempre de frisar que a questão não é o quanto se ama, mas sim o quanto se distorce o amar. Ou seja, estamos falando do “como”. E, nesse caso, tratamos de um vício de comportamento conectado a tudo o que não é amor. Até porque quando estamos em meio à confusão do amar demais não nos amamos.
E se o “amar o próximo como a si mesmo” é a verdade máxima, não amamos. Não nos amamos, não amamos o outro, não amamos a vida. Ou seja: toda vez que encontrar alguém que ama demais, saiba que ele(a) está sobrevivendo mais do que vivendo. Confundindo tudo mais do que amando…
Quem vive dessa maneira, não consegue se dar, não consegue receber, não consegue ver, ouvir, sentir – se não for por meio de outro. Do contrário, nada sente, nada acontece. Nesse sentido, viver em função de alguém ou alguma coisa com um forte sentido de posse, misturado a um controle que beira a doença, não agrega… Afinal, tudo o que precisamos já trazemos conosco, está dentro, é o nosso maior alimento.
Em nosso lugarEncontramos outros, é verdade, que nos alimentam a alma, o saber, o caminhar, mas fazem isso sempre como complemento. Não estão lá conosco para viver a nossa vida, escolher as nossas escolhas, tomar as nossas decisões, viver os nossos sonhos. Estes nos trazem luz toda vez que estivermos abertos para enxergar…
E, nesse contexto, por que não compreender que assim como já somos plenos também é o outro. Então, dar demais ou esperar demais deste não ajuda muito, certo? Por que não trazer o foco para dentro? Mudar o olhar, expandir a consciência, aprender a caminhar?
Por que não buscar ajuda para trabalhar a autoestima, o controle por si mesmo, o resgate da essência, da missão de vida etc, etc. Por que não investir em autoconhecimento e, como diz uma amiga, “lutar todos os dias para fazer um movimento a nosso favor, a nosso bem-estar, a nosso bem-viver”?
Esse trabalho não é fácil, não é simples, não é rápido. Mas é possível. Podemos mudar, podemos evoluir, podemos aprender a amar a nós mesmos e também o outro e então, ganhar mais qualidade de vida.
RoubadosO problema de viver uma vida para o outro, em relações não saudáveis, com base na dor e sofrimento, nos tira praticamente tudo. Faz-nos cegos para o que está a nossa volta. Faz-nos surdos para o que poderia transformar a nossa existência. Torna-nos anestesiados, sem brilho, tristes. Sós.
Amar demais, esperar demais, controlar demais, viver demais o que está fora e não nos pertence é uma questão a ser analisada profundamente. Por isso, fica o convite: se estiver nesse círculo ou se conhecer pessoas nessa mesma direção busque ou convide o outro a buscar ajuda.
A vida passa depressa demais e, com ela, nossos sonhos, nossa juventude, nossas oportunidades. A capacidade de dar a volta por cima, recomeçar, redescobrir o que faz bem já está em nós. Basta investir o tempo que “gastamos” com outro exageradamente, em demasia e, trazer o foco para dentro, para o que nos pertence, para o que contribui para nossa auto-percepção, nosso valor, nosso ser.
No mais, a vida com certeza ficará mais possível e colorida. Os sons, os sentidos ficarão mais poéticos, a luz mais iluminada, os sabores mais gostosos. Descobrir a vida a partir do centro faz uma enorme diferença… Experimentar, por isso, é uma escolha que deve ser cultivada dia-a-dia com atitude e, muita, muita disciplina. Escolhas, sempre escolhas!

fonte: Minha vida

Relações complicadas!



O que define uma amizade, uma relação amorosa, um vínculo é saber que, sim, podemos contar com o outro quando precisarmos. Ele sempre estará lá para nós! Não importa a distância, não importa o tempo. Se precisarmos de algo, só uma certeza deve imperar: o outro estará lá para nós.


E isso é tão verdadeiro que é essa também a base da fé! Você já deve ter ouvido: “Bem aventurado os que choram, porque estes serão consolados”. Pois é! Se ele, Deus, está lá para nós – porque não o outro? Bem, posto isso, dá para compreender que nem toda relação complicada deve ser descartada.
Não! Não é porque há problemas na relação que devemos virar as costas e ir embora. Essa é sempre uma decisão simplista, nem sempre fácil, mas simplificada… A questão é decidir sem avaliar a origem do problema. Ele, afinal, pode estar em nós e não estar no outro.
Análise
Então tanto faz quem é esse outro se não pararmos para analisar o que fazemos como agimos e o que provocamos na relação.
Você leitor, deve se lembrar de histórias do tipo da Simone e do Leo. “Eu fiquei com ele durante X anos e ele nunca falou em casar. Depois que nos separamos, ele casou e até já tem um filho!”.
Algo mudou nele ao se relacionar com essa nova outra… Algo permaneceu na postura da Simone que a fez encontrar outros amores sem sucesso… Ou então o contrário: Márcia e Jonas viviam uma relação que era um verdadeiro inferno na terra, o que segurava um e outro era a decisão pelo amor.
A Márcia, por isso, nunca desistiu de lutar por ele. Ele – é verdade – era difícil. Mas uma coisa era certa: juntos, construíam… Enfim, depois de alguns anos tudo mudou. Eles irradiam amor. Estão felizes. Algo mudou nele e nela que permitiu a relação fluir…
Então, de novo, a importância do autoconhecimento, do que podemos e não podemos, é fundamental para que a relação evolua. Se entendermos isso, fica mais possível mudar a escolha ou até mesmo a atitude. Ou seja: se somos responsáveis por 100% do que acontece na nossa vida, a forma como agimos provoca o que recebemos.
Fique então atento para a forma como se relaciona, tenha em mente que mudar de relacionamento como quem muda de roupa pode não levar a lugar algum, a não ser onde já estamos e ignoramos.
E no que diz respeito a relações complicadas, isso é mais que verdadeiro.
Tô nem aí
Tenho um amigo que sai com uma garota que lhe dá todos os sinais do tipo “não estou nem aí”. Eles viajam juntos e ela só pensa em se divertir, comprar, passear – não o inclui em nada – não lhe dá carinho, não está disponível.
Quando voltam, ela fica semanas sem lhe telefonar, sem lhe enviar uma mensagem, sem nada. Quando ele liga, ela não atende. Ou melhor, só atende se estiver com vontade. E raramente está. Então, nessas poucas ocasiões, é carinhosa, enche o pobre de ilusão e depois… Depois, silêncio.
Está ocupada com seus projetos, seu trabalho, sua casa, sua vida… O outro, bem, ele que espere – se quiser. Só falta ela sair por aí com uma placa: NÃO QUERO NADA COM VOCÊ! O resto ela faz e faz bem.
E ainda assim, pobre, ele é leal, espera, sofre e pensa que um dia ela irá mudar… Será?
Essa história é totalmente diferente das que coloquei acima. Elas possuíam problemas, mas sabiam-se um do outro. Havia intrínseco na relação à decisão por permanecer juntos. Nesse outro caso, não há nada! Só uma grande ilusão e uma troca de interesses.
Conveniências
Da parte dele, para continuar seu caminho solo sendo a vítima de uma situação que não se resolve. Da parte dela , para manter o outro aprisionado porque lhe faz bem ao ego, à vaidade. Então, dá para comparar uma relação complicada e outra? Dá para decidir sair de uma ou outra da mesma forma? Temo que não.
E, por isso, escrevo esse artigo esta semana. Fico muito atenta aos comentários que me chegam e percebo uma falta de fé na vida, no outro, na relação, na possibilidade de viver uma história, ao mesmo tempo em que muitos outros não conseguem se enxergar como parte do problema e jogam toda sua infelicidade ou felicidade nas mãos do outro…
Acreditar
Se não acreditarmos que pode dar certo, não vai dar. Se entrarmos em uma relação achando que esse não é o cara, não vai ser. O melhor é escolher certo de uma vez. Entrar porque essa é uma decisão e, a partir daí, crescer, evoluir, ampliar o que vai dentro. E, nesse sentido, não vale deixar espaços abertos para entrar e sair de acordo com o vento…
Um relacionamento demanda decisão, concessão, respeito, cuidado e, é claro, amor. Por isso, QUEM AMA NÃO MATA. Não maltrata, não machuca, não descuida, não ignora, não desaparece. Se for isso o que está vivendo, vale rever o que está escolhendo e incluindo na sua vida.
Às vezes, quando tudo é muito, muito complexo, o melhor mesmo é focar em si mesmo. Nos sonhos, no milagre que é estar vivo. O outro poderá ou não acompanhar. Poderá ou não entender que está agindo mal. E, isso, isso é outro problema, outra história.
O bom é que se entendermos que trazer a energia e o foco para nossa vida nos faz mais fortes, mais íntegros, mais equilibrados. Ficar ou não na relação complicada já não terá tanta importância… Esse não precisa ser o foco de uma vida… Com o tempo, vamos aprender que experimentar o amor nos alimenta muito mais do que experimentar a dor…
Escolhas, sempre escolhas.




FONTE: MINHA VIDA

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Será que estou sendo traída?




Quando se trata de relacionamento amoroso, muitas mulheres ligam o "radar" ou melhor começam acreditar em suas intuição, para saber se estão sendo traídas, afinal, a concorrência atrás de um bom namorado é grande, principalmente nos dias de hoje. Grande parte diz que percebe quando está dividindo o "seu" homem com outra pessoa, enquanto outras carregam o fardo de ciumentas e possessivas. Se você namora há certo tempo ou é casada e vem desconfiando que algumas atitudes dele têm mudado, talvez você tenha razão. Mas como saber e agir nestas situações? Veja algumas dicas:


6 (seis) Sinalizadas.


1) Mostrar-se cansado sempre que está ao seu lado pode ser relevante até certo ponto, mas chega uma hora que você deve desconfiar e achar que algo estranho está acontecendo. Afinal, quando uma pessoa gosta da outra e está ao lado dela, tem que ter o mínimo de disposição para curtir bons momentos, mesmo depois de um dia cansativo de trabalho.


2) Quando ele atende ao telefone longe de você é um sinal para ficar com a "pulga atrás da orelha" e verificar com quem ele tem falado às escondidas.


3) Muitas vezes as mudanças repentinas de atitude são fatores a serem analisados com cuidado. Um dos sintomas é quando ele se demonstra mais ciumento do que o normal, pois na cabeça dele, talvez por estar fazendo coisas erradas, ele possa achar que você age da mesma forma e começe a te controlar mais.


4) Quando ele começa a dizer que está "sufocado" é porque o relacionamento de vocês já não está agradando tanto assim. Pense em como você pode melhorar esta situação. Faça as suas coisas individualmente até que ele sinta sua falta.


5) Se vocês discutem relação e ele não demonstra interesse em te escutar para melhorar a situação de vocês, esta é outra atitude a se pensar.


Para Refletir...


Mesmo se as suspeitas parecerem absurdas, não as descarte sem alguma reflexão. acredite em sua intuição.

A dúvida mostra que o sentimento de confiança recíproco está abalado.

Procure saber por que questionou a fidelidade do parceiro e converse com ele. Desta forma, talvez seja mais fácil contornar a situação para que tudo fique bem.

o seu parceiro não tem por você o mesmo interesse que tinha no começo da relação?





Como enfrentar a falta de interesse do seu parceiro?




Se você sente que o seu parceiro não tem por você o mesmo interesse que tinha no começo da relação e acha que ele está ausente, pouco carinhoso e desmotivado, veja as seguintes sinalizadas.



1 - Não imagine que o seu parceiro tem algum problema com você, principalmente se ele não disse nada a respeito.Não personalize tudo.



2 - Crie um espaço para dialogar tranqüilamente com ele.Não faça cenas porque, assim, você conseguirá apenas pressioná-lo e fazer com que ele fique desanimado para conversar.



3 - Converse com seu parceiro, pergunte o que está acontecendo com ele e que coisas o estão preocupando.Escute o que ele quiser dizer e mostre-se interessada por ele.Não deixe de dar atenção nem mostre-se distante só porque ele disse que o problema não é com você.Se ele tem um problema, será positivo para os dois que você esteja ao lado dele.



4 - Fale da sua necessidade de compartilhar as preocupações dele, já que elas também já preocupam você.Explique que você não está tentando "resolver" os problemas dele, mas sim que a sua intenção é ser companheira.



5 - Faça com que ele sinta sua companhia e sua compreensão.Se realmente ele está passando por uma fase complicada, este não é o momento de reclamações e sim de fazer com que ele se sinta apoiado.


6 - Não pergunte o tempo todo o que está acontecendo, mesmo que você se incomode com o comportamento dele.Respeite os tempos dele sem cobranças.



Para Refletir...



Se depois de conversar com ele você confirmar que ele não está mais interessado em você, não fique alterada nem se sinta uma vítima.Enfrente a situação com calma, pois ela não representa um fracasso para você, mas sim uma nova oportunidade.

Como dizer não a uma amiga de trabalho?



Às vezes alguém próximo tem um interesse amoroso por você, mas você não sente a mesma coisa.


Veja algumas sinalizadas para deixar isso claro sem magoar o outro.


1 - Não fuja do problema. A situação ficará mais complicada se você não deixar os seus sentimentos claros.


2 - Evite excesso de contato. Sem ser descortês, você pode dar algum sinal.


3 - Faça perguntas sobre os relacionamentos do outro. É uma boa forma de começar a tocar no assunto e, se houver oportunidade, expor a sua visão sobre a amizade que os une.


4 - Programe mais saídas em grupo. Muitas vezes a intimidade permite confundir amizade com amor.

5 - Marque um encontro para falar do assunto. Você pode fazer isso por e-mail ou telefone, explicando um pouco do que se trata. Você evitará criar falsas expectativas.

6 - Fale sobre os seus sentimentos. Se você achar que o outro está confuso, esta é uma maneira de desfazer o mal-entendido. Crie a oportunidade para a conversa.

Para Refletir...


Não dê sinais ambíguos, nem se comporte de modo agressivo para resolver a questão. Pense no que você quer e não se aborreça se o outro não entender. Se for necessário, afaste-se por um tempo.

Por que as mulheres vão juntas ao banheiro Pedagogo?



DIAP Sexta feira as 16:00, fim de expediente...
A Cientista chama a Pedagoga e diz: “Vamos ao banheiro”! Vamos.
Olha só a conversa de dois turismologo: Porque que as mulheres sempre vão juntas ao banheiro? “acredito que seja para uma segura a outra na hora de fazer x...
Acho que não! responde o outro...
O Que você acha pedagogo? Posso pesquisar e posta no blog e que vocês acham? Ta beleza...
Cientista, pedagoga e Turismologo....
Por motivos muito mais simples e práticos que misteriosos. Quando uma mulher vai ao banheiro, costuma não só fazer suas necessidades como também cuidar do visual, reforçando o batom após a refeição, vejamos algumas falas significativas de algumas mulheres:

“Vamos juntas para poder fofocar sobre o que está rolando... Conversar, falar "mal" de alguém e retocar a maquiagem”,.

“Além de acertar a roupa, maquiagem, a gente vai pedir a opinião da amiga sobre o cara que conhecemos. E pedimos umas dicas: se vale a pena investir ou não, se a tática de sedução está boa etc...”,

“Uma coisa é certa: uma mulher tem sempre algo para conversar com a amiga que só pode ser dito no banheiro”.

A presença de uma ou mais amigas por perto serve para dar o veredicto final, confirmando se realmente ficou tudo no lugar certo. Além disso, o banheiro foi eleito como um foro privilegiado para verdadeiras assembléias femininas, ou, em português claro, para uma boa sessão de “fofocas”. Para as mulheres, que costumam ter uma relação mais tranqüila com a intimidade do que os homens, o toalete é um lugar como outro qualquer, com a vantagem de ser reservado do público. Além disso, o banheiro feminino, ao contrário do masculino, favorece a conversa em grupo, já que existe um local privado para fazer as necessidades e o resto do espaço pode ser usado com liberdade para animadas discussões sobre os mais variados temas. "O assunto depende muito do contexto.

No trabalho, por exemplo, o banheiro pode ser usado para falar mal do chefe (será que ele lê esse blog? (Hémmmmmm,Hummmmm) Brincadeira gente. Mas também pode servir como lugar de desabafo, por isso se vêem freqüentemente mulheres chorando no banheiro", afirma a socióloga Ella Shohat, da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, e militante feminista. Para a psicóloga Márcia Portazio, da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em São Paulo, não há nada de espantoso no comportamento: "É apenas mais uma expressão da necessidade básica do ser humano por contato social.

Dependendo das influências culturais, isso se manifesta de formas diferentes em cada sexo." As assembléias masculinas podem ocorrer, por exemplo, numa reunião de amigos para jogar futebol. No banheiro, os homens, que normalmente não gostam de compartilhar intimidades, preferem ser bem mais pragmáticos, limitando-se às necessidades.
Segundo o livro 'Por que os homens mentem e as Mulheres choram?', de Bárbara & Allan Pease, o motivo é diferente. Segue o trecho abaixo, que achei bastante lógico.
"Até o final do século dezenove, os banheiros eram cubículos nos fundos das casas, do lado de fora. Sempre que uma mulher ia ao banheiro, levava consigo outra mulher, por segurança. O homem, porém, tinha de ir sozinho e se defender em caso de necessidade. Homens nunca urinavam em banheiros, mas nas moitas ou apoiados em objetos, hábito que os modernos herdaram de seus antepassados. É por isso que a gente raramente vê um homem urinando em campo aberto, mas sempre encosta- do numa parede ou numa árvore. Quando a descarga foi inventada no final do século dezenove, o banheiro se mudou para dentro das casas e dos estabelecimentos públicos. Mas a prática de ir ao banheiro em grupo permanece entre as mulheres.
Nunca se ouvirá um homem dizer: "Ei, Edu, eu vou ao banheiro... Você não quer vir comigo?" Isso não constrói....rs

domingo, 7 de novembro de 2010

Os Homens reconhecem a TPM da parceira, mas não sabem como agir para ajudar.

Imagem: Google



Segundo um estudo realizado pelo Centro de Pesquisas em Saúde Reprodutiva de Campinas (CEMICAMP) comprovou que os homens estão mais atentos e suscetíveis às mudanças de temperamento que ocorrem nas mulheres durante o ciclo menstrual. A pesquisa contou com a participação de 1.580 brasileiros, entre 20 e 35 anos, sendo 527 integrantes da ala masculina. Contrariando as expectativas, 62,1% dos entrevistados mostram-se solidários ao drama feminino desse período e buscam compreender o comportamento da parceira, enquanto 30,6% preferem evitar o contato e se mantêm afastados, evitando qualquer tipo de desentendimento.



A pesquisa, intitulada Tensão Pré-menstrual: Perspectivas e Atitudes de Mulheres, Homens e Médicos Ginecologistas no Brasil , também revelou que, apesar de ser um assunto comum, as pessoas não estão abertas a discussões sobre o tema. O comportamento padrão é apenas esperar que os sintomas passem, sem procurar ajuda, o que acaba agravando o mal.



As portadoras de TPM preferem recorrer, principalmente, a familiares ou amigas. Somente 35,7% afirmaram que buscam auxílio médico, enquanto 28,7% conversam com o marido ou namorado. Para o ginecologista e coordenador da pesquisa Carlos Alberto Petta, o maior ganho do estudo foi constatar que os homens evoluíram e passaram a participar mais ativamente da vida das parceiras. O público masculino se considera mais compreensivo do que as mulheres acham, prova disso é que eles estão mais vulneráveis as mudanças de humor e acreditam que esse período interfere em toda a rotina da mulher, afirma o profissional.



Cerca de 70% dos participantes masculinos declararam que vivem ou já viveram com mulheres que apresentavam os sintomas da TPM e percebiam os impactos do mal na qualidade de vida delas, porém, apesar da disposição para ajudar, reconhecem que não sabem quais são as atitudes mais corretas a serem tomadas.



Ao falar de tensão pré-menstrual, a famosa "TPM", lembro-me de uma pergunta feita pelo ouvinte (homem) em uma das minhas palestras sobre sexualidade humana, que transcrevo na integra para vocês.



* Professor minha parceira sobre de TPM com alterações repentinas de humor! Gostaria de saber como devo me portar a essas alterações para não alterar ainda, mas seu estado emocional!



Primeiramente gostaria de parabenizá-lo pela sua pergunta. De fato, as mulheres ficam com sintomas tanto físicos, como emocionais e comportamentais nesse momento. Vou elencar algumas dicas que irá ajudá-lo a lidar e manter seu relacionamento bem saudável:



O interessante é deixá-la um pouco na “dela” e, ao mesmo tempo, se fazer presente, dar muita atenção e carinho, já que é um momento também em que a mulher se torna uma pessoa extremamente explosiva e com pouquíssima paciência. Ou seja, a sensibilidade e a carência estão presentes, em menor ou maior grau, e ela precisa de carinho! Parece uma idéia louca deixá-la na dela e ser presente, mas com o tempo, entende-se o significado disso; Outra dica é evitar conversar sobre assuntos que a deixe ainda mais irritada, então somente responda todas as perguntas que ela fizer e sempre dê a razão para ela e não aceite as brigas que normalmente elas sempre adoram neste período; Jamais diga a uma mulher que ela está de TPM, pois nenhuma mulher por mais que saiba que está de TPM gosta de ouvir isso de seu parceiro e poucas admitem que seja afetada pela TPM, normalmente nesta época as mulheres ficam com a auto-estima baixa e não querem que o seu amado piore ainda mais isso. Não fique reparando nos hábitos alimentares de sua parceira no período de TPM, pois algumas não comem absolutamente nada, agora em compensação outras comem tudo que vêem pela frente, mas lembrem-se tudo isso é culpa dos hormônios. De acordo com nutricionistas, consumir os alimentos certos pode ser um fator decisivo para evitar as brigas e mal-entendidos.
Confira as dicas da profissional:
- Pequenas refeições em curto espaço de tempo, ricas em carboidratos integrais, melhoram sintomas como a tensão e a depressão.
- Algumas vitaminas contribuem para o alívio do mal, diminuindo a ansiedade (tensão nervosa, variação de humor e irritabilidade), como a B6, que pode ser encontrados em banana ou couve-flor;
- A vitamina E, especificamente, alivia os sintomas da sensibilidade mamária e o magnésio diminui a retenção de líquidos e a vontade de comer doces.
- A soja contribui muito para os sintomas físicos da TPM, pois possui cálcio e isoflavonas, que agem no organismo diminuindo significantemente quadros como a enxaqueca, cólicas e inchaço.
Enfim, muito jogo de cintura conta nesse momento, além de conhecer o outro (a mulher com TPM) pode ser vital para saber o limiar de cada coisa nesse período. É claro que mulher não é tudo igual como parece e que mesmo sabendo-se de forma geral como lidar com isso, sempre prevalecerá às particularidades de cada uma. O intuito aqui foi apenas sinalizar alguns caminhos que podem ajudar.



* Pergunta extraída do livro: “Duvidas e impertinências sobre sexualidade humana” autoria do Profº Eduardo Campos.

Misturar sexo e amizade fortalece ou destrói a relação?

Imagem: Google


Na sua opinião, amizade entre homem e mulher realmente existe?



O envolvimento entre amigos que se conhecem há um bom tempo tem sido um fato cada vez mais comum no cotidiano atual e os motivos por essa escolha são os mais variados. Alguns se envolvem porque foram a uma festa e ficaram "alegres", outros fazem isso por carência e ainda tem aqueles que optam pelo amigo pelo grau de intimidade ou simplesmente porque descobrem que sentem atração pelo próximo.


Mas até que ponto esse envolvimento pode fortalecer ou estragar o que foi construído há anos?


É preciso ficar claro que cada caso tem as suas particularidades e não é possível fazer nenhum tipo de generalização.

Confira abaixo algumas sinalizadas dos prós e contras desse tipo de envolvimento:


Prós




  1. Ter um relacionamento sem cobrança;


  2. Saber que independente da relação íntima, você poderá contar com o outro em qualquer circunstância, afinal, você são melhores amigos;


  3. Estreitar ainda mais as afinidades e intimidade que já existem;


  4. O entrosamento pode ser bacana, já que as confidências sobre o que ambos gostam podem ter sido reveladas em algum momento do relacionamento.

Contras




  1. Uma das partes pode se envolver mais que a outra e isso pode abalar a amizade;


  2. É possível que haja arrependimento e até mesmo frustração por misturar as coisas ou por não ter acontecido do jeito que você imaginava;


  3. No início o clima pode ficar estranho, já que vocês não estavam acostumados a ter esse tipo de intimidade;


  4. Pode ser que os amigos que vocês tem em comum fiquem sabendo do que aconteceu e isso pode gerar desconforto.

Dica


Antes de tomar qualquer decisão converse com o seu amigo e analise se ambos tem os mesmos objetivos para que as expectativas de ambos não sejam frustradas.

Dá para amar dois ao mesmo tempo? Oh! Duvida cruel hem.

Imagem: Google




Há religiões em que um homem pode se casar com até quatro mulheres – desde que consiga sustentar e dar a cada uma o mesmo padrão de vida. Não pode haver diferenciação na oferta ou na promessa. Há outras coisas que também deve fazer: ir a Meca uma vez na vida, rezar todos os dias, ajudar os mais necessitados etc, etc… Levando em consideração diferenças culturais, sustentar diversas mulheres é muito diferente de amá-las, certo?



Essa semana um leitor me fazia essa pergunta: “Será que dá para amar duas mulheres ao mesmo tempo? Aqui na nossa cultura ocidental, com todas as complicações que isso pode acarretar na vida de qualquer um? Será que temos energia suficiente para dar a uma e outra a mesma atenção e cuidado? Sem falar nas conseqüências, no que vem depois: mágoa, confusão, ressentimento e dor é o que vamos provocar para nós e para o outro – nesse caso, outras?”.


É importante ampliar o olhar quando tratamos dessa questão que é tão delicada. Não dá para fazer omelete sem quebrar o ovo, certo? Não dá para se envolver com duas pessoas sem que uma ou outra sejam feridas… Ao mesmo tempo, entendo que não dá para se aprisionar em uma relação que já acabou! O ideal mesmo seria viver uma e depois outra. Ao mesmo tempo, bem, ao mesmo tempo nos tornamos dissimulados, mentimos, não somos nós mesmos em um ou outro lado.



Fico aqui então pensando qual o sentido disso tudo. Qual a busca de um homem ou uma mulher que justifique o apaixonar-se por dois outros simultaneamente? O que mais vejo é gostar de um por que é inteligente e de outro por que é divertido. Gostar da cumplicidade e da intimidade criadas com um e viver os riscos com o outro, etc…Até o ponto em que nos tornamos estranhos para nós, para o outro, para os outros!



Amar a outro demanda tanto foco e atenção, diria até abdicação. Por mais que tentemos dividir por dois, por três, não será mesmo amor. Pode ser paixão, pode ser amizade, pode ser qualquer coisa. Afinal, QUEM AMA NÃO MATA! Amor tem um quê de incondicional, de decisão, de responsabilidade e respeito que tudo o mais não tem, daí a diferença.



No casamento



Então isso quer dizer que, se admito que possa me trair, me tornar um mentiroso, me fazer pior e mais, se faço para mim, porque não para o outro que está lá do meu lado? O que me faria crer que isso é amar?



Isso faz mais sentido quando um está extremamente confortável no seu casamento, porque lá recebe carinho, amor, amizade, etc… Está financeiramente também resolvido, mas amor, bem, o amor, de sua parte, em alguns casos já se foi. Já se transformou em amizade, em algo a mais…
Então, por “n” questões (culpa, desvio de comportamento, paixão, falta de coragem, conveniência, etc, etc), mantém vidas paralelas. É nesse momento, em que não se está feliz nesse conforto desconfortável, que encontramos outro e voltamos a ser criança! Apaixonamo-nos, viramos adolescentes de novo. Voltamos a nos cuidar, retomamos nossa auto-estima e então – por amor ou até remorso – reascendemos também a chama do casamento já quase apagada…
Talvez por isso, em muitos casos, a amante ou o amante servem de alavanca para que o outro ponha um ponto final na sua relação, de bode expiatório para que o outro entenda de uma vez por todas que é muito melhor estar casado, ou de fato, para fazê-lo, compreender que o amor existe. Em qualquer dos casos, é mínima a possibilidade do outro se dar bem…



Perdoe-me se estou sendo tão direto, mas acontece dessa forma. Fale com os amigos, converse, envie seus comentários e histórias – você verá que só mudam os personagens, o cenário, o conteúdo é sempre o mesmo. Uma relação desgastada que precisa de fôlego para reascender e outro incauto que entra de gaiato ou gaiata…Quem é mais usado nesse caso? Quem usa quem?


Troca



Verdadeiramente, sempre há uma troca e sempre podemos aprender com o que nos chega ou com aqueles que decidimos incluir nas nossas vidas. Nada é em vão. Nada é por acaso. Se escolhermos viver uma história dessas, que não é nossa, é porque precisamos disso para também nos redescobrir, também acordar.



A questão e o convite que coloco aqui é que, uma vez despertos, bola para frente. Incluir esse tipo de situação na nossa vida, ficar nesse tipo de relação – seja do lado de dentro ou de fora – nem sempre traz felicidade. Não tem boa energia. Até porque, por princípio, tudo já está tão emaranhado que dificilmente se pode sair sem se machucar…



Enfim, pense, reflita, busque o sentido para a vida e para o amor. Olhe para dentro. A resposta já está lá. Basta acessá-la.




Fonte: yahoo.minhavida.com

Porque os homens têm dificuldade em terminar relacionamentos? Vamos Descobrir...

Imagem: Google




Você está percebendo que o seu relacionamento não é mais o mesmo?


Tenta conversar com o seu parceiro, mas ele sempre tem uma saída ou muda de assunto? Em muitos casos, a mulher percebe que o homem não está mais afim da relação, porém, não toma nenhuma atitude. Em geral, as mulheres se incomodam com isso e querem reverter a situação, tentar melhorar ou terminar de vez e o companheiro não colabora.




Confira abaixo algumas razões pelas quais a maioria dos homens não tem a iniciativa de romper o relacionamento:




1 - Comodismo: muitos homens mantém o relacionamento pelo simples fato de ser mais cômodo. Estar com a pessoa há tempos, conhecer seus hábitos, costumes, enfim, é mais prático do que começar de novo. Além do que, eles são mais resistentes a situações incômodas;2 - Medo: a solidão é algo que preocupa os homens. Eles tem medo de terminar a relação, não encontrar outra parceira e deixar a ex-mulher livre para outras aventuras, pensando que ela poderá se dar melhor;




3 - Facilidade: em geral, as mulheres são mais articuladas e gostam de discutir a relação, ao contrário dos homens. O parceiro se aproveita disso e vai empurrando a relação, pois sabe que a parceira tomará uma atitude em algum momento. Segundo o especialista em relacionamento amoroso Ailton Amélio, professor da Universidade de São Paulo (USP), quando um cara quer dar fim a uma história, ele tende a ir aumentando os custos e diminuindo os benefícios, esperando que a mulher tome a iniciativa de terminar ;




4 - Receio: isso varia de relação para relação, já que algumas mulheres são extremamente dependentes de seus parceiros. Dessa forma, o homem tem receio de romper e ela entrar em depressão, por exemplo;




5 - Status: é importante para o homem mostrar para a sociedade que tem uma parceira, uma família, já que isso é sinônimo de status social no trabalho, entre os amigos e na família.




É importante lembrar que há homens mais ativos e mulheres mais passivas também, depende muito de cada relacionamento, mas geralmente as mulheres são mais proativas.

Como saber: Sexo sem amor ou amor sem sexo?

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A gente passa um bom tempo da vida escolhendo parceiros. Tanto os homens quanto as mulheres. Queremos o melhor pra nós...e ter alguém que seja aquela pessoa que nos completa, e a quem completamos. E de tanto buscar, um dia encontramos. Poderia e deveria ser ótimo...
A não ser por um detalhe: E se essa pessoa não correspondesse sexualmente aquilo que esperávamos? O que fazer se a pessoa tem todas as qualidades que nos completa, mas não te oferece o sexo que você gostaria de ter? Escolher em ter “várias pessoas” sem se apegar a nenhuma, sem criar vínculos, mas tendo um sexo de qualidade OU escolher a uma pessoa com quem dividir a vida, os gastos, o futuro e os sonhos, mas que te oferece um sexo insatisfatório e morno?


Eis o grande dilema: Ter SEXO SEM AMOR...Ou ter AMOR SEM SEXO?
A escolha é fácil quando estamos em uma fase de descobertas. A resposta vem com a mesma rapidez como se escolhe os parceiros...Mas e quando chegamos à idade adulta, querendo mais do que “apenas sexo” com alguém, e nos vimos diante de tais opções? Difícil saber que rumo tomar, né?


Duas coisas devem ser primordialmente consideradas:


1º.) Aquilo que você conhece da pessoa escolhida: A forma como ela reage a pequenas coisas. A pequenas desavenças e a pequenos agrados. Se reação lhe incomoda POUCO hoje, com o passar do tempo, será que aquilo não te irritará MUITO? A relevância de um problema é proporcional a importância que damos a ele, e fechar os olhos para coisas que incomodam pode ser um preço alto a ser pago se considerarmos o “efeito cumulativo” que eles podem ter.



2º.) A intimidade: A intimidade em um relacionamento é essencial. A forma como enxergamos aquela pessoa excluindo-se todas as convenções sociais é aquilo que nos faz ter, além de tesão, carinho, respeito, orgulho por quem está conosco. É o que nos dá a base pra amarmos a “verdade” daquela pessoa. Se a intimidade é nula, geralmente o relacionamento é superficial.
Mas, uma vez que estas reflexões tenham sido feitas, falta uma terceira consideração a fazer, e isso diz respeito diretamente ao sexo.



O sexo é o “termômetro” de uma relação. Ele mede a intensidade dessa relação, o nível de intimidade, o nível de cumplicidade. É ele quem torna um “grande amor” num “amor inesquecível”. E como tal, não pode ser ignorado, ou ter sua importância reduzida. É através do sexo que se aliviam tensões, que se alimenta “mais intimidade” na relação, que nos mostramos por completo, e que mostramos uma parte da nossa personalidade. Ignorar isso seria simplesmente ir contra nossa própria natureza. Reduzir a importância do sexo num relacionamento seria o equivalente a comprar uma Ferrari e ignorar sua potência de motor, fixando-se apenas na beleza e no status que ela proporciona. E se uma Ferrari é o que representa, isso acontece por causa do motor que tem, que é condizente com todo o resto que fica aparente.
Qualquer que seja a SUA escolha, faça conscientemente. Só você é capaz de saber quais são suas prioridades.



Fonte: Luciana Becharat

E agora! o sentimento acabou! Saiba como reagir quando ele se vai.

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Vivemos constantemente em busca de alguém que nos ame, nos escute e nos faça sentirmos importantes, independentemente da beleza física. Muitas vezes essa procura é longa, mas um dia finalmente você encontra AQUELA pessoa, alguém que faça você se sentir no topo do mundo. É parte natural do processo de desenvolvimento humano ir mudando de opinião, interesse e ritmo no decorrer da vida, e para que um relacionamento permaneça inabalável, é ideal que as duas pessoas mudem junto.


Com o passar do tempo e da convivência percebemos que já não caminhamos mais lado a lado, e sim estamos indo em direção oposta um ao outro.


Chega então o dia em que o homem ou a mulher (quando não os dois) sente apenas um carinho pela outra pessoa, e não mais aquele fogo, aquela paixão arrebatadora. Fica o carinho e o respeito.


A partir desse momento, essa pessoa começa a sentir o irreversível desejo de se apaixonar novamente. De sentir um frio na barriga, de suar frio, de tremer quando se aproxima da pessoa desejada.


Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente. (Martha Medeiros)


Aí então somos atingidos por uma tempestade de pensamentos negativos e todos os nossos traumas, inseguranças e sentimentos de solidão e de abandono que há tempos estavam esquecidos voltam a nos assombrar como fantasmas, fazendo o passado voltar a ser presente. Quando agimos com humildade, e percebemos que aquela pessoa já não cabe mais na nossa vida (ou nós na dela), começamos a pensar que já estamos velhos demais para iniciar uma nova busca, que já não somos mais tão atraentes, que vai ser difícil alguém me aceitar como sou, e acabamos ficando estagnados, com medo de não encontrarmos outra pessoa e passarmos a vida inteira sozinhos, na mais completa solidão.


Mas não é pior o sentimento de estar sozinho tendo alguém do seu lado? Todos nós na vida temos o direito à felicidade de estar com uma pessoa que nos completa e nos faz sentir importante. Se um amor chegou ao fim, cabe aos dois seguirem suas vidas, cada um para o seu lado, e começarem a jornada em busca da felicidade. Nunca é tarde para encontrar o amor, a vida dos dá todas as oportunidades de seguir em frente, de cabeça erguida em busca daquilo que queremos.


Claro que nem sempre é fácil uma separação, mas se a angústia e o sofrimento deram lugar ao amor, porque continuar? Mesmo que seja muito complicado o processo de separação, talvez este seja o passo principal para que ambos possam começar a ter aquela velha alegria de volta. Fomos feitos para amar e ser feliz e para isso que devemos viver, buscando o melhor para a nossa vida, sempre.


Lembrando que sempre é hora de ser feliz, nunca, mas nunca é tarde demais. Temos sempre um novo dia pela frente, e devemos vivê-lo da melhor maneira possível.


Quero, um dia, dizer às pessoas que nada foi em vão... Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim e que eu sempre dei o melhor de mim...


E que valeu a pena (Mario Quintana)




Tão bom quanto morrer de amor, é continuar vivendo. (Mario Quintana)


Fonte: Milena Lhano

Impotência masculina e a Situação das mulheres: Como devo ajuda-lo?

A disfunção erétil, popularmente conhecida como impotência sexual masculina, afeta cerca de 10% dos homens e pode causar um desgaste enorme na qualidade de vida do casal, resultando em sentimentos de abandono, frustração, angústia, ansiedade ou raiva.
Infelizmente, por mais compreensiva que uma mulher seja, ela jamais poderá entender completamente a impotência sexual a partir da perspectiva do homem. Uma mulher pode fingir um orgasmo, mas um homem jamais conseguirá fingir uma ereção. É por isso que aqueles que sofrem de disfunção erétil procuram sempre as desculpas mais esfarrapadas e, quando são confrontados com o problema, tendem a se sentir culpados e inseguros. Eles não têm como ou onde se esconder.



Outras coisas básicas



O pior – e mais triste – da história da disfunção erétil é que a imensa maioria dos homens se esquece na hora daquilo que ainda é capaz de fazer: criar um clima sensual, beijar, ser agradável, romântico, etc. O fundo da verdade é que muitos não estão preocupados em dar prazer para sua parceira. Querem apenas provar para si mesmos que ainda são “Homem”, com H maiúsculo. Ter uma ereção confiável é como um carimbo de qualidade no subconsciente masculino: “ainda sou macho!”. Lamentável.




Companheirismo



Vez ou outra, recebo perguntas e duvidas no blog de homens procurando um possível tratamento para a disfunção erétil sem conhecimento de sua esposa ou parceira. Sempre oriento que ajuda medica e sempre bem vinda. Mas tem um detalhe a maioria vai sozinha ao consultório. É óbvio que boa parte destes casos não possuem um bom resultado terapêutico. Os mais bem sucedidos são aqueles que os homens devem ir ao um consultório medico acompanhados. A avaliação do casal, a compreensão mútua do que está acontecendo e do que pode ser feito, é a chave para o sucesso.




Se você tem um exemplar desses em casa e deseja ajudar, minha recomendação é: procure um bom momento e pergunte diretamente “O que eu posso fazer para lhe ajudar?”.
Determinar exatamente qual é este momento é uma decisão delicada, mas vale a tentativa. Caso ele negue o problema, insista, mantenha uma atitude positiva, apele para os sentimentos de “macho protetor” que ainda existem sob aquela couraça. Por exemplo, você pode abordar a situação dizendo “eu tenho um problema e preciso que você me ajude”. E o seu problema é o fato dele ter um problema que afeta vocês dois.
Você também pode iniciar uma conversa sobre a disfunção erétil falando dos seus sentimentos: “Tenho me sentido mais sozinha ultimamente” e etc, e emende daí o motivo da sua solidão. Abordar o problema a partir de como você se sente em termos emocionais ajuda a retirar o homem da defensiva. Em uma relação onde existe amor, o desejo dele em vê-la bem o tornará capaz de contornar muitos obstáculos – inclusive o embaraço de admitir que sofre de disfunção erétil.



Existe tratamento



Se vocês têm uma linha de diálogo mais franca e você sentir que é possível, vá direto ao ponto: pergunte se ele sabe de alguma clínica ou médico especialista em disfunção erétil. Atualmente, mais de 80% dos casos de impotência crônica são causados por problemas físicos, orgânicos, que podem ser tratados. Por que continuar perdendo tempo?



Qualquer que seja o caminho que você tomou, assim que você conseguir convencê-lo a ir a um médico, vá junto. Não sei como, mas dê um jeito. Tenho certeza que sua presença no consultório na primeira avaliação será essencial. Se você o deixar ir sozinho, ele vai terminar dizendo ao médico que passou só para checar a pressão, contará duas piadas e não dará uma palavra sobre o problema. “E isso não constrói” O tempo passou, mas ele continua terrível, eu sei.






Sexo: De que jeito você gosta?

imagem google


Pare de rotular as situações e aproveite todos os momentos






Hoje em dia é muito comum acusarmos a mídia, especialmente a televisão e a liberdade sexual por todos os males que afligem o mundo.



Mas, quando se fala de sexualidade todas essas ferramentas têm um papel muito importante, pois desde os movimentos de liberação feminina na década de 60, foi por meio da mídia que as mulheres se mostraram ao mundo como pessoas sexuadas, ocuparam seu espaço e conquistaram seus direitos na vivência de uma sexualidade plena e prazerosa. Por outro lado, desde os anos 80, época auge da coroação dessa liberdade, aconteceu o inesperado.



Mulheres e homens começaram a creditar seus sucessos nessa área de maneira equivocada, calcadas muito mais na perfomance e nos modelos que nos induzem a crer que aquele sexo visto nos filmes românticos com temas musicais de arrepiar são, na sua expressão, o verdadeiro sexo. E ai do parceiro que não corresponda a essa idéia e não faça do encontro sexual um espetáculo recheado de gentilezas e palavras que por sinal não fazem parte do cotidiano nem da história daquele casal.



Nesse contexto, é muito comum ouvir queixas sobre o tempo de duração da relação sexual como diz o ditado ´tamanho é documento´.Ah! Já que falei em tamanho precisamos um dia conversar para desmistificar as questões ligadas ao tamanho do pênis e do busto. Isso fica para outro artigo.



Hoje falo da qualidade de uma relação sexual, na qual diferente dos filmes, conversas de sala de espera ou mesmo de botequins, deixam a idéia de que o sexo só pode ser bom e prazeroso se for demorado. E o que é demorado? Essa questão de tempo pode ter variações que vão do sexo de duas horas até uma noite inteira. Ou, quem sabe, como ensina o sexo tântrico dias de puro prazer? E como seria nos propormos a tirar todo o prazer do mundo seguindo esse preceito?



Sabemos que essa não é a nossa realidade nem de ninguém que vive em centros urbanos, pois homens e mulheres gastam seu tempo no trabalho, estudando, no trânsito, resolvendo problemas. Seria utopia imaginar cenas de sexo ardente e disponibilidade ou pique para viver horas de um sexo maravilhoso.



O que precisamos ressaltar é que a sexualidade é intima e pessoal e a ligação entre duas pessoas que se desejam é justamente a criação de uma intercomunicação sexual que independe de modelos e palavras. Ela acontece respeitando apenas os instintos. Ah! Agora a coisa pega. Ser instintivo equivale, no mínimo, a ser como um animal irracional. Mas, convenhamos, que delícia obedecer apenas o desejo. Infelizmente, tudo que é relacionado ao instinto geralmente é associado à agressividade e ao primitivismo. Mas isso não é verdade!



Quando fazemos uma reflexão de todos esses aspectos fica cada vez mais claro que a expressão e a vivência de nossa sexualidade não é, não pode e nunca será igual a do vizinho, da melhor amiga ou mesmo a repetição de modelos familiares que impregnam o imaginário da maioria das pessoas, mesmo daquelas que se consideram imunes às influências. Pense nisso!






Você costuma comparar o seu relacionamento com o daqueles que estão à sua volta?

fonte: yahoo.minhavida.com

domingo, 6 de junho de 2010

Antes só que mal acompanhada




Antes só que mal acompanhada


Está sozinha? Muitas mulheres preferem a solidão a homens errados


Responda rápido: você está satisfeita com a qualidade do seu relacionamento? Se a resposta foi 'sim', considere-se sortuda! Primeiro, porque não é fácil tirar a sorte grande no amor. Depois, porque você encontrou o meio-termo entre as reclamações e os elogios, coisa difícil de se ver por aí atualmente. No entanto, se você respondeu 'mas eu nem estou em um relacionamento', não se desespere e junte-se ao clube: cada vez mais mulheres estão neste barco.




Será que estamos cansadas dos homens? Desistimos? Não é bem assim. Até o meio do século passado, meninas eram educadas para se tornarem boas moças: educadas, simpáticas e... casadas. Principalmente no Brasil, a participação feminina no mercado de trabalho era restrita e a maior satisfação das mulheres era ter um marido carinhoso e uma linda família. E, se ele não fosse assim, tão carinhoso ou atencioso, as falhas eram perdoadas, 'afinal, ele trabalha tanto, passa horas naquele escritório'.


“Enquanto você se dedica a uma pessoa que não é nada do que gostaria, as que poderiam interessá-la de fato passam do seu lado e você nem nota” pois é, hoje os tempos são outros.



A vida é corrida e o sexo feminino trabalha como nunca antes. Aliás, trabalha, se estressa, critica e quer mais, muito mais. O quesito 'relacionamento' teve sua importância amenizada (mas nunca apagada!) e ainda assim é top no rol de itens dos quais reclamamos. Mas temos razão?
Sim e não. Ao mesmo tempo em que os homens andam preguiçosos, as mulheres estão intolerantes. É conflito na certa! A antropóloga Mirian Goldenberg, professora da UFRJ e autora de "Infiel: notas de uma antropóloga", critica esta característica, mais comum nas moçoilas: "O homem quer, acima de tudo, compreensão. E só encontra mulheres profundamente insatisfeitas, que reclamam o tempo todo. A compreensiva acaba sendo uma raridade e muito valorizada por eles, que querem paz e sossego", afirma.


Mulheres (Im)perfeitas


A verdade é que a mulher está passando por um momento confuso na sociedade. Ela tenta se firmar como profissional competente, manter as amizades, sociabilizar, ser independente e ativa e também construir uma família. Ela quer tudo e sem imperfeições. O problema é que muitas assumem tamanha carga por se sentirem culpadas. A herança cultural ainda tem um peso muito grande e a mulher que decide não formar uma família é mal-vista. Então, ela hesita. E mesmo tão decidida, acaba não sabendo o que quer.
Isto origina situações dúbias, como a de mulheres seguras e confiantes que desenvolvem medo de tomar a iniciativa para não serem taxadas de fáceis. Ou outras que não resistem à pressão da sociedade e emendam relacionamentos sem significado, só para não ficarem sozinhas. A jornalista Leila Ferreira, autora de "Mulheres. Por que será que elas...?", diz que este segundo caso é bem comum. "Isso acaba sendo uma cilada. Enquanto você se dedica a uma pessoa que não é nada do que gostaria, as que poderiam interessá-la de fato passam do seu lado e você nem nota", comenta.


Com isso, um eterno ciclo é formado: elas reclamam das características dos namorados e tentam transformá-los; eles se irritam e fazem questão de não mudarem, quando no fundo elas deveriam perceber que estão naquele relacionamento pelos motivos errados. "Não digo que a gente deva esperar pelo príncipe encantado. Existe uma frase da (cantora) Cher que é perfeita: 'Enquanto o homem certo não aparece, vou me divertindo com os errados'. Mas se divertir é uma coisa, investir numa relação que não nos preenche é outra bem diferente", complementa Leila.
Que o diga a professora Camilla Rezende. "Cresci com minha mãe separada, tomando decisões sozinha e via as mães das minhas amigas dependendo dos maridos para tudo. Jurei que nunca seria assim, até que conheci o Leandro". Vocês já imaginam o final desta frase, não? Apaixonada e empolgada com seu primeiro relacionamento sério, Camilla se deixou levar. "Ele era machista e fui abrindo mão das coisas aos poucos. Parei de sair com amigas, colegas da faculdade. Mas no início não me importava. A situação foi piorando quando ele começou a criticar minha forma de ser e dizer que eu não seria uma boa esposa, só porque eu não gostava de arrumar o quarto. Um absurdo!", reclama.


Assim como Camilla que, garante, não adotará mais tal postura da próxima vez, cada vez mais mulheres optam por se imporem logo de cara e mostrarem como realmente são. E se ele não gostar, até logo. "Hoje minha vida é corrida. Trabalho muito e lido com o corpo, tenho que me preservar. Normalmente, não saio às quintas, nem sextas ou tampouco aos domingos. Relações acabam sendo incompatíveis. Não sou de ficar, já passei da fase do momentâneo e também não quero perder meu tempo, prefiro me divertir com meus amigos, pessoas com gostos em comum", conta a professora de dança Kelly Diane.


“Na verdade, o melhor não é procurar e sim, encontrar. Volte-se para as próprias realizações e amizades. As mulheres centradas em suas vidas acabam encontrando mais e melhores parceiros”


A advogada Cristina Dutra faz coro. "Optei por me manter solteira devido ao meu estilo de vida. Além disso, tenho ótimas relações com meus amigos, que me fazem companhia. Vivo o que a vida me dá e estou bem satisfeita", afirma. Este discurso tão direto, apesar de honesto, acaba assustando vários homens que não lidam bem com esta nova imagem feminina. E será que é um comportamento saudável? "Não existem garantias no terreno amoroso. Querer investir só naquele que tem todas as chances de dar certo é uma ilusão. Só com muita sorte a gente acerta de primeira. Faz parte quebrar a cara algumas vezes até que o Mr. Right apareça", esclarece Leila Ferreira.


Só que muitos homens não podiam estar mais longe de serem o tal Senhor Perfeito, e alguns têm mesmo uma parcela de culpa do cartório no quesito formação de solteiras convictas. Maura Souza relata seus contos nada de fadas: "Desde adolescente, sempre fui muito independente. Comecei a trabalhar cedo como esteticista e não pensava em encontrar o homem ideal; apenas alguém que valorizasse a relação e me apoiasse. Mas me deparei com uma sucessão de homens que não me respeitavam e até vantagens financeiras tentavam ter", desabafa.


Aprecie com moderação


E o que se busca em um homem, afinal? Bem, não tentar roubar a namorada é essencial, tal como ser respeitoso, íntegro e afetuoso. No entanto, estes adjetivos são básicos. A mulher contemporânea quer, mais do que tudo, um companheiro no sentido literal da palavra. Ela quer que a relação funcione como uma parceria. Mas este príncipe consorte está por aí?
Mirian Goldenberg dá a sua opinião. "Existem inúmeros tipos de homens no mercado. Muitos não fazem esforço, pois pensam que há mulheres sobrando, desesperadas por terem um par. Porém, existem os atenciosos, respeitosos, delicados e muito carinhosos. É só procurar bem e não aceitar qualquer um. Na verdade, o melhor não é procurar e sim, encontrar. Volte-se para as próprias realizações e amizades. As mulheres centradas em suas vidas acabam encontrando mais e melhores parceiros", pondera.

Definitivamente, a palavra é equilíbrio. Não exigir tanto, não ceder tanto. E reclamar muito, muito menos. Aceitar as imperfeições do outro, mas principalmente, reconhecer as suas. "Já não somos Amélias, mas também não precisamos ser a chamada "bitch", intratável, impossível de se conviver", finaliza Leila Ferreira. A conclusão que se pode tirar é que não há mocinhos nem bandidos: no jogo do amor somos todos aprendizes em busca de prazer e alegrias. E que seja eterno enquanto dure.


FONTE: ANA BRASIL

Antes Mal Acompanhada Do Que Só?



Antes Mal Acompanhada Do Que Só?


A expressão "Antes mal acompanhada do que só", foi usada para caracterizar o comportamento de mulheres do início do século, já que a expressão original "antes só que mal acompanhada" não reproduzia o perfil dessas mulheres, cuja atitude era de passividade, submissão e dependência (tanto financeira quanto emocional).
No entanto, tais características comportamentais que demonstraram ser tipicamente femininas, parecem não ter ficado integralmente no passado, como possamos imaginar. Sabe por que? Porque aquelas mulheres continuam aqui entre nós, em nova versão. Elas podem ser uma de nós, numa caricatura moderna, independente, competitiva, sensual. Porém, como toda caricatura, conserva alguns traços que revelam semelhança com aquela mulher do passado.



Observamos, na prática, que, ainda hoje, a expressão pode ser usada com a mesma propriedade que no passado, uma vez que encontramos um número surpreendente de mulheres que escolhem casar ou conviver intimamente, com parceiros que absolutamente não têm a ver com elas e nada possuem para lhes oferecer, além da falsa ilusão de um companheirismo. Falsa porque o autêntico companheiro é aquele que oferece presença, solidariedade, dá compreensão e carinho, está naturalmente atento às dificuldades e carências e, valoriza o diálogo. Ao contrário de qualquer atitude que seja interpretada como um gesto de amor, esse "companheiro" é alguém grosseiro, egoísta, destrutivo, violento, insensível e, ainda assim, é ao lado dele que essa mulher, da qual falamos, escolhe querer estar, incondicionalmente.
O que se percebe é o imenso conflito de emoções de uma mulher que parece conhecer muito bem esses sentimentos de hostilidade.



Se por um lado, dói reconhecer o desamor, por outro, descobre a identidade que tem com essas sensações e não lhe parece tão desconfortável, embora saiba que não dá para ser feliz. Mas, quanto mais for complicado e difícil romper com essa relação, mais características de conflitos antigos parece conter. Esses relacionamentos conflitados, em geral, refletem uma infância onde, provavelmente, tenha sido exigido muito esforço para ser amada, protegida, valorizada e, através de um relacionamente desses, a mulher tenta, inconscientemente, resgatar ferimentos antigos, tentando, de volta, a oportunidade de ciacatrizá-los. Esse homem, simbolicamente, representa a falta, a indiferença, a rejeição de uma experiência bastante familiar e, qualquer tentativa de rompimento com essa dor emocional, envolve a ameaça de sentir-se remetida a um lugar da infância que conhece tão bem e do qual tem um medo intenso que é o de ficar só e reviver um sentimento antigo de abandono.



FONTE: Angela Corrêa

quinta-feira, 27 de maio de 2010

NÃO QUERO MIGALHAS DO SEU AMOR

Migalhas
Sinto muito mas não vou medir palavras

Não se assuste com as verdades que eu disser

Quem não percebeu a dor do meu silêncio

Não conhece o coração de uma mulher

Eu não quero mais ser da sua vida

Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor

Quero ser feliz

Não quero migalhas do seu amor

Do seu amor
Quem começa um caminho pelo fim

Perde a glória do aplauso na chegada

Como pode alguém querer cuidar de mim

Se de afeto esse alguém não entende nada

Eu não quero mais ser da sua vida

Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor

Quero ser feliz

Não quero migalhas do seu amor

Do seu amor
Não foi esse o mundo que você me prometeu

Que mundo tão sem graça

Mais confuso do que o meu

Não adianta nem tentar

Maquiar antigas falhas

Se todo o amor que você tem pra me oferecer são migalhas

Migalhas
Eu não quero mais ser da sua vida

Nem um pouco do muito de um prazer ao seu dispor

Quero ser feliz

Não quero migalhas do seu amor

Do seu amorSinto muito mas não vou medir palavras

Sinto muito


Migalhas Simone Composição: Erasmo Carlos


pois é, o que achou da letra dessa musica? é a sua realidade?
vamos conversar um pouco sobre ela... Encontrar uma pessoa especial, amar e ser amado, viver uma relação plena. Este é o sonho da maioria das pessoas. De fato, encontrar um parceiro para a vida é um dos nossos maiores objetivos, e merece mesmo muita atenção e investimento. Mas será que isso é mais importante que a nossa felicidade individual? O que significa, de fato, estar com alguém? Por que será que existem pessoas que fazem de tudo de tudo mesmo só para estar com alguém, transformando-se em mendigos do amor, recolhendo migalhas que o parceiro deixa cair?



Algumas pessoas, quando estão sozinhas, ficam obcecadas em encontrar alguém para chamar de seu. Criam uma ilusão de que, ao encontrar um namorado ou uma namorada, instantaneamente seus problemas deixarão de existir. A ciência de fato já provou que nossa química se altera quando estamos apaixonados, e a sensação de bem estar é renovadora. Mas ela só é efetiva em uma relação recíproca, quando amamos e somos amados de volta. Em outros casos, a química pode se alterar de modo diferente.



É o que ocorre quando ficamos viciados em outra pessoa e nos comportamos em relação a ela como um droga dito se comporta com a cocaína. Conforme a idade avança, os homens e principalmente as mulheres ficam ansiosos com a idéia de ficarem sozinhos, de nunca encontrarem alguém. A pressão da família e dos amigos é grande, mas não é pior que a pressão que vem delas mesmas. Isso gera ansiedade, o que os deixa menos relaxados e espontâneos. Tanta energia empenhada em encontrar um companheiro, mais atrapalha que ajuda. Não são raras as pessoas que pensam as minhas opções diminuem com o tempo, então tenho que ser menos exigente para conseguir alguém. E de menos exigente passam a aceitar ficar com qualquer um, só para não estarem sozinhos. E o que dizer de quem já está em uma relação, mas não é feliz? Muitas pessoas permanecem em relações com parceiros que as fazem de gato e sapato. Os companheiros ligam quando querem, saem quando querem, progama a dois (nem pensar) inventar mil desculpas, são grossos e rudes, as brigas são constantes. Essas pessoas reclamam dos companheiros, mas não tomam nenhuma atitude para manifestar a insatisfação ou terminar a relação. Ficam à disposição do outro, e qualquer contato não importa a qualidade do mesmo é melhor que nada.



Aceitam a relação que o companheiro impõe porque percebem que esse é o único jeito de ficar com ele. É claro que queremos ter certeza que tentamos de tudo para a relação funcionar, fizemos o possível e, mesmo assim, não deu certo. Caso contrário, vamos ficar com a dúvida. Mas, muitas pessoas continuam em relacionamentos frustrantes porque não querem admitir para elas mesmas que o tempo, a energia e os sentimentos investidos foram por água a baixo. Mas se é difícil admitir que a relação fracassou adiar o término só faz com que ele seja mais doloroso. Equivale a postergar do luto. É como adiar a perda para evitar enfrentar o estar sozinho de novo.



Qualquer que seja a situação, estar com alguém priorizando o fato de estar em uma relação, e não a qualidade da mesma faz com que nos coloquemos em uma situação desfavorável, mendigando amor. Na posição de quem não pode ter vontades, não deve satisfazer seus desejos, não se permite ter aspirações. Na posição de quem tem que aceitar qualquer migalha, senão vai morrer de fome. Qualquer coisa que venha do outro serve, melhor que nada. Melhor que estar sozinho. Quem está nesse tipo de relação se livrou do problema da solteirice, mas arrumou um problema real. A preocupação excessiva em estar com outra pessoa cria um problema que não deveria existir, e camufla outro, que é real. Estar sozinho não é um problema Quando achamos que é um problema, na verdade procuramos a relação e o parceiro para servir de escudo que nos protege de nós mesmos. Para muitas pessoas, estar sozinho é o contrário de estar em um relacionamento. Ledo engano. Esta crença nos protege da cruel verdade: nós SOMOS sozinhos.



A jornada da vida é solitária; a cultura humana inventou o casamento e a vida a dois para amenizar a solidão, para compartilharmos nossas vidas com outra pessoa. Um casal é composto de duas pessoas diferentes que se encontram e que decidem, de maneira responsável, trilhar o mesmo caminho. Precisamos ser inteiros para estar em uma relação. Só podemos ser bons para o outro quando somos bons para conosco. Precisamos gostar de nós mesmos e da nossa companhia para esperar que o outro goste também. Viver das migalhas de amor do outro, além de nos deixar subnutridos, nos impede de nutrir a nós mesmos. Devemos esperar ser amados. Caso contrário, só encontraremos alguém para estar conosco por caridade.





Fonte: Cecília Zylberstajn

Adptação: Eduardo Campos

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COMENTÁRIOS - PITACOS - SUGESTÕES - ELOGIOS

Vejam o que os visitantes dizem do educar para humanidade.


Noosssaaa... o seu blog e um espetáculo Edu. Ou melhor vc e isso tudo. Um grande beijo de quem gosta muito de você.
Patrícia

Adorei esse blog, parabéns,contém muitas dicas úteis e interessantes. Que Deus te abençoe e q vc possa a vir dar mais dicas . Fica com Deus! O seu blog ....é show.
Julianne


Este Site é ótimo,e acredito que estas postagem ajudará , vários casamentos, parabéns pela iniciativa.
Carlos Alberto

Imagina que quando uma amiga me falou de você edu confesso que não acreditei. Será que ainda existem homem assim? Perguntei. Mas Quando vi você pela primeira vez fiquei encantada com o seu jeito de ser, te achei uma pessoa muito,muito, muito, maravilhosa, amiga, verdadeira, prestativa, séria... Quando eu conheci fiquei encantada com sua beleza, personalidade, caráter...Admiro demais você, na verdade me considero Sua fã número 1... Adoro ler seus textos aqui no blog. Assistir suas palestras um show de informação.
Hoje tenho certeza que és é uma pessoa muito especial pra mim pois ajudou e me ajuda muitoé um amor de pessoa ...você pode contar comigo pro que der e vier estou sempre disponível pra você viu meu lindo...Você é uma pessoa da minha extrema confiança Da sua eterna Amiga que te ama muito e te quer muito bem com carinho, amor e saúde bjos......
Priscila


Esse site esta de parabéns adorei tudo que vi por aki@!!! tudo de bom.
Anônimo

Poxa, ta bem legal seu texto, parabens.
Fernanda


Essas dicas eram o que eu precisava para tirar uma duvidazinha. Obrigado ao blog que eh um espetáculo.
Juliani


Eu acabei de ler sua mensagem sobre como manter um relacionamento e tem muitas coisas que estão acontecendo comigo, obrigado pelo blog e as dicas que vão me ajudar com certeza.
Ana

Eduardo pessoas como você, ajuda a escrever a historia da vida com muito mais amor, carinho e humildade, que bom que você existi... parabens pelo seu blog. Sempre vou admirá-lo... Que Deus te abençoe sempre.
Josi


Esse blog é realmente muito completo, tudo o que eu preciso tem aqui, só queria saber como fazer boas preliminares, rs. Mas tudo o que eu imagino tem aqui, é um site perfeito. Parabéns!
Adriana

Eduardo quando te vi pela primeira vez tive a certeza de ter encontrado uma pessoa especial, com a alma serena e doce ao mesmo tempo. Você é um ser iluminado por Deus e com uma missão muito especial. Gosto de estar com você de poder compartilhar meus "segredos" contigo e dividir minhas "angustias" principalmente pelo blog.
Lembre que você sempre poderá contar comigo a todo instante que precisar...pois estarei sempre aqui para te falar o quanto você é especial pra mim!!!!!!!!milhões de beijos carinhosos pra vc viu meu lindo!!!!!!
Josenilda

Como sempre Edu, uma ótima postagem. Fico feliz em saber do seu esforço em ajudar a humanidade escrevendo coisas significante aqui no blog,. Beijos com afeto.
Lindomar



Oi Eduardo, que blog massa, parabéns lindo, me visita se puder tá? , agradeço. Um grande abraço,
Erika.


Nossa, amei seu blog Eduardo, pricipalmente as postagem sobre os inimigos e amigos do orgasmo, quantas informações interessantes. Parabéns.
Karla luane


Estou adorando visitar seu blog! Parabéns pelo blog e pelos resultados já conquistados, isso que você faz é muito importante! Abraços.
Viviane


Parabéns pela criatividade e mais ainda pela continuidade dos textos sobre relacionamentos. Parabéns!
Junior


Ola. Ótimo seu blog. Adorei o post parabéns. A minha namorada é enfermeira e adorou suas palestra, abraços.
Joel santos

Ei Edu! Gostei muito do que escreve e como escreve. Gostaria de trocar figurinhas comigo?
Pedro


Eduardo Gostaria de acompanhar seu blog, é muito bacana seus texto. Me ajuda sou pouco leigo.
André


Muito bom o seu blog...Provavelmente eu deva voltar por aqui mais vezes, sucesso eduardo.
Anônimo


O blog é excelente e a escritor inteligente na medida certa. Parabéns pelo seu trabalho.
Elza


Eduardo Indiquei seu blog a vários amigos, é tão bom achar um Blog que nos descontrai ao mesmo tempo nos sinalizem coisas boas assim.
Márcia lima


Eduardo, querido... seu blog é realmente demais. Demais! Correto, comunicativo, educacional, sensível, genial! to muito orgulhosa de vc ter postado um texto de minha autoria aqui, valeu!
Patrícia

Eduardo o texto e as perguntas foram bem elaboradas e respondidas, mostrando claramente os problemas sexuais, bem como os caminhos para iniciar um tratamento. Atualmente se faz muito necessário este tema tendo em vista o alto índice de apelo sexual passado pelas mídias para as pessoas. Parabéns.
Anônimo


Meu querido Eduardo, parabéns pelo post esclarecedor, aliás tudo o que você escreve é de muita qualidade.parabéns.
Augusto


Eduardo, você fala desse tema de maneira tão natural, que nos dá a exata dimensão do assunto que estás tratando. Parabéns.Gosto muito de seu blog.Abraços
Walter


Muito bom esse pequeno artigo esta de parabéns colega.
Anônimo


Olá Eduardo seus artigos são muito bons, gosto principalmente da maneira franca como você escreve. As dicas estão perfeita, agora é ler e praticar. Abraços e bom fds.
Pedro Paulo


Um elogio curto e sincero: UAU! OTIMO! PERFEITO!
Anônimo


Adorei as perguntas! Amei todas as respostas! Foi perfeito me ajudou a entender o que esta acontecendo comigo, obrigado edu.
Anônimo

Excelente artigo. Alto padrão como sempre, parabéns eduardo!
Anônimo


Didático com sempre. Nunca usando de pornografia. Esse é o educar para humanidade.adoro acompanhar suas postagens.
Amadinha


Oi edu!! Boa noite !!! passando para conferir as ultimas postagem do blog... como sempre parabéns vc é tudo de bom!!!
Natalia


Ótimo conteúdo Eduardo, os temas escolhido é de muito bom gosto!!! parabéns pelo blog!!!
Gustavo

Gostei bastante do texto, não conhecia o seu blog, é excelente!
Marcos

Parabéns eduardo ! Seus posts são sempre atuais, instrutivos e com extrema qualidade e bom gosto na escolha dos temas e sua inteligente maneira de abordá-los. É com muito gosto que leio sempre seu blog. Abraços !!!
Eliane Almeida


Oi Edu, Autoconhecimento da sexualidade feminina, Que texto excelente, todos os homens devem ler isso, com certeza.abraços, valeu .
Anônimo

Puxa!educar para humanidade. Isso que é um belo manual! Adorei o seu blog. Sempre que passo por aqui aprendo mais e mais... Continue esse trabalho excelente. Parabéns pelo artigo, nota 10. Bjo
Leila Cristina







Ciclo de Palestras e Seminários nas áreas de Educação e Saúde para 2015



TEMAS EM EDUCAÇÃO
Avaliação da aprendizagem no século XXI.
O papel do professor: Transformando informação em conhecimento.
As muitas faces da profissão Docente.
Alfabetização e Letramento: os desafios contemporâneos.
Oralidade e Escrita: Dificuldade de ensino-apredizagem na alfabetização.
A importância do lúdico no desenvolvimento da criança
O Brincar e a Matemática
A proposta dos PCNS e sua relevância na formação dos cidadãos.
Um dialogo entre a psicopedagogia e a educação.
Direitos e Deveres da Criança.
Autoridade e Autoritarismo na Sala de Aula:Repensando a relação professor-aluno
Violência em casa: reflexo na escola. Como disciplinar sem bater?
Como trabalhar as relações humanas para prevenir a violência contra criança no ambiente familiar / escolar.
Família e Escola: educar é uma tarefa de todos.
Ética e Cidadania.

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE DO ESCOLAR

A Síndrome de Burnout : Como vai a Saúde do professor na Educação Infantil ?
Saúde Bucal (escovação e higiene).
Higiene e Saúde do escolar.
Alimentação: A obesidade e os transtornos alimentares.
Saúde e meio ambiente.
A importância do sono na vida do ser humano.
O que toda a criança precisa saber sobre segurança.
E agora: O que eu faço? Primeiros socorros.
As principais doenças da infância.
Doenças Sexualmente Transmissíveis.
AIDS/HIV

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE FAMILIAR

Lute pela vida: diga não as drogas.
Alcoolismo, tabagismo e suas conseqüências.
Hipertensão e dislipidemias.
O que todo diabético precisa saber.
Ficar amarelo pra que? Hepatite tem prevenção.
Fique ligado: hanseníase tem cura.
Prevenção do câncer: caminho para saúde.
Saúde bucal não tem idade.
Prevenção da violência contra idoso.
Mulher com saúde é mais mulher.
Abuso e exploração sexual de crianças e adolescente.
Infância perdida: prostituição infantil.
Sexualidade na escola: Como forma o filho para a vida sexual.
Sexualidade na adolescência.
Gravidez na adolescência.
Aborto e suas conseqüências.
Previna-se use camisinha.
Profissão criança: trabalho infantil isso não tem futuro.

E-mail: edu.com28@yahoo.com.br





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