sexta-feira, 18 de março de 2016

15 sinais de que você está na melhor relação do mundo



Será que o segredo da felicidade de um casal pode se resumir a 15 palavras? Provavelmente não. Mas é possível, com elas, analisar a relação, prevenir ou resolver problemas e renovar a principal: Amor aqui está os quinze sinais que provam que você está na melhor relação do mundo.
Eduardo Campos

O casamento é ordenado por Deus e é, portanto, uma instituição sagrada. Embora o número de divórcios cresça em todo o mundo, é bom saber que também existem muitos casais pelo mundo a fora que vivem um casamento feliz e estão sempre dispostos a dar o melhor de si e renová-lo a cada dia.
Um relacionamento duradouro se constrói à dois, dia a dia. A paixão definiu o ponto de partida. O amor se tornou a base. E com ele vieram a amizade, o carinho, o respeito, o companheirismo. Com a decisão de casar e viver juntos veio também a responsabilidade: como manter isso tudo vivo? É importante ver a relação como um caminho que os dois escolheram trilhar de mãos dadas. E para que essa caminhada dure e seja feliz, é preciso, a cada gesto, relembrar, fortalecer e renovar os motivos que motivaram o primeiro passo.

1- Vocês se respeitam
O respeito está presente na relação de vocês, tanto nas brincadeiras, quanto na forma que se dirigem um ao outro ou mesmo a forma como falam um com o outro. Vocês entendem que isso é fundamental em um relacionamento e nutrem isso a cada dia.

2- Vocês confiam um no outro
Vocês compartilham tudo um com o outro, e são além de casais, melhores amigos. Vocês sabem que podem confiar um no outro e, principalmente, que podem contar um com o outro para o que der e vier.

3- Vocês se admiram
A admiração é a nossa capacidade de sintonizar com o belo; é a saída da beleza de cada um de nós para encontrar o belo que existe no outro. Imagine viver com alguém que sentir estímulo para dizer: "Como você está bonita!", "Que inteligente você é!", "Sinto-me orgulhosa de seu trabalho", "Que comida gostosa você preparou!", "Como você está cheiroso!", "Adoro fazer amor com você porque você é ótima"... É preciso reconhecer algo na pessoa amada que seja digno de admiração. É necessário admitir, acreditar e sentir que a outra pessoa é inteligente, bonita, carinhosa, culta, forte, líder, solidária, sem que o reconhecimento dessas qualidades nos faça sentir inferiorizados em relação à outra pessoa.

4 - Vocês cultivam a Intimidade
Mantenham o contato físico. Um toque, um carinho, um abraço, são vitais para garantir a troca de energia e manter o clima de romance e a sensação de “presença emocional”. Além do carinho, a vida sexual também precisa de cuidados para não cair na mesmice. A falta de sexo pode ser tão prejudicial ao relacionamento quanto uma rotina sexual sem novidades. E trazer o novo para os momentos de intimidade é tarefa dos dois!

5- Vocês têm medo de magoar um ao outro
Não há nada pior para vocês do que ver o outro triste. Vocês jamais fariam nada que ferisse os sentimentos um do outro, seria como se estivessem machucando a si mesmos.

6- Vocês apoiam um ao outro
O apoio mútuo está presente no casamento de vocês. Você e seu cônjuge sinceramente acreditam no potencial um do outro e estão sempre preparados para dar aquela injeção de ânimo quando necessário. Vocês vibram com as conquistas um do outro.

7 - Vocês são companheiros
Um amor companheiro é aquele que aprende a ceder, a estar presente em situações que não são as suas prediletas (mas que podem até vir a se tornar), por respeito e carinho. O companheirismo leva à cumplicidade, fazendo o casal se entender com um simples gesto ou olhar. Admirar e defender o outro também faz parte.

8- Vocês se sentem seguros na relação
Nesse casamento não existe espaço para insegurança, você ama e sabe que é amado. Sabem que nada nem ninguém poderia atrapalhar essa união sagrada. Sabe que independente dos desafios, sempre estarão lutando lado a lado para vencê-los.

9- Vocês não têm olhos para outros
Vocês olham um para o outro e sabem que não poderiam ter casado com uma pessoa mais charmosa e linda, tanto por dentro quanto por fora. Vocês não têm tempo de olhar para outras pessoas, pois estão muito ocupados procurando formas de fazer um ao outro feliz.

10- Vocês sabem que fizeram a melhor escolha do mundo
Vocês se pegam pensando sobre o quanto foram abençoados por terem encontrado um ao outro e sentem-se felizes e gratos por terem escolhido ficar juntos. Ambos sabem que nenhuma outra pessoa seria capaz de ser o que são um para o outro.

11- Vocês sabem que a felicidade de ambos depende de si mesmos
Vocês não colocaram nas costas um do outro a responsabilidade de fazê-los felizes. Vocês sabem que a felicidade de uma pessoa depende única e exclusivamente dela mesma. E buscam ser felizes todos os dias olhando as situações cotidianas de maneira positiva e dando o melhor de si no seu casamento.

12- Vocês não tentam mudar um ao outro, mas a si mesmos
Vocês jamais tiveram a intenção de mudar um ao outro, mas ambos têm o desejo de se tornar o melhor que podem ser um para o outro, de mudar em si mesmos aquilo que pode ser prejudicial para o relacionamento.

13 - Vocês Dialogam
Falem o que está sentindo de forma clara e gentil, não em tom de crítica. Reserve tempo na relação para expressar seus sentimentos e, também, ouvir o outro. Não basta esperar a oportunidade, é preciso preparar o clima, abrir espaço para a conversa. A infelicidade é irmã do silêncio.

14- Egoísmo? Nem pensar!
Vocês podem dizer, sem dúvidas, de que o egoísmo não faz parte da vida que levam a dois. Vocês não se importam de abrir mão das coisas que gostam para agradar um ao outro.

15- Vocês sabem que um casamento requer 100% e não 50%
Vocês não acham que o casamento é dar 50% de si mesmos, mas 100% e acreditam que um casamento não pode ser completamente feliz com metades, mas com dois inteiros, determinados a darem o melhor de si no relacionamento.

Agora, se você não cumpre alguns desses requisitos, não fique triste! Essas são qualidades que ambos podem desenvolver no casamento. Portanto, chame seu amor para ler junto, façam metas e comecem a trabalhar juntos para melhorar nas áreas que precisam ser melhoradas. Com determinação, amor e muita paciência vocês logo conseguirão chegar no lugar que sempre quiseram estar no casamento!
Todos esses conselhos são resultado da observação e dos diversos estudos realizados ao longo da história dos relacionamentos humanos. Mas não existem receitas prontas para a felicidade. Cada casal deve descobrir seus próprios meios para tornar sua relação perene e feliz. O importante é que essa tarefa seja natural, permanente e, principalmente, mútua.

¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E - Elis Falcão Website: http://www.elisfalcao.com.br
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg





quinta-feira, 17 de março de 2016

Comunicação para Comunicar [e solucionar].





Existe uma ênfase no mundo empresarial para as questões da comunicação. Isso se justifica, uma vez que os grandes administradores já se atentaram para a prioridade na gestão de pessoas e métodos para uma comunicação eficiente, visando a maior lucratividade.
Chefes, subordinados e afins precisam se comunicar bem, calmamente, objetivamente, sem infantilizações ou ataques de cólera, afinal não existe quem queira perder o emprego ou o possível lucro por causa de uma frase mal formada ou mal falada. Ademais, a “máquina” precisa funcionar com eficiência, sob risco de se enfraquecer diante das crises que, vez ou outra, aparecem por aí. Cliente sempre tem razão e a organização precisará caminhar saudável, forte e plena, sem brigas internas, nem cisões alarmantes.
Mas, tanto aqui como em outros pontos cruciais da sociedade, o que vemos não é uma alteração de comportamento nas questões da comunicação, surgida por conta de uma mudança emocional, mas apenas adaptativa, circunstancial, por interesse material. “Sou polido onde preciso ser, já em casa, posso ser quem sou”, dizem alguns.
O problema nesta forma de pensar é que a infelicidade chega a galope. Não conheci nenhuma pessoa realmente feliz porque conseguiu manter o emprego sem dar conta de instituir relações saudáveis em casa.
Aliás, sob o ponto de vista familiar, raramente encontro aqueles que se comunicam com eficiência e maturidade, e os resultados são negativos, quando não, caóticos.
Tenho visto maridos entrando na caverna, acuados, enquanto esposas falam e choram suas mágoas para as paredes. Filhos usando a internet como cordas vocais, mas em silêncio absoluto na mesa da sala de jantar, como estranhos que, “por uma coincidência” necessitam dividir uma mesa de fast food, na lanchonete da esquina.
Celular virou pop star na sala, na cozinha, no banheiro e nos quartos. Muito mais interessante que a própria TV – a mais antiga rival dos papos em família. Será que o problema está no “maldito” aparelho ou na forma como nos comunicamos quando acaba a bateria? Se preferimos as milhares de postagens com frases clichês e imagens bonitinhas deve ser porque elas nos falam justamente sobre nossas crises e carências, confirmando nossa dor solitária, embora coletiva. Rubem Alves já dizia que “cada época fala sobre aquilo que lhe falta”. É isso.
Seja nos papos intermitentes de cotidiano ou quando decidimos por uma D.R. (discutir a relação, como se fala na “gíria” atual) o que geralmente se vê são jogos emocionais que acontecem através de modos diferenciados e criativos. Os diálogos (quando existem diálogos) não servem para comunicar algo sobre os sentimentos, percepções ou considerações outras, mas para manutenção das defesas e posições. Por vezes, desejamos muito mais atacar, manipular ou nos defender, que informar.
Fazer fofocas, rotineiramente, pode indicar uma busca de alivio de consciência. Quando falamos mal dos outros queremos dizer que somos melhores que eles, quando não desejamos encobrir o que temos de igual ou pior que estes tais a quem nos referimos.
Choros e muxoxos durante a comunicação sugerem uma regressão à infância com clara tentativa de manipulação, pois quando crianças nos acostumamos a usar destes recursos para convencer os adultos a realizarem nossas vontades infantis.
Silêncios na fala com expressões de desagrado na face [tão comum entre casais] é um tipo de ‘comunicação manca’, que chega muito mais para testar se a bola de cristal do outro é eficiente do que realmente informar algo relevante. O “comunicante” está mais preocupado em imputar uma culpa ao outro por sua incapacidade premonitória, que ajeitar uma situação de forma adulta.
Gritos coléricos são o resultado de emoções ligadas ao medo e à posse.
Dizem por aí que os gritos só chegam quando já perdemos os argumentos. No fundo, parece ser muito mais um ato de desespero que de comunicação.
Ironias descabidas servem para tentar informar que aquele que está ironizando é bem mais inteligente, esperto ou bondoso que o receptor da mensagem, quando na verdade, traz em sua estrutura básica, toques de sadismo. Quem quer dizer que a postura do outro não está sendo adequada pode e deve falar com empatia, sem provocações, pois os resultados das ironias são tão deficientes quanto os outros acima expostos.
Comunicação que comunica é aquela que usa de coerência, assertividade, calma e didática. Não fala mais que o necessário [e o suportável], não grita nem fere, mas informa e inclina, com o poder da paciência. Sai de uma boca para outros ouvidos com a clara intenção de buscar mais soluções que culpados; mais equilíbrio que desarmonia; mais compromisso que ruptura. Tem a empatia na base de seus argumentos.
Aliás, um ponto central na teoria da Comunicação Não-Violenta, proposta pelo Psicólogo Marshall Rosenberg, em seu livro de mesmo título, é de que precisamos resgatar o que há de mais genuíno no outro: suas emoções, sua força criativa, seu lado humano e bom, através de uma empatia real, nascida não na forma como nos comunicamos (aqui já falamos do efeito), mas de nossa intenção sagrada de ajudar. A comunicação, por conseqüência, será eficiente e positiva, porque pautada na força irresistível da compaixão.
No prefácio da obra citada, Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi e fundador do Instituto Gandhi pela Não-Violência, explica que “A não-violência significa permitirmos que venha à tona aquilo que existe de positivo em nós e que sejamos dominados pelo amor, respeito, compreensão, gratidão, compaixão e preocupação com os outros em vez de sermos pelas atitudes egocêntricas, egoístas, gananciosas, odientas, preconceituosas, suspeitosas e agressivas que costumam dominar nosso pensamento.” Resumidamente é, entre outras coisas, nos comunicarmos usando o que há de melhor em nós, deixando de lado defesas, medos, angústias ou outros problemas do nosso ego engessado.
Muitas pessoas passam uma vida inteira se comunicando de maneira equivocada ou até mesmo violenta, sem que se darem conta disso, transformando o mundo interno e externo em um verdadeiro campo de guerra. E isso se amplia no campo social, no macro, logicamente.
Por fim, considero que “comunicar comunicando” [e solucionando] é, por fim, uma arte. Aquele tipo de arte que se aprende [e que precisamos exercitar ao longo da vida!] com boa dose de compaixão, usando o pincel do bom senso e as tintas do bom humor.
E tenho dito!

¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  

³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

quarta-feira, 16 de março de 2016

A cama dos Pais!

A cama dos pais tem um íman e cá para mim (ninguém me convence do contrário) tem uma magia soporífera, um misterioso pó de amor impregnado nas almofadas, que faz com que os filhos adormeçam imediatamente e que o pior dos pesadelos, o mais trepidante terror noturno, fuja a sete pés.
Na cama dos pais, o último refúgio dos medos, a paz é absoluta e total.
Ali chegam, levados por pais extenuados e vencidos, ou pelo seu próprio pé, transpirados e assustados, passarinhos a voar de noite aos encontrões pelos corredores da casa, até chegarem ao lugar dos lugares. Dois colos com lençóis macios e o cheiro dos progenitores. Caem que nem tordos a dormir, apaziguados.
Os pais fingem que se importam, na manhã seguinte: «Lá foste tu para a nossa cama! Quando é que aprendes a ultrapassar os medos e a dormir sozinho? Tens de crescer!», mas nem olham muito nos olhos dos filhos quando dizem estas coisas, com medo de que eles descubram que naquele breve regresso ao ninho, ao berço inicial, os pais se enchem de amor e ternura e também eles se confortam nas suas inquietações.
Um pescoço morno. Uma mãozinha gorducha no nosso cabelo. Um pé de regresso à costela da mãe. A respiração tranquila na fronha partilhada.
O desejo secreto de que o ninho fique assim para sempre. E que a manhã demore muito a chegar.
Que o misterioso pó de amor das almofadas preserve para sempre estas excursões noturnas de mimo que não são mais do que um inteligente prenúncio, de uma saudade imensa, dos melhores dias desta vida.
Fonte: Rita Ferro

terça-feira, 15 de março de 2016

Maneiras de ser a pior mãe do mundo



Uma vez, eu saí da loja, sem dar a bolacha que meu filho fez birra para conseguir. Uma mulher me parou no estacionamento e me disse que eu era a melhor mãe naquele local. Já minha filha não tinha tanta certeza disso. Quando seus filhos lhe disserem que você é má, tome isso como um elogio. A nova geração tem sido chamada de a mais preguiçosa, mais rude, e a com mais títulos da história. As histórias sobre crianças que são difíceis de lidar assustam até a melhor das mães. Novidade: não são apenas as crianças, são os pais. É fácil querer jogar a toalha e desistir de brigar com seus filhos. Afinal, todas nós não queremos ser a mãe legal? Não desista. Eles podem pensar que você é malvada agora, mas eles vão agradecer-lhe mais tarde.
Aqui estão 12 maneiras de ser a pior mãe do mundo:
           
1. Faça seus filhos irem para a cama a uma hora razoável
Será que existe alguém que não tenha ouvido o quão importante uma boa noite de sono é para o sucesso de uma criança? Faça seu papel de mãe e coloque seu filho na cama. Ninguém nunca disse que a criança tinha que querer ir para a cama. Eles podem brigar no início, mas com persistência, eles aprenderão que você está falando sério. E depois é só aproveitar para ter um tempo só seu ou para o casal.

2. Não dê a seus filhos sobremesa todos os dias
Doces devem ser guardados para ocasiões especiais. Isso é o que os deixa mais gostosos. Se você ceder às exigências de seu filho de ter doces o tempo todo, ele não vai apreciar o gesto quando alguém lhe oferecer um doce como recompensa ou presente. Além disso, imagine quanto isso pode custar caro quando o levar ao dentista e ao médico.

3. Faça-os pagar por suas próprias coisas
Se você quer algo, você tem que pagar por aquilo. É assim que funciona a vida adulta. Para conseguir tirar seus filhos do porão no futuro você precisa ensiná-los agora que eletrônicos, filmes, videogames, esportes e acampamentos que eles gostam têm um preço. Se eles tiverem que pagar tudo ou pelo menos parte do preço eles irão apreciar mais. Você também pode evitar pagar por algo que seu filho queira somente até conseguir aquilo. Se ele não está disposto a ajudar a pagar pelo menos metade, ele provavelmente não queira aquilo tanto assim.

4. Não mexa os pauzinhos
Alguns jovens têm dificuldade quando começam a trabalhar e percebem que as regras também se aplicam a eles. Eles precisam chegar no horário e fazer o que o chefe mandar. E (ai, ai!) parte do trabalho eles nem gostam de fazer. Se você não gosta do professor do seu filho, do seu parceiro de ciências, sua posição no campo de futebol ou no ponto de ônibus evite a tentação de mexer os pauzinhos para que seu filho consiga as coisas do jeito que ele preferir. Você está roubando a chance do seu filho de tirar o melhor e aprender com a situação. Lidar com uma situação menos que ideal é algo que ele terá que fazer o tempo todo na vida adulta. Se a criança nunca aprender a lidar com isso, você a está levando ao fracasso.

5. Faça-os fazer coisas difíceis
Não interfira automaticamente e tome conta quando as coisas se tornarem difíceis. Nada dá a seus filhos um melhor impulso de confiança do que não fugir do problema e realizar algo difícil por eles mesmos.

6. Dê-lhes um relógio e um despertador
Seu filho estará melhor se aprender as responsabilidades de controlar seu próprio tempo. Você não estará sempre lá para pedir pra ele desligar a TV e ir para seus compromissos.

7. Não compre sempre o melhor e o mais recente
Ensine seus filhos a terem gratidão e satisfação pelo que eles têm. Estar sempre preocupado com o próximo grande lançamento e quem já o tem vai levá-los a uma vida de dívidas e infelicidade.

8. Deixe-os experienciar a perda
Se seu filho quebrar um brinquedo, não compre um novo para substituí-lo. Ele vai aprender uma valiosa lição sobre cuidar de suas coisas. Se seu filho esquecer de entregar uma tarefa na escola, deixe-o ficar com uma nota mais baixa ou faça-o ir conversar por si mesmo com a professora sobre conseguir crédito extra. Você estará ensinando responsabilidade - quem não quer filhos responsáveis? Eles podem ajudá-la a se lembrar de todas as coisas que você se esquece de fazer.

9. Controle a mídia
Se todos os outros pais deixassem seus filhos pularem de uma ponte você também deixaria? Não deixe seu filho assistir a um filme ou jogar um videogame que seja inapropriado para crianças só porque as outras crianças o fizeram. Se você defender e lutar por manter a educação decente de seus filhos outros podem seguir suas ações. Crie uma pressão positiva.

10. Faça-o se desculpar
Se seu filho fizer algo errado, faça-o confessar e enfrentar as consequências. Não varra a grosseria, bullying, ou desonestidade pra debaixo do tapete. Se você errar, dê o exemplo e encare as consequências de seu erro.

11. Importe-se com suas maneiras
Até mesmo crianças pequenas podem aprender as noções básicas de como tratar outro ser humano com respeito e dignidade. Ao fazer da boa educação um hábito você estará fazendo a seus filhos um grande favor. Boas maneiras é o caminho certo para conseguir o que você quer. "Você pega mais moscas com mel do que com vinagre."

12. Faça-os trabalhar - de graça
Seja ajudando a avó no jardim ou voluntariando-se para ser tutor de crianças mais novas, faça o serviço parte da vida de seus filhos. Isso os ensina a olhar além de si mesmos e ver que outras pessoas também têm necessidades e problemas - às vezes maior do que sua própria.
Com todo o tempo que você passar sendo má, não se esqueça de elogiar e recompensar seu filho por comportamento excepcional. E sempre se certifique que eles saibam que você os ama. Seus filhos podem virar o jogo e fazer sua geração conhecida por sua esperança e promessa.


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : R M E -  Hermínio  Miranda
³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg
Livro de Referência: livro Nossos filhos, Hermínio  Miranda, ed. Arte e cultura.




segunda-feira, 14 de março de 2016

NÃO ESTAMOS PREPARADOS PARA SERMOS PAIS DOS NOSSOS PAIS



"...Quanto mais eles perdem memória, vigor, audição, mais sozinhos nos sentimos, sem compreender por que o inevitável aconteceu. Pode até surgir alguma revolta interior por esperar deles que reagissem ao envelhecimento do corpo, que lutassem mais a favor de si, sem percebermos, na nossa própria desorientação, que eles não têm a mesma consciência que nós, não têm como impedir a passagem do tempo ou que possuem, simplesmente, o direito de sentirem-se cansados..."

Nascemos filhos. E esperamos ser filhos para sempre. Mimados, educados, amados. Que nossos pais invistam doses cavalares de amor em todo nosso caminho pela vida. Que, quando a vida doer, haja um colo materno. Que quando a vida angustiar, encontremos neles um conselho sábio. E, quando isso nos falta, há sempre uma lacuna, um sentimento estranho de sermos exceção.
Mesmo adultos, esperamos reconhecer nossa meninice nos olhos dos nossos pais. Desejamos, intimamente, atenções miúdas, como a comida favorita no dia do aniversário ou a camiseta do time de futebol se estamos na casa deles.
Não estamos prontos para trocar de lugar nesta relação.
É difícil aceitar que nossos pais envelheçam. Entender que as pequenas limitações que começam a apresentar não é preguiça nem desdém. Que não é porque se esqueceram de dar o recado que não se importam com a nossa urgência. Que pedem para repetirmos a mesma frase porque não escutam mais tão bem - e às vezes, não está surdo o ouvido mas distraído o cérebro. Demora até aceitarmos que não são mais os mesmos - que dirá “super-heróis”? Não podemos dividir toda a nossa angústia e todos os nossos problemas porque, para eles, as proporções são ainda maiores e aí tudo se desregula: o ritmo cardíaco, a pressão, a taxa glicêmica, o equilíbrio emocional.
Vamos ficando um pouco cerimoniosos por amor. Tentando poupar-lhes do que é evitável. Então, sem querer, começamos a inverter os papéis de proteção. Passamos a tentar resguardar nossos pais dos abalos do mundo.
Dizemos que estamos bem, apesar da crise. Amenizamos o diagnóstico do pediatra para a infecção do neto parecer mais branda. Escondemos as incompreensões do casamento para parecer que construímos uma família eterna. Filtramos a angústia que pode ser passageira ao invés de dividir qualquer problema. Não precisam preocupar-se: estaremos bem no final do dia e no final das nossas vidas. Mas, enquanto mudamos esses pequenos detalhes na nossa relação, ficamos um pouco órfãos. Mantemos os olhos abertos nas noites insones sem poder correr chorando para a cama dos pais. Escondemos deles o medo de perder o emprego, o cônjuge ou a casa para que não sofram sem necessidade e, aí, estamos sós nessa espera; não há colo nem bala nem cafuné para consolar-nos.
Quanto mais eles perdem memória, vigor, audição, mais sozinhos nos sentimos, sem compreender por que o inevitável aconteceu. Pode até surgir alguma revolta interior por esperar deles que reagissem ao envelhecimento do corpo, que lutassem mais a favor de si, sem percebermos, na nossa própria desorientação, que eles não têm a mesma consciência que nós, não têm como impedir a passagem do tempo ou que possuem, simplesmente, o direito de sentirem-se cansados.
Então pode chegar o dia em que nossos pais se transformem, de fato, em nossos filhos. Que precisemos lembrá-los de comer, de tomar o remédio ou de pagar uma conta. Que seja necessário conduzi-los nas ruas ou dar-lhes as mãos para que não caiam nas escadas. Que tenhamos que prepará-los e colocá-los na cama. Talvez até alimentá-los, levando o talher a sua boca.
E eles serão filhos piores porque lembrarão que são seus pais. Reagirão as suas primeiras investidas porque sabem que, no fundo, você acha que lhes deve obediência. Enfraquecerão seus primeiros argumentos e tentarão provar que ainda podem ser independentes, mesmo quando esse momento tiver passado, porque é difícil imaginarem-se sem o controle total das próprias rotinas. Mas cederão paulatinamente, quando a força física ou mental reduzir-se e puderem encontrar no seu amor por eles o equilíbrio para todas as mudanças que os assustam.
Não será fácil para você. Não é a lógica da vida. Mesmo que você seja pai, ninguém o preparou para ser pai dos seus pais. E se você não o é, terá que aprender as nuances desse papel para proteger aqueles que ama.
Mas, se puder, sorria diante dos comentários senis ou cante enquanto estiverem comendo juntos. Ouça aquela história contada tantas vezes como se fosse a primeira e faça perguntas como se tudo fosse inédito. E beije-os na testa com toda a ternura possível, como quando se coloca uma criança na cama, prometendo-lhe que, ao abrir os olhos na manhã seguinte, o mundo ainda estará lá, como antes, intocável, para ela brincar.
Porque se você chegou até aqui ao lado dos seus pais, com a porta aberta para interferir em suas vidas, foi porque tiveram um longo percurso de companheirismo. E propor-se a viver esse momento com toda a intensidade só demonstrará o quanto é grande a sua capacidade de amar e de retribuir o amor que a vida lhe ofereceu.


¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : ANA LÚCIA GOSLING /obvious: http://obviousmag.org/puro_achismo/2015/nao-estamos-preparados-para-sermos-pais-dos-nossos-pais.html#ixzz3xaeTRE4E

³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

sábado, 12 de março de 2016

100 primeiras regras empíricas do amor


1ª regra: Não vale a pena amar quem não se dispõe, mesmo que por brincadeira, a ouvir os teus silêncios
2ª regra: Não se fie em aprendizado para o amor; amar só se aprende mesmo amando
3ª regra: Não se consegue amar a partir de corações fechados (à alegria, ao aprendizado e ao sofrimento): seja o seu, seja o do ente amado
4ª regra: Em termos de amor, não existem boas ou más intenções; só existem atos e ausência de atos
5ª regra: Para quem ama, tudo é superlativo, especialmente o insignificante; para quem não ama, tudo - o superlativo ou o insignificante - é patético, ridículo e absurdo
6ª regra: Quem não ama sequer pode achar digna de nota a própria Criação do Mundo; pois quem não ama não enxerga nada cujo valor não seja dado por algo externo
7ª regra: Por mais que a gente possa dar TUDO pelo amor, o amor é sempre gratuito (ou seja, a gente nunca espera nada)
8ª regra: Um casal não se junta exclusivamente pela existência do amor; mas juntar-se sem amor é no fundo um risco para o qual você está usando como cúmplices inclusive os filhos que podem vir a nascer
9ª regra: Por mais que o amor sujeite quem ama a esperar tudo, amar mesmo não supõe pagar esse preço, porque o amor não é burro, muito ao contrário
10ª regra: Quem não ama sujeita-se a pagar o preço da mais cruel previsão autoinduzida: a de não ser amado
11ª regra: (completamente meu) É possível, sim, amar mantendo-se dividido até com respeito aos assuntos ou ações mais básicas e importantes da vida; mas o preço a pagar quando se opta pela via correta e tudo parece conspirar em direção oposta é alto o suficiente para levar à morte
12ª regra: Quando não há amor, o menor defeito pode ser responsável por destruir tudo, e a maior qualidade pode não ser suficiente para construir nada
13ª regra: Quando há amor, tudo é doce, até mesmo o inferno
14ª regra: Quem decide manter um amor fadado à inanição pode estar se condenando à autodestruição
15ª regra: Amar é sempre bom, mesmo quando é péssimo; mas quando é péssimo, pode não ser bom
16ª regra: O sexo assume dimensões transcendentes quando feito com amor (mesmo que este seja relutante, mínimo ou meramente próximo a uma amizade fugaz); o desempenho, comparativamente, não consegue sequer aproximar-se dessas dimensões, embora possa dar por vezes a impressão de bastar-se a si mesmo
17ª regra: A grande sacada do único livro da Bíblia que comenta o amor carnal é fazer-nos intuir o infinito que é o sexo feito com amor
18ª regra: Ninguém ama mais o próximo do que aquele que verdadeiramente ama a si mesmo
19ª regra: Só quem ama consegue sentir fisicamente o infinito presente na beleza e fenecimento de uma flor (e por flor podemos entender qualquer ser vivo), na ingenuidade e fraqueza de um animal e na profundidade do instante
20ª regra: Aquele que é amado sequer consegue imaginar o prazer que experimenta aquele ser que o ama no mínimo gesto, na máxima distância e também na mais absoluta convicção de que não é necessária a menor retribuição
21ª regra: Quem não estiver aberto para simplesmente amar, não poderá amar, mesmo que ela diga ser isso o que essa pessoa mais quer no mundo (porque estará mentindo)
22ª regra: A loucura e o amor geralmente conversam
23ª regra: Dado que o pedido de desculpas não retira a culpa, dado que ele também não garante que não irá novamente se repetir, dado também que supõe a confiança (nisso, de que não irá se repetir) de quem sofreu o ato, e dado que ele não supõe justificativas de qualquer ordem, ele no fundo é (ou deveria ser) um ato (suave, quase imperceptível) de amor. Até porque, se não for, será inútil para um e para outro
24ª regra: O amor tem desígnios insondáveis (não existe causalidade, não existe regra, não existe ausência de regra, não existe interdito, só existe liberdade)
25ª regra: O perdão, no fundo, só nasce do amor
26ª regra: Em termos de amor, a única energia é a da vontade interna, até da distância, do sossego ou mesmo do fim
27ª regra: Amor não se promete
28ª regra: Amor não combina com tristeza, só com uma certa melancolia de um fim que um dia irá chegar - que seja com a morte
29ª regra: Ninguém chega ao amor somente com alegria
30ª regra: (muito pessoal) Eu noto haver amor, num primeiro instante, no olhar (mas isso, não sei por quê, parece não valer para mim, ou será?)
31ª regra: O amor é sempre brega; difícil seria conceber amor diferente
32ª regra: O amor supõe contato direto; se há muito intelecto, muito corpo, muito barulho, muito silêncio, muita tristeza ou muita alegria no caminho, o contato torna-se excessivamente difícil ou árido
33ª regra: Amor sem compreensão é impossível
34ª regra: Quem ama demais o ser humano pode acabar tendo problemas em amar pessoas em particular
35ª regra: Amor sem coragem é bobagem
36ª regra: O amor supõe estratégias ditadas pelo coração, e portanto que não podem ser confundidas com manipulação
37ª regra: Quem ama sempre preza a vida
38ª regra: Melhor não confiar no suposto amor de quem só pensa na morte
39ª regra: Não há lugar certo para o amor; para ele, contudo, conforme o tempo passa, só vale o lugar certo, que é todo aquele ditado pela lembrança (passado), pelo tesão (presente) e pela fantasia (futuro)
40ª regra: Os Óscares de melhores atores coadjuvantes deveriam, todo ano, ser concedidos àqueles que fingiram não sofrer dores por amor
41ª regra: Creio que a prova dos nove para saber se uma pessoa se envolveu ou se envolve é saber se ela realmente se lembra
42ª regra: As pessoas que geralmente melhor conseguem aprender da vida são aquelas que mais experimentam dificuldades
43ª regra: Até hoje meus sapatos sociais encontram pedacinhos de pratos que se quebraram há anos
44ª regra: Poucas homenagens se igualam à repetição de erros gramaticais graves por parte daqueles que realmente amamos
45ª regra: Jamais conseguirá descobrir o que é amor quem se mantém, por convenção ou comodismo, preso/a à regra
46ª regra: Mente quem diz que te ama mas não se dispõe a entender a lógica interna do teu gosto
47ª regra: Brega é sentir-se além do gosto e desprezar quem simplesmente e apenas sente
48ª regra: Nenhuma verdade subsiste à letra e coragem de amar, salvo essa mesma
49ª regra: Quem erra mais é sempre quem acha que foi o outro quem errou mais
50ª regra: Quem não assume os próprios erros sofre duas vezes – ou até mais, a depender de quanto demore para reconhecê-lo
51ª regra: A flecha do amor te tocou, mesmo que não tenha ainda objeto, quando você começa, sem saber por quê, a arrumar suas coisas à espera de algo que antes você sentia que jamais iria acontecer
52ª regra: A maior prova de que você ama é que você se lembra dos outros e não sabe por quê
53ª regra: Mesmo que negue até o fim, toda pessoa que efetivamente te amou deixa marcas indeléveis e concretas na tua vida, marcas essas que aparecem no quarto, na cozinha, no banheiro e até mesmo nas partes mais recônditas de tua vida
54ª regra: Nenhuma convicção permanece depois que se ama
55ª regra: Quem duvida do próprio amor pode ter tudo, menos amor
56ª regra: Perde-se quem se procura em relação àquilo que está fora dele
57ª regra: Quem ama cuida, e em geral sem se aperceber disso
58ª regra: Quem realmente ama, geralmente não consegue parar de pensar nisso
59ª regra: Nenhuma soberba resiste à prova de se saber quem realmente ama
60ª regra: Em amor, quem não se rende geralmente perde
61ª regra: Quem pensa excessivamente em si acaba deixando de ter reais oportunidades de amar
62ª regra: Quem ama costuma ver o tempo e o espaço de forma diferenciada
63ª regra: Até mesmo atos corriqueiros, como andar no jardim, assumem formas e conteúdos diferentes quando se ama, mesmo que não haja objeto para isso
64ª regra: Quando existe amor, não é fácil dizer sim nem dizer não
65ª regra: Amor nunca é coisa
66ª regra: O medo mata o amor; se vem de dentro (ou seja, de motivos que nem o próprio ser que ama consegue descobrir ou mesmo sentir), ele, o medo, mata a própria possibilidade de amar, de expressar e de efetivar o amor. Claro que nesse sentido o ser amado, mesmo que seja infinitamente amado, não percebe amor algum – o que por outro lado não prova que o amor não exista
67ª regra: Quem pensa muito tende a confundir o receio de viver com as dificuldades em sentir amor
68ª regra: Quem ama costuma assentir sem pedir explicações; o que não significa nem que concorde nem que decida fazer desse jeito. Quem ama faz assim porque aceita o outro como é e não se dispõe a fazer com que qualquer conclusão a respeito possa ofender a vivência interior, anterior e eterna do ser amado, até porque quem ama não está a fim de deixar de sentir essa vivência e de navegá-la até o infinito pelo resto de sua vida
69ª regra: Se a verdade não é amor, não tem nenhuma serventia para os seres humanos
70ª regra: O ser que ama repentinamente prontifica-se a fazer tudo o que pode para aquele a quem ama, e às vezes verdadeiramente surpreende-se com isso
71ª regra: Mesmo quem nunca deu presentes, começa a dá-los sem perceber tão logo começa a amar
72ª regra: O amor é tão contagioso que certas pessoas se protegem dele como o Diabo da Cruz
73ª regra: Nenhuma convenção social pode nada contra o amor
74ª regra; O amor faz com que você, tão logo se sente à vontade com você mesmo/a, comece a pensar, sem querer, na pessoa amada – e isso pode levar, muitas vezes, à loucura
75ª regra: A abertura existente na pessoa que ama inculca na pessoa que é amada uma espécie de dúvida que pode conduzi-la a uma perdição estranha ou, se ela realmente acreditar, à condição de simplesmente amar, sem nem saber por quê e mesmo que jamais tenha amado ou que tenha perdido qualquer esperança disso
76ª regra: Não é bem verdade que quem ama nunca desista; quem ama simplesmente torna-se quase um objeto a seu amor, quer persiste mesmo que todas as esperanças tenham ruído, se transformado em nada ou mesmo em esquecimento. A única exceção é quando o amor é substituído pelo ódio. Aí, creio, não tem mais jeito. Mas como amor é o oposto do ódio, tão logo a pessoa abandona o ódio, abre-se inclusive a perceber e a aceitar aquele amor
77ª regra: Por mais louca que seja a pessoa que é amada, ou por mais problemas de criação tenha tido, ou por maiores que sejam suas questões de autorreconhecimento, se tem realmente uma intenção sincera por amor consegue perceber, lá no fundo, a intenção amorosa do/a pretendente. Contudo, seus problemas podem impedi-lo/a de reconhecer isso, e o preço a pagar é o sofrimento de conferir que tudo o que o/a outro/a dizia podia realmente ser verdade. Ficará assim eternamente com o peso da dúvida
78ª regra: O amor, tirando o próprio amor, praticamente não tem regras normativas; mas como ele se expressa de formas únicas apesar de diversas, pode ser entendido enquanto se efetiva ou deixa de se efetivar. É para isto que servem estas próprias regras: para entender quando é que ele aparece e não aparece
79ª regra: Aquele que ama sempre tem paciência infinita enquanto aquele que é amado faz jus ao seu amor – o que não o impede de cometer incontáveis erros e até mesmo de possuir falhas de caráter insofismáveis. Isso leva aquele que ama quase à loucura, com frequência, e pode conduzi-lo também à morte. Mas aquele que ama, mesmo que morra enquanto ser humano, não morre em seu interior; já aquele que não ama ou que se recusa a fazê-lo (por medo, geralmente) é um morto em vida (algo que pessoalmente eu já fui)
80ª regra: Pode-se matar, pela própria sobrevivência, o amor que alguém sente por outra pessoa; mas o preço para isso é uma morte lenta e em muitos casos definitiva que pode destuir a confiança daquele que ama pelo ser humano em geral. Apesar disso, se surgir um amor novo, verdadeiro, todas as feridas cicatrizam como que por milagre e nada do que aconteceu permanece naquele que amou. Já naquele que foi amado...
81ª regra: Sempre pensei que pessoas mais velhas se aproximavam amorosamente das mais jovens por causa de um certo complexo de vampirismo ou, em outros termos, de uma necessidade por vitalidade e carne fresca. Mas o fato é que, em termos amorosos, as pessoas mais jovens possuem a grande vantagem de, quando amarem, tenderem a amar sem limites e sem muitas restrições, dado não terem passado por muitas desilusões nem colocarem o aspecto racional (muito importante em relacionamentos) sempre acima do critério emocional. Quanto mais o tempo passa, mais me convenço disso, e da crescente falta de atratividade de pessoas mais velhas que insistem em pensar por conta própria ao invés de se abandonarem àquilo que efetivamente sentem
82ª regra: O maior obstáculo a pessoas com muito coração não é não saberem quando amam nem quando odeiam; é não conseguirem se contem em ambos os casos. Se essas mesmas pessoas são tão inteligentes quanto pessoas de coração imenso, os problemas se multiplicam de forma exponencial: não sabem quando expressar que amam ou odeiam, nem até que ponto, nem conseguem pensar direito a respeito. Ficam assim em geral perdidas sem saber o que fazer. Se são as melhores no assunto, em ambas as abordagens, é como se enfrentassem o inferno em vida, realmente
83ª regra: O amor sempre se expressa, nos primeiros instantes em que ele realmente aparece (às vezes em ocasiões bastante agressivas), de forma delicada, e quando uma das pessoas envolvidas no consegue normalmente espera isso da outra pessoa; se ambas as pessoas envolvidas têm problemas com isso, tendem a se incomunicar o tempo todo. Mas tão logo aquele momento de delicadeza mútua aparece, ambos os envolvidos percebem que algo aconteceu. Infelizmente, muitos desses casos se dão sob efeito de álcool, fumo, drogas ou cansaço e carências extremos
84ª regra: Alguns dos piores sofrimentos do amor surgem da impossibilidade de termos acesso direto à intenção do outro, que é sempre um amálgama de impressões fugidias e conclusões temporárias. Porém, isso não tem nada a ver com o amor, embora contribua para ele surgir, crescer, diminuir ou mesmo desaparecer. No fundo, o amor não segue regras, e simplesmente surge ou não, embora essas características possam ajudar a fazer com que isso aconteça
85ª regra: Embora pareçam existir exceções, o amor é seguro, e não duvida de si nem daquele que é amado. Quando gera insegurança, é porque o amor experimentado se baseia numa falsa compreensão de si, numa espécie de amálgama que torna a busca pelo amor uma espécie de compensação pelos males atuais, e nesse sentido, nesses casos, em maior ou menor grau, o amor tende a ser frágil e se romper em rompantes de vontades. Não levo em conta os momentos de sedução, em que a insegurança tem um gosto especial de vida corrida e perigosa
86ª regra: Parte da loucura a que o amor está sujeito (e em que é reconhecido) deve-se a uma diferença de percepção do ambiente, do tempo, do espaço e das condições concretas da permanência em lugares específicos, diferença essa que propicia o desenvolvimento de percepções que favorecem ou prejudicam a fruição do sentimento
87ª regra: Muitos dos problemas de gente tímida, na demonstração do amor que sentem, derivam da incapacidade de “fingirem” (no caso, representarem) gestos de atração e, por outro lado, da dificuldade, por parte dos que são atingidos por essas demonstrações, de aceitarem que elas são verdadeiras e assumem aquele exato significado. Quando a palavra entra para dirimir dúvidas, então, muitas vezes tudo só piora, pois o que poderia ser torna-se algo que efetivamente não é, numa grande variedade de situações
88ª regra: Há aqueles que querem ser amados para escolherem se amam; outros querem amar sem importar as consequências. Normalmente os primeiros permanecem no jogo como compradores sem produtos adequados; os outros, não sabendo enxergar um palmo à sua frente, se envolvem em situações e com pessoas perdidas. O amor é consciente, sempre; e consciência é saber a direção em que vamos
89ª regra: Todo amor sugere eternidade; não pode, claro, concretizá-la, mas a sugere; e a sugere a tal ponto que consegue prometer algo que não poderia cumprir. Todo amor é eterno enquanto dura (Vinícius)
90ª regra: Ninguém conseguirá jamais distinguir o que é vontade de querência; a vontade, que é para fora, acontece enquanto o tempo passa; a querência simplesmente existe e permanece. Quando dois se encontram, e se afastam, a vontade pode até mudar; mas quando se encontram de fato e de direito, nada realmente desaparece. Querência chega perto do amar; amar é mais e por isso nem consegue ser divisado pela razão
91ª regra: Quando dois seres que se amam (mesmo que não romanticamente) entabulam uma conversa, mudam automaticamente de tom de voz em relação à normalidade entendida socialmente. Tudo torna-se mais suave e capcioso; tudo assume novos ares, e acepções que quase ninguém (ou mesmo ninguém) poderia imaginar; forma-se como que uma nova língua, dividida em dois, que passa a ser construída com tempo, esforço e amor, muito amor. Há casos em que a relação suave-grosso mostra-se inversa; mas são raros. Quando isso acontece, normalmente há um terceiro no meio que não consegue ser dispensado pela pessoa que dá o tom da conversa (o tom grosseiro)
92ª regra: Muitos escritores e escritoras, assim como artistas em geral (e claro, algumas pessoas sem essas atividades), passaram arduamente pela fase do ensimesmamento doentio na medida em que, incapazes de se tornarem transparentes a si mesmos, decidiram retrair-se até o impossível; era isso amor demais. Por experiência própria, esse buraco não tem fundo se realmente não for habitado por um amor real, nada teórico nem ilusório, mas prático, efetivo em atos singulares, como gentilezas incontidas face o existente. Diante da pessoa efetiva, o amor torna-se uma entrega que, por um lado, quase impede o ensimesmamento que irá dar origem a obras, mas que, por outro lado, cria clivagens eternas num espírito que só queria encontrar a si mesmo – e que encontra o outro para sê-lo
93ª regra: Amor impossível é algo difícil em que acreditar
94ª regra: Cansa-se de amar só quem ama de menos
95ª regra: Pode-se odiar o mundo inteiro e dispensar todo o esforço do mundo para isso; comparativamente falando, isso não responde porém sequer pelo resultado de um gesto de gentileza retribuído ou por um simples aceno de real contato com base no amor
96ª regra: O mundo não existiria sem amor
97ª regra: Quem se acha sábio e não consegue amar só perde a vida tentando
98ª regra: Nada vale mais que um beijo verdadeiro (e de preferência o primeiro)
99ª regra: Um ato de amor nunca termina
100ª regra: Sem amor, viver não vale a pena e Só o amor nos dá condições de estar com outro até o fim

¹ Fundador e Autor do Blog: Eduardo Campos, Técnico em Gestão Pública: Pedagogo, Esp. em Docência do Ensino Superior – PROEJA  e Educação em Saúde. Pesquisador do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação do Campo na Amazônia-GEPERUAZ/UFPA
² Fonte texto : CONTRERAMAN/© obvious: http://lounge.obviousmag.org/o_olhar_amor_na_arte_apos_o_fim_da_arte_e_da_filosofia/2015/07/100-primeiras-regras-empiricas-do-amor.html#ixzz3xdb392OB

³ Fonte imagem : http://www.intercambio7.com.br/sims-e-naos-para-seu-intercambio.jpg

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COMENTÁRIOS - PITACOS - SUGESTÕES - ELOGIOS

Vejam o que os visitantes dizem do educar para humanidade.


Noosssaaa... o seu blog e um espetáculo Edu. Ou melhor vc e isso tudo. Um grande beijo de quem gosta muito de você.
Patrícia

Adorei esse blog, parabéns,contém muitas dicas úteis e interessantes. Que Deus te abençoe e q vc possa a vir dar mais dicas . Fica com Deus! O seu blog ....é show.
Julianne


Este Site é ótimo,e acredito que estas postagem ajudará , vários casamentos, parabéns pela iniciativa.
Carlos Alberto

Imagina que quando uma amiga me falou de você edu confesso que não acreditei. Será que ainda existem homem assim? Perguntei. Mas Quando vi você pela primeira vez fiquei encantada com o seu jeito de ser, te achei uma pessoa muito,muito, muito, maravilhosa, amiga, verdadeira, prestativa, séria... Quando eu conheci fiquei encantada com sua beleza, personalidade, caráter...Admiro demais você, na verdade me considero Sua fã número 1... Adoro ler seus textos aqui no blog. Assistir suas palestras um show de informação.
Hoje tenho certeza que és é uma pessoa muito especial pra mim pois ajudou e me ajuda muitoé um amor de pessoa ...você pode contar comigo pro que der e vier estou sempre disponível pra você viu meu lindo...Você é uma pessoa da minha extrema confiança Da sua eterna Amiga que te ama muito e te quer muito bem com carinho, amor e saúde bjos......
Priscila


Esse site esta de parabéns adorei tudo que vi por aki@!!! tudo de bom.
Anônimo

Poxa, ta bem legal seu texto, parabens.
Fernanda


Essas dicas eram o que eu precisava para tirar uma duvidazinha. Obrigado ao blog que eh um espetáculo.
Juliani


Eu acabei de ler sua mensagem sobre como manter um relacionamento e tem muitas coisas que estão acontecendo comigo, obrigado pelo blog e as dicas que vão me ajudar com certeza.
Ana

Eduardo pessoas como você, ajuda a escrever a historia da vida com muito mais amor, carinho e humildade, que bom que você existi... parabens pelo seu blog. Sempre vou admirá-lo... Que Deus te abençoe sempre.
Josi


Esse blog é realmente muito completo, tudo o que eu preciso tem aqui, só queria saber como fazer boas preliminares, rs. Mas tudo o que eu imagino tem aqui, é um site perfeito. Parabéns!
Adriana

Eduardo quando te vi pela primeira vez tive a certeza de ter encontrado uma pessoa especial, com a alma serena e doce ao mesmo tempo. Você é um ser iluminado por Deus e com uma missão muito especial. Gosto de estar com você de poder compartilhar meus "segredos" contigo e dividir minhas "angustias" principalmente pelo blog.
Lembre que você sempre poderá contar comigo a todo instante que precisar...pois estarei sempre aqui para te falar o quanto você é especial pra mim!!!!!!!!milhões de beijos carinhosos pra vc viu meu lindo!!!!!!
Josenilda

Como sempre Edu, uma ótima postagem. Fico feliz em saber do seu esforço em ajudar a humanidade escrevendo coisas significante aqui no blog,. Beijos com afeto.
Lindomar



Oi Eduardo, que blog massa, parabéns lindo, me visita se puder tá? , agradeço. Um grande abraço,
Erika.


Nossa, amei seu blog Eduardo, pricipalmente as postagem sobre os inimigos e amigos do orgasmo, quantas informações interessantes. Parabéns.
Karla luane


Estou adorando visitar seu blog! Parabéns pelo blog e pelos resultados já conquistados, isso que você faz é muito importante! Abraços.
Viviane


Parabéns pela criatividade e mais ainda pela continuidade dos textos sobre relacionamentos. Parabéns!
Junior


Ola. Ótimo seu blog. Adorei o post parabéns. A minha namorada é enfermeira e adorou suas palestra, abraços.
Joel santos

Ei Edu! Gostei muito do que escreve e como escreve. Gostaria de trocar figurinhas comigo?
Pedro


Eduardo Gostaria de acompanhar seu blog, é muito bacana seus texto. Me ajuda sou pouco leigo.
André


Muito bom o seu blog...Provavelmente eu deva voltar por aqui mais vezes, sucesso eduardo.
Anônimo


O blog é excelente e a escritor inteligente na medida certa. Parabéns pelo seu trabalho.
Elza


Eduardo Indiquei seu blog a vários amigos, é tão bom achar um Blog que nos descontrai ao mesmo tempo nos sinalizem coisas boas assim.
Márcia lima


Eduardo, querido... seu blog é realmente demais. Demais! Correto, comunicativo, educacional, sensível, genial! to muito orgulhosa de vc ter postado um texto de minha autoria aqui, valeu!
Patrícia

Eduardo o texto e as perguntas foram bem elaboradas e respondidas, mostrando claramente os problemas sexuais, bem como os caminhos para iniciar um tratamento. Atualmente se faz muito necessário este tema tendo em vista o alto índice de apelo sexual passado pelas mídias para as pessoas. Parabéns.
Anônimo


Meu querido Eduardo, parabéns pelo post esclarecedor, aliás tudo o que você escreve é de muita qualidade.parabéns.
Augusto


Eduardo, você fala desse tema de maneira tão natural, que nos dá a exata dimensão do assunto que estás tratando. Parabéns.Gosto muito de seu blog.Abraços
Walter


Muito bom esse pequeno artigo esta de parabéns colega.
Anônimo


Olá Eduardo seus artigos são muito bons, gosto principalmente da maneira franca como você escreve. As dicas estão perfeita, agora é ler e praticar. Abraços e bom fds.
Pedro Paulo


Um elogio curto e sincero: UAU! OTIMO! PERFEITO!
Anônimo


Adorei as perguntas! Amei todas as respostas! Foi perfeito me ajudou a entender o que esta acontecendo comigo, obrigado edu.
Anônimo

Excelente artigo. Alto padrão como sempre, parabéns eduardo!
Anônimo


Didático com sempre. Nunca usando de pornografia. Esse é o educar para humanidade.adoro acompanhar suas postagens.
Amadinha


Oi edu!! Boa noite !!! passando para conferir as ultimas postagem do blog... como sempre parabéns vc é tudo de bom!!!
Natalia


Ótimo conteúdo Eduardo, os temas escolhido é de muito bom gosto!!! parabéns pelo blog!!!
Gustavo

Gostei bastante do texto, não conhecia o seu blog, é excelente!
Marcos

Parabéns eduardo ! Seus posts são sempre atuais, instrutivos e com extrema qualidade e bom gosto na escolha dos temas e sua inteligente maneira de abordá-los. É com muito gosto que leio sempre seu blog. Abraços !!!
Eliane Almeida


Oi Edu, Autoconhecimento da sexualidade feminina, Que texto excelente, todos os homens devem ler isso, com certeza.abraços, valeu .
Anônimo

Puxa!educar para humanidade. Isso que é um belo manual! Adorei o seu blog. Sempre que passo por aqui aprendo mais e mais... Continue esse trabalho excelente. Parabéns pelo artigo, nota 10. Bjo
Leila Cristina







Ciclo de Palestras e Seminários nas áreas de Educação e Saúde para 2015



TEMAS EM EDUCAÇÃO
Avaliação da aprendizagem no século XXI.
O papel do professor: Transformando informação em conhecimento.
As muitas faces da profissão Docente.
Alfabetização e Letramento: os desafios contemporâneos.
Oralidade e Escrita: Dificuldade de ensino-apredizagem na alfabetização.
A importância do lúdico no desenvolvimento da criança
O Brincar e a Matemática
A proposta dos PCNS e sua relevância na formação dos cidadãos.
Um dialogo entre a psicopedagogia e a educação.
Direitos e Deveres da Criança.
Autoridade e Autoritarismo na Sala de Aula:Repensando a relação professor-aluno
Violência em casa: reflexo na escola. Como disciplinar sem bater?
Como trabalhar as relações humanas para prevenir a violência contra criança no ambiente familiar / escolar.
Família e Escola: educar é uma tarefa de todos.
Ética e Cidadania.

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE DO ESCOLAR

A Síndrome de Burnout : Como vai a Saúde do professor na Educação Infantil ?
Saúde Bucal (escovação e higiene).
Higiene e Saúde do escolar.
Alimentação: A obesidade e os transtornos alimentares.
Saúde e meio ambiente.
A importância do sono na vida do ser humano.
O que toda a criança precisa saber sobre segurança.
E agora: O que eu faço? Primeiros socorros.
As principais doenças da infância.
Doenças Sexualmente Transmissíveis.
AIDS/HIV

TEMAS EDUCAÇÃO EM SAÚDE FAMILIAR

Lute pela vida: diga não as drogas.
Alcoolismo, tabagismo e suas conseqüências.
Hipertensão e dislipidemias.
O que todo diabético precisa saber.
Ficar amarelo pra que? Hepatite tem prevenção.
Fique ligado: hanseníase tem cura.
Prevenção do câncer: caminho para saúde.
Saúde bucal não tem idade.
Prevenção da violência contra idoso.
Mulher com saúde é mais mulher.
Abuso e exploração sexual de crianças e adolescente.
Infância perdida: prostituição infantil.
Sexualidade na escola: Como forma o filho para a vida sexual.
Sexualidade na adolescência.
Gravidez na adolescência.
Aborto e suas conseqüências.
Previna-se use camisinha.
Profissão criança: trabalho infantil isso não tem futuro.

E-mail: edu.com28@yahoo.com.br





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